A mentira foi tamanha, que nem mesmo o “companheiro” José Genoino conseguiu acreditar nas palavras do ex-metalúrgico que por um equívoco popular chegou ao mais alto cargo da nação, que em apenas uma década experimentou a derrocada.
Por ocasião da condenação na Ação Penal 470, o STF impôs a José Genoino, além da pena (6 anos e 11 meses de prisão), multa no valor de R$ 468 mil. Irmão do mensaleiro condenado, o deputado federal José Nobre Guimarães (PT-CE) – foi acusado de ser o mentor do escândalo dos dólares na cueca – disse que Genoino não tem condições financeiras para quitar a multa.
Sem recursos suficientes para honrar a multa que lhe impôs o STF, José Genoino deveria ter optado por um hospital da rede pública para solucionar o problema cardíaco, não o Sírio-Libanês, o mais caro e badalado do país, cuja conta será enviada à Câmara dos Deputados e paga com o suado dinheiro do contribuinte. Até porque, para o governo da companheira Dilma Rousseff, o único problema da saúde pública brasileira é a falta de médicos nas cidades mais distantes e nas periferias das metrópoles. E São Paulo não se enquadra nesses quesitos.
Não se trata de analisar o assunto pela ótica da intransigência, mas a vida só avança quando respaldada por um binômio que mescla lógica e coerência. Considerando que Genoino está desprovido financeiramente e a conta do Hospital Sírio-Libanês não é das mais baratas, pelo contrário, o parlamentar deveria agir com um mínimo de coerência, pois é muito fácil sugerir ao cidadão comum, que financia essa bandalheira chamada Brasil, que em caso de urgência recorra ao hospital público mais próximo e aguarde na fila de atendimento.
O ucho.info deseja a José Genoino pronto restabelecimento, mas espera que os médicos descubram que o parlamentar precisa de altas doses de coerência, pois nada pode ser mais direitista do que um representante da esquerda no poder.
Esse comunismo boquirroto que embala o Partido dos Trabalhadores é simplesmente nauseante e exigirá que os contribuintes arquem com uma conta de R$ 1 milhão ou mais. Estivesse o povo brasileiro decidido a decretar o fim da bandalheira que domina a política nacional, o Hospital Sírio-Libanês teria amanhecido cercado por manifestantes.
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