O Editor.
A impostora que se transformou em presidente da república por procuração de Lula, o Marquês de Caetés, pretende importar de Cuba 6.000 "médicos" para distribuí-los no interior do Brasil, sob a desculpa de que não existem aqui médicos suficientes para suprir a demanda.
Em primeiro lugar é uma mentira desavergonhada essa alegação de que não existem profissionais de saúde para serem enviados aos pontos mais remotos do Brasil. O que não existe são as condições mínimas para que esses profissionais, sejam médicos ou mesmo enfermeiros e enfermeiras, se desloquem de seus locais de origem para cumprirem missões em localidades ermas no País. Se o governo irresponsável e quinta-coluna resolver solucionar essa questão choverá médicos e enfermeiras e enfermeiros dispostos a assumirem seu papel em qualquer lugar do território nacional. O Projeto Rondon deu o exemplo na época do Regime Militar. Estudantes universitários eram levados a conhecer os mais remotos pontos do Brasil e recebiam todo o apoio logístico para isso. O resultado foi um sucesso total. Quando se tem boa vontade e seriedade para resolver um problema que afeta a população tudo fica mais fácil.
Os ditadores de Cuba cobram por cada médico enviado para fora de seu país R$ 11.700,00, fora o salário que o país contratante lhe paga. Com um salário desse duvido que algum médico recém formado nas universidades brasileiras recuzasse um contrato para trabalhar em Boca do Acre. O salário que o governo quer pagar são míseros R$ 3.500,00 para que os pobres meninos e meninas vão para o meio da floresta amazônica ou para o sertão seco do interior nordestino morar em pardieiros sem o mínimo conforto e higiene, foi o que me disse um médico de Sorocaba, S.P. Dessa maneira é impossível alocar profissionais no interior do Brasil. Se os petistas podem pagar R$ 13.000,00 ou R$ 14.000,00 a cubanos escravizados pelos irmãos Castro, podem muito bem pagar os mesmos valores para que nossos filhos recém saídos de uma universidade muito melhor do que os pardieiros cubanos, possam desempenhar seu papel de médico ou enfermeiro nos sertões brasileiros.
A realidade é outra muito diversa da apresentada por esses vigaristas do PT. O fato real é que eles tem um projeto de poder e dominação da Nação brasileira que passa pela cubanização das massas desassistidas do interior do Brasil, à imagem dos mesmos emissários que o PC do B enviou ao Brasil Central em 1969 para implantar ali um foco guerrilheiro aos moldes de Sierra Maestra e Colômbia. Eles chegam ao local fingindo serem médicos, professores, enfermeiros, etc. e vão trabalhando as mentes desinformadas e despreparadas das pessoas simples dessas localidades, transformando-as em células de um tecido manipulado que se alastrará por todo o País e depois a revolução será deflagrada sem empecilhos.
Legiões de cubanos foram despejadas em Angola, nos anos 60 com a incumbência de prepararem as massas para receberem o marxismo pregado por Fidel Castro e Mao Tsé-tung. O resultado foi desastroso. Soldados cubanos estupravam moças no meio das ruas das cidades de Angola, revoltando a população até serem expulsos de lá como bandidos que são.
Qualquer idiota sabe que não existe em lugar algum do mundo 6.000 médicos disponíveis e com qualificações tais que possam desempenhar satisfatoriamente a profissão sagrada de médico. Ademais, os que vieram de Cuba, cubanos ou não, foram quase em sua totalidade reprovados nos exames de validação de seus diplomas. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) informou que de 182 médicos oriundos da ilha-prisão dos Castro, inscritos para a Revalidação de seus diplomas, apenas 20 receberam a devida aprovação, os 162 restantes ficaram a ver navios. A qualidade do ensino na "universidade" cubana que forma "médicos" é tão miserável quanto o regime ditatorial e escravagista adotado pelos sanguinários barbudos de Sierra Maestra.
Acolher aqui esses "santinhos" é o mesmo que injetar em nossas veias o vírus da AIDS.--
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