Considerando as normas do Conselho Federal de Medicina, de que os médicos cubanos precisarão passar por prova de avaliação para validar o diploma e garantir o exercício da profissão em território brasileiro, o Palácio do Planalto teria de importar pelo menos 40 mil profissionais da área, pois o índice de aprovação no mencionado teste não supera a marca de 15%.
Trata-se de uma manobra disfarça que passa pela cartilha esquerdista de Havana, a qual a população precisa evitar, sob pena de o Brasil mergulhar em um período obscuro e de exceções.
A desculpa de que existe uma concentração de médicos nas regiões Sul e Sudeste do País mostra a ineficácia do Ministério da Educação e a falta de planejamento de um governo que está escorado na paralisia operacional. O PT palaciano torna-se refém da mentira quando considerado o fato de que o Ministério da Educação estuda medidas para barrar a abertura de faculdades de Medicina, buscando incentivar os profissionais a atuarem em outras áreas do País.
O pleito por uma melhor distribuição de médicos em todas as cidades brasileiras foi feito por entidades que representam os municípios, mas o governo aproveitou a brecha para enxertar um viés ideológico no projeto. Se a massa pensante da população não reagir, em breve o Brasil estará “cubanizado”.
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