quinta-feira, 7 de março de 2013

"OS IDIOTAS ÚTEIS"


É preciso que os brasileiros tratados como gado pelos vigaristas da esquerda tomem conhecimento disto.

O Editor




Marxistas, os idiotas úteis
O ex-agente da KGB e dissidente soviético Yuri Alexandrovich Bezmenov explica como os marxistas usam informantes para manter listas de pessoas que serão executadas quando chegar a revolução, inclusive…
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Adicionado em 12/05/2007
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Lenine cunhou a expressão “idiotas úteis”, para designar aqueles ingénuos que, nas sociedades capitalistas e democráticas, ardendo em aspirações de estratosférica utopia, eram facilmente manipulados e conduzidos à vara pelos activistas comunistas, em actividades contra os seus próprios interesses como cidadãos dos respectivos países, e que favoreciam os interesses soviéticos.
“Idiotas” porque relativamente estúpidos, “úteis” porque a sua estupidez era aproveitável por pessoas mais espertas.
Não se pode confundir um “idiota útil” com um traidor. Embora o “idiota útil” acabe por trair o seu país, não o faz por cálculo racional. É uma simples ovelha, acredita que está a salvar o mundo, vai para onde a conduzem e repete os estribilhos que lhe ensinam, tal como as estúpidas e crédulas ovelhas do “Animal Farm”, de Orwell.

Desarticulado o totalitarismo soviético, os “idiotas úteis”, ficaram uns anos desamparados, sem quem os conduzisse à vara e, como patos acabado de nascer, acabaram instintivamente por se agrupar em torno de quem lhes ensinou novos slogans:
-Os obcecados antiamericanos, fauna variegada que vai da extrema-direita nacional-socialista à extrema esquerda caviar, passando pelo islamofascismo, populismo bolivariano, etc.

Contra o terrorismo para o qual o mundo acordou de facto em 2001, apesar de por essa altura já ser largamente conhecido o terrorismo palestiniano, aliás apoiado e justificado por uma certa Europa, os EUA decidiram desencadear uma ofensiva global.
Foi como um toque de corneta. O rebanho espevitou as orelhas e começou a balir.
E, devidamente espevitadas e enquadradas, lá vieram para a rua manadas de pacifistas da treta, descendentes dos “idiotas úteis” que na década de 80, davam pinotes nas ruas da Europa Ocidental em defesa do Sol do Mundo, contra os Pershing, a favor da bondade dos SS-20 que estavam apontados às suas cabeças, a favor da “paz contra a guerra” e contra o “imperialismo” e o “capitalismo” e o “complexo militar americano”, enfim, o vademecum habitual.

Nesse tempo de guerra-fria, os “pacifistas” eram os idiotas úteis do Comintern.
Agora são os idiotas úteis do islamofascismo. Aos terroristas, que atacaram em New York, Bali, Madrid, Beslan, Londres, Telavive, Jerusalém, Washington, Bagdad e que todos os dias matam alegremente cidadãos iraquianos, os “idiotas úteis” chamam carinhosa e respeitosamente “combatentes”, “resistentes”, “guerrilheiros”, “mártires”.
Aos que combatem o terrorismo, os idiotas úteis chama “terroristas”.
Quando loucos perigosos como Amadinejah ou Chavez , discursam, os idiotas úteis escutam-nos embevecidos e batem palmas.
Combater o terrorismo implica descobrir a careca a estes “idiotas úteis” que o justificam e apoiam, por pura ignorância e imbatível imbecilidade.

Combater o terrorismo o implica combater os “idiotas úteis” que chiam contra o reforço das medidas de segurança, e a “violação “ dos “direitos” dos terroristas que matam inocentes e que “exigem” clemência para eles, ao mesmo tempo que assobiam para o ar e ignoram as suas vítimas.

Combater o terrorismo, implica combater a indigência intelectual deste gado ovino, que bale os estribilhos nauseabundos recuperados da lixeira dos totalitarismos.

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