sexta-feira, 26 de outubro de 2012
JUIZ DETERMINA O FIM DOS MARAJÁS DO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
Um juiz lúcido e preocupado com a falta de caráter dos marajás incrustados nesse governo imoral de 'D. Dilma I', determinou a suspensão do pagamento a 11 ministros do governo federal da remuneração pelo cargo de conselheiros em empresas ligadas à administração pública. A liminar foi concedida a um advogado local, que ingressou com a ação popular, pelo juiz titular da 2ª Vara Federal, Nórton Luís Benites, da cidade de Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul. A ação cita os ministros Celso Amorim (Defesa), Guido Mantega (Fazenda), Miriam Belchior (Planejamento), Fernando Pimentel (Desenvolvimento), Paulo Bernardo (Comunicações), Marco Antonio Raupp (Ciência e Tecnologia), Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate à Miséria), Brizola Neto (Trabalho e Emprego), Ana de Hollanda (ex-ministra da Cultura) e Paulo Sérgio Passos (Transportes). Também são citados o Advogado-Geral da União, Luiz Inácio Adams, e os secretários da Comunicação da Presidência, Helena Chagas, e da Aviação Civil, Wagner Bittencourt. Os três órgãos têm status de ministério. Em defesa prévia, a Advocacia-Geral da União (AGU) argumentou que o exercício das funções “guarda um caráter próprio, correspondente à retribuição de representação”.O MPF defendeu a constitucionalidade da ação em Passo Fundo. “Caracteriza a ação popular um instrumento que garante à coletividade a oportunidade de fiscalizar os atos praticados pelos governantes”, diz o parecer lavrado pelo Procurador da República Juarez Mercante.
É insuportável que casos como esses ainda existam nos dias de hoje. Esses parasitas nada fazem por essas estatais onde se dizem conselheiros, apenas embolsam os montes de dinheiro e fim. Isso é uma imoralidade que precisa ser extinta de uma vez por todas.
O Editor
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