domingo, 4 de novembro de 2012

PM mãe é morta diante de sua filhinha de 11 anos na rua em que morava, na zona norte


A culpa desses bárbaros assassinatos é exclusivamente do próprio governo estadual que vem contemporizando sem saber o que fazer para conter a onda de violência gratuita que assola o Estado. Não se resolve essa situação com carinho, mas com violência acima do comum contra esses ratos que pensam já serem donos de tudo. O senhor governador Geraldo Alkmim, não tem coragem para tomar uma decisão que solucione ess situação caótica em que se encontra São Paulo. Então, que entregue o governo a quem tenha peito para enfrentar as dificuldades. Isso não é missão para covardes e nem para gente mansa. Isto requer pulso forte e firme e, por vezes, iniciativa além dos limites da Lei. Não existem Leis fortes no Brasil, por isso, uma "novidade" precisa acontecer ou veremos a desmoralização completa das forças de segurança do Estado. Num caos como o que se estabeleceu em São Paulo, medidas paliativas não encontram eco. Será necessário algo que abale as estruturas legais para que os imobilizados parlamentares do Congresso Nacional se deem conta de que sua função não é a de fritar bolinhos, enquanto o Brasil perece nas mãos assassinas do crime organizado. Se o Congresso não age e põe um fim nessa situação, não precisamos dele e o extinguiremos. Se o povo é que tem que assumir as rédeas dessa situação, para que governos? Para que gastarmos fortunas para termos governantes inúteis, que não são capazes de agir quando se faz necessário?
Quando será que a polícia de São Paulo se dará conta que quem tem o poder nas mãos é ela própria? Passem nas armas todos os líderes presos do PCC e ponham um fim nessa mortandade sem freio! Ninguém poderá punir a Corporação como um todo! Aniquilem todos os membros do PCC que se encontram encarcerados e quero ver quem os punirá por isso.

O Editor.
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Assassinato ocorreu por volta das 21h30 deste sábado na Brasilândia.
Com essa morte, chega a 90 o número de PMs mortos no estado em 2012.

Do G1, em São Paulo
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A policial militar Marta Umbelina da Silva, de 44 anos, foi morta na Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo, por volta de 21h30 deste sábado (3), segundo informações da 3ª companhia do 18º Batalhão da Polícia Militar. Com mais essa morte sobe para 90 o número de policiais militares mortos no estado desde  janeiro deste ano. Desse total de PMs mortos, 40 foram assassinados com características de execução.
A informação de que ela foi morta foi confirmada à 0h30 pelo Batalhão, que antes só relatou que ela havia sido baleada.
A policial estava com roupas de civil e de folga no momento do ataque. Atingida por pelo menos seis tiros no dorso, tórax e abdômen, ela foi encontrada caída na garagem de sua casa e levada para o pronto-socorro do Hospital Geral de Vila Penteado. A mulher estava acompanhada de uma de suas filhas. A menina de 11 anos viu a mãe ser assassinada.

A Polícia Militar e a Polícia Civil apuram se a policial também foi executada. Segundo informações do boletim de ocorrência, Marta teria recebido vários tiros de dois indivíduos que desceram de um automóvel, assim que ela saiu do carro para abrir o portão de casa. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 
O Ministério Público estadual apura se a onda de violência que assola São Paulo tem ligação com a ordem de criminosos de uma facção que atua dentro e fora dos presídios paulistas para matar PMs. Em contrapartida, policiais militares estariam organizando milícias e grupos de extermínio para matar bandidos e vingarem as mortes dos colegas.
Por conta dessa situação de assassinatos recordes sendo registrados praticamente quase todos os dias, o governo estadual e o governo federal devem se reunir na próxima semana para discutir um plano de segurança visando pôr fim a onda de criminalidade em SP.
31 mortes em 3 dias
Até as 20h deste sábado, 30 pessoas haviam morrido na Região Metropolitana em ataques violentos ou em confronto com a polícia nos três primeiros dias de novembro. Com a morte da policial, são 31.
O penúltimo caso aconteceu no início da tarde na capital paulista.
A ação foi no meio do trânsito na Marginal Pinheiros. Policiais da Rota perseguiam Aldo Afonso de Lima, apontado como o chefe do tráfico de drogas da favela de Paraisópolis. “O indivíduo saiu do veículo realizando disparo de arma de fogo. A equipe revidou a esses disparos. Ele foi baleado, desarmado e socorrido ao Hospital Universitário”, diz o tenente Phelipe Regonato, comandante de pelotão da Rota.
O traficante chegou ao hospital morto. De sexta-feira (2)  para sábado (3), 20 pessoas foram baleadas na Grande São Paulo. Onze morreram.
Em Itaquera, Zona Leste de São Paulo, o dono de um carro foi assassinado quando saía de casa. Na Zona Norte, um policial ia para o trabalho de moto quando foi vítima de uma tentativa de assalto, mas os ladrões erraram os tiros.
A região da Grande São Paulo que registrou o maior número de vítimas foi o ABC Paulista, onde 15 pessoas foram baleadas, sendo duas em Santo André e outras 13 em São Bernardo do Campo. O motorista de um carro bateu na coluna de uma garagem e morreu.
Parecia um acidente, mas o homem perdeu o controle da direção após levar um tiro. “Logo depois que os policiais chegaram, a gente identificou que bandidos tinham atirado nele”, afirma o morador Duílio Ferreira Santos. Também em São Bernardo, três homens que estavam em um carro roubado foram mortos depois de entrar em confronto com policiais.
Dois outros casos foram em bares. Os atiradores estavam em motos. Em um deles, os clientes comemoravam um aniversário. “Um falou, ‘é barulho de moto’, falei que não, que era tiro. Quando saí, já tinham dois caídos, um atingido na perna e outro no pé. Fechei as portas às 2h e fui embora para casa”, afirma a comerciante Maria de Jesus Silva Dantas.

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