Sinceramente, ando completamente frustrado. O sentimento de repulsa que sinto pelos dirigentes do meu país, hoje transformado num paraíso de ladrões, governado por uma ex terrorista e ladra, monitorado e esculachado a cada momento por uma secretaria dita de direitos humanos, - SEDHPR,- chefiada por uma bandida que se auto intitula justiceira, cujo projeto é levar ao banco dos réus um militar, condená-lo e pô-lo numa penitenciária de segurança máxima, é o mesmo asco que tenho pelas autoridades militares, passando pelo comandante do Exército até o último integrante do Alto Comando do Exército. É uma repulsa que me enoja, a ponto de não conseguir ver numa tela de televisão, o rosto, por exemplo, do maior crápula que já pisou no Palácio do Planalto, o capo mor da república, ex presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva. O meu estômago embrulha quando um desses personagens é citado em algum noticiário da TV, ou aparece em foto num jornal ou revista.
Juro por Deus que se tivesse tomado parte na repressão aos militantes da luta armada, já teria cometido uma loucura. Não ia deixar passar em branco o descaso das autoridades militares, que covardemente vêem dando as costas aos agentes do Estado.
“O Exército não vai fazer nada!”, é o lema adotado por este bando de traidores, que em troca de trinta dinheiros relegam ao ostracismo os seus ex companheiros de caserna. Os covardes estão sob o efeito da ‘Síndrome de Estocolmo’, apanham e idolatram os seus carrascos!
Os comunistas perderam a batalha, mas, hoje, no poder, reescrevem a história sem encontrar um militar na ativa que dê um soco na mesa e fale a verdade para a nação brasileira. O que se assiste pesaroso, é um comandante do Exército, - citando apenas uma das Forças,- curvar-se num silêncio obsequioso e assinar embaixo todas as ofensas que são lançadas contra as Forças Armadas. Digo assinar, porque o documento em que uma organização estrangeira obriga a Academia Militar das Agulhas Negras a admitir que na instituição de ensino se pratica tortura contra cadetes, o comandante do Exército, General-de-exército Enzo Martins Peri, é um dos signatários que chancelam a perfídia. (Acordo de Solução Amistosa - Caso n.º 12.674, Cadete Márcio Lapoente da Silveira).
http://portal.sdh.gov.br/.arquivos/Acordo%20Lapoente%20%28copia%20assinada%29.pdf
Ao tomar conhecimento da atitude do Coronel Celso Osório Souto Cordeiro, do Comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, no Pará, que interrompeu a reunião do Grupo de Trabalho do Araguaia (GTA) em Marabá (PA), ‘onde era exibido um documentário com depoimentos de camponeses vítimas dos militares durante a Guerrilha do Araguaia’, o meu coração pulsou mais forte. O coronel Cordeiro ordenou a seus subordinados que abandonassem a reunião. (Notícia publicada no Diário do Pará, AE, 03/11/2012).
Homens deste quilate precisam aparecer em cada local e momento em que esses marginais pregam a discórdia, desacreditando as FFAA brasileiras. É preciso que se levantem vozes pelos quatro cantos do país. Não podemos deixar que um bando de bajuladores, mercadores de medalhas, - que confundem covardia com disciplina militar,- continuem a jogar no rés do chão a instituição militar. Essas pústulas estão mancomunadas com os governantes de plantão, pouco se lixando que as FFAA estejam vivendo em estado de falência, sucateadas, e seus componentes passando necessidades financeiras, sobrevivendo com vencimentos aviltantes.
Uma luz acendeu no fim do túnel. A atitude do coronel Celso Osório Souto Cordeiro será seguida por muitas outras ações de chefes militares que não se dobram diante do inimigo.
Juro por Deus que se tivesse tomado parte na repressão aos militantes da luta armada, já teria cometido uma loucura. Não ia deixar passar em branco o descaso das autoridades militares, que covardemente vêem dando as costas aos agentes do Estado.
“O Exército não vai fazer nada!”, é o lema adotado por este bando de traidores, que em troca de trinta dinheiros relegam ao ostracismo os seus ex companheiros de caserna. Os covardes estão sob o efeito da ‘Síndrome de Estocolmo’, apanham e idolatram os seus carrascos!
Os comunistas perderam a batalha, mas, hoje, no poder, reescrevem a história sem encontrar um militar na ativa que dê um soco na mesa e fale a verdade para a nação brasileira. O que se assiste pesaroso, é um comandante do Exército, - citando apenas uma das Forças,- curvar-se num silêncio obsequioso e assinar embaixo todas as ofensas que são lançadas contra as Forças Armadas. Digo assinar, porque o documento em que uma organização estrangeira obriga a Academia Militar das Agulhas Negras a admitir que na instituição de ensino se pratica tortura contra cadetes, o comandante do Exército, General-de-exército Enzo Martins Peri, é um dos signatários que chancelam a perfídia. (Acordo de Solução Amistosa - Caso n.º 12.674, Cadete Márcio Lapoente da Silveira).
http://portal.sdh.gov.br/.arquivos/Acordo%20Lapoente%20%28copia%20assinada%29.pdf
Ao tomar conhecimento da atitude do Coronel Celso Osório Souto Cordeiro, do Comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, no Pará, que interrompeu a reunião do Grupo de Trabalho do Araguaia (GTA) em Marabá (PA), ‘onde era exibido um documentário com depoimentos de camponeses vítimas dos militares durante a Guerrilha do Araguaia’, o meu coração pulsou mais forte. O coronel Cordeiro ordenou a seus subordinados que abandonassem a reunião. (Notícia publicada no Diário do Pará, AE, 03/11/2012).
Homens deste quilate precisam aparecer em cada local e momento em que esses marginais pregam a discórdia, desacreditando as FFAA brasileiras. É preciso que se levantem vozes pelos quatro cantos do país. Não podemos deixar que um bando de bajuladores, mercadores de medalhas, - que confundem covardia com disciplina militar,- continuem a jogar no rés do chão a instituição militar. Essas pústulas estão mancomunadas com os governantes de plantão, pouco se lixando que as FFAA estejam vivendo em estado de falência, sucateadas, e seus componentes passando necessidades financeiras, sobrevivendo com vencimentos aviltantes.
Uma luz acendeu no fim do túnel. A atitude do coronel Celso Osório Souto Cordeiro será seguida por muitas outras ações de chefes militares que não se dobram diante do inimigo.
José Geraldo Pimentel
Cap Ref EB
Cap Ref EB
Rio de Janeiro, 04 de novembro de 2012.
http://www.jgpimentel.com.br
Aloprou: Coronel do Exército interrompe reunião pública no Araguaia e manda militares se retirarem
Reunião do GTA sofre interrupção em Marabá
Num gesto exaltado e de destempero, o coronel Celso Osório Souto Cordeiro, do Comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, no Pará, interrompeu aos berros a reunião do Grupo de Trabalho do Araguaia (GTA) em Marabá (PA), onde era exibido um documentário com depoimentos de camponeses vítimas dos militares durante a Guerrilha do Araguaia. Cordeiro ordenou a seus subordinados que abandonassem o salão, num hotel da cidade. O oficial ainda bateu boca com o representante da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) do grupo, Gilles Gomes. A discussão só não virou agressão física graças à intervenção de integrantes do Ministério da Defesa. O episódio ocorreu no último dia 23, mas vem sendo mantido em sigilo dentro do governo.
— Militares, todos fora! — gritou o militar, que, em julho, fora condecorado com a Medalha do Pacificador, concedida pelo Comando do Exército.
O GTA foi criado pelo governo para cumprir a sentença judicial de buscar informações e tentar localizar restos mortais de desaparecidos políticos na região. O Exército tem dado apoio logístico às ações desde 2009. Este foi o primeiro atrito mais grave entre militares e civis desde então. O grupo é formado por representantes dos ministérios da Defesa e da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos.
Internamente, a atitude do coronel foi considerada grave, mas superável. Oficialmente, o Ministério da Defesa e a Secretaria de Direitos Humanos informaram que estão tratando do assunto. Desde a última sexta-feira, a cúpula da secretaria tem debatido o assunto e chegou a redigir uma nota pública condenando o gesto do coronel. O militar pode ser afastado das próximas expedições do GTA.
O presidente da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, Marco Antônio Barbosa, criticou Cordeiro. A comissão é vinculada à SDH.
— Isso que ocorreu foi grave. A colaboração do Exército até agora era de uma logística de boa qualidade. Foi surpreendente. Um gesto violento e incompatível com os tempos de hoje. É lamentável, e o que se espera é que seja dada uma resposta à altura e compatível com a história dos parentes — disse ele.
Sete parentes de desaparecidos e vítimas da ditadura presentes ao encontro elaboraram uma carta aos ministros da Defesa, da Justiça e dos Direitos Humanos na qual repudiam o fato. No texto, os parentes fazem um protesto contra a “atitude malsã e desequilibrada do oficial militar”.
Ex-vereador do PCdoB, Paulo Fonteles Filho, observador do grupo e presente à reunião, escreveu no seu blog: “(O coronel) esbaforido e nervoso gritou, no meio da sessão, orientando grosseiramente que todos os seus subordinados se retirassem dali”.
(AE)
Diário do Pará/montedo.com
Leia também:
Araguaia: "Genoino, aquele rapaz foi esquartejado!"
Comento:
Imagino que, entre os depoimentos apresentados, certamente não estavam os dos pais de João Pereira, um rapaz de 17 anos que foi esquartejado pela turma de Genoíno diante deles.
No Araguaia, como de resto em toda a luta armada durante o período militar, houve excessos, barbaridades mesmo, cometidas de ambos os lados, e elas não são desculpáveis.
Porém, o que assistimos hoje é uma ação articulada para reescrever a história, transformando terroristas e guerrilheiros comunistas em paladinos da liberdade.
À distância, presumo que o coronel tenha se insurgido contra isso. Não tem linhagem (ECEME), mas tem culhões.
Parabéns, Coronel. Pena que seus comandantes não pensem da mesma forma. Duvido que alguma voz da caserna se levante em sua defesa. Se bobear, o senhor perde a Medalha do Pacificador antes do Genoíno.
Nem todo cívil nesse nesse país é alienado, se os militares não se levantarem para nos defender dessa cortina de ferro que esta instalado no nosso país, veremos nossa liberade ser subtraída diante de nossos olhos sem termos a menor chance de reação
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