quarta-feira, 5 de setembro de 2012

COMBATE À MENTIRA


GRUPO GUARARAPES





REPASSANDO A VERDADE




CARTA ABERTA AO VEREADOR GILBERTO NATALINI
Carlos Alberto Brilhante Ustra
LEIAM AMIGO. LUTE PELA JUSTIÇA. A MENTIRA É A MAIS COVARDE DAS AÇÕES
HUMANAS. 
O CORONEL USTRA, NOSSO COLEGA AMIGO DEFENDE-SE E O GENERAL
FELÍCIO COM SUA PENA NOS OFERECE UMA AULA DE DIREITRO.
VIVA A VERDADE E A JUSTIÇA

Brasília 02/09/2012 (03 de setembro de 2012 NA Internet)
Senhor Vereador Gilberto Natalini
O jornal A Folha de S. Paulo, de 28/08/2012, publicou entre outras, as
seguintes declarações, feitas pelo senhor, onde me acusa de tê-lo
torturado: 
“Ele me batia com uma vara de cipó de um metro e meio de comprimento. Tive
que ficar equilibrado com os pés em cima de latas de leite em pó. Também
sofri choques elétricos. Tudo pelas mãos dele”.
"Ele me bateu durante várias horas e me obrigou a declamar poesias nu e
diante dos soldados para me humilhar".
Sr Gilberto Natalini, desminto, categoricamente, as suas declarações. Eu
nunca o torturei, como não torturei ninguém. 
Procurando o que consta a seu respeito no Google encontrei o seguinte:
Gilberto Natalini
Médico, Vereador, 51 anos
Gilberto Natalini, vereador, nascido no ano de 1952 , em São Paulo, é
formado em medicina e foi um dos presos políticos do regime militae.
Ativista estudantil pela UNE e pela UEE, tentava articular a reintegração
das escolas médicas, onde discutia o tema política. 
Acusado de participar de uma facção política que praticava guerrilha
urbana, Natalini foi preso cerca de dezessete vezes durante os anos de
repressão. Em uma delas passou quatro meses na carceragem do DOPS, em São
Paulo.
Atualmente, Natalini exerce a função de médico de forma solidária todos os
sábados, por uma promessa feita em cárcere anos atrás, além de ser vereador
do Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB) pela cidade de São Paulo, em
seu segundo mandato.
Certamente, como é comum entre os que me acusam, o senhor já terá "as
testemunhas que o viram ser torturado por mim e que também se dirão
torturadas", o que dará mais credibilidade ao que foi publicado no jornal.
Mas, para que as suas declarações, a respeito das suas prisões, tenham
maior credibilidade responda, por favor, às seguintes perguntas:
1 - Em que período (dias, mês e ano) o senhor esteve preso no DOI/CODI/II
Exército, em São Paulo, ocasião em que teria sido torturado por mim?
2 - Os presos pelo DOI, após interrogados, se considerados inocentes eram
liberados pelo próprio DOI, se culpados, eram encaminhados ao DOPS/SP.
3 - O senhor foi liberado pelo DOI , caso positivo, em que data? Ou foi
encaminhado ao DOPS/SP, em que data?
4 - O senhor afirma que " foi preso cerca de dezessete vezes durante os
anos de repressão. Em uma delas passou quatro meses na carceragem do DOPS,
em São Paulo". 
Após passar tantos meses no DOPS/SP o senhor, certamente, foi indiciado em
algum Inquérito Policial e encaminhado ao Presidio Tiradentes, com prisão
preventiva decretada pala Justiça. Em que data isto aconteceu? 
4- Em que Auditoria Militar o senhor foi julgado? Quando? Qual a sentença
que recebeu?
5 - Os presos pelo DOI foram indenizados pela Comissão de Anistia. O
senhor, só pelo fato de ter passado quatro meses no DOPS, deve ter recebido
uma excelente indenização desta Comissão. Quando o senhor foi indenizado
pela Comissão de Anistia?
Senhor Gilberto Natalini, como o senhor , depois de tantos anos, guarda na
memória detalhes de sua suposta tortura no DOI, tenho a certeza de que se
lembrará, com muito mais clareza, das datas em que o senhor "sofreu as
agruras da ditadura" e que ficaram gravadas, para sempre, na sua memória.
Atenciosamente 
Carlos Alberto Brilhante Ustra
REPASSANDO

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