| 06 SETEMBRO 2012
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
O raciocínio de Slavoj Žižek demonstra não apenas a completa ignorância acerca das Sagradas Escrituras, mas também a sua aberrante defesa de que os fins, de fato, justificam os meios. Traçar um paralelo entre Jesus Cristo a Ernesto “Che” Guevara é um dos expedientes mais recorrentes da canalha revolucionária nas últimas décadas.
O que é amar? Hoje, essa ideia se tornou tão banalizada que seu conceito perdeu-se numa mixórdia de significados – às vezes, mutuamente contraditórios. Se pudéssemos, com brevidade e propriedade, conferir um conceito a “amor”, poderíamos fazê-lo dizendo que amar significa a capacidade de doar-se a si mesmo de maneira incondicional e desinteressada. Em sua belíssima obra “A Fé Explicada”, Leo J. Trese, O. S. B., exemplifica muito bem o que é o amor no que concerne a relação entre o homem e Deus: “Não é pelo que sentimos sobre Deus, mas pelo que estamos dispostos a fazer por Ele, que provamos o nosso amor a Deus.” No entanto, esse amor – essa submissão da vontade e entrega do ser em que nos colocamos inteiramente à disposição de algo ou alguém – não é livre de limitações que lhe conferem um sentido legítimo e pleno. Na verdade, só é possível se falar em amor de fato, amor verdadeiro, quando esse amor submete não apenas o ser àquilo (ou àquele) que se ama, mas quando submetemos a vontade aos modos corretos de se manifestar esse amor.
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