terça-feira, 16 de abril de 2013

MPF faz acordo com ONG estrangeira e com supermercados multinacionais espalhando terror e medo entre pecuaristas brasileiros.

blog do coronel


O Ministério Público Federal uniu-se com uma ONG internacional para perseguir pequenos pecuaristas brasileiros. Esta ONG, a Amigos da Terra, é financiada pela Fundação Packard, Fundação Mott, entre outras. O MP assinou um acordo com a ABRAS, Associação Brasileira de Supermercados, da qual fazem parte grandes redes internacionais, como Wall Mart, Carrefour, para que os seus associados não comprem carne de fazendas que possam estar criando gado em terras indígenas, usando mão de obra em condições análogas à escravidão ou em áreas desmatadas da Amazônia. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) reúne supermercados que faturam mais de R$ 200 bilhões por ano, em mais de 80.000 lojas.  O MPF pressiona os supermercados com multas. Os supermercados ´deixam de comprar carne de pequenos pecuaristas. O MPF age baseado em dados e números de ONGs internacionais, cometendo injustiças tremendas em todo o país. Nasce, assim, uma verdadeira máfia que devasta um importante setor da economia nacional. A mesma concentração existente nos supermercados passará a existir no mercado de carnes, pois esta cruzada imbecil apenas vai produzir uma pressão para baixar preços e quebrar o produtor. Obviamente, os preços subirão e quem vai pagar a conta é o povo brasileiro. A seguir, noticia do Estadão, espalhada para o mundo pela Reuters. É a imagem do Brasil sendo esfacelada lá fora, ajudando os nossos competidores, que financiam a ONG parceira do MPF.
 
Promotores brasileiros buscam multar 26 produtores de carne bovina em um total de 557 milhões de reais pela compra e comercialização de bois criados ilegalmente em áreas deflorestadas da Amazônia ou em reservas indígenas, informou o Ministério Público Federal nesta segunda-feira.A lista inclui a BRF, uma das maiores empresas de alimentos do Brasil, que enfrenta multas de mais de 17 milhões de reais por acusações de ter comprado 1.762 bois criados em terra deflorestada ilegalmente no Mato Grosso.
 
Cerca de metade dessas alegadas compras foram feitas pela Sadia, unidade da BRF. O total apontado pelo MPF representaria apenas uma pequena parte dos quase 11 milhões de bois e suínos que a Brasil Foods processa anualmente.Promotores calcularam as multas para cada companhia baseados no número de animais criados em condições ilegais que essas empresas supostamente compraram. Promotores disseram que as 26 companhias comercializaram 55,7 mil animais criados em fazendas com irregularidades entre janeiro e setembro de 2012.
 
Um porta-voz da BRF disse que a companhia não recebeu notificação oficial de quaisquer procedimentos legais tomados contra ela, e que por isso não comentaria. Diversas outras empresas enfrentam multas por comprar animais criados com o uso de trabalho escravo. Os casos serão apresentados a juízes nos Estados de Mato Grosso, Amazonas e Rondônia, onde as infrações teriam acontecido.

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