17 de abril de 2013, em Noticiário Internacional, Relações Internacionais, Segurança, por Alexandre Galante
2. Em seu testemunho ao Comitê de Serviços Armados do Senado, Kelly observou que a atuação das redes criminosas é o principal fator de preocupação do “SouthCom”, ressaltando que “não existe um número significativo de ameaças militares nessa região, menos ainda contra os EUA”. No tocante ao Brasil, o “Posture Statement” registra que o engajamento com o país “concentra-se em espaço, defesa cibernética, intercâmbio de inteligência e de informações, bem como treinamento de combate ao terrorismo no contexto da Copa do Mundo e das Olimpíadas”. O documento ressalta a contribuição do Brasil como “exportador de segurança” regional e global, com sua liderança na MINUSTAH (Haiti), a assistência à segurança de várias nações africanas, a realização de exercícios marítimos conjuntos com a África do Sul e a Índia, bem como a condução de operações de segurança fronteiriça com seus vizinhos.
FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia
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