É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a." (Pastor Adrian Pierce Rogers 12 de setembro de 1931 - 15 de novembro de 2005)
Temos uma inversão de valores e valores hoje no Brasil, aceitamos o pão e o circo, e agora a fatura começa a nos ser cobrada, inicialmente penalizando os mais pobres, os quais não conseguem se defender do pior dos impostos, o imposto inflacionário. Mas sem antes penalizar também os que não fazem parte da sociedade de privilégios, dos que gravitam no entorno do governo, com sua pior prática, o clientelismo político, com seu capitalismo de comparsas, agora com as desonerações seletivas, e o socialismo de privilegiados, sem compromisso com a educação fundamental.
Temos idiotas que ficam acreditando que o Estado possa ser provedor, na realidade quem paga a conta é o trabalhador ou o empreendedor, os parasitas ficam no governo e nos sindicatos. Se o estado é mínimo conseguem até realizar um bom trabalho, mas políticos e sindicalistas quando se apoderam dele, o tornam pesado, burocrático e o colocam a seu serviço e não da população. Sempre foi assim.

“Pão e circo” - Para entendermos a cultura do “pão e circo”, temos que retroceder à História da Roma Antiga, quando os romanos, após dominar toda a península itálica, partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia (Allemann), a Trácia, a Síria e a Palestina.
Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império. As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.
Os principais imperadores romanos : Augusto (27 a.C. - 14 d.C.), Tibério (14-37), Caligula (37-41), Nero (54-68), Marco Aurelio (161-180), Comodus (180-192) promoveram o Pão e Circo.
Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muitodesemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu de Roma), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.
O problema no Brasil são os ratos, será que a justiça um dia nos protegerá deles? Eles sim devem ser proibidos de circular tanto no lado de fora de nossas casas, como também nos fazer representar em Brasília.
Uma lagarticha é sinônimo de um ambiente saudável, ela não se faz presente nos esgotos e muito menos em lugares sujos. Se alimenta de ovos de incetos, deixando assim o ambiente livre deles.
Quando temos os ratos, temos a certeza de que vivemos em uma sociedade que aceita a intervenção indevida do Estado onde não é sua atribuição. Entre os piores intervencionistas temos os socialistas de todo as as matizes, com destaque aos oportunistas que fazem crescer o tamanho do Estado para se locupletarem ou acomodarem os beneficiados pelo clientelismo político, de um lado os que promovem o capitalismo de comparsas, sem mercado e longe da livre iniciativa, mas perto das desonerações seletivas que alimentam as campanhas políticas e os Caixas 2 dos partidos, de outro o socialismo de privilegiados, fomentam a oclocracia, a qual denominam de democracia, assim promovem a divisão da sociedade, seja pela renda, cor da pele, etnia da qual descende, etc. e/ou promovem a cultura da lombada, com sua “distribuição de renda”.
Entre os intervencionistas, temos os keynesianos, estes encontraram espaço entre os economistas brasileiros, são o que Kanitz muito bem definiu de economistas governamentais. O genovês Guido Mantega se caracteriza muito bem como um deles, de um lado por agradar a esquerda e por outro por se deixar convencer de que Keynes seja a solução para a crise brasileira que já dá sinais claros de sua presença e que será impiedosa com uma nação que deu sustentação aos gastos indevidos sem realizar as reformas necessárias para solucionar seus entraves ao desenvolvimento.
O brasileiro é “antiliberal”
A afirmativa deveria causar indignação, ainda mais aos brasileiros, já que tivemos nomes fantásticos em nossa história. De pessoas que dignificaram o termo brasileiro, que efetivamente lutaram a favor da liberdade em todos os campos, principalmente o econômico, com destaque a Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo que se tornou então o maior porta-voz do abolicionismo legalista e parlamentar. Ele foi um líder, o movimento antiescravista cresceu a partir de 1880, quando um grupo de propagandistas tendo como figura de destaque Joaquim Nabuco, criou a "Sociedade Brasileira contra a Escravidão", de forma similar à Sociedade inglesa. Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo se tornou então o maior porta-voz do abolicionismo legalista e parlamentar.
Nabuco era Deputado do Partido Liberal, eleito em 1878 por Pernambuco. De formação conservadora, filho de uma das mais tradicionais famílias do país, ligada à economia açucareira nordestina e à política imperial, o monarquista Nabuco, apresentou em 1880, minucioso projeto de lei propondo a abolição da escravatura em 1890 e a indenização de seus proprietários O projeto visava conciliar interesses e ser de fato viável, porém se chocava com a proposta dos militantes radicais, que queriam a abolição imediata e sem indenização, o que fatalmente encontraria resistências e se tornaria inviável. Juntamente com o Engenheiro Rebouças, o mais digno dos brasileiros, e outros notórios abolicionistas, sob a orientação de D. Pedro II previam forma de inserção dos ex-escravos na sociedade. Rebouças lutava pela via da deducação.
Em virtude deste fato, Nabuco não conseguiu reeleger-se em 1881 e então viajou para Londres, como correspondente do Jornal do Commércio. Em Londres escreveu uma das mais densas e belas obras de combate publicadas em português: O Abolicionismo, onde ele, livre das manobras políticas da Corte, defendeu a abolição imediata e sem indenização, mas legalista.
O importante é que Nabuco foi o que liderou o movimento e de forma inteligente conseguiu reunir nomes que efetivamente promoveram as mudanças, muito embora esta luta tenha nos custado o fim do Império e a vitória dos que opunham resistência ao processo abolicionista.
Hoje vivemos na mentira e na omissão. Não é dito que o tráfico de escravos antes de ser uma das mais cruéis manifestações do ser humano, foi também, antes disso, a garantia de vida de centenas de milhares de pessoas na África. Ocorre que os futuros escravos foram na sua maioria aprisionados nas inúmeras lutas tribais que até hoje ainda ocorrem na África, cujo destino certo seria a morte, não tivessem eles valor comercial. A grande maioria dos que viriam a ser escravos no Brasil sobreviveram graças a escravidão. É triste, mas esta é uma verdade.
Se formos estudar a história do Brasil veremos que Caio Prado Jr. nasceu no período repúblicano, Tobias Barreto pode ser identificado como um notório germanista. Já José do Patrocínio, este era amigo pessoal de Nabuco e formou com ele a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão.
Castro Alves era um artista, um verdadeiro poeta de quem devemos nos orgulhar. E o aspecto social da poesia de Castro Alves, em poemas como "O Navio Negreiro" e "Vozes d'África", ambos publicados no livro Os Escravos, foi um dos motivos principais para a sua popularização. Soube viver seu tempo.
Citar José do Patrocinio é fundamental, com o que concordo, mas citar Silvio Romero é desconsiderar ao importância dos verdadeiros abolucionistas. É seguramente um atestado de quem desconhece a história.
Ao ler livros e artigos da época, é necessário que se leve em conta, além da personalidade de Patrocínio, as circunstâncias em que foram escritos e a finalidade a que se destinavam: eram armas de combate esgrimidas no calor da refrega. O objetivo final de Patrocínio nunca variou: abolição imediata sem indenização, a ser conquistada no máximo até 1889, centenário da Revolução Francesa. Quatro anos antes da abolição, ele chegou a indicar com antecipação profética o texto da Lei Áurea: "Fica abolida, nesta data, a escravidão no Brasil" (artigo de 11 de abril de 1885). Mas se o objetivo não mudava, a tática variava, as alianças variavam, assim como variava o julgamento de pessoas e instituições. Ele próprio dizia durante a campanha para vereador que para combater a escravidão todos os meios eram legítimos e bons. Não há, pois, que buscar coerência em pontos que não se refiram ao objetivo final. A Lei do Ventre Livre é às vezes elogiada, às vezes criticada; ministros e políticos em geral são avaliados de acordo com suas posições diante de propostas abolicionistas. Com alguns polemizou sempre. Foram os casos do conservador Cotegipe, que foi nosso 1º Ministro e ministro de inúmeras pastas, que era afrodescendente como se escreve hoje, e do liberal Martinho Campos, ambos escravistas, presidentes do Conselho de Ministros em 1882 e 1885-88, respectivamente. A outros defendeu com unhas e dentes, como ao liberal Dantas, e ao conservador João Alfredo, o primeiro presidente do Conselho em 1884 e autor do projeto original da Lei dos Sexagenários, o segundo chefe do gabinete abolicionista de 1888.
Com outros teve relações cambiantes, de acordo com as vicissitudes da luta.
Com Sílvio Romero, aliado no começo, brigou feio quando o sergipano escreveu um artigo racista e ofensivo aos abolicionistas, chamando Nabuco de pedantocrata e Patrocínio de "sang-mêlé". No artigo, Sílvio Romero afirmava ainda que o negro era "um ponto de vista vencido na escala etnográfica". A resposta de Patrocínio foi exaltada e cheia de ataques pessoais. Sílvio Romero era o "teuto maníaco de Sergipe", o "Spencer de cabeça chata", uma alma de lacaio, um canalha. Outro com quem teve relações complexas foi Rui Barbosa.
Aliados em alguns momentos da luta, separaram-se em outras quando Rui, por exemplo, em nome de formalidades jurídicas, se opôs a proposta do governo, feita após a abolição, de perdoar os escravos condenados nos termos da Lei n.º 4, de 10 de junho de 1835, que estabelecia pena de morte para crimes violentos de escravos contra seus senhores. Patrocínio acusou Rui de defender o sequestro social do ex-escravo em artigos "lúgubres como tribunal de inquisidores" (artigo de 29 de abril de 1889).
A questão é que Nabuco lutava pela liberdade em seu sentido amplo e obviamente esta forma de pensar choca com a ideologia hoje presente no Brasil, quando podemos afirmar que o brasileiro é antiliberal, que nos quer impor um Estado que não podemos e não devemos carregar. Uma forma de escravidão "atualizada".
“Die wichtigste Art der Toleranz ist deshalb die der Gesellschaft und des Staates gegen das Individuum. Der Staat ist gewiss nötig, um dem Individuum die Sicherheit für seine Entwicklung zu geben, aber ween er zur Hauptsache wird und der einzelne Mensch zu seinem willenlosen Werkzeug, dann gehen alle feineren Werte verloren. Wie der Fels erst verwittern muss, damit Bäume auf ihm wachsen können, und der Ackerboden erst aufgelockert warden muss, damit er seine Fruchtbarkeit entfalten kann, so spriessen auch aus der menschlichen Gesellschaft nur dann wertvolle Leistungen hervor, wenn sie genügend gelockert ist, um dem einzelnen freie Entfaltung seiner Fähigkeiten zu ermöglichen.” (Albert Einstein)
Neste sentido reforço as palavras de Albert Einstein, pois ele soube viver a intolerância de sua época, enquanto surgiam ideologias que tão somente fomentavam a tirania. Suas palavras também denotam sua genialidade, além de sua defesa da liberdade:
“A mais importante espécie de tolerância é, portanto, a da sociedade e do estado perante o indivíduo. O estado é certamente necessário, para dar ao indivíduo a segurança para o seu desenvolvimento, mas quando se torna o principal, fazendo do homem individual sua ferramenta inerte, todos os melhores valores se perdem. Assim como a rocha deve ser erodida para que árvores nela possam crescer, e o solo arável precisa antes ser revolvido para desenvolver sua fertilidade, da sociedade humana também só germinam obras de valor quando esta estiver suficientemente solta, para permitir ao indivíduo o livre desenvolvimento de suas capacidades.” (Albert Einstein)
Hoje vemos o brasileiro desinformado, alienado mesmo, doutrinado. É o resultado que nos mostram inúmeras pesquisas. O brasileiro prefere aplaudir um idiota populista, um charlatão de nove dedos, que ilude a todos com um Estado regulador que acredita possa produzir bens e prover serviços que solucionam os problemas do povo.
Contudo este ideal de um Estado “forte” que se intromete com sucesso na vida cotidiana do cidadão não corresponde à realidade brasileira. Quando o brasileiro tem os recursos necessários, busca soluções privadas para os seus problemas: contrata companhias privadas para garantir a sua segurança, envia as suas crianças a uma escola privada, usa um hospital privado, como o Sírio Libanês, que se destacou por acolher a alta cúpula dos privilégios, dos PTistas e do PTa em especial, em caso de doença e vai ao trabalho com seu carro individual em vez de usar o transporte público.
A explicação desta contradição é fácil: o Estado brasileiro faz muito em benefício de uma Nomenklatura e seu clientelismo político, mas pouco do que faz, satisfaz os cidadãos. Intromete-se na vida privada das pessoas e limita a liberdade delas substancialmente, mas os resultados da sua intervenção não convencem. e o que é pior, além do brasileiro não se questionar de onde vem tanta droga, não questionar quem foi o político que apoio e acabou elegendo um sindicalista cocalero no país vizinho, não se dá conta que o Brasil virou uma das sociedades mais violentas do mundo.
O Estado não cumpre seu papel básico, o de defender a liberdade, a vida e a propriedade do cidadão, ainda se mete em desenvolver atividades que cabem à iniciativa privada, assim acaba oferecendo bens e serviços inferiores ao livre mercado, como a gasolina ou o Diesel, e, além disso, bens e serviços caros para a comunidade de contribuintes. Por isso, ninguém escolhe voluntariamente um bem ou um serviço público se é capaz de pagar por uma alternativa privada.
O brasileiro não questiona a gestão pública e não reflete se o Estado é bom e deve regular muito com ideias liberais.
Seria importante um profundo debate, quem sabe assim possamos a ter no futuro um brasileiro que saiba ser um bom cidadão, autoconsciente e tratado como cliente – a característica de sociedades democráticas e igualitárias.
Quem sabe assim um dia tenhamos jovens entrando na vida política municipal, estudantes de Administração Pública ou qualquer outra pessoa com interesse no melhoramento da governança no Brasil. Em especial jovens que venham a defender, como Nabuco, Taunay, Rebouças, e tantos outros que um dia defendiam o princípio da subsidiariedade, quando então se defendia no Brasil o federalismo.
Mas infelizmente o brasileiro, na sua alienação, também não sabe ou não quer saber o que é esse tal de princípio da subsidiariedade que tanto leva nações ao desenvolvimento e justiça social.
Chega de ratos! De uma forma genérica podemos dizer que: “Faltam engenheiros no governo”.
O artigo de Kanitz é de 1990, mas permanece cada dia mais atual, pois hoje temos até mesmo na Presidência da República uma figura que se caracteriza como tal.
Economistas governamentais, ainda dominam o cenário político-econômico no Brasil, infelizmente. E qual a razão?
- São verbais.
São verbais, pois falam na mesma frequência dos políticos e são, por isso, seus principais assessores. Empolgam os políticos pelo discurso e pela visão utópica de que podem consertar o mundo de cima para baixo. Eles encantam a todos que gostam da centralização excessiva do Estado, foi assim com os trabalhistas brasileiros antes de 1964, depois com os militares, principalmente depois da revolução dentro da revolução em 1969. De 1986 para cá encantaram o hoje dono do Brasil, o Sr. José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, até chegar ao dono da consciência dos brasileiros, o Sr. Luís Inácio da Silva e sua terceirizada Dilma Vana Rousseff (Linhares).
Kanitz comentou que os economistas governamentais tem uma visão lírica como a de um poeta, e foi justamente na gestão de um presidente-poeta que os economistas governamentais mais influência tiveram. A bem da verdade, os economistas governamentais erram em seus planos não por sadismo, nem por ignorância, mas por incapacidade genética. São pessoas verbais que dão ênfase ao efeito, não se dão conta que devemos atuar nas causas. Um bom exemplo é a distribuição de renda, optam por fazê-la com prioridade, assim Mantega reforça que continuará os investimentos no Brasil sem Miséria e no Bolsa Família.
A melhor forma de se acabar com os ratos é o exercício da liberdade:
Princípio da subsidiariedade - O princípio de subsidiariedade é o princípio básico da filosofia social, segundo o qual toda a atividade deve ter por objetivo ajudar a favorecer a autonomia e realização responsável dos indivíduos. Mas antes de tudo é não aceitar a injustiça, como quando alguém ou um grupo de pessoas tem por objetivo subtrair do indivíduo o que ele pode realizar a partir de sua própria iniciativa e capacidade, para o confiar a uma outra pessoa ou a um grupo. Começa na família quando os pais impedem que seus filhos tenham a autonomia adequada à faixa etária com responsabilidade. É injusto conferir a autoridade e responsabilidade para a municipalidade, quando uma comunidade pode realizar e decidir por si. O mesmo vale quando passamos para uma província ou estado o que poderia ser realizado e decidido com autonomia pelos burgos ou pela municipalidade. Ou quando transferimos o poder a um reino ou país quando seus desígnios são próprios das províncias. É uma injustiça, um grave dano e perturbação da boa ordem social. O fim natural da sociedade e da sua ação é subsidiar os seus membros, não destruí-los nem absorvê-los. E muito menos subjugá-los como o fazem os regimes submetidos às ideologias de esquerda, direita e os totalitários. O Princípio da Subsidiariedade deve ter unicamente como limites a responsabilidade individual, o Estado de Direito, os princípios democráticos e a fiel observação da Filosofia da Liberdade².
Abraços,
Gerhard Erich Boehme
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+55 (41) 8877-6354
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