segunda-feira, 9 de março de 2015

DILMA PERDEU UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE DE FICAR CALADA













L. Teles Bezerra






Um velho ditado popular diz que: “O pior cego é aquele que se nega a enxergar.” Parece que Dilma Rousseff, a "presidanta", não faz muita questão de ver o que se passa à sua volta, fecha os olhos e não enxerga o desastre que está prestes a acontecer em seu colo. Fez um discurso extemporâneo e sem nexo, mesmo sabendo que não encontraria eco favorável na sociedade, que já se encontra muito cansada e desiludida com suas peremptórias mentiras desbotadas pela caduquice de seus significados. Ninguém mente o tempo todo sem que seja descoberto e repugnado pela ignomínia que representa. As estrelas mais “brilhantes” do Partido dos Trabalhadores estão se apagando a cada dia que passa, por sua carga pesada de inverdades ditas ao longo desse período trágico de desgovernos que destrói o nosso País. Nada poderá mudar o curso que as coisas estão tomando; seu impeachment se torna cada vez mais necessário e inquestionável. Quando o povo decide, nada o fará mudar de ideia. Seu futuro já foi traçado por todos os brasileiros e brasileiras inconformadas com a alta traição dessa corja de desajustados morais transformadores de uma sociedade que caminhava célere para o seu aperfeiçoamento e viu-se diante de uma tempestade de imoralidades e crimes cometidos por um partido que pregava a decência e tornou-se sinônimo de indecência no seu sentido mais deletério do termo.
Diante das palavras sem conteúdo da “presidanta” Dilma, nada mais apropriado do que o panelaço que se ouviu no Brasil inteiro. Por conta da vergonha por que passaram seus acólitos e bajuladores custeados com o dinheiro da Petrobras, os mais afoitos petralhas apressaram-se em dizer que os revoltados e barulhentos manifestantes do panelaço foram financiados pela oposição. Nada mais hilário e digno de pena do que uma nota oficial de um partido, cuja fama tornou-se tão repugnante quanto as figuras mais proeminentes dessa quadrilha de malfeitores que encarnaram por tanto tempo a figura vingadora e justa de bons moços. Tentar acusar a oposição por seus erros monstruosos se torna risível e digno de escárnio por sua pueril postura. Nada mais degradante do que não reconhecer seus erros e imputar aos outros essa degenerescência moral. A arrogância latente nos petistas será a pá de cal virgem que calcinará para sempre seu nome tornado podre por suas ações condenáveis através dos tempos.
Para qualquer pessoa, mesmo sendo leiga em história contemporânea, seria muito fácil julgar o caráter dos dirigentes petistas, quando ainda rastejavam em busca do poder no Brasil. A reflexão célebre do velho mestre alemão Johann Wolfgang von Goethe: “Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és,” deveria ter sido seguida à risca, pois teria impedido que os salafrários da estrela vermelha chegassem perto da presidência e nunca a tomassem para si, fazendo dela como o fizeram, seu maior negócio pessoal e coletivo em benefício da imensa quadrilha que se formou e foi capitaneada por Lula da Silva. Este, mostrou quem era quando deixou-se fotografar muitas vezes ao lado dos irmãos Castro de Cuba, ao lado de líderes das FARC, os maiores narcotraficantes do universo e andou de mãos dadas com Hugo Chávez, o carrasco da Venezuela. Durante seus 8 anos de desgovernos e atropelos oficiais, terminou seu espalhafatoso desfile de absurdas homenagens ao abraçar e beijar a face de Ahmadinejad, o tirano iraniano que mandou executar mulheres e desafetos no meio das ruas de Teerã. Além dessas demonstrações de más escolhas para admirar, Lula sempre enalteceu o mau caráter de todos os mensaleiros de seu partido dando-lhes o benevolente título de inocentes. Perante tais atos, só se enganou quem assim o quis por livre e espontânea vontade já que tudo estava exposto às claras para quem quisesse ver. O que nos resta agora, depois de tantas canalhices e crimes hediondos cometidos contra e em nome do povo brasileiro, é bota-los para fora do poder encerrando o capítulo mais triste e vergonhoso da nossa história.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Alberto Nisman foi assassinado por falso “desertor” iraniano






nismanInforme exclusivo da DEBKAfile*.

Uma investigação especial de inteligência realizada pelas fontes iranianas e anti-terroristas de DEBKAfile, descobriu que o promotor argentino-judeu Alberto Natalio Nisman, de 51 anos, foi assassinado em 18 de janeiro por um agente iraniano que havia ganhado sua confiança fazendo-se passar por um desertor sob o suposto nome de “Abbas Haqiqat-Ju”. O assassino agiu horas antes que Nisman apresentasse ante o parlamento argentino evidências de que a presidente Cristina Kirchner e o chanceler Héctor Timerman haviam encoberto a responsabilidade do Irã no pior ataque terrorista do país, o bombardeio do centro da comunidade judaica de Buenos Aires, no qual 85 pessoas perderam a vida em 1994, dois anos depois que 29 pessoas morressem por uma explosão na Embaixada de Israel.
As provas de Nisman, se tivessem sido apresentadas, teriam demonstrado em última instância a culpabilidade do Irã nos ataques terroristas. De acordo com nossa investigação, dois ministros da Inteligência iraniana, o titular Mahmoud Alavi e seu predecessor Hojjat-ol-Eslam Heydar Moslehi, levavam nove anos espremendo seus cérebros para encontrar a maneira de silenciar o promotor judeu, desde que ele começou a investigação dos dois ataques. Trabalharam mano a mano com as agências governamentais e de inteligência argentinas do mais alto nível.

Ivar Schmidt, líder dos caminhoneiros: "estamos sob uma ditadura"






Mais uma vez a Rádio Vox fura toda a grande imprensa, dando amplo espaço ao contraponto à ladainha governista: Ivar Schmidt, líder do Comando Nacional do Transporte, fala dos reais motivos da paralisação dos caminhoneiros e das arbitrariedades do governo do PT contra a categoria. E destaca todo o seu repúdio à ideologia socialista que faz a cabeça de sindicalistas pelegos, da mídia prostituída e da súcia petista.

Clique no banner abaixo e ouça a entrevista.

O exército de Stédile e a Venezuela






lulamst
Assim como ocorre em Cuba com as “Brigadas de Resposta Rápida” e na Venezuela com suas “Guardas Bolivarianas”, o Brasil, com o  “exército de Stédile”, vai delineando, cada vez com mais clareza, o que quer e está fazendo o Foro de São Paulo.

No dia 24 de fevereiro o PT, junto com a CUT e a FUP (Federação Única dos Petroleiros), organizou uma manifestação em defesa da Petrobras na Associação Brasileira de Imprensa, na qual várias “autoridades” fizeram discursos tão falsos quanto inflamados. Dentre eles falaram o líder do MST, João Pedro Stédile e o ex-presidente Lula. Nenhum deles admitia a roubalheira desenfreada na estatal petroleira e muito menos que os indiciados cometeram crimes mas apenas “erros”.

O BRASIL ENTRANDO NA UTI














L. Teles Bezerra

A atual situação política do Brasil é a pior possível em todos os momentos de sua história moderna por suas características desorganizadoras dos poderes da república. Temos, em vias de serem indiciados por crimes de prevaricação e participação ativa e passiva nos roubos aos cofres da Petrobras, nada menos do que todos os dirigentes da República, com exceção apenas dos ministros do STF (por enquanto). A lista em mãos do procurador-geral da república é tão vasta e comprometedora que está sendo mantida em sigilo para que não provoque antecipadamente um mal estar geral no País. Nunca se ouviu falar em algo semelhante em algum lugar do mundo. Toda a cúpula de dois dos Três Poderes da República Federativa do Brasil está prestes a ser indiciada como criminosa. Isso nunca existiu em lugar algum do planeta, não que eu tenha tomado conhecimento. A bandalheira no Brasil tomou proporções tão alarmantes que é difícil antever-se o que poderá acontecer daqui em diante e com ficará a nossa pobre república. A implantação do caos por intermédio das táticas leninistas e gramscistas pelo Partido dos Trabalhadores (PT), com vistas a desestabilizar a Nação, tem uma orientação tácita e registrada nas atas das reuniões do Foro de São Paulo, entidade sinistra criada por Fidel Castro, Lula e Hugo Chávez, em 1990 aqui em São Paulo, com a anuência criminosa do governo federal à época. Montou-se uma oficina de maldades e conspiratas de tal quilate que se fossem presos todos os participantes ainda seria muito pouco diante dos crimes de lesa-pátria por eles engendrados para serem postos em prática tão logo Lula se apoderasse do poder com seus quadrilheiros. Se uma reunião dessas acontecesse num país sério como os EUA, França ou Reino Unido, todos seriam condenados, no mínimo, à prisão perpétua por conspiração contra a nação. Os pérfidos participantes desse ajuntamento de bandidos, ao contrário, no Brasil são considerados como ícones revolucionários e idolatrados por todos os esquerdopatas brasileiros. Boa parte das estratégias de atuação previstas no Foro de São Paulo já foi empregada no Brasil, em especial nos grandes centros nas manifestações de depredações ocorridas em 2013, em especial no Rio e em São Paulo, assim, como na educação de crianças e adolescentes através dos manuais imorais fornecidos por Fernando Haddad quando ministro da Educação.

O início de tudo
É preciso que todos nós brasileiros tenhamos consciência de que não podemos deixar tudo nas mãos das autoridades judiciais, precisamos nos mobilizar para ajuda-las, senão tudo estará perdido. Essas manifestações previstas para o dia 15 e datas posteriores, se tiverem o êxito esperado serão como uma taboa de salvação para a democracia e a nossa liberdade. Caso o povo brasileiro se conscientize de que seremos todos transformados em zumbis, como os venezuelanos, as coisas serão mudadas, caso contrário será cada um por si. O que espero dos meus patrícios é que deixem de ser covardes e acomodados e lutem por suas vidas e a de seus familiares, pois sendo a família a célula mãe de uma sociedade, cada uma delas precisa ser preservada sob pena de termos o organismo total contaminado e destruído pelos seus inimigos.

Epílogo
O Brasil nunca esteve diante de um perigo de proporções tão monstruosas como o que vivemos hoje. Temos duas escolhas apenas: ou retiramos os miseráveis petistas do poder central ou seremos por eles escravizados como o foram os povos de Venezuela, Equador, Bolívia e Cuba. Somos em número milhares de vezes superiores a eles, mas se não fizermos o dever de casa, o número contará para menos já que estaremos desunidos e em perigosa desvantagem. As nossas Forças Armadas sozinhas não serão suficientes para conter as ameaças internas e externas que surgirão com o levante dos nossos agressores. Será preciso a mobilização de todos os brasileiros em defesa da nossa Pátria. Se algum leitor dessa crônica pensar que estou exagerando procure ler os anais do Foro de São Paulo e tenha a noção exata do perigo que corremos.

Links de vídeos sobre o Foro de São Paulo e sobre o contra-golpe de 1 de abril de 1964:
http://youtu.be/qKquKjm_PJE (entenda o contra-golpe de 1964, segundo Olavo de carvalho)
http://youtu.be/XGwYHMuZn60 ( O contra-golpe de 64, segundo o site “A Verdade Sufocada”)



segunda-feira, 2 de março de 2015

OS ÚLTIMOS ESTERTORES DA PETROBRAS





O Editor


Finalizando o ano trágico para a maior estatal brasileira, o jornal O Estado de São Paulo traz em sua primeira página de hoje a seguinte manchete: "Cidade dos EUA abre processo contra Petrobras e Graça Foster." Essa é apenas uma a somar-se às outras três ações populares já encaminhadas na justiça daquele país contra a nossa petrolífera destroçada e saqueada por um bando de canalhas a serviço de Lula e seus propósitos criminosos. O que os brasileiros dignos esperam é que esse salafrário sem vergonha pague por seus crimes de comum acordo com essa irresponsável que assumirá o segundo mandato de presidente da república de uma forma fraudulenta como é do feitio desses gatunos desavergonhados. Se todas as ações movidas na justiça americana contra a empresa brasileira de petróleo tiverem seus vereditos desfavoráveis, serão necessários não um, mas dez vezes o valor de venda da Petrobras, para pagar os valores a serem determinados em tais decisões. Nos EUA, as quantias determinadas em sentenças condenatórias são muito diferentes das risíveis estipuladas pela jurássica e paupérrima justiça brasileira. O interessante de tudo isso é que os ratos de Lula fizeram o maior escarcéu quando FHC privatizou a Vale, a CSN e demais estatais fontes de altíssimos lucros certos dos políticos ladrões do País. Quase o mataram com tantos falsos protestos alegando que sua intenção era privatizar a petrolífera nacional, orgulho de todos nós. Na verdade, o que os cupins miseráveis do PT queriam (e conseguiram) era mantê-la incólume para que, no futuro, quando chegassem ao poder, pudessem saqueá-la à vontade como o fizeram ao longo dos doze anos de roubalheiras que implementaram. O mínimo que se espera dos ministros do STF é que deixem de lado suas "obrigações" de agradecimento para com seus nomeadores e tenham a decência de respeitarem a Constituição e o Código Penal, fazendo valer, isso sim, cada um dos artigos em que forem enquadrados todos os meliantes causadores do extermínio da Petrobras! Os 11 ministros da Corte Suprema terão a incumbência de condenar os verdadeiros culpados desse crime inominável contra a dignidade (será que existe?) do povo brasileiro, sob pena de transformarem o STF num lupanar semelhante ou pior do que os outros dois que existem na Praça dos Três Poderes. Tenho dito!!

domingo, 1 de março de 2015

A CORRUPÇÃO E A IRRESPONSABILIDADE TRANSFORMARAM ESTRADAS EM PESADELOS












 BR-163  Cuiabá - Santarém





BR-230 Transamazônica








BR-364







L. Teles Bezerra

BR-163  a estrada que nunca termina.

Ao se mobilizar para multar os caminhoneiros em greve nas estradas do Brasil, o péssimo e incapaz ministro da Justiça do governo Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, não teve a mesma disposição em ajudar os caminhoneiro que transitam pela esquecida rodovia BR-163, no estado do Pará.
Essa rodovia, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA) é de suma importância para o desenvolvimento da região que é supervisionada pelo IBAMA, no tocante à conservação do meio ambiente, como também por ONGs internacionais como o “Greenpeace”, que mantém seus membros ativos naquela região o ano todo relatando abusos de madeireiras que desmatam, sem a menor responsabilidade, enormes quantidades de terras derrubando milhões de árvores nativas. Por essa razão, deveria se dar maior importância à rodovia que se tornou uma necessidade premente para os dois estados da federação.

Nos governos do PT, desde 2003, quando Lula da Silva tomou posse, a propaganda enganosa sobre o término do asfaltamento dessa importante rodovia tem sido uma constante. Em 2004 da revista ECO.21, em sua matéria, “O Perigo De Se Asfaltar a Amazônia”, da jornalista Tica Minami, colhi o seguinte trecho inicial: “O asfaltamento total da rodovia BR-163 é uma das obras prioritárias do governo Lula. Com 1.764 km de extensão, dos quais cerca de 900 km não pavimentados, a rodovia liga Cuiabá à cidade portuária de Santarém, no Pará (1). Segundo o “Plano BR-163 Sustentável”, lançado pelo governo este ano, a área de influência da rodovia é de 1,2 milhão de km2 (14,4% do território brasileiro e 20% da Amazônia Brasileira). Nessa área estão localizados 71 municípios cuja economia se baseia em atividades do setor primário – agricultura, pecuária e extrativismo, principalmente de madeira.”

Era a primeira das muitas promessas feitas pelos governantes estelionatários do PT em relação à essa tão importante rodovia da Regiâo Amazônica, como tantas outras lá existentes e abandonadas. Mais da metade dessa estrada já foi asfaltada pelo glorioso Exército Brasileiro. A reportagem da jornalista Tica Minami, não realça a importância da rodovia BR-!¨, e sim o impacto ambiental que sua construção supostamente causará à Amazônia. Essa visão romântica que tem os “estudiosos” do planeta Terra vem causando enormes danos ao Brasil e a muitos outros países da América Latina. Com sua radical oposição contra a abertura de novas rodovias e até para a conservação das já existentes naquela região brasileira, as ONGs nacionais e internacionais agem contra o Brasil de uma forma escandalosa e irresponsável. Apesar disso, os governos que sucederam os militares respeitaram sem grandes questionamentos as decisões desses organismos em detrimento dos interesses nacionais. Um verdadeiro absurdo.

A construção da BR-319 Porto Velho (RO) - Manaus (AM)

Um dos maiores desafios enfrentados pelo Regime Militar (de saudosa memória para os brasileiros conscientes e não comprometidos com a entrega do Brasil aos comunistas internacionais), foi a construção da rodovia BR-319, que liga Porto Velho a Manaus. Durante os governos militares anteriores ao mandato do presidente Emílio Garrastazu Médici, estudos inviabilizavam a abertura da BR-319 pelos altos custos da execução dos serviços. No governo do Gen Ex Arthur da Costa e Silva, deu-se o início das obras daquela rodovia ainda em condições precárias. Eleito o Gen Ex Emílio G. Médici , para um mandato de 5 anos, os estudos para a construção dessa importantíssima rodovia foram novamente postos em pauta pelo Ministério dos Transportes. Depois de chegarem à conclusão que seria possível a construção da BR-319, a licitação foi publicada no Diário Oficial, concitando as empresas construtoras nacionais a se habilitarem para desenvolver o projeto e a execução da obra. Nenhuma empresa brasileira se candidatou para a execução da estrada. Foi, então, lançada no exterior, uma licitação internacional com os mesmos objetivos, mas não houve interesse de nenhuma construtora estrangeira para a construção da estrada federal. Desiludidos com a iniciativa privada, tanto nacional quanto internacional, o presidente Médici deu a ordem que notabilizou a Engenharia de Construção do Exército Brasileiro, com seus batalhões intinerantes, que, heroicamente construíram a estrada mais impossível do mundo. Iniciada em 1968, a rodovia foi concluída no governo do presidente Médici, em 1973, um verdadeiro marco na construção de estradas no Brasil e no mundo. Para se ter ideia das dificuldades, no trecho compreendido entre Humaitá e Manaus, brita, cimento, aço e outros materiais, eram transportados via aérea em grandes quantidades através dos “Búfalos” da FAB, aumentando astronomicamente os custos da rodovia. Com todos os percalços possíveis, essa importante via foi finalmente inaugurada pelo presidente Emílio Garrastazu Médici, propiciando aos moradores de Manaus (AM) e Porto Velho (RO) fazerem o percurso de 887 km em apenas 12 horas. Para desgosto e desespero das pessoas que investiram em negócios ao longo dessa rodovia federal, depois que o Regime Militar fechou suas portas, começou a deterioração daquela importantíssima estrada, que tantos sacrifícios custou aos brasileiros. Bilhões de reais foram jogados nas malas da corrupção estatal brasileira desde que tomou posse o energúmeno presidente José Sarney de triste lembrança, em 1985. Desde então, dezenas de fictícios empreendimentos foram alardeados para a recuperação total da BR-319 ou para a recuperação de trechos pontuais. No governo Lula, as trombetas anunciaram um plano ambicioso de recuperação da estrada orçado em R$ 700 milhões, que faria parte do seu primeiro PAC. Resultou em nada! De lá para cá incontáveis “obras fantasmas” foram anunciadas para a recuperação ou mesmo a construção de várias pontes que nunca foram concluídas servindo apenas para que os costumeiros corruptos enchessem seus bolsos com o dinheiro público.

Hoje, passados 42 anos de sua inauguração, a rodovia BR-319 é transitável até a cidade de Humaitá, além dessa cidade somente de avião ou trator será possível o trânsito de pessoas: simplesmente não mais existe a rodovia nesse trecho!

Assim como a BR-319, numerosas outras rodovias de importância vital para a extensa Região Amazônica, foram completamente abandonadas por inúmeros motivos, entre eles a radical oposição do IBAMA, que dá muito mais importância a meia dúzia de índios e animais silvestres do que a vida de seres humanos que dependem dessas estradas para sobreviverem. Em paralelo ao IBAMA, também atuam na Amazônia, centenas de oNGs internacionais com objetivos claros, quais sejam o de retardarem ao máximo qualquer projeto que vise a abertura de novas rodovias na Regiâo Amazônica brasiloera.

Na BR-319 uma sabotagem criminosa foi feita entre os balseiros considerados prejudicados pela existência da rodovia e a empresa contratada para executar a sua manutenção. Depoimentos de moradores da região atestam esse crime de lesa-pátria cometido por uma empresa que recebeu milhões de reais para fazer o contrário do que foi acordado mediante licitação pública e contrato de execução de obras. Vejam o vídeo e a reportagem do G-1 a seguir:

(http://youtu.be/GSOzO8-c7X8).

(Estudos ambientais já consumiram R$ 100 milhões, e BR-319)

(http://globotv.globo.com/tv-centro-america/bom-dia-mt/v/situacao-de-rodovia-na-regiao-de-primavera-do-leste-mt/3997202/)

Epílogo

Essa é a real situação das rodovias federais na região abandonada da Amazônia, desde que os governos ditos “democráticos” assumiram a República em 1985. A sequência de governos irresponsáveis para com o desenvolvimento do Brasil, permitiu que a esmagadora maioria das rodovias existentes naquela região do País se deteriorassem, mais por falta de manutenção e menos pela inexistência de recurso financeiros que foram destinados para tal fim num volume monstruoso. Com falsas promessas de reconstrução de importantes rodovias como as BR-364, 163 e 230 (Transamazônica) os governos que se seguiram após 1985, nada fizeram em prol da recuperação ou continuação dessas importantes artérias rodoviárias, que foram idealizadas para a integração e ocupação estratégica do território nacional pelos governos militares. Como forma de “vingança” contra os militares, imbecis como Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardozo, Lula e Dilma Rousseff – que vetou a construção de uma importante ponte na BR-319, que ligaria a BR-319 à AM-070, deixaram à míngua as estradas que poderiam estar ajudando no desenvolvimento de regiões paupérrimas na Amazônia, como segue nessas reportagens:

(Dilma veta construção de ponte que ligaria BR-319 à ...).

( Trecho da BR-163 é desbloqueado por caminhoneiros em MS)


Por esses e outros tantos motivos, considero legítimo o movimento paredista dos caminhoneiros, que já se estende por boa parte do território nacional, reivindicando menor preço para os combustíveis e melhorias para as estradas por onde passam com seus caros veículos transportando o progresso da Nação.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A GRANDE FARSA DO FIM DA GREVE DOS CAMINHONEIROS









L. Teles Bezerra






O estelionato no Palácio do Planalto

Como de costume nos desgovernos petistas, a declaração do ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, um completo ignorante no assunto transportes, assegurando terminada a paralisação dos caminhoneiros nos dez estados da federação, principalmente nos estados de RS, SC, PR, MT e MG não passou de uma infame farsa. A “reunião” simulada no Palácio do Planalto, que deveria contar com o representante dos caminhoneiros para ser legítima, foi feita à portas fechadas sem lhe dar o direito sequer de presenciar o que decidiram . Num vídeo gravado por ele, o mesmo garante que ficou no saguão do Palácio do Planalto, estático, em companhia de seus companheiros com seus celulares desligados e impedidos de dar qualquer informação à imprensa. Eis aqui a sua declaração: “Meus amigos caminhoneiros e simpatizantes da nossa causa. Não houve acordo com o governo. A paralisação continua. Nós hoje passamos o dia em reuniões. Inclusive, no momento em que foi divulgado o acerto, nós estávamos em uma reunião no Palácio do Planalto, conversando com o secretário [da Presidência, Miguel Rossetto]. Então nós estávamos com os celulares desligados.Nesse momento, esse governo mentiroso chamou a imprensa e disse que havia acontecido um acordo, para dar tempo de sair no Jornal Nacional. E não deu tempo de a gente desmentir. Então o Jornal Nacional pegou, inocentemente, e anunciou que houve o acordo. Então a partir de agora, o nosso movimento é bloquear automóveis também, até o meio-dia de amanhã [quinta-feira]. Para que o governo conheça realmente o movimento e atenda a nós e atenda ao nosso pleito. Muito obrigado. Tamo junto.”
Apesar dessa desfaçatez, armou-se uma tremenda farsa palaciana, urdida por Miguel Rosseto (secretaria-Geral da Presidência) e Antonio Carlos Rodrigues (min. dos Transportes), que passaram uma informação falsa à Rede Globo de Televisão, aproveitando o horário para que essa emissora transmitisse quase que imediatamente no Jornal Nacional.
Atitudes mesquinhas e nojentas como essa é uma praxe dentro da república dos ratos montada por Lula e seus bandidos do PT. Enquanto o Brasil quase todo sofre com o movimento legítimo dos transportadores de carga, os palacianos desavergonhados jogam com a seriedade do acontecimento, que, no Chile, em 1973, derrubou de uma vez o governo fascista e terrorista de Salvador Allende. Caso esses incautos e irresponsáveis do governo moleque de Dilma Rousseff não se entendam sobre a gravidade do problema, incentivarão, dessa forma, um desfecho nada agradável para a presidente inerte e despida de legitimidade para desempenhar as funções à ela confiadas por mais de 51 milhões de eleitores. A interrupção do fornecimento de víveres alimentícios, ítens essenciais à vida diária dos brasileiros e os inconvenientes que causam esse tipo de paralisação, não impediu que a população dos locais das barreiras montadas pelos caminhoneiros fornecesse comida e água para eles. A solidariedade do povo brasileiro aos grevistas é total e sem restrições. Esse fato é constatado todos os dias por repórteres amadores que gravam entrevistas com seus celulares e as publicam na internet para o mundo todo tomar conhecimento. Foi flagrante a revolta do pessoal que foi ao Palácio do Planalto encontrar-se com os dois farsantes, representantes do governo federal na questão da paralisação dos transportes de cargas. Eles gravaram um pequeno vídeo (http://youtu.be/CzARBuOePBY) onde descarregaram sua frustração e revolta pela a falsidade com que foram tratados pelos dois moleques de Dilma Rousseff.
(http://ucho.info/?p=89843)

(http://www.folhapolitica.org/2015/02/caminhoneiros-recebem-apoio-de.html)



As declarações de Lula e a reação dos militares

Diante de tais fatos e corroborando o que disse o Gen Div Sergio Costa de Castro, vice-presidente do Clube Militar no dia de ontem, quinta, 26/02/2015, perante o discurso criminoso de Lula, quando este incentivou a guerra entre o MST e o povo brasileiro, é que uma grande parcela da população brasileira já exige uma intervenção militar. Por enquanto, os gritos estão abafados, mas se algo não acontecer para por um fim às patfarias que se cometem no Brasil, as coisas vão esquentar e muito para o lado dos petistas. “ No Brasil só existe um Exército, o Exército de Caxias,” disse categoricamente o Gen Castro. (http://clubemilitar.com.br/pensamento-do-clube-militar-21/)

O ex-presidente Luiz Inácio da Silva, vulgo Lula, parece não conseguir ver a gravidade de seus atos e declarações ao incentivar um confronto fratricida entre as hordas de vagabundos de João Stédile, MST, e os brasileiros inconformados com tanta roubalheira obrigados pelo governo patralha a pagar por seus roubos. Na nota emitida pelo Círculo Militar, vê-se claramente a disposição na caserna em enfrentar, se for preciso, quaisquer ameaças que por ventura surjam no cenário de guerra entre irmãos que esse ignorante irresponsável tenta montar. Não é um procedimento normal de um ex-presidente da República, as ações deletérias que Lula da “Çilva” vem praticando em reuniões com seus cães de monturo a ele ligados por laços pecuniários e não por aliança espontânea. A paralisação dos caminhoneiros não só vai continuar, como se ampliará com a adesão de outros estados da federação, que se juntarão ao movimento, devendo este se estender por todo o território nacional nos próximos dias.


As manifestações de 15 de março

Previstas e já organizadas para o próximo dia 15 de março na Av. Paulista, as manifestações serão o ponto máximo da indignação do povo brasileiro contra os crimes de lesa-pátria praticados por partidos políticos e seus representantes no saqueio indecoroso do erário. Apesar da criminosa não divulgação na mídia vendida, a convocação de todos os brasileiros está em curso com milhares de famílias inteiras se reunindo e se organizando para comparecerem em frente ao MASP. É assim que um povo age num regime democrático ameaçado por bandidos aliados à forças internacionais para destruir o que foi construído com tantos sacrifícios por brasileiros valorosos ao longo de 21 anos.






"Que venham os canalhas! Por aqui não passarão!" Pra frente brasileiros, a vitória será nossa!



(http://noticias.r7.com/brasil/caminhoneiros-ameacam-bloquear-brasilia-caso-negociacoes-nao-avancem-25022015)
(Informações do Blog do Caminhoneiro)

Ronaldo Caiado diz ser inadmissível interferência do presidente do BNDES para tentar barrar CPI







luciano_coutinho_02Óleo de peroba – Líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO) criticou a interferência do presidente do BNDES,Luciano Coutinho, no processo de instalação da CPI que deve investigar o banco estatal de fomento. Coutinho, conforme revelou a imprensa nesta quinta-feira (26), tem se incumbido de pessoalmente pressionar senadores da base a não assinar a lista que deve validar a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito.
“Quais são as prerrogativas de um cidadão como esse, indicado pela presidente, em querer enfrentar o Senado? O presidente do BNDES quer intimidar os parlamentares. É inaceitável. Inadmissível. O Senado não pode se omitir diante das denúncias evidentes no repasse de verbas com um carimbo de secreto. Estamos falando de beneficiamento de empresas ligadas ao governo, repasses misteriosos ao exterior, enfim, uma verdadeira caixa preta do governo federal”, protestou Caiado.
O democrata ressalta a prerrogativa constitucional do Senado Federal que não tem sido respeitada. De acordo com o inciso XII do Artigo 52 da Constituição Federal, cabe ao parlamento “dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público federal”.
“Temos a obrigação, o dever constitucional, de avaliar e autorizar empréstimos externos de uma empresa pública controlada pela União como é o BNDES. Estamos falando de dinheiro público. Somos nós que devemos debater e avaliar os limites globais de dívidas dessas operações externas”, justificou.
Assinaturas em marcha
O senador Ronaldo Caiado, que se recupera de um problema de saúde, adiantou que já conta com 20 assinaturas e pretende ir ao plenário em breve para fazer um discurso em defesa da criação da CPI. De acordo com o senador goiano, o Parlamento brasileiro não pode se omitir de seu papel deixando toda a responsabilidade sobre as investigações contra o governo na mão da Justiça Federal.
“Tao logo me recupere, quero ir à tribuna conclamar que o Senado cumpra com sua função. Estamos falando de um esquema que, nas palavras de um delator da Lava Jato, faz o Petrolão ser ‘café pequeno’. A única esperança do Brasil não pode ficar sobre os ombros do juiz Sério Moro”, defendeu.
Leitores souberam antes
Desde as primeiras denúncias sobre o esquema de corrupção que culminou com a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, feitas pelo editor do site e pelo empresário Hermes Magnus, no começo de 2009, o UCHO.INFO afirma que o esquema criminoso não se limitou à Petrobras, mas alcançou outros órgãos, como BNDES, Eletrobras e Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), entre outros.
A decisão do senador Ronaldo Caiado de trabalhar pela criação da CPI do BNDES não apenas confirma as denúncias do editor e do empresário, como instala pânico entre os que foram beneficiados pelo banco estatal, que na última década foi transformado em uma espécie de sacristia financeira onde os amigos dos donos do poder buscavam empréstimos absurdos, impagáveis e com juros subsidiados pelo suado dinheiro do contribuinte.
Não por acaso, a presidente Dilma Rousseff, temendo pelo pior, manteve Luciano Coutinho à frente do BNDES em seu segundo e já desastrado governo. Até porque, só Coutinho conhece as eventuais irregularidades cometidas no escopo do banco e será capaz de negá-las ao máximo.
No caso de a CPI do BNDES sair do papel e entrar na seara da prática, muitos mistérios que rondam o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social serão desfeitos, como, por exemplo, a bisonha construção do porto de Mariel, em Cuba, obra realizada pela construtora Odebrecht, investigada na Operação Lava-Jato e temendo ser flagrada em operações nada ortodoxas.
Vale lembrar que nessa ópera bufa e criminosa em que se transformou a última década verde-loura, o ex-presidente Lula, o malandro apedeuta, transformou-se em bem sucedido (sic) lobista de empreiteira, mais precisamente da baiana Odebrecht. Como disse certa vez um conhecido e gazeteiro comunista de boteco, “nunca antes na história deste país”.

Deputados do PPS explicam recusa de passagens para cônjuges por conta da Câmara









aviao_17Não, obrigado – Vice-líder do PPS na Câmara dos Deputados, Arnaldo Jordy (PA), disse, nesta quinta-feira (26), que a concessão de passagem aérea a cônjuges de deputados está na contramão do sentimento da população brasileira. De acordo com o paralamentar, o momento é de arrocho fiscal, em que os direitos dos trabalhadores estão ameaçados pelo governo do PT.
A bancada do partido na Câmara decidiu, por unanimidade, abrir mão das passagens destinadas a esposas e maridos de parlamentares, conforme foi autorizado pela Mesa Diretora.
“Não tem sentido a Mesa autorizar que os parlamentares possam levar parentes para Brasília. Os deputados têm de fazer isso pagando de seu bolso, usando as milhagens que já recebem ou o próprio salário. Nada de onerar os contribuintes”, afirmou. Jordy classificou ainda como sábia a decisão da bancada do PPS de não aceitar a “sinecura”.
Já o vice-líder da Minoria, deputado Raul federal Jungmann (PPS-PE), emitiu nota na qual afirma que pagará do próprio bolso, sempre, o deslocamento de seus familiares. No texto, o deputado ressalta que “como representante da vontade dos cidadãos e cidadãs do meu estado e do Brasil, não concordo com o privilégio e não posso aceitar que dinheiro público venha a pagar passagens de minha companheira ou filhos”.
A nota prossegue salientando que “a conquista da separação entre o que é nosso e aquilo que é de todos, deu origem à República – literalmente, rex publica, no latim, ou aquilo que não é privado, pois comum a todos”.
O deputado Sandro Alex (PPS-PR) disse que conceder passagens para as esposas dos parlamentares é criar mais privilégios, em detrimento da maior parte da população brasileira. “Somos radicalmente contrários a isso. É moralmente indefensável”, afirmou. O parlamentar também reclamou da decisão “unilateral” da Mesa Diretora, que, segundo ele, não consultou os parlamentares.
Na avaliação da deputada Carmen Zanotto, a decisão da direção da Casa foi “infeliz”. Ela disse ainda que as passagens usadas por seu marido para vir a Brasília sempre foram compradas de forma parcelada. “Pagamos do nosso próprio bolso. E vamos continuar assim”.
O deputado Moses Rodrigues ressaltou que “o PPS é um partido decente, e tomaria a decisão de recusar esse privilégio independentemente do momento econômico que vive o país”.
Segundo o parlamentar, não são necessários recursos do governo federal para fazer frente a despesas com passagens de cônjuges de deputados. “Cada um de nós deve pagar as passagens do seu bolso”.
Moses disse que desde que souberam da decisão da Mesa, os deputados do PPS, em plenário, resolveram que não aceitariam que a Casa arcasse com mais essa despesa. Reunidos na manhã desta quinta-feira (26), sacramentaram a decisão.

Gleisi Hoffmann boicota criação da CPI da Petrobras, mas torce pela “bolsa companheiro”









gleisi_hoffmann_81Dois lados – A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT) e o senador Roberto Requião (PMDB), ambos do Paraná, não assinaram o pedido de criação da CPI da Petrobras, apesar de das muitas evidências de fraude e ladroagem na estatal que surgem a cada novo dia. Em contrapartida, Gleisi e Requião não balbuciaram uma só palavra para criticar o novo pacote de benefícios aprovados pelos deputados que, entre outras bizarrices, institui uma espécie de “bolsa companheiro” para os cônjuges dos parlamentares voarem até a capital dos brasileiros.
A postura dos dois senadores paranaenses é relativamente fácil de entender pela ótica torta e fisiológica do Parlamento nacional. Requião é, apesar do raivoso discurso esquerdista, um conhecido apreciador das mordomias, desde que financiadas pelo suado dinheiro do contribuinte. Nos últimos anos, Requião conquistou seguidas vezes o primeiro lugar entre os senadores que mais viajam para o exterior à custa do contribuinte.
Já Gleisi Hoffmann, que também não dispensa qualquer mordomia – no tempo em que estava à frente da Casa Civil usava e abusava dos jatinhos da FAB –, gostaria de ver aprovado no Senado, o quanto antes, a “bolsa companheiro”, que dá direito ao cônjuge do parlamentar ter uma cota de passagens para viajar do estado de origem até Brasília. Em alguns casos, porque não dizer que são muitos, o melhor para a manutenção das sagradas famílias é que os cônjuges não confiram in loco a festa que sempre acontece em Brasília, de segundas às quintas-feiras, fazendo inveja a Sodoma e Gomorra.
A tal cota aérea para os cônjuges vem a calhar para Gleisi, pois seu marido, Paulo Bernardo da Silva, após nove anos como ministro do Planejamento (Lula – 2005-2010) e das Comunicações (Dilma – 2011-2014) se viu desempregado e não conseguiu sequer uma boca rica devido ao envolvimento tóxico no Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história da humanidade. Paulo Bernardo não alcançou a sonhada presidência da binacional Itaipu e nem mesmo uma vaga em algum conselho de estatal.
Coube a Paulo Bernardo, segundo depoimentos à PF, pedir ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, R$ 1 milhão para a campanha da mulher ao Senado, em 2010. Costa recorreu ao doleiro Alberto Youssef, que entregou o recurso a quem de direito, em dinheiro vivo, em um shopping popular localizado na região central de Curitiba. O envolvimento de Paulo Bernardo e Gleisi no episódio foi confirmado pelo doleiro e pelo ex-diretor da estatal em depoimento à Justiça, na esteira de acordos de delação premiada, todos devidamente referendados pelo Supremo Tribunal Federal.

Governo do PT não sabe como lidar com os caminhoneiros e ministro da Justiça intimida motoristas










jose_eduardo_27Truculência rouge – Incompetente e paralisado, o governo de Dilma Vana Rousseff empurrou a economia nacional no despenhadeiro da crise, mas agora quer que milhares de brasileiros trabalhem de graça ou acumulem prejuízos, apenas porque o Partido dos Trabalhadores tem um projeto totalitarista de poder. No caso em questão, o UCHO.INFO faz referência à forma míope e equivocada como o desgoverno petista vem tratando a greve dos caminhoneiros, que por razões justas bloqueiam importantes rodovias federais há alguns dias.
A reboque de manobra covarde e mentirosa, que culminou em uma farsa descomunal, o Palácio do Planalto anunciou na noite de quarta-feira (25) que havia fechado um acordo com os caminhoneiros, sem que os legais representantes da categoria tivessem participado, em Brasília, do encontro.
Sem saber o que fazer diante de uma manifestação legítima e que merece apoio por parte da população, o governo Dilma acionou alguns sindicalistas supostamente ligados aos caminhoneiros para encenar um acordo firmado com os ministros Miguel Rossetto, chefe da Secretaria-Geral da Presidência, e Antonio Carlos Rodrigues, dos Transportes. Como antecipou o site, os caminhoneiros estavam dispostos a resistir, mandando à lona um governo corrupto e despreparado que tenta impor à força a ideologia de um partido que acertadamente já foi classificado como organização criminosa.
Contrariando os discursos mentirosos sobre democracia vociferados pela então candidata Dilma Rousseff durante a corrida presidencial de 2014, o governo da presidente reeleita agora adota a truculência e a ameaça para intimidar os caminhoneiros que continuam estacionados em diversas rodovias federais em vários estados da federação.
Ministro da Justiça e enrolado na esteira de reuniões secretas para debater os efeitos colaterais do escândalo do Petrolão, o petista José Eduardo Martins Cardozo determinou à Polícia Federal, nesta quinta-feira (26), a abertura de inquéritos para apurar a ocorrência de abusos durante os protestos de caminhoneiros. Em outras palavras, o ministro quer intimidar os caminhoneiros.
Em entrevista coletiva concedida no Ministério da Justiça, Cardozo disse ter determinado à Polícia Rodoviária Federal (PRF) que multe os motoristas que estão bloqueando as estradas. De acordo com o ministro, as multas servirão para identificar os motoristas que descumprirem as ordens judiciais de desbloqueio de rodovias federais em municípios de onze estados.
Com base nas decisões judiciais, os caminhoneiros e entidades ligadas aos trabalhadores rodoviários estão impedidos de bloquear a circulação de pessoas em todas as rodovias de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Ceará e em quatorze municípios de outros cinco estados – Paraná, Goiás, Tocantins, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Ora, se o governo garantiu, com o apoio burro da grande imprensa, que o acordo com os caminhoneiros foi um sucesso e que o movimento terminava naquele instante, não havia motivo para José Eduardo Cardozo recorrer a medidas intimidatórias.
O governo do PT está desdenhando a capacidade de reação da sociedade brasileira, que não mais suporta desmandos, incompetência e roubalheira. Qualquer retaliação aos caminhoneiros que protestam por motivos justos pode se transformar em um enorme e ruidoso movimento contra o governo, como o País jamais presenciou.
A ação do governo para desarticular o movimento é tão atrapalhada e ineficaz, que para cada ponto de bloqueio nas estradas são enviadas, em média, dez viaturas policiais. Essa estratégia faz com que acidentes rodoviários fiquem sem atendimento, inclusive com os corpos das vítimas estendidos no asfalto durante horas a fio.
É importante destacar que os caminhoneiros dão um excelente e vigoroso exemplo aos brasileiros de como enfrentar com coragem e determinação o desgoverno de Dilma Rousseff e seus quejandos, pois é inaceitável que um país como o Brasil seja administrado como se fosse o boteco do lupanar da esquina mais próxima. É preciso dar um basta a esses quadrilheiros com mandato!

PMDB vai ao rádio e à televisão para aplicar mais um “passa-moleque” nos brasileiros










michel_temer_31Tudo combinado – Há dias, no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência da República, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que teve como anfitrião o peemedebista Michel Temer, tentou convencer os políticos do PMDB sobre a necessidade de se aprovar no Congresso Nacional o projeto que contempla a reforma fiscal. A ministra Kátia Abreu, da Agricultura, que já passeou por várias agremiações políticas, que participou do regabofe na residência de Temer, disse que “se o pacote fiscal é bom para o Brasil, é bom para o PMDB”.
Como sempre acontece quando os grandes veículos midiáticos nacionais querem esconder a verdade para proteger o governo, as falas e as imagens do encontro não foram devidamente analisadas e criticadas. Em primeiro lugar é preciso destacar que o PMDB não se preocupa com o que é bom para o Brasil, mas com o que é ótimo para o partido e seus dirigentes. Haja vista o naipe dos que participaram do encontro com Joaquim Levy, que saiu do Jaburu sem ter a certeza de que o pacote de maldades será aprovado com facilidade no Parlamento.
Do seleto e concorrido jantar na residência oficial de Michel Temer, que fez inveja aos encontros cinematográficos de Al Capone, participaram velhas raposas da política brasileira, que deram palpites de todos os naipes. Considerando que o PMDB há muito faz o papel de noiva interesseira e sempre ameaça abandonar o altar se a bolsa não estiver recheada, essa complacência peemedebista com o projeto de ajuste fiscal do governo não saiu de graça.
Diante de câmeras e microfones, em dado momento, os ilustres (sic) peemedebistas fizeram cara de bravo e cobraram algum tipo de ação positiva do governo petista de Dilma Rousseff, mas nos bastidores o recado foi dado com todas as letras e cifras.
No momento em que um respeitado executivo do mercado financeiro como Joaquim Levy, que aceitou a espinhosa missão de recolocar a economia verde-loura nos trilhos, reúne-se com políticos bisonhos como Renan Calheiros, a única saída é imaginar que há em curso, nos bastidores do poder, alguma negociata escabrosa. Essa interpretação ganhou força com a presença, no encontro, de José Sarney, a velha raposa maranhense, e Henrique Eduardo Alves, ex-presidente da Câmara dos Deputados e candidato derrotado ao governo potiguar, em 2014.
O PMDB tem dado mostras de que dissociar sua imagem da do Partido dos Trabalhadores é seu desejo maior, mas aceitar essa manobra típica de alarifes é passar recibo de inocência. No próximo programa político-partidário, que será levado ao ar nesta quinta-feira (26), o PMDB tenta vender aos brasileiros incautos a ideia de que o partido é um ninho de pureza e candura que abriga somente os mais competentes e ilibados políticos do país. Nessa queda de braços que marco o relacionamento com o PT, o programa peemedebista não faz qualquer menção à presidente Dilma Rousseff.
Que os brasileiros não caiam nessa esparrela peemedebista, pois quem conhece as entranhas da política verde-loura sabe como funciona o balcão de negócios em que se transformou a Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional. Por lá, nada acontece por acaso ou com boas intenções sem o correspondente dividendo político e o tilintar do vil metal.
O PMDB foi um dos sócios majoritários do PT na roubalheira que derreteu os cofres da Petrobras, mas agora tenta emplacar a tese da inocência plena e da luta por um país melhor e mais justo. Tendo Michel Temer como galã (sic) do programa, o PMDB, sem nominações, defende o trabalho da Polícia Federal e da Justiça no caso da Operação Lava-Jato, mas não convence os que sabem identificar a peçonha que inunda o serpentário político do Brasil.
Vale lembrar que Temer foi alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal, apenas porque seu nome apareceu em contabilidade paralela da construtora Camargo Corrêa, agora encalacrada no escândalo do Petrolão. A Operação Castelo de Areia foi anulada pelo Superior Tribunal de Justiça, mas por conta da Operação Lava-Jato corre o risco de ser ressuscitada.
Em mais um deboche com a marca do PMDB, que chegará aos lares de milhões de pessoas, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, ex-governador do Amazonas, fala em “energia com sinergia”. Braga sabe que a grave situação da Petrobras e o colapso que ronda o parque energético brasileiro não permitem falar em sinergia, vernáculo que no mais reles dicionário da língua portuguesa tem como definição “esforço coordenado para a realização de determinada”. De tal modo, o PMDB só pode considerar sinergia a atuação dos políticos do partido quando estão a cobrar o governo nos bastidores.
O pior nesse espetáculo digno de hospício é ver Edinho Araújo falando sobre portos e Helder Barbalho, sobre pesca. Para quem não se recorda, o ministro Helder Barbalho é filho de outro lobo da política nacional, Jader Barbalho, e de Elcione Barbalho. A família Barbalho esteve envolvida em muitos escândalos, dentre os quais o do ranário criado no Pará por Elcione, devidamente e financiado com dinheiro do contribuinte. De acordo com o Ministério Público Federal, Jader recebia uma parcela dos recursos públicos destinados ao empreendimento, que, como sempre acontece nessa república bananeira chamada Brasil, deu em nada. Para finalizar o fiasco, o cidadão terá de ouvir Eliseu Padilha falando de aviação, situação que pro certo fará Alberto Santos Dumont revirar no túmulo. Padilha afirma no programa que o governo investirá a reforma e ampliação de 270 aeroportos em todo o País, mas esquece que Dilma prometeu, ainda no primeiro governo, construir 800 novos aeroportos.
Para finalizar, Renan Calheiros fala sobre sua recondução à presidência do Senado Federal, cargo que, segundo o próprio senador, exige “reflexão, equilíbrio, humildade e também perseverança”. Mas Calheiros não é a pessoa mais indicada para falar sobre os quesitos mencionados, até porque o senador alagoano não refletiu e muito menos apelou ao equilíbrio quando apresentou ao Senado notas frias de venda de vacas sagradas para justificar o dinheiro usado no custeio da ex-amante e de um filho fora do casamento.
Resumindo, não se pode negar a competência do publicitário que redigiu o texto lido de forma obediente pelos caciques peemedebistas diante das câmeras, mas de igual modo é preciso reconhecer que a política brasileira é um intricado caso de polícia. Mesmo assim, com tantos currículos nefastos à disposição, o PMDB continua acreditando que é a suculenta cereja do bolo.



http://ucho.info/?p=89871

Na abertura da CPI da Petrobrras, patidos questionam indicações para presidência e relatoria







(P. Withaker - Reuters)
(P. Withaker – Reuters)
Ação entre amigos – O PPS protestou nesta quarta-feira (26) contra as indicações do PMDB e do PT para ocupar, respectivamente, a presidência e a relatoria da CPI da Petrobras na Câmara. Na avaliação do líder da bancada, Rubens Bueno (PR), e da deputada Eliziane Gama (MA), titular da Comissão Parlamentar de Inquérito criada para desvendas os malfeitos na Petrobras, os deputados Hugo Mota (PMDB-PB) e Luiz Sérgio (PT-RJ) não poderiam ocupar respectivos os postos, já que tiveram suas campanhas bancadas por empreiteiras que estão sendo investigadas pela Operação Lava-Jato.
A posição do PPS foi firmada durante a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, sendo que na ocasião o partido apoiou questão de ordem apresentada pelo Psol contra as indicações dos dois partidos governistas. O argumento não foi aceito pela CPI, que acabou elegendo os dois parlamentares para os cargos-chaves da comissão. Ivan Valente (Psol-SP) concorreu à presidência do colegiado de forma avulsa, mas recebeu apenas quatro votos.
“A questão de ordem tem toda a razão de existir. Não precisa ler a Constituição Federal, o Regimento Interno, para saber que se há um interesse individual e este interesse conflita com a atuação do colegiado, precisamos buscar a isenção. Com todo o respeito a todos, há lei e há o regimento da Casa. Ninguém está acima da lei”, justificou o líder do PPS, ao concordar com o requerimento do Partido Socialismo e Liberdade.
Eliziane Gama também ressaltou a importância de a CPI atuar com isenção na investigação daquele que é o maior escândalo de corrupção da história da humanidade que se tem notícia.
“O Brasil espera um retorno da Câmara. Este escândalo tomou proporções mundiais. O Brasil é manchete em todo o mundo. Está sobre nós fazer uma investigação séria. Daí a necessidade de termos parlamentares fora de qualquer suspeição para investigar este caso”, acrescentou a parlamentar do PPS.
Os deputados do PPS frisaram que não há qualquer pré-julgamento a parlamentares que receberam doações oficiais de empreiteiras incluídas no rol de investigados da Operação Lava-Jato. No entanto, avaliam que o melhor caminho para se investigar plenamente o caso é criar mecanismos que impeçam a defesa de interesses de acusados na Comissão Parlamentar de Inquérito. O impedimento do presidente e do relator seria uma destas formas de dar isenção ao colegiado.
O comando da CPI da Petrobras foi decidido no vácuo de um acordo espúrio selado pelo PMDB e o PT, partidos acusados de terem recebido dinheiro do carrossel de corrupção que funcionou na estatal durante uma década. O protesto das legendas que fazem oposição ao governo petista de Dilma Rousseff é válido e incontestável, mas não se pode esquecer que as investigações da CPI não revelarão fatos diferentes dos que já foram revelados pela Operação Lava-Jato, que a cargo da Polícia Federal mostrou ao povo brasileiro a maneira criminosa do PT de fazer política.
A grande questão nesse escândalo criminoso é que a CPI da Petrobras deve perder visibilidade política depois que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, divulgar a lista com os nomes dos políticos envolvidos no escândalo do Petrolão. Considerando que o editor do site é um dos denunciantes do esquema de corrupção que culminou com a Operação Lava-Jato, o UCHO.INFO afirma que o número de políticos que foram apanhados pela operação da PF chega a sessenta.