quarta-feira, 21 de julho de 2010

Sobre a manchete do Jornal do Comércio online:

FARC E NARCOTRÁFICO?

Políticos pernambucanos consideram
infundadas acusações contra Dilma

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Calabar Escreve:

Aqueles que tentam encobrir o sol com uma peneira deveriam se lembrar de que Lula convidou, através de Marco Aurélio Garcia que é grande amigo das FARC, os senhores da revolução maxista da Colômbia para fazerem parte da mesa diretora do Foro de São Paulo. Existem fotografias, vídeos e muitas outras reportagens atestando essa verdade incontestável. Somente os tolos e os desinformados costumeiros é que podem acreditar nas mentiras dos petistas incomodados pelas declarações cheias de verdade do jovem Deputado Federal Índio da Costa.
Acovardados de há muito tempo, os oposicionistas jamais tiveram coragem para denunciar a conspiração jurássica do Foro de São Paulo da qual fizeram e ainda fazem parte os mais radicais e medíocres líderes latino-americanos. Suas propostas são tão irracionais quanto sua desonestidade.
As Farc já assassinaram em sua senda criminosa mais de 6.210 crianças na Colômbia em nome de uma revolução sanguinária apoiada por Lula e seus cúmplices de Foro de São Paulo. Os que fazem vista grossa para esses fatos são tão criminosos quanto Lula e seus acólitos.
Querer esconder que existe uma narcoterrorista das Farc empregada na Presidência da República, a pedido da então chefona da Casa Civil Dilma Rousseff e que o ex-padre Medina trabalha no Ministério da Pesca, é o mesmo que não admitir a existência de Lula e seus 40 ladrões do mensalão.
Quando da morte do narcoterrorista Reyes, no Equador, pelo eficiente Exército da Colômbia, gravações em um disco rígido de um PC daquele assassino foram encontradas e divulgadas pelo Presidente Uribe. Entre as muitas revelações, estavam os fatos incontestáveis das estreitas relações entre os petistas e o narcoterrorismo das Farc. Toda a imprensa nacional e internacional divulgaram. Por quê a petralhada não ciscou naquele instante?
Hugo Chavez, o beiçola ditador da Venezuela, declarou que conheceu Lula e Reyes através do Foro de São Paulo. Eis aqui o vídeo do Youtube: "Conheci Reyes e Lula no Foro de São Paulo", diz Chávez>>> http://www.youtube.com/watch?v=BRW-fdcaMfM

Desmintam, se forem capazes!

terça-feira, 20 de julho de 2010

OLAVO DE CARVALHO SOLTA O VERBO

Os comunistas deram uso amplo a essa técnica, extorquindo do seu público a aprovação a crimes hediondos em nome dos sentimentos mais altos e sublimes.

Na opinião do sr. Hugo Chávez, que com leves diferenças de nuance é a mesma do nosso governo e da nossa mídia, as Farc, que assaltam, sequestram e matam a granel, não são uma organização terrorista de maneira alguma; terrorista é a TFP, que nunca matou um mosquito nem sugeriu o roubo de uma azeitona.

Quando lhes digo que o traço essencial e permanente da mentalidade revolucionária é a inversão psicótica, não estou brincando, nem exagerando, nem fazendo figura de retórica: estou apontando um dos fatos mais bem documentados da história cultural dos últimos séculos - e que pode ser verificado tanto nas estruturas gerais do pensamento revolucionário quanto nas atitudes práticas e até nos detalhes de linguagem de seus representantes mais notórios.

Quando o sr. Luís Inácio Lula da Silva se recusa a dizer uma palavrinha em favor de um preso político cubano em greve de fome, alegando escrúpulos de interferir nos assuntos internos de uma nação estrangeira - ao mesmo tempo em que ajuda a reintroduzir no território hondurenho um presidente banido e se gaba de ter metido gostosamente o bedelho do Foro de São Paulo nos plebiscitos venezuelanos -, ele ultrapassa os limites da mentira política normal, que no mínimo respeita um pouco o senso do verossímil: ele entra com as quatro patas no campo da inversão psicótica, chocando a plateia ao ponto de idiotizá-la, dessensibilizando-a para o absurdo do que está ouvindo.

Embora esse modo de falar possa se consolidar como vício ao ponto de seu próprio usuário se tornar insensível à maldade que pratica quando o emprega, na verdade ele se originou como uma técnica psicológica muito bem elaborada. Denomino-a "impressão paradoxal", embora na bibliografia seja citada também com outros nomes, como "dissonância cognitiva" ou "psicose informática". Georges Ivanovitch Gurdjieff, o maior gênio do charlatanismo esotérico, usava esse tipo de discurso para estontear seus discípulos e reduzi-los a uma obediência canina.

Por exemplo, mobilizava todo o arsenal lógico do materialismo científico para persuadi-los de que eram apenas máquinas, de que não tinham alma alguma, e em seguida dizia, com a maior seriedade, que poderiam adquirir uma alma... mediante certa quantia em dinheiro.

O sujeito que ouvia uma coisa dessas caía imediatamente numa zona nebulosa entre a piada e a realidade, sem saber como reagir ante a impressão paradoxal. Reaplicada a técnica um certo número de vezes, o infeliz perdia todo interesse em compreender racionalmente a situação e daí por diante se deixava conduzir pelo mestre como uma vaca puxada pela argola do nariz.

Quando Gurdjieff introduziu essa técnica no Ocidente, talvez nem ele próprio imaginasse a velocidade com que ela se disseminaria entre os políticos e os intelectuais ativistas, como um instrumento perfeito para tornar as massas incapazes de diferenciar entre a percepção humana normal e a inversão psicótica.

Adolf Hitler, que consta ter recebido a influência de um discípulo de Gurdjieff (Klaus Haushoffer), criou uma técnica oratória inteiramente baseada na impressão paradoxal, articulando o grotesco e o temível de modo que a plateia sentisse ao mesmo tempo o desejo de rir dele e o medo de ser punida por isso. Que fazer então, senão jogar fora o próprio cérebro e trocá-lo por uma recompensadora aceitação passiva do que desse e viesse? (Mutatis mutandis, foi por esse mesmo artifício que o sr. Lula transmutou, no coração do seu público, a piedade em admiração fingida, e a admiração fingida em bajulação compulsiva.)

Os comunistas deram um uso muito mais amplo a essa técnica, extorquindo do público a aprovação a crimes hediondos em nome dos sentimentos mais altos e sublimes, forçando a elasticidade moral até o último limite do humanamente suportável. A contradição internalizada acumulava-se no inconsciente até o ponto em que as vítimas estourariam se não descarregassem seus sentimentos de culpa sobre algum bode expiatório, acusando-o de toda sorte de delitos imaginários.

Daí a facilidade com que o público - não só o exército dos militantes, mas a vasta massa dos intoxicados pela "onipresença invisível" da cultura revolucionária - perde todo senso de verossimilhança e acaba aceitando como razoável a conversa idiota de que a TFP é uma organização de alta periculosidade ou de que o sr. Alejandro Peña Esclusa, malgrado seu diploma de engenheiro, guardava em casa, ao lado do quarto onde dormiam suas três filhas pequenas, explosivos suficientes para fazer seu prédio voar em cacos.


A SEMELHANÇA NÃO É CASUAL

Dilma & Chávez

Por Ipojuca Pontes

“Vou fazer um governo mais à esquerda do que Dilma” – José Serra

Durante a abertura da 2ª Cúpula América do Sul-África, realizada ano passado em Isla Margarita, na Venezuela, o ditador Hugo Chávez, com as bochechas infladas e a voz tonitruante de impostor latino, foi incisivo:

- “Minha candidata é Dilma. Ela será a próxima presidente do Brasil. Sei que vão me acusar de ingerência, mas o meu coraçãozinho é que está falando: minha candidata é Dilma!”

Lula, presente ao convescote amigo, lamentou ser uma desgraça Chávez não votar no Brasil, mas agradeceu o empenho do intrépido parceiro. Este, por sua vez, de braços dados com o sindicalista-presidente (fundador do Foro de São Paulo), foi ainda mais incisivo junto ao repórter de “O Globo”:

- “Mas Lula não se vai, hein! Ele fica, assim como Néstor Kirchner, que se foi, mas não se foi”... – completou, reportando-se ao caso da Argentina, cujo governo, formalmente nas mãos de Cristina Kirchner, na prática é presidido pelo marido, Néstor, ao lado da gang sindicalista.

Por que Dilma Rousseff inspira tanta confiança em gente do porte de Chávez, o delirante ditador venezuelano?

Bem, antes de tudo porque Chávez, de início fundador do “Movimento Quinta República” (considerado, então, de “extrema direita”), passou marcha a ré e, depois de ouvir Fidel Castro na ilha-cárcere do Caribe, tornou-se arauto da famigerada “Revolução Bolivariana”, um enclave cubano no seio daa América do Sul.

Com efeito, o tenente-coronel Hugo Chávez se constitui hoje, para a esquerda continental, um exemplo invejável de como conduzir o poder político para chegar ao Socialismo do Século XXI: por meio da força ou da manipulação institucional, sobejamente articulada, ele tem sabido impor ao povo venezuelano uma agenda de duras medidas revolucionárias, no entender dos seus “companheiros de jornada”, dignas da maior admiração.

É fato: sob o tacão de Chávez, engrossado pelos bilionários dólares do petróleo, corrompem-se e dominam-se os poderes legislativo e judiciário; sufocam-se as liberdades de expressão; controlam-se sindicatos e fundos de pensões; reprimem-se nas ruas as massas insatisfeitas; desencadeiam-se perseguições férreas sobre presumíveis adversários - prendendo-os, exilando-os ou simplesmente matando-os; abastardam-se, por meio de subsídios ou ameaças fiscais, os empresários e as forças produtivas da nação.

Ademais, para aliciar a vontade campesina com promessas alvissareiras, promulgam-se decretos de expropriações de “latifúndios improdutivos” para repasses de terras que jamais se concretizam; criam-se, com as “missões bolivarianas”, do tipo bolsa-família, práticas assistencialistas que só fazem prolongar a fome endêmica da população carente; e, por fim, para se manter as massas anestesiadas, promovem-se permanentes campanhas publicitárias tocadas por especialistas na arte de mentir em larga escala.

Por outro lado, no plano político das relações internacionais, satanizam-se os Estados Unidos e a República de Israel ao apontá-los como responsáveis pelas mazelas prevalecentes nos países do chamado Terceiro Mundo.

Cuba, Brasil, Bolívia, Nicarágua, Paraguai, Uruguai, Equador, Argentina e a própria Venezuela são países aos quais os integrantes do Foro de São Paulo julgam em condições políticas mais estratégicas para se compor a sonhada União Revolucionária Socialista da América Latina (URSAL), prevista para emergir nas próximas duas décadas – ou mesmo antes disso.

No Brasil, em particular, as etapas para se chegar ao Socialismo do Século XXI foram claramente expressas no programa de governo da companheira Dilma, apresentado recentemente, em tom de controvérsia, à Justiça Eleitoral.

De fato, em que pese ter causado alvoroço, o documento programático da candidata de Lula não traz nenhuma novidade, pois, como é notório, os seus itens básicos vinham sendo formulados há vários anos pelos mentores do Foro de São Paulo em parceria com a “ala mais avançada” do PT, ambos responsáveis pelo Programa Nacional de Direitos Humanos, o famigerado PNDH-3. (Aqui, vale lembrar, este documento de teor totalitário, encaminhado ao Congresso Nacional pelo Secretário Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, foi repudiado em gênero, número e grau pela sociedade e instituições civis brasileiras).

Mas em que consiste o programa de governo da companheira Dilma?

De forma abreviada, o seu programa de governo, que incorpora sérias ameaças à democracia representativa (razão de ser do entusiasmo chavista), levanta, entre outros, os seguintes destaques:

1 - Controle “social” da mídia, dando ao governo instrumentos para castigar jornalistas, interferir na programação, no gerenciamento e na propriedade das emissoras de rádio e tv.

2 – Rever a Lei da Anistia, com o propósito de punir torturadores da era militar, excluída, no entanto, qualquer possibilidade de se penalizar subversivos e terroristas dos “anos de chumbo”, responsáveis por centenas de mortes, seqüestros e atentados, hoje encastelados no aparato governamental.

3 – Aumentar impostos para sobretaxar as grandes fortunas, no fundo uma manobra com o objetivo de garfar a poupança alheia e punir o empresário e o capital produtivo.

4 – Abolição da propriedade privada, com a criação de uma “instância agrária superior” para impedir que juízes determinem a reintegração de posse de terras invadidas pelo bando do MST.

5 – Legalização do aborto, em qualquer situação, por se tratar, tão somente, de um “problema de saúde”, alheio ao princípio do respeito à vida humana.

6 – Ampliação do dos poderes do Estado, com a criação de leis coercitivas e novas empresas estatais, conforme previsto pela “Revolução Bolivariana” de Chávez, cuja essência é a mesma que preside o “Estado Forte” do companheiro Lula.

Como se vê, não há grande diferença entre o que faz e pensa o revolucionário Hugo Chávez e o que pretende fazer (e, em parte, vem fazendo) a companheira Dilma Rousseff, de formação marxista-leninista. Ambos, conforme deixam claro, querem consertar o mundo “injusto e desigual” pelas vias milagreiras do socialismo – o mesmo que levou Cuba à ruína e o povo da ilha-cárcere à miséria permanente.

Os formadores de opinião da mídia amestrada, como era previsto, diante do programa radical enviado pelo PT ao TSE, no qual constava a rubrica da candidata, vêm considerando o documento surpreendente e contraditório. Eles se interrogam diante do óbvio: é de Dilma ou da ala radical do PT a autoria do programa levado à Justiça Eleitoral? Um documento que não leva assinatura, mas que é rubricado pela candidata, tem ou não tem validade? A versão radical do programa será ou não levada adiante por Dilma Rousseff, caso eleita?

Para mim, nada disso tem muito significado, ou melhor: o seu significado é justamente o da controvérsia. Como se sabe, é da natureza socialista fazer a política do jogo duplo com o objetivo expresso de tungar a democracia. O próprio Lênin, amparado numa hierarquia fortemente centralizada, fez da ambigüidade uma estratégia política, atuando ora às claras, ora de forma dissimulada, mas sempre inversa ao que propunha ou escondia das massas. “Iludir, falsificar ou dizer a verdade” – afirmava Lenin nas suas Teses de Abril – “é o dever de todo revolucionário que, para desnortear a Duma (parlamento russo), queira conquistar e manter o poder”.

O mais incrível, no entanto, é que José Serra, sendo da oposição e “sabendo das coisas”, tenha afirmado de público que “vai fazer um governo mais à esquerda do que Dilma”. É de doer. Assim não dá.

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

A SEMELHANÇA

Equivalência forçada


Por Olavo de Carvalho (*)

Ao noticiar a prisão de Alejandro Peña Esclusa, a TV Globo praticamente endossou a versão oficial chavista de que o fundador da UnoAmérica tinha explosivos em casa e planejava um atentado em parceria com um alegado terrorista (na verdade um pífio ladrão de carros), o salvadorenho Francisco Chávez Abarca.

Quem quer que ouse mencionar em público o poder crescente e avassalador do Foro de São Paulo, fato comprovado por mil documentos e visível com os olhos da cara, é imediatamente acusado de "teórico da conspiração" e "paranóico". Mas, evidentemente, não há paranóia nenhuma, nem mania de conspiração, quando ao mais leve sinal de que alguém não gosta do comunismo ou do PT a mídia em peso se levanta para denunciar, em tons apocalípticos, o "rearmamento da direita" e o retorno iminente da ditadura militar.

Exemplos, como esse, de percepção invertida - a patologia mental característica das ideologias revolucionárias - reaparecem praticamente todos os dias nos jornais e revistas deste país, e se tornaram tão costumeiros que já ninguém repara no que têm de perverso, de monstruoso, de estupidificante.

Os jornalistas da minha geração, imperando nas redações desde há vinte anos, apegaram-se de tal modo à sua mitologia de juventude, que, para poder continuar acreditando nela e vendendo-a ao público depois de tantas vezes desmoralizada, não hesitam em demolir a própria inteligência e proceder como se tivessem QI de galinhas.

O mais impressionante é o ar de seriedade - forçada até ao desespero - com que se entregam a esse exercício.

Ao noticiar a prisão de Alejandro Peña Esclusa, a TV Globo praticamente endossou a versão oficial chavista de que o fundador da UnoAmérica tinha explosivos em casa e planejava um atentado em parceria com um alegado terrorista (na verdade um pífio ladrão de carros), o salvadorenho Francisco Chávez Abarca. Para fingir que salvava um pouco da sua defunta credibilidade, o canal consentiu apenas em "ouvir o outro lado" um pouquinho e declarar que, segundo a família de Peña, a denúncia era falsa.

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A FARSA CASTRISTA É DESMONTADA

Desmontando a farsaPDFImprimir
16 de julho de 2010

Por Graça Salgueiro (*)

Não sei se há uma “conspiração dos astros” mas o caso é que, sempre que acontece algum fato muito grave e eu tenho acesso a informações valiosíssimas, alguma coisa me impede de atualizar o blog. Desta vez foi com o caso do meu amigo Peña Esclusa. Ontem eu recebi uma montanha de novas e preciosas informações mas estou com uma gripe tão avassaladora que mal consigo me manter em pé. Um pouquinho melhor hoje mas ainda com febre, volto a analisar esta história kafkiana com dados e vídeos que não se vê na mídia, a não ser quando plagiam o que escrevo aqui.

Ontem a mídia brasileira decidiu tocar no assunto Peña Esclusa mas, mesmo assim, limitaram-se os jornalecos a simplesmente repetir a versão oficial da ditadura chavista, em notas secas, sem qualquer análise critica ou, quando muito, ajudando a difamá-lo um pouco mais. Mesmo para quem não conhece Alejandro – nem de perto nem de longe -, procurar ler o que ele já escreveu em livros e artigos, ou mesmo assistir aos incontáveis vídeos de sua autoria, era o mínimo que se poderia esperar da classe jornalística para ser de fato isenta e fazer uma análise imparcial. Mas não; ninguém quer conhecer a verdade porque isso poria em cheque algumas mentiras plantadas pelo Planalto, como que na Venezuela o problema é “excesso de democracia” ou ainda que “Chávez é o melhor presidente dos últimos cem anos”.

Pois bem, a edição de hoje do Notalatina vai ser praticamente reportada através de alguns vídeos muito reveladores que insisto para que vejam, caso estejam interessados em saber mais sobre esta trama sórdida, criminosa e grosseira que armaram para Alejandro, uma das pessoas mais pacíficas e anti-violência que eu conheço na vida. Aliás, esta minha afirmação pode ser comprovada através dos vídeos que ele semanalmente lançava chamando as pessoas a defender a liberdade e a democracia no nosso continente. Em nenhum deles Alejandro fala em “tomada de poder”, “golpe de estado”, “revolução armada”, etc. Seu discurso é SEMPRE pela via pacífica e pela legalidade constitucional.

O blog do meu amigo Arlindo Montenegro, o “ViVerdeNovo”, apresenta em sua edição de hoje quatro vídeos da entrevista que Indira, esposa do Alejandro, concedeu ao programa “Buenas Noches” do canal “Globovisión”, relatando os pormenores da invasão ao apartamento da família e a prisão de Alejandro. Não deixem de assistir!

No dia 7 de julho, a esposa do suposto terrorista Francisco Chávez Abarca, Karla Trigueiros, concedeu uma entrevista a Ernesto López no programa “Resumen Diálogo”, que vai ao ar pelo canal Megavisión de El Salvador. Nesta entrevista, cujo vídeo segue abaixo, Karla fala logo no início que a prisão de seu marido é arbitrária e forjada, principalmente pela acusação de que ele teria vindo da Guatemala para a Venezuela e lá havia sido preso por suas supostas intenções terroristas. Ela afirma que, se seu marido veio da Guatemala, por que em seu passaporte não recebeu o carimbo da aduana, nem de entrada nem de saída de lá? Se ele veio mesmo da Guatemala, onde está o bilhete do vôo desse país rumo à Venezuela? Nenhuma destas provas existem! Ademais, “supondo” que ele tenha vindo por terra, por que iria parar no aeroporto e não numa rodoviária?

São perguntas que, a meu juízo, se não provam a farsa urdida pelo G2 cubano, devem ao menos ser investigadas a fundo pois, nesse caso, já comprometem de antemão tudo o mais que se seguiu à sua prisão e suas supostas declarações a respeito de Peña Esclusa ser seu “cúmplice”. Ainda nesta entrevista Karla afirma que “conheceu” Posada Carriles mas que nem de longe poderia considerá-lo um amigo ou pessoa das relações de intimidade do casal. Mas, para os que montaram a farsa, Abarca é um terrorista que veio cumprir uma missão a mando de Posada.
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ALIANÇA PRÓSPERA

Os laços do PCC e do CV com a cocaína na BolíviaPDFImprimir
16 de julho de 2010

Por Eduardo Reina

O jornal La Razón, da Bolívia, manchetou hoje que o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo, o Comando Vermelho (CV), do Rio, e o cartel mexicano Zeta estabeleceram conexões com clãs familiares de narcotraficantes bolivianos. Segundo o diário, o vice-ministro de Defesa Social, Felipe Cáceres disse que as três organizações criminosas estão agindo em sociedade. O PCC e a CV têm emissários operando na Bolívia e o Brasil se tornou o principal mercado para a cocaína boliviana. Segundo Cáceres, informa o La Razón, até o dia 12 de julho haviam sido presos em território da Bolívia 2.151 narcotraficantes, a maioria colombianos, brasileiros e paraguaios.

De acordo com o vice-ministro, não há uma conexão direta entre a quantidade de cocaína e o incremento da venda da droga. Cácares afirmou que há mais droga sendo ofertada porque uma tecnologia colombiana de fabricação permite que com menos coca se fabrique maior quantidade da droga. No passado, com 700 libras de pasta de cocaína se produzia um quilo da droga. Mas hoje se produz dois quilos com a mesma quantidade de pasta.

MENOS UM





Impugnado deputado que 'se lixa' para opinião pública

Sérgio Moraes no Rio Grande do Sul, Heráclito Fortes no Piauí, José Carlos Gratz no Espírito Santo, Ivo Cassol e Expedito Júnior em Rondônia. Cresce lista dos ameaçados pelo ficha limpa

Diógenes/Câmara
Sérgio Moraes, o deputado que se lixa para a opinião pública, está com a candidatura impugnada

Mário Coelho

Com a entrada na Justiça Eleitoral de ações de impugnação em mais quatro estados, políticos conhecidos nacionalmente correm o risco de serem obrigados a sair da disputa por conta da Lei do Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10). Nomes como do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo José Carlos Gratz, do ex-deputado Marcelino Fraga (PMDB-ES), dos deputados Pompeo de Mattos (PDT-RS) e Sérgio Moraes (PTB-RS), do ex-senador Expedito Júnior (PSDB-RO), da ex-prefeita de Boa Vista Teresa Jucá (mulher do líder do governo no Senado, Romero Jucá), e do ex-governador Ivo Cassol (PP-RO) foram impugnados (ou seja, contestados). Agora, a Justiça Eleitoral examinará essas impugnações e confirmará ou não se esses candidatos ficarão mesmo inelegíveis.

Veja a lista atualizada dos candidatos impugnados

As ações de impugnação de candidatos por conta da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) não para de aumentar. As representações pularam de 237, número parcial de ontem (13), para 360 hoje (14).
As procuradorias eleitorais de seis estados e o Distrito Federal apresentaram 123 novas representações para tirar do pleito pessoas com problemas na Justiça. As candidaturas são oficialmente contestadas em 22 unidades da federação com base na nova lei.

Heráclito

O procurador regional eleitoral do Piauí, Marco Aurélio Adão, entrou com a ação de impugnação contra Heráclito Fortes nesta quarta-feira (14). O senador foi condenado em decisão colegiada pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJPI) por abuso de poder econômico e político em benefício pessoal, conduta praticada quando era prefeito de Teresina, entre 1989 e 1993.

No entanto, o senador conseguiu um efeito suspensivo no Supremo Tribunal Federal (STF), concedido pelo ministro Gilmar Mendes. A liminar suspende a condenação imposta ao senador para efeitos da Lei Complementar 135 até que a 2ª Turma do STF conclua o julgamento do recurso extraordinário apresentado pelo senador contra a decisão dada pelo TJPI. Segundo o procuradoria eleitoral, a impugnação foi apresentada para respeitar os prazos do calendário eleitoral. Até que haja decisão final sobre a condenação de Heráclito, a candidatura dele fica sub júdice.

Gratz

Dos novos casos apresentados, um dos que mais chama a atenção é o de José Carlos Gratz (PSL). O ex-deputado estadual se inscreveu para concorrer a uma vaga ao Senado. No entanto, de acordo com os promotores eleitorais do Espírito Santo, ele está enquadrado em diversas causas de inelegibilidade previstas na Lei da Ficha Limpa. Gratz, diz o Ministério Público Eleitoral (MPE), possui contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Espírito Santo e responde a inúmeras ações cíveis e penais, inclusive com decisões transitadas em julgado.

Por exemplo, Gratz foi cassado por abuso de poder político na campanha de 2002 e está inelegível por oito anos a partir da condenação. Ele foi condenado pelo Tribunal REgional Eleitoral (TRE-ES), que entendeu que ele usou o calçamento de ruas no município de Vila Velha como forma de obter votos dos moradores beneficiados. Na esfera penal, José Carlos Gratz foi alvo de condenação definitiva na Justiça estadual pela prática do crime de peculato.

Gratz, para tentar evitar a impugnação, entrou duas vezes no Supremo Tribunal Federal (STF) contestando a Lei do Ficha Limpa. Na primeira vez, o ministro Dias Toffoli decidiu remeter o caso para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na outra, a ação permaneceu na corte e foi negada pelo ministro Carlos Ayres Britto. Para o ministro, o ex-deputado usou como instrumento jurídico uma reclamação, que não é o instrumento apropriado para discussão de constitucionalidade de uma lei.

Outro ex-parlamentar impugnado é Marcelino Fraga. Em 2006, ele renunciou ao mandato de deputado federal para evitar as sanções decorrentes de uma eventual cassação. Fraga foi alvo de investigação, junto com outros parlamentares, da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou a Máfia das Sanguessugas. Seu caso foi levado para o Conselho de Ética da Câmara. Antes de ser julgado pelos pares, renunciou para não perder os direitos políticos.

Pompeo de Mattos e Sérgio Moraes

Outros parlamentares que estão na mira do Ficha Limpa são os gaúchos Pompeo de Mattos (PDT) e Sérgio Moraes (PTB). O petebista foi condenado por improbibidade administrativa quando era prefeito de Santa Cruz do Sul (RS). Ele foi o primeiro relator do caso envolvendo o deputado Edmar Moreira (PR-MG), que ficou conhecido por ser dono de um castelo em Minas Gerais e não ter declarado o imóvel à Justiça Eleitoral. Contestado por querer inocentar Edmar Moreira, Moraes disse, na época, que se "lixava para a opinião pública" e acabou saindo da relatoria. Já o pedetista foi condenado por abuso do poder econômico com sentença de inelegibilidade.

Em Rondônia, o ex-senador Expedito Junior (PSDB) é considerado o favorito na disputa pelo governo. No entanto, por ter sido cassado pela Justiça Eleitoral em decisão transitada em julgada, tem os direitos políticos cassados por oito anos. Ele foi condenado por abuso de poder econômico e compra de votos. Seus advogados acreditam, no entanto, que como a decisão já transitou em julgado e ele já cumpriu a pena, o Ficha Limpa não pode retroagir para atingi-lo.

A mesma situação enfrenta o ex-governador Ivo Cassol, que renunciou ao cargo em março para disputar uma vaga no Senado. Antes, foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO) na ação que também levou à condenação de Expedito.

O levantamento feito pelo site leva em conta as ações protocoladas pelo MPE nos estados. Até o momento, 19 estados e o Distrito Federal divulgaram as representações feitas com base no Ficha Limpa. Outras unidades da federação devem fazer isso até o fim da semana, já que o prazo para apresentar os pedidos começam a contar a partir da publicação das listas com candidatos no Diário da Justiça.

Neudo Campos e Teresa Jucá

Outros estados apresentaram suas listas de impugnações nesta quarta-feira. Em Roraima, entre as 14 ações, está o deputado Márcio Junqueira (DEM-RR) tem condenação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RR) por corrupção eleitoral. Já Neudo Campos (PP-RR) entrou na lista de impugnáveis pelo Ficha Limpa por conta de uma condenação do Tribunal de Contas da União (TCU). Maria Tereza Saenz Surita Jucá, mulher do senador Romero Jucá (PMDB-RR), foi impugnada pelo MPE por conta de uma condenação por improbidade administrativa no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

No Distrito Federal, a procuradoria eleitoral apresentou cinco novas ações relativas à nova legislação eleitoral. Entre eles, está o ex-deputado distrital Junior Brunelli (PSC), que renunciou ao cargo para não enfrentar um processo de cassação na Câmara Legislativa por conta do seu envolvimento na Operação Caixa de Pandora, que revelou o mensalão do ex-governador José Roberto Arruda. Ele apresentou sua candidatura no TRE-DF à revelia do partido. Outro que sofre impugnação é o deputado distrital Benício Tavares (PMDB), condenado pelo crime de apropriação indébita por órgão colegiado da Justiça Eleitoral.

Casal Capiberibe

Quem também corre o risco de sair da disputa eleitoral é o casal Capiberibe. O Ministério Pblico no Amapá entrou com ações contra a deputada Janete Capiberibe (PSB-AP) e o ex-senador João Capiberibe (PSB) por terem sido condenados pelo TRE-AP por compra de votos. O caso ainda tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), que já deu sentença contrária aos dois. Janete e João aguardam o julgamento de um embargo de declaração para que a sentença transite em julgado. As presentações contra eles são duas entre as dez protocoladas pela procuradoria eleitoral.

Também apresentaram suas listas as procuradorias da Bahia (24), Maranhão, que entra com mais duas ações, Pernambuco (3) e Paraíba (2). No total, agora são 22 unidades da federação com ações de impugnação protocoladas pelo Ministério Público Eleitoral.

São Paulo

Em São Paulo, a divulgação das impugnações deve demorar. Lá, por conta da quantidade de candidatos - mais de 2,5 mil - o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) vai publicar quatro editais, em dias diferentes, com a relação dos inscritos. Por conta disso, a Procuradoria Regional Eleitoral do Estado informou, em nota, que o prazo para impugnações deverá se encerrar apenas no início de agosto.

Segundo as normas do TSE, candidatos, partidos políticos, coligações e o Ministério Público Eleitoral têm legitimidade para pedir a impugnação das candidaturas, por meio de uma petição fundamentada ao TRE. A legislação também permite que qualquer cidadão no gozo de seus direitos políticos, no mesmo prazo, dê notícia de inelegibilidade ao juiz eleitoral.

Terminado o prazo para impugnação, os candidatos ou a coligação serão notificados por fax, uma vez que eles terão um prazo de sete dias para contestar o resultado ou se manifestar sobre a inelegibilidade. Encerrado o prazo para produção de provas, as partes apresentarão alegações no período também de cinco dias. Depois, concluso para o relator, o processo irá para julgamento pelo TRE e, conforme a decisão, é possível recorrer ao TS

A POUCA VERGONHA PODE TERMINAR

Procuradora estuda ação que pode tirar Dilma do pleito

15 de julho de 2010 | 16h 19
    MARIÂNGELA GALLUCCI - Agência Estado


A vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau disse que requisitou as fitas da cerimônia de lançamento do edital do trem-bala para estudar a possibilidade de entrar com uma ação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por abuso de poder político e uso da máquina pública em favor da candidata do governo, Dilma Rousseff.

A ação também pode ser feita contra a candidata do PT. Sandra disse que, pelo que ela leu nos jornais, em tese, houve abuso de poder político e uso da máquina pública. "Isso é absolutamente proibido", afirmou. Esse tipo de ação que Sandra estuda ingressar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se acatada, pode resultar até na cassação da candidatura da pessoa beneficiada pelo uso da máquina do governo.

Pela ação, o presidente Lula pode ser punido com multa e até responder uma ação por abuso de poder político. Na terça-feira, durante a cerimônia oficial de lançamento do edital do trem-bala que ligará São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro, o presidente Lula promoveu Dilma, atribuindo a ela a responsabilidade pelo projeto do Trem de Alta Velocidade (TAV).

"A verdade é a seguinte: eu não posso deixar de dizer que nós devemos o sucesso disso tudo que a gente está comemorando a uma mulher", disse o presidente, em solenidade no Centro Cultural Banco do Brasil, sede provisória do governo. "Na verdade, nem poderia falar o nome dela porque tem um processo eleitoral, mas a história a gente também não pode esconder por causa de eleição", completou.

"A verdade é que a companheira Dilma Rousseff assumiu a responsabilidade de fazer esse TAV, e foi ela quem cuidou, junto com a Miriam Belchior, junto com a Erenice (atual ministra da Casa Civil)", continuou, sob aplausos de uma plateia de funcionários comissionados, políticos da base aliada e militante