
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
A TURMINHA DA PESADA ESTÁ TODA ATRÁS DAS GRADES POR ROUBO AO ERÁRIO

quinta-feira, 9 de setembro de 2010
GESTORES DA RECEITA FEDERAL DÃO DECLARAÇÃO PÚBLICA SOBRE O ESCÂNDALO DA QUEBRA DE SIGILO FISCAL
Em virtude da constante veiculação de notícias relacionadas a caso de violação de sigilo expondo de forma inapropriada a imagem da Receita Federal do Brasil, Gestores da Instituição divulgaram na última segunda-feira (6/9) nota à imprensa manifestando profunda indignação com os acontecimentos. Leia a íntegra do documento.
NOTA À IMPRENSA
Tendo em vista notícias publicadas na mídia nos últimos dias, que podem denegrir a imagem da Secretaria da Receita Federal do Brasil, vimos manifestar nossa profunda indignação, pelas razões a seguir expostas.
A Receita Federal é órgão de Estado, que cumpre com reconhecida competência sua missão institucional. São inverídicas as insinuações de aparelhamento do Órgão, que é eminentemente técnico. A totalidade dos seus servidores ingressa mediante concurso público e têm elevada conduta ética e compromisso com a instituição e com o nosso país. Seus cargos de Agentes, Delegados, Inspetores, Coordenadores-Gerais, Superintendentes, Subsecretários e Secretário, estão totalmente ocupados por servidores de carreira, o que comprova indubitavelmente a natureza técnica da instituição.
A Receita Federal possui cerca de trinta mil servidores e, diariamente, atende a milhares de contribuintes, realizando, para tal, inúmeras consultas a sua base de dados, em mais de quinhentas unidades distribuídas por todo o país.
Todas as grandes corporações estão sujeitas à falha humana e aos desvios de conduta individuais que maculam a ética e violam leis e normas internas. Para mitigar esses riscos, a Receita Federal dispõe de importante aparato tecnológico e normativo, capaz de identificar esses desvios e punir os responsáveis, respeitado o devido processo legal.
Os sistemas de informação e bancos de dados da Receita Federal, entretanto, estão entre os mais seguros do serviço público no país, restringindo o acesso apenas a pessoas habilitadas e registrando todos os acessos realizados. Em relação às declarações prestadas pelos contribuintes, para cada acesso, são identificados o usuário, data e hora do acesso, o terminal utilizado e sua localização, bem como se houve impressão de documentos e a impressora utilizada.
Os fatos noticiados – acessos eventualmente indevidos a dados sigilosos – são casos isolados. Foram identificados e os seus supostos responsáveis estão sendo investigados. Caso seja comprovada sua culpa, mediante o devido processo legal, serão punidos na forma da lei.
No caso específico de falsificação de documento público a Receita Federal também é vítima e não culpada.
No caso da cessão de senha, ressaltamos que a Receita Federal proíbe essa prática e seus servidores repudiam veementemente esse tipo de comportamento, tipificado na Lei Penal.
A Corregedoria da Receita Federal encaminhou representação à Polícia Federal e Ministério Público para investigação criminal.Na esfera de atuação desses órgãos existem medidas investigativas que somente podem ser utilizados por eles, por extrapolarem a competência legal da Receita Federal.
Uma vez que a Administração da Receita Federal, por meio de sua Corregedoria, está tomando todas as providências de sua competência para esclarecimento e apuração dos fatos, na esfera administrativa, fornecendo tempestivamente as informações permitidas por lei às autoridades competentes, não se justificam os ataques que a instituição vem sofrendo.
Por fim, reiteramos nossa indignação e atestamos que as Regiões Fiscais estão operando em clima de plena normalidade, com o comprometimento dos seus servidores, com o controle efetivo do órgão no uso da informação fiscal por qualquer servidor, e com a certeza de que eventuais desvios serão punidos na forma da lei.
José Oleskovicz, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 1ª Região Fiscal
Esdras Esnarriaga Junior, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 2ª Região Fiscal
Moacyr Mondardo Júnior, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 3ª Região Fiscal
Luiz Fernando Teixeira Nunes, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 4ª Região Fiscal
Zayda Bastos Manatta, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 5ª Região Fiscal
Hermano Lemos de de Avellar Machado, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 6ª Região Fiscal
Eliana Polo Pereira, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 7ª Região Fiscal
José Guilherme Antunes de Vasconcelos, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 8ª Região Fiscal
Luiz Bernardi, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 9ª Região Fiscal
Paulo Renato Silva da Paz, Superintendente da Receita Federal do Brasil na 10ª Região Fiscal
Fausto Vieira Coutinho, Subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal do Brasil
Sandro de Vargas Serpa, Subsecretário de Tributação e Contencioso da Receita Federal do Brasil
Marcos Vinícius Neder de Lima, Subsecretário de Fiscalização da Receita Federal do Brasil
Michiaki Hashimura, Subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal do Brasil
Wolney de Oliveira Cruz, Coordenador-Geral de Planejamento, Organização e Avaliação Institucional
José Ribamar Pontes, Coordenador-Geral de Auditoria Interna
Jose Ildomar Uberti Minuzzi, Coordenador-Geral de Pesquisa e Investigação
Pedro Henrique Mansur, Chefe da Assessoria de Comunicação-Social
Anelise Daudt Prieto, Coordenadora-Geral de Cooperação Fiscal e Integração
Lauri Sérgio Weiler, Ouvidor
José Barroso Tostes Neto, Coordenador-Geral de Administração Aduaneira
Marcos Aurélio Pereira Valadão, Coordenador-Geral de Relações Internacionais
Ana Paula Pedrosa Giglio, Chefe da Assessoria de Acompanhamento Legislativo
Fernando Mombelli, Coordenador-Geral de Tributação
Celso Vilela Chaves Campos, Coordenador-Geral de Estudos, Previsão e Análise
André Rocha Nardelli, Coordenador-Geral de Contencioso Administrativo e Judicial
Antonio Zomer, Coordenador-Geral de Fiscalização
Manoel Antonio Gadelha Dias, Coordenador Especial de Maiores Contribuintes
Iágaro Jung Martins, Coordenador-Geral de Processos Estratégicos
Marcelo de Albuquerque Lins, Coordenador-Geral de Arrecadação e Cobrança
Maria Helena Cotta Cardozo, Coordenadora-Geral de Atendimento e Educação Fiscal
André Felipe Câmara Salvi, Coordenador-Geral de Gestão de Cadastros
Sérgio Augusto Vieira Machado, Coordenador Especial de Ressarcimento, Compensação e Restituição
Marcelo de Melo Souza, Subsecretário de Gestão Corporativa da Receita Federal do Brasil
Carlos Higino Ribeiro de Alencar, Coordenador-Geral de Programação e Logística
Claudia Maria de Andrade, Coordenadora-Geral de Tecnologia da Informação
Erico Pozenato, Coordenador-Geral de Gestão de Pessoas
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
PARTIDO DOS BANDIDOS MENTE NOVAMENTE
06/09/2010
às 17:50Cartório desmente versão do PT sobre filiação de falso procurador de Verônica Serra
Já escrevi aqui sobre a relação do PT com a mentira e expliquei qual é o método que segue o partido. Diante de uma evidência que prove a sua falta, nega o fato, dá uma desculpa esfarrapada qualquer, iguala a mentira à verdade e aposta que uma parte do público ficará com a versão falsa — o que acaba mesmo ocorrendo. Hoje em dia, conta com ajuda da Al Qaeda eletrônica, que se encarrega de martelar e espalhar a mentira. Leiam o que informa a Folha Online. Volto em seguida.
Os registros do cartório da 217ª Zona Eleitoral de Mauá (Grande São Paulo) desmentem a versão do PT paulista de que a filiação ao partido do contador Antonio Carlos Atella Ferreira, o falso procurador da quebra do sigilo fiscal de Veronica Serra, não se consumou por um erro na grafia do nome dele. O banco de dados do cartório aponta o nome dele como filiado ao PT com a grafia correta. Além disso, indica que o cadastro dele na Justiça eleitoral existe desde outubro de 2003.
Segundo registro do cartório da 183ª Zona Eleitoral de Ribeirão Pires (SP), domicilio eleitoral atual de Atella, também não há registros do cancelamento de sua filiação partidária. No sábado, o presidente estadual do PT, Edinho Silva, afirmou em nota que a filiação de Atella foi apresentada ao partido, mas não chegou a ser efetivada. De acordo com o PT paulista, em outubro de 2003, o cadastro de inclusão do nome de Atella o registrou como Antônio Carlos “Atelka”.
“Desde então, o senhor Antonio Carlos Atella Ferreira nunca procurou os dirigentes do diretório de Mauá para corrigir a situação. Da mesma forma, ele nunca participou de qualquer órgão de direção partidária, nem de qualquer evento, seminário, reunião ou atividade, não tendo nunca cumprido quaisquer obrigações estatutárias, nem mesmo sequer comparecido para votar em quaisquer dos nossos processos eleitorais internos”, diz a nota.
O PT afirma ainda que “ele não é considerado integrante do quadro de filiados” e que não participou “minimamente da vida partidária”. Após afirmar sucessivas vezes que nunca teve vínculo partidário, Atella se recusou a confirmar a informação. Questionado pela Folha, disse que “não se lembra” se foi filiado ao PT. Na semana passada, ele prestou depoimento à Polícia Federal em São Paulo, em inquérito que corre em Brasília, mas não foi indiciado.
Comento
Espero que aquela cronista não diga que mentir assim é tão primitivo que nem parece coisa de petista…
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
A SOVIETIZAÇÃO DAS FFAA
| A sovietização das Forças Armadas |
| 30 de agosto de 2010 | ||||
Os movimentos do PT e sua conspiração totalitária de forma alguma estão confinados ao rosário de mentiras institucionais em torno do projeto eleitoral de perpetuação no poder. Esses episódios em torno do vazamento dos dados da base da Receita Federal, gravíssimos em si, nada são perto do que estão fazendo para preparar o tempo do poder total. Refiro-me aqui às modificações que foram introduzidas na estrutura do ministério da Defesa e na criação do Estado-Maior das Forças Armadas por lei recentemente, agora recheado de “assessores” civis. Bem sabemos que o coração das estruturas militares é a sua linha de comando clara, que tem no topo um chefe preparado e respeitado dentro da instituição. Quebrar essa hierarquia personificada, que tem nome, por órgãos colegiados e sem rosto, é algo próprio da ideologia comunista.
Chamo a atenção para o artigo publicado na revista Isto É (Jobim vai à guerra), única publicação que ousou comentar a gravíssima inovação. O jornalista Hugo Marques sintetizou tudo no primeiro parágrafo da matéria: “Ao anunciar a nova estrutura das Forças Armadas, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou guerra à caserna. Além de subordinar ainda mais os militares ao poder civil, o projeto prevê a redução de postos de comando, transfere o controle sobre as compras de materiais das três Forças e alija os militares de todas as decisões políticas. Se custaram a digerir a criação do próprio Ministério da Defesa há dez anos, os oficiais do Exército, da Aeronáutica e da Marinha agora terão de engolir uma pílula ainda mais amarga. Na opinião de generais ouvidos por ISTOÉ, o abalo maior atingirá o Exército. Um deles, com posto de chefia no comando do Exército, afirma que as mudanças impostas por Jobim serão funestas para os quartéis. “O foco dessa reorganização é a retirada de poder das Forças Armadas. Militar vai virar enfeite”, revolta-se”. | ||||
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TERRORISTA NÃO TEM REMORSO
Terrorista sem remorsos
Terrorista sem remorsos Dilma é uma fria terrorista assumida de público. Para os tribunais internacionais os terroristas e torturadores são psicopatas criminosos idênticos, têm a mesma atitude mental e comportamento, se divertem com o medo alheio, não sentem remorsos por suas ações. Não demonstram sentimentos de culpa pelos crimes, mentiras e traições que cometem. São manipuladores, mentirosos, dissimulados, desonestos e incapazes de experimentar emoções profundas. Por isso, devem ser mantidos afastados e isolados da sociedade. Esses tribunais consideram ainda o terrorismo e a tortura, quaisquer que sejam suas motivações e pseudojustificativas, como crimes hediondos contra a humanidade, e seus crimes imprescritíveis. Se o Brasil fosse um país do primeiro mundo, um país sério, tivesse homens com poder destemidos, jamais uma terrorista assumida, e claramente sem remorsos, como a Dilma?Wanda?Estela? Poderia ser candidata à presidência desta nação. Dictum et factum, aqui o crime compensa.
Ivo SalvanyFortaleza - CE
A COLEÇÃO DE CRIMES DOS BANDIDOS PETISTAS
O crime continuado do PT
- O Estado de São Paulo
Foi preciso uma decisão judicial, tomada na terça-feira, para que o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, pudesse exercer o direito elementar de acesso ao inquérito instaurado na Corregedoria-Geral da Receita para apurar a devassa nas suas declarações de renda - cópias das quais foram parar em mãos de pessoas ligadas à campanha da candidata petista Dilma Rousseff. E só assim o País ficou sabendo, já tardiamente, que o sigilo fiscal de outros contribuintes também foi quebrado na mesma ocasião, com a mesma sórdida intenção de atingir o candidato tucano ao Planalto, José Serra.
Em 16 minutos, na hora do almoço do dia 8 de outubro de 2009, na delegacia do Fisco em Mauá, na Grande São Paulo, foram abertas e impressas as declarações do ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique, Luiz Carlos Mendonça de Barros; do arrecadador informal da campanha de Serra ao Senado em 1994 e em seguida diretor da área internacional do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio de Oliveira; e do empresário Gregorio Marin Preciado, casado com uma prima de Serra.
Os sistemas de controle da Receita identificaram como pertencendo à analista fiscal Antonia Aparecida Neves Silva a senha utilizada para a invasão no computador da servidora Adeilda Ferreira dos Santos. Antonia, contra quem foi aberto processo administrativo, admitiu ter passado a senha a Adeilda e a outra colega, Ana Maria Caroto Cano. Todas negam envolvimento no caso. O processo depende de uma perícia que não tem data para terminar. É incerto igualmente se aparecerão os nomes dos autores e mandantes do crime. Se aparecerem, não será antes da eleição.
O que parece fora de dúvida é que a devassa foi ordenada de dentro do apparat petista para a formação de um dossiê a ser eventualmente usado contra Serra, conforme revelado pela Folha de S.Paulo, que teve acesso ao material. Na campanha de 2006, quando ele concorria ao governo paulista, o coordenador da campanha do então candidato ao Senado pelo PT, Aloizio Mercadante, envolveu-se com a malograda tentativa de um grupo de companheiros de comprar uma papelada para atacar o tucano. Eles foram presos em flagrante com uma bolada de dinheiro. O presidente Lula limitou-se a chamá-los de aloprados.
Não se sabe se desta vez também há dinheiro envolvido na sujeira afinal desmascarada. Ainda que haja, deve ter prevalecido na montagem da operação o mais autêntico espírito partidário do vale-tudo para tomar e permanecer no poder, como, por palavras e atos, o próprio Lula ensina sem cessar à companheirada. Esse espírito está na origem do mensalão, do escândalo dos aloprados e das demais baixarias que vieram à tona nestes 8 anos. Do PT se pode dizer, parafraseando uma citação clássica, que nada esqueceu e nada deixou de aprender em matéria de vilania política.
Aprendeu, sobretudo, que os fins não apenas justificam os meios, mas dependem de meios eficazes para ser alcançados. O principal deles é o controle - no sentido mais raso do termo - da máquina pública. Dos muitos objetivos a que serve o aparelhamento do Estado, um dos mais importantes é criar um disseminado e leal "exército secreto", como já se escreveu nesta página, pronto para fazer os trabalhos sujos que dele se demandem. A ordem tanto pode partir dos mais altos escalões do governo ou do partido como resultar da iniciativa de indivíduos e grupos que conhecem as regras do jogo na casa e sabem a quem recorrer numa ou em outra circunstância.
No caso da violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e a Serra, é até possível que Dilma só viesse a saber dela quando já estava em curso ou depois de escancarada. O que teria sido possível graças a inconfidências de membros da campanha em conflito com o setor de onde parece ter partido a decisão de arrombar o cofre de informações da Receita. Mas, na ordem das coisas que contam, o essencial, o assustador, é que se constituiu no governo uma rede de agentes que a qualquer momento pode funcionar como uma organização criminosa.
Essa estrutura, que se nutre do próprio Estado em que se encastelou, só deverá se fortalecer com a provável vitória da candidata presidencial do PT.
domingo, 29 de agosto de 2010
A VERDADE QUE OS BANDIDOS NÃO DIZEM
sábado, 28 de agosto de 2010
A REFINARIA ESCANDALOSAMENTE CARA DE LULA
Micheline Batista
michelinebatista.pe@dabr.com.br
Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press |
Previsto inicialmente para ser inaugurado em agosto deste ano, o empreendimento agora só deve iniciar as operações no fim de 2012, embora o refino propriamente dito só comece em janeiro ou fevereiro de 2013. Até lá, Lula não será mais presidente da República, porém ele fez questão de garantir que estaria presente à inauguração. Mais. Deixou uma marca definitiva na obra ao imprimir suas mãos numa placa de concreto e autografar um capacete, que depois ficarão expostos no Museu Arqueológico e Cultural da refinaria, ao lado de todos os materiais arqueológicos coletados na área. O museu vai abrigar mais de cem mil vestígios como, por exemplo, uma estrada de pedra do século XIX, uma estrutura de casa e fragmentos de objetos desde o período pré-colonial.
Enquanto a estatal venezuelana PDVSA não efetiva sua participação na sociedade, a Petrobras vai bancando a Abreu e Lima sozinha. De acordo com o presidente da refinaria, Marcelino Guedes, a empresa ainda negocia com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) o depósito das garantias. "O mais importante é que a Petrobras está fazendo a obra", salientou, após entrevista coletiva à imprensa na quinta-feira no Recife.
A Petrobras anunciou que concluiu com êxito as negociações com a PDVSA para construção e operação da Refinaria Abreu e Lima em outubro de 2009, mas até agora a sociedade não foi efetivada. As negociações se arrastavam desde 2002 e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chegou a vir três vezes a Pernambuco. Pelo acordo, a PDVSA terá participação de 40%, então teria que dar logo de cara o valor correspondente a essa fatia no financiamento de R$ 9,8 bilhões contraído pela Petrobras junto ao BNDES.
No discurso que leu em Suape, Lula destacou que a Refinaria Abreu e Lima é um dos mais importantes empreendimentos do setor de refino no Brasil, devendo suprir o aumento da demanda nacional de diesel e outros derivados de petróleo. A unidade foi projetada com capacidade para processar230 mil barris/dia de petróleo, volume correspondente a 11% da capacidade de refino do país. Vai produzir majoritariamente diesel (70%) e ainda gás de cozinha (GLP), nafta petroquímica e coque, para atender aos mercados do Norte e Nordeste. Atualmente, a obra emprega mais de 10 mil pessoas, contingente que deve subir para 28 mil pessoas em março de 2011.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
A IGREJA SE MANIFESTA CONTRA O GOLPE
ABAIXO-ASSINADO DOS BISPOS CATÓLICOS
REPASSANDO.
BISPOS DO Brasil assinaram o documento abaixo. Em palavras oportunas e
objetivas mostraram o perigo que corre à SOCIEDADE BRASILEIRA, com a
implantação do PNDH-3. Com a reação da sociedade algumas modificações e o
Presidente dizendo, como sempre, que não leu o que assinou. Mentiu mais uma
vez.
Com a oficialização da candidatura da Senhora Dilma à Presidência da
República o PT apresentou ao TSE o Plano de governo do Partido e de sua
candidata. Era o PNDH-3, rubricado e assinado por Dona Dilma. Nova reação e
nova retirada e substituição feita nas caladas das noites.
Dona veio à público e disse que rubricou e não leio. Nova mentira.
Debate na rede Vida e a candidata não apareceu. Iria ser perguntada como
ela via o aborto e o PNDH-3. Novamente mentiu para justificar a ausência.
O GRUPO GUARARAPES REPASSA O DOCUMENTO ABAIXO LEMBRANDO que, se Dona Dilma
GANHAR, O PNDH-3 SERÁ O DOCUMENTO DO GOVERNO.
VOTAR NELA É VOTAR CONTRA A IGREJA E CONTRA O BRAIL!
ABAIXO-ASSINADO DOS BISPOS CATÓLICOS
Pronunciamento acerca do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos
(DECRETO Nº 7.037, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, assinado pelo presidente
Lula, com propostas defendidas pela ex-ministra Dilma Roussef).
"Nós abaixo-assinados, impelidos por nosso dever pastoral como Bispos
católicos, provenientes de várias regiões do País, reunidos em um encontro
de atualização pastoral prosseguindo a tradição profética da Igreja
Católica no Brasil que, nos momentos mais significativos da história de
nosso País, sempre se manifestou em favor da democracia, dos legítimos
direitos humanos e do bem comum da sociedade, em continuidade com a
Declaração da CNBB do dia 15 de Janeiro de 2010 e com a Nota da Comissão
Episcopal de Pastoral para a Vida e a Família e em consonância com os
pareceres emitidos por diversos segmentos da sociedade brasileira feridos
pelo III Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3), assinado pelo
Presidente da República no dia 21 de dezembro de 2009 nos vemos no dever de
manifestar publicamente nossa rejeição a determinados pontos deste
Programa. Diz a referida Declaração: "A CNBB reafirma sua posição muitas
vezes manifestada em defesa da vida e da família e contrária à
descriminalização do aborto, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e o
direito de adoção de crianças por casais homoafetivos.
Rejeita, também, a criação de mecanismos para impedir a ostentação de
símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União, pois considera
que tal medida intolerante, pretende ignorar nossas raízes históricas".
Não podemos aceitar que o legítimo direito humano, já reconhecido na
Declaração de 1948, de liberdade religiosa em todos os níveis, inclusive o
público, possa ser cerceado pela imposição ideológica que pretende reduzir
a manifestação religiosa a um âmbito exclusivamente privado. Os símbolos
religiosos expressam a alma do povo brasileiro e são manifestação das
raízes históricas cristãs que ninguém tem o direito de cancelar.
Há propostas que banalizam a vida, descaracterizam a instituição familiar
do matrimônio, cerceiam a liberdade de expressão na imprensa, reduzem as
garantias jurídicas da propriedade privada, limitam o exercício do poder
judiciário, como ainda correm o perigo de reacender conflitos sociais já
pacificados com a lei da anistia. Estas propostas constituem, portanto,
ameaça à própria paz social. Fazemos nossas as palavras do Cardeal Dom
Geraldo Majela Agnelo, Primaz do Brasil, referidas à proposta de
descriminalização do aborto, mas extensivas aos demais aspectos negativos
do programa.
O PNHD 3 pretende fazer passar como direito universal a vontade de uma
minoria, já que a maioria da população brasileira manifestou explicitamente
sua vontade contrária. Fazer aprovar por decreto o que já foi rechaçado
repetidas vezes por órgãos legítimos traz à tona métodos autoritários, dos
quais com muito sacrifício nos libertamos ao restabelecer a democracia no
Brasil na década de 80.
Firmes na esperança, pacientes na tribulação, constantes na oração (Rm 12,
12), confiamos a Deus, Senhor supremo da Vida e da História, os rumos de
nossa Pátria brasileira.
Rio de Janeiro, 28 de Janeiro de 2010.
+ Alano Maria Pena, Arcebispo de Niteroi, RJ Francisco de Assis + Dantas de
Lucena, Bispo de Guarabira Fernando Arêas Rifan, Bispo da + Administração
Apostólica S. João Maria Vianney, Campos, RJ + Benedito Gonçalves Santos,
Bispo de Presidente Prudente, SP Joaquim + Carreira, Bispo Auxiliar de São
Paulo, SP Juarez Silva, Bispo de + Oeiras, PI Manoel Pestana Filho, Bispo
emérito de Anápolis, GO José + Moreira da Silva, Bispo de Januária, MG
Tarcísio Nascentes dos + Santos, Bispo de Divinópolis, MG Guiliano
Frigenni, Bispo de + Parintins, AM Paulo Francisco Machado, Bispo de
Uberlândia Gilberto + Pastana de Oliveira, Bispo de Imperatriz, MA Philipe
Dickmans, + Bispo de Miracema, TO Edney Gouvêa Mattoso, Bispo eleito de
Nova + Friburgo, RJ Carlos Alberto dos Santos, Bispo de Teixeira de +
Freitas - Caravelas, BA Walter Michael Ebejer, Bispo emérito de + União da
Vitória, PR José Antônio Peruzzo, Bispo de Palmas - + Francisco Beltrão, PR
Franco Cuter, Bispo de Grajaú, MA Karl Josef + Romer, Secretário emérito do
Pontifício Conselho para a Família + Roberto Lopes, Abade do Mosteiro de
São Bento, Rio de Janeiro, RJ +Orani João Tempesta OCist., Arcebispo do Rio
de Janeiro, RJ Eugenio +de Araujo Card. Sales, Arcebispo emérito do Rio de
Janeiro, RJ João +Carlos Petrini, Bispo Auxiliar de São Salvador da Bahia
Luciano +Bergamin, Bispo de Nova Iguaçu, RJ Antônio Augusto Dias Duarte,
+Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, RJ Wilson Tadeu Jönck, Bispo +Auxiliar
do Rio de Janeiro Pedro Brito Guimarães, Bispo de São +Raimundo Nonato, PI
Fernando Guimarães, Bispo de Garanhuns, PE +Salvador Paruzzo, Bispo de
Ourinhos, SP José Moureira de Mello, +Bispo de Itapeva, SP José Francisco
Rezende Dias, Bispo de Duque de +Caxias, RJ Laurindo Guizzardi, Bispo de
Foz do Iguaçu, PR Gornônio +Alves da Encarnação Neto, Bispo de
Itapetininga, SP Carmo João +Rhoden, Bispo de Taubaté, SP Ceslau Stanula,
Bispo de Itabuna, BA +João Bosco de Sousa, Bispo de União da Vitória, PR]
Osvino José +Both, Arcebispo Militar do Brasil, BSB Capistrano Francisco
Heim,+Bispo Prelado de Itaituba, PA Aldo di Cillo Pagotto, Arcebispo da
+Paraíba, PB Gil Antonio Moreira, Arcebispo de Juiz de Fora, MG +Moacir
Silva, Bispo de São José dos Campos, SP Diamantino Prata de +Carvalho,
Bispo de Campanha, MG Caetano Ferrari, Bispo de Bauru, SP +Aléssio
Saccardo, Bispo de Ponta de Pedras, PA Heitor de Araújo +Sales, Arcebispo
emérito de Natal, RN Matias Patrício de Macêdo, +Arcebispo de Natal, RN
Geraldo Dantas de Andrade, Bispo auxiliar de +São Luis do Maranhão, MA
Bonifácio Piccinini, Arcebispo emérito de +Cuiabá, MT Tarcísio Scamarussa,
Bispo Auxiliar de São Paulo, SP +Celso José Pinto da Silva, Arcebispo
emérito de Teresina, PI José Palmeira Lessa, Arcebispo de Aracaju, SE
Antônio Carlos Altieri, +Bispo de Caraguatatuba, SP Aloisio Hilário de
Pinho, Bispo emérito +de Jataí, GO Guilherme Porto, Bispo de Sete Lagoas,
MG Adalberto +Paulo da Silva, Bispo Auxiliar emérito de Fortaleza, CE
Bruno +Pedron, Bispo de Ji-Paraná, RO Fernando Mason, Bispo de
Piracicaba,+SP João Mamede Filho, Bispo Auxiliar de São Paulo, SP José
Maria +Pires, Arcebispo emérito de Paraíba, PB Alfredo Schaffler, Bispo de
+Parnaíba, PI João Messi, Bispo de Barra do Piraí - Volta Redonda, +RJ
Friederich Heimler, Bispo de Cruz Alta, RS Osvaldo Giuntini, +Bispo de
Marília, SP Assis Lopes, Bispo auxiliar do Rio de Janeiro,+RJ Edson de
Castro Homem, Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, RJ +Alessandro Ruffinoni,
Bispo auxiliar de Porto Alegre, RS, Leonardo Menezes da Silva, Bispo
auxiliar de Salvador, BA
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
UMA MORTE A SER ESCLARECIDA POR ZÉ DIRCEU ET CATERVA
A DITADURA PETISTA. NÃO MEXA COM ZÉ DIRCEU, SENÃO MORRE. |
Pior ainda, é saber que morreu em circunstâncias estranhas em um presídio de Brasilia, na última segunda feira (26), segundo relato de seu editor, Airo Zamoner.
"Estava com câncer" - foi a informação simplória da administração do presídio.
O Brasil todo tomou conhecimento, em 2005, quando Yves atacou com "bengaladas" o então deputado José Dirceu (PT) que estava sendo processado por liderar o escândalo do "mensalão", chamando-o, publicamente, de corrupto e mau caráter.
Depois do episódio das "bengaladas", Yves não teve mais sossego e se viu obrigado a mudar-se para a Bélgica, por possuir dupla cidadania.
Para tratar de assuntos particulares, em maio deste ano, Yves voltou a Curitiba e, depois, seguiu para Brasilia antes de retornar ao exterior.
Ainda segundo seu editor, ao descer do avião, Yves foi preso, algemado, levado incomunicável para um presidio.
Lá teria sido "adoecido".
Uma ex-namorada residente em Curitiba foi avisada por uma
assistente social da morte do escritor.
Mais uma morte misteriosa.
Com certeza, insolúvel como tantas.
Amigos curitibanos pretendem desvendar tudo por vias judiciais.
Por enquanto, fica a imagem da coragem do amigo Yves fazendo o que muitos brasileiros gostariam de fazer: dar violentas bengaladas nos politicos corruptos que infestam essa nação.
(de Curitiba, Naym Libos)
30 de julho de 2010











