terça-feira, 2 de outubro de 2012

Justiça Eleitoral flagra avião com R$ 1,1 milhão em dinheiro no interior do Pará



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LUCIANA MARSCHALL
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM MARABÁ
AGUIRRE TALENTO
DE BELÉM
Uma denúncia à Justiça Eleitoral do Pará resultou na apreensão de ao menos R$ 1,1 milhão em dinheiro na tarde desta terça-feira em Parauapebas, sudeste do Estado. As notas foram encontradas pela polícia em três sacolas, em uma avião de pequeno porte que acabara de pousar no aeroporto local.
De acordo com o juiz eleitoral Líbio Moura, o dinheiro não declarado seria supostamente para a campanha de algum candidato a prefeito de Parauapebas. Segundo ele, mesmo que não seja caixa dois de campanha, trata-se de um recurso não declarado, o que pode configurar o crime de lavagem de dinheiro.
O piloto e um casal que estavam na aeronave foram levados de avião a Marabá, onde chegaram por volta das 17h30 para o início dos depoimentos. O dinheiro apreendido foi levado para a agência do Banco do Brasil próxima ao aeroporto de Parauapebas.
A última atualização da contagem apontava para R$ 1,1 milhão em notas, segundo o juiz eleitoral.
De acordo com o delegado Alberto Teixeira, superintendente da Polícia Civil no Sudeste do Pará, os depoimentos devem servir para identificar para qual partido os recursos seriam destinados. Depois disso, pode haver decisão pela abertura de um inquérito ou por uma autuação em flagrante.

Senado paga salários de multinacional


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Funcionários do senado têm salários de dar inveja (Fonte: Reprodução/Extra)
REMUNERAÇÕES


Ao longo de 31 anos de carreira, secretária-geral da Mesa Diretora do Senado acumulou salário invejável

fonte | A A A
Um levantamento feito por um colunista da revista Veja mostra que funcionários do senado têm salários de dar inveja a qualquer executivo de uma multinacional.
Um exemplo é o alto salário de uma secretária-geral da Mesa Diretora do Senado. Ao longo de 31 anos de carreira, Cláudia Lyra acumulou um salário nada modesto. De acordo com o Portal de Transparência do Senado, a funcionária recebeu, em setembro, um salário bruto de R$ 40.400. Com os descontos, o salário líquido de Cláudia ficou em R$ 24.700.

Maiores do que o salário da presidente

Um outro claro exemplo dos altos salários pagos pelo Senado é a remuneração da atual diretora-geral da casa, Doris Peixoto. Em setembro, a funcionária, que trabalha há 28 anos no Senado, teve uma salário bruto de R$ 37.715. Com os descontos, o salário de Doris foi de R$22.600.
Esses salários são mais altos do que a remuneração da própria presidente da República, Dilma Rousseff, que no mês passado recebeu líquidos “apenas” R$19.818.
Caro leitor, você acha que os salários pagos na função pública deveriam se equiparar aos do setor privado?
DE VOLTA AO TOPO comentários: (6)

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Editor
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Para alavancar o “lulodependente” Haddad, a neopetista Dilma diz que deseja “meter o bico” em SP



Bem longe – Em comício do companheiro Fernando Haddad, para o qual foi intimada a comparecer por Lula e pelo PT, a presidenteDilma Rousseff aproveitou sua rápida passagem pela capital paulista, na segunda-feira (1), para rebater uma crítica de José Serra. Há dias, o candidato tucano à prefeitura paulistana classificou a participação da presidente na campanha do adversário como “meter o bico”.
Durante comício realizado na Zona Leste da cidade, Dilma discursou e pediu votos para Fernando Haddad, mas aproveitou para dizer que estava na cidade para “meter o bico”. “Estou aqui hoje para meter meu bico nessa eleição porque, para o Brasil, São Paulo é um fato, um acontecimento, sobretudo onde moram milhões de brasileiros. Não tem como dirigir o Brasil sem meter o bico aqui em São Paulo”, declarou a presidente.
Como qualquer cidadão, Dilma tem o direito de ir e vir, desde que para assuntos de campanha política o faça com dinheiro do partido, não com o do contribuinte. A petista precisa ser lembrada que como presidente dos brasileiros não deveria se imiscuir em campanhas eleitorais, mesmo que de correligionários, pois, como noticiamos em edição anterior, 46% dos eleitores brasileiros não votaram na petista em 2010.
Como se fosse pouco, Lula, que também estava presente no comício, disse que o tal “bico” não é predador como dos tucanos. O ex-presidente mostra mais uma vez que sua desfaçatez descomunal. Se o assunto é o viés predador dos políticos, com ou sem bico, o PT ganha essa competição com folga. O Supremo Tribunal Federal, no julgamento da Ação Penal 470, tem comprovado a rapinagem que marcou o governo mais corrupto da história brasileira.
Sobre “meter o bico” em São Paulo, Dilma por certo está equivocada, pois os efeitos do Mensalão do PT ainda continuam provocando estragos na campanha de Haddad. E a situação deve piorar, pois o maior escândalo de corrupção do País entrou de vez no governo de Dilma, depois que o ministro Joaquim Barbosa (STF) autorizou a abertura de inquérito para investigar o petista Fernando Pimentel, amigo da presidente e titular da pasta do Desenvolvimento. Resumindo, o que o paulistano menos quer é mensaleiro ou patroa de corrupto palpitando na Pauliceia Desvairada.
  
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Ex-presidente do PT, Genoino afirma que petistas são “reféns do ódio” da imprensa no caso do mensalão



Choro de ocasião – Réu no processo do Mensalão do PT e presidente da legenda à época do maior escândalo de corrupção do País, o ex-deputado José Genoinorepete alguns dos seus companheiros e apela ao dramalhão na semana em que o Supremo Tribunal Federal começa a julgar o capítulo de corrupção ativa da Ação Penal 470.
A alguns diretores do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Genoino disse que o “ódio” coloca a imprensa contra os réus do mensalão. “É uma tortura de outro tipo. Somos reféns do ódio”, disse Genoino, que garantiu estar enfrentando o momento com “firmeza e serenidade” e que continuará lutando por seus ideais independentemente do resultado do julgamento. “A única coisa que eu tenho na vida é lutar”, declarou o petista.
Tais declarações foram ouvidas por sindicalistas que foram à casa de José Genoino e publicadas no site da entidade na segunda-feira (1).
Defender-se é um direito de qualquer cidadão e, como tal, Genoino deve fazê-lo até o último instante, desde que mantida a coerência e a verdade dos fatos. O ex-deputado petista pode até não ter qualquer envolvimento com o escândalo do Mensalão do PT, como alega seu advogado, mas, como presidente de um dos mais importantes partidos políticos, deveria pelo menos ter estranhado a repentina e inusitada facilidade com que as matérias de interesse do governo Lula foram aprovadas no Congresso Nacional.
De igual modo, Genoino deveria ter estranhado o comportamento do companheiro João Paulo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados e agora já condenado pelo Supremo Tribunal Federal.
Como na vida não há coincidências e na política inexistem inocentes, José Genoino terá de se contentar com a decisão da mais alta Corte da Justiça brasileira. O mais interessante é que enquanto o esquema criminoso rodava sem problema algum a soberba petista grassava no País. Agora que o castelo ruiu, o que não falta é bom moço.
  
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Voto de Celso de Mello serve de lição para Lula e o PT, que apostaram na impunidade, afirma líder



Aprendendo na marra – Líder do PPS na Câmara, o deputado federal Rubens Bueno (PR) afirmou nesta terça-feira (2) que o voto do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, condenando os mensaleiros, “serve de lição para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para o PT e para os demais aliados que apostaram na impunidade ao assaltar os cofres públicos”.
Decano da Suprema Corte, Celso de Mello, ao expor seu voto na última segunda-feira (1º), disse que os réus eram “marginais do poder” e formaram uma quadrilha de “verdadeiros assaltantes dos cofres públicos”.
Além da lição para os envolvidos, o voto do ministro, avalia Bueno, é um alerta para àqueles que ainda hoje enxergam a máquina pública como caminho para o enriquecimento e para a corrupção. “Aqueles que se achavam acima da lei, que usavam o bem público como se fosse seu patrimônio privado ou de seu grupo político estão com as barbas de molho. O Supremo Tribunal Federal, neste julgamento histórico, está dando uma lição ao país”, disse o líder do PPS.
  
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A família em busca da extinção



rockefellersNão por coincidência, o esfarelamento da sociedade em unidades familiares pequenas permanentemente ameaçadas de autodestruição veio acompanhada do fortalecimento inaudito de umas poucas famílias patriarcais, justamente aquelas que estavam e estão na liderança do mesmo processo.

A “família tradicional” que os cristãos e conservadores defendem ardorosamente contra o assédio feminista, gayzista, pansexualista etc., bem como contra a usurpação do pátrio poder pelo Estado, é essencialmente a família nuclear constituída de pai, mãe e filhos (poucos). O cinema consagrou essa imagem como símbolo vivente dos valores fundamentais da cultura americana, e a transmitiu a todos os países da órbita cultural dos EUA.
Mas esse modelo de família nada tem de tradicional. É um subproduto da Revolução Industrial e da Revolução Francesa. A primeira desmantelou as culturas regionais e as unidades de trabalho familiar em que habilidades agrícolas ou artesanais se transmitiam de pai a filho ao longo das gerações; as famílias tradicionais desmembraram-se em pequenas unidades desarraigadas, que vieram para as cidades em busca de emprego. A Revolução Francesa completou o serviço, abolindo os laços tradicionais de lealdade territorial, familiar, pessoal e grupal e instaurando em lugar deles um novo sistema de liames legais e burocráticos em que a obrigação de cada indivíduo vai para o Estado em primeiro lugar e só secundariamente – por permissão do Estado – a seus familiares e amigos. A sociedade “natural”, formada ao longo dos séculos sem nenhum planejamento, por experiência e erro, foi enfim substituída pela sociedade planejada, racional-burocrática, em que os átomos humanos, amputados de qualquer ligação profunda de ordem pessoal e orgânica, só têm uns com os outros relações mecânicas fundadas nos regulamentos do Estado ou afinidades de superfície nascidas de encontros casuais nos ambientes de trabalho e lazer. Tal é a base e origem da moderna família nuclear.
Max Weber descreve esse processo como um capítulo essencial do “desencantamento do mundo”, em que a perda de um sentido maior da existência é mal compensada por sucedâneos ideológicos, pela indústria das diversões públicas e por uma “religião” cada vez mais despojada da sua função essencial de moldar a cultura como um todo. Nessas condições, assinala Weber, é natural que a busca de uma ligação com o sentido profundo da existência reflua para a intimidade de ambientes cada vez mais restritos, entre os quais, evidentemente, a família nuclear. Mas, na medida mesma em que esta é uma entidade jurídica altamente regulamentada e cada vez mais exposta às intrusões da autoridade estatal, ela deixa de ser aos poucos o abrigo ideal da intimidade e é substituída, nessa função, pelas relações extramatrimoniais.
Separada da proteção patriarcal, solta no espaço, dependente inteiramente da burocracia estatal que a esmaga, a família nuclear moderna é por sua estrutura mesma  uma entidade muito frágil, incapaz de resistir ao impacto das mudanças sociais aceleradas e a cada “crise de gerações” que as acompanha necessariamente. Longe de ser a morada dos valores tradicionais, ela é uma etapa de um processo histórico-social abrangente que vai em direção à total erradicação da autoridade familiar e à sua substituição pelo poder impessoal da burocracia.
feminaziNão por coincidência, o esfarelamento da sociedade em unidades familiares pequenas permanentemente ameaçadas de autodestruição veio acompanhada do fortalecimento inaudito de umas poucas famílias patriarcais, justamente aquelas que estavam e estão na liderança do mesmo processo. Refiro-me às dinastias nobiliárquicas e financeiras que hoje constituem o núcleo da elite globalista. Quanto mais uma “ciência social” subsidiada por essas grandes fortunas persuade a população de que a dissolução do patriarcalismo foi um grande progresso da liberdade e dos direitos humanos, mais fortemente a elite mandante se apega à continuidade patriarcalista que garante a perpetuação e ampliação do seu poder ao longo das gerações. Com toda a evidência, a família patriarcal é uma fonte de poder: a história social dos dois últimos séculos é a da transformação do poder patriarcal num privilégio dos muito ricos, negado simultaneamente a milhões de bocós cujos filhos aprendem, na universidade, a festejar o fim do patriarcado como o advento de uma era de liberdade quase paradisíaca. O desenvolvimento inevitável desse processo é a destruição – ou autodestruição -- das próprias famílias nucleares, ou do que delas reste após cada nova “crise de gerações”.
A “defesa da família” torna-se, nesse contexto, a defesa de uma entidade abstrata cujo correspondente no mundo concreto só veio à existência com a finalidade de extinguir-se. A ameaça feminista, gayzista ou pansexualista existe, mas só se torna temível graças à fragilidade intrínseca da entidade contra a qual se volta.
Ou as famílias se agrupam em unidades maiores fundadas em laços pessoais profundos e duradouros, ou sua erradicação é apenas questão de tempo. As comunidades religiosas funcionam às vezes como abrigos temporários onde as famílias encontram proteção e solidariedade. Mas essas comunidades baseiam-se numa uniformidade moral estrita, que exclui os divergentes, motivo pelo qual se tornam vítimas fáceis da drenagem de fiéis pela “crise de gerações”. A família patriarcal não é uma unidade ético-dogmática: é uma unidade biológica e funcional forjada em torno de interesses objetivos permanentes, onde os maus e desajustados sempre acabam sendo aproveitados em alguma função útil ao conjunto.
Em últimas contas, se o patriarcalismo fosse coisa ruim os ricos não o guardariam ciumentamente para si mesmos, mas o distribuiriam aos pobres, preferindo, por seu lado, esfarelar-se em pequenas famílias nucleares. Se fazem precisamente o oposto, é porque sabem o que estão fazendo.

Fotos: família Rockefeller e feministas alemãs.

Publicado no Diário do Comércio.

O atual jogo midiático das FARC



Para as FARC, as conversações de paz são mais um ato guerra pela tomada do poder político; para o governo Santos, são a garantia de sua sobrevivência política e ambições pessoais.

Ainda não se oficializou o início das conversações de paz do governo Santos com as FARC, porém os terroristas já tiraram vantagens político-estratégicas iniciais, que talvez pelo fervor de boa-fé dos colombianos ansiosos para não sofrer mais violência e oportunismo politiqueiro do Congresso e do presidente, passaram desapercebidas aos meios de comunicação.
Os fatos falam por si:
1. Os contatos exploratórios se iniciaram em Cuba com a intromissão de Chávez e as bênçãos da ditadura castrista. A exclusividade da notícia foi para Telesur, que por sua estrutura e orientação ideológica deveria se chamar Telefarc.
2. Ao mesmo tempo, com a libertação dos militares e policiais seqüestrados e do jornalista francês, produziu-se o aparecimento público do Movimento Bolivariano das FARC apresentado com outro nome ribombante e enganoso.
3. Coletiva de imprensa dos terroristas em Havana, carregada de epítetos, frases desafiantes e a farsa de que a bandeira da paz na Colômbia é patrimônio do narco-terrorismo e de seus cúmplices nacionais e internacionais.
4. As FARC são santas pombinhas, enquanto que o Estado colombiano e a “oligarquia” são responsáveis por todos os males causados contra o país por parte dos terroristas.
5. Com a anuência de Santos as FARC não são seqüestradoras e, além disso, diz que devem ajudar a combater o narco-tráfico.
6. O terrorista Simón Trinidad, preso nos Estados Unidos, é membro do comitê negociador.
7. O camarada Carlos Lozano se escudou em seu ofício de jornalista para publicitar uma entrevista com Timochenko, na qual as FARC reafirmam que querem a paz comunista e que a Colômbia inteira lhes deve, por todos os crimes que os terroristas cometeram.
8. As conversações anteriores foram rompidas pela teimosia dos governantes que querem a desmobilização dos terroristas, sem lhes permitir que imponham todas as condições. Sob esta premissa sua luta é justa, não são terroristas e a Colômbia inteira está em dívida com as FARC. Uma vez mais o Estado inicia conversações com complexo de inferioridade.
9. Os terroristas chegam à mesa de conversações para desenvolver um programa preconcebido em um plano estratégico, como um salto qualitativo ao objetivo geral da tomada do poder. A equipe negociadora do governo, nomeada de última hora, chega sem um plano coerente, além de estar integrada por alguns personagens que em conversações anteriores demonstraram sua incompetência, mas, claro, desta vez têm a tarefa de preservar a imagem re-eleitoreira do presidente Santos.
10. Enquanto os terroristas apontam para legitimar seu movimento político dentro da Colômbia e a buscar reconhecimento como Estado em gestação com embaixadas na Venezuela, Equador, Bolívia, Brasil, Nicarágua, Cuba, Uruguai, Noruega e Argentina, a equipe negociadora do governo é uma ferramenta útil para a jogada egocentrista de Santos em três lados: ou é re-eleito, ou é prêmio Nobel da Paz, ou é Secretário Geral da ONU. Finalmente, quando os diálogos falharem, Santos justificará a necessidade de re-elegê-lo, pois como ele se auto-denominou, é o “verdugo dos terroristas” e, modéstia a parte, não há outro colombiano capaz de fazê-lo melhor que ele.
11. Para as FARC, as conversações de paz são mais um ato guerra pela tomada do poder político; para o governo Santos, são a garantia de sua sobrevivência política e ambições pessoais. Como sempre ocorre com as atuações de nossa questionada classe dirigente, a única perdedora é a Colômbia.
12. Não há compromisso das FARC em reparar as vítimas de suas atrocidades. Não se sabe nada dos seqüestrados desaparecidos pelo grupo terrorista, não se menciona nunca a enorme responsabilidade política e penal do Partido Comunista no narcoterrorismo contra a Colômbia, ninguém fala da devolução de terras roubadas pelas FARC aos camponeses, nem se menciona o terrorismo interno contra seus próprios integrantes que, a julgar pelos documentos apreendidos das FARC, supera mais de 1.500 assassinatos de guerrilheiros por “delitos” contra o marxismo-leninismo ao longo de cinco décadas.
Em síntese, devido à politicagem e à falta de foco estratégico do governo e sua equipe negociadora, as FARC já conseguiram uma importante vantagem político-estratégica, com a circunstância agravante de que chegarão a Oslo e Havana impondo condições e manipulando as conversações... como sempre fizeram.

Tradução: Graça Salgueiro

Ação Popular: terrorismo oriundo da Igreja Católica



Em 1935, o Cardeal Leme cria no Rio de Janeiro a Ação Católica, para ampliar a influência da Igreja na sociedade. A Ação Católica era dirigida por Alceu de Amoroso Lima, seguia o conceito do Papa Pio XI e era favorável ao Integralismo, sendo acompanhado por vários padres, entre os quais Hélder Câmara. Outros intelectuais católicos: Jackson de Figueiredo (atuação a partir de 1918), Gustavo Corção, Alfredo Lage, Murilo Mendes, Pe. Leonel Franca; convertidos ao catolicismo: o positivista Júlio César de Morais Carneiro, Pe. Júlio Maria (redentorista), Joaquim Nabuco, Carlos de Laet, Felício dos Santos, Afonso Celso, além de Alceu Amoroso Lima.

A dissolução da Ação Integralista Brasileira (AIB) por Getúlio Vargas em 1938 e a derrota do Fascismo na II Guerra Mundial fizeram com que a Ação Católica se afastasse daquela linha ideológica e, com Dom Hélder Câmara, passou a adotar o modismo esquerdista, atrelado a pensadores como Emanuel Mounier, Teillard de Chardin, Lebret e outros. No início da década de 1960, a Igreja estava ideologicamente dividida, tendo à esquerda Dom Hélder e à direita Dom Jaime de Barros Câmara e Dom Vicente Scherer. A Ação Católica tinha 3 organismos para condução de suas atividades: Juventude Estudantil Católica (JEC) - no meio secundarista, Juventude Operária Católica (JOC) - no meio operário, e Juventude Universitária Católica (JUC) - formado por estudantes de nível superior. A PUC do Rio de Janeiro, orientada pelo Pe. Henrique Vaz, era o principal reduto esquerdista da JUC, onde despontava o líder Aldo Arantes.
Em Minas Gerais, a Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG reunia os principais agitadores da esquerda católica, como Herbert José de Souza ("Betinho"). Integrantes de renome da AP foram José Serra, Paulo Renato, Haroldo Lima, Vinícius Caldeira Brandt, Cláudio Fonteles, Cristóvam Buarque, Plínio de Arruda Sampaio, Henrique Novais, Jean Marc Von Der Weid e Marcos Arruda.

Em 1961, no XXIV Congresso da UNE, a JUC, aliando-se ao PCB, elege Aldo Arantes para a presidência da entidade. “A AP cresceu com tal velocidade no movimento estudantil que nós, os comunistas, que vínhamos ganhando a presidência da UNE desde 56, a partir de 60 perdemos a AP, com Aldo Arantes, Vinícius Caldeira Brant, José Serra” (Sebastião Nery, in “Os filhos de 64”, Jornal Popular, Belém, PA, 6/10/1995).

Logo depois, a UNE filiou-se à União Internacional dos Estudantes (UIE), organização de frente do Movimento Comunista Internacional (MCI), culminando na ira dos conservadores da Igreja, que expulsaram Aldo Arantes da JUC. Os católicos de esquerda, doutrinados para a “revolução brasileira”, abandonaram a Ação Católica e criaram a Ação Popular (AP) em 1962, após congresso realizado em Belo Horizonte.

Durante o governo Goulart, a AP empenha-se nas “reformas de base”, situando-se à esquerda do PCB, o que causa a fuga de seguidores para o exterior após a Contrarrevolução de 1964. A AP apoiava o Método Paulo Freire para alfabetização de adultos, de orientação marxista, o qual foi um plágio, para muito pior, doMétodo Laubach, de Frank Charles Laubach, missionário americano que alfabetizou 60% da população filipina.

A AP continua sua atuação no meio universitário e, nas discussões comunistas de 1965 a 1967, passa a seguir a linha maoísta, com a Revolução Cultural chinesa (que matou 10 milhões de pessoas), apoiando a luta revolucionária. Cuba doou 14 mil dólares para a AP enviar militantes para cursos de guerrilha naquele país. A AP enviou militantes para fazer cursos em Pequim, incluindo Haroldo Lima. A AP criou o Movimento Contra a Ditadura e pregou o voto nulo para as eleições parlamentares de 15/11/1966. A AP enviou representante a Cuba para a IV Conferência Latino-Americana de Estudantes (1966) e teve infiltração no setor metalúrgico (ABC paulista e Contagem, MG).

No campo, a AP organizou camponeses para cortar arame das propriedades (“picada de arame”) e o abate de gado a tiros; as áreas escolhidas para a agitação foram o Vale do Pindaré (MA), a região Água Branca (AL), Zona da Mata (PE) e Zona Cacaueira (Sul da Bahia).

Em 1966, a AP optou pela luta armada e pelo foquismo, em Congresso realizado no Uruguai, e passou a publicar o jornal Revolução. A ação terrorista mais conhecida do movimento foi o atentado no Aeroporto de Guararapes, em 25/7/1966. O alvo era o presidente Costa e Silva, que se salvou porque o voo atrasou. No entanto, morreram no local o almirante reformado Nelson Gomes Fernandes, que teve o crânio esfacelado, e o jornalista Edson Régis de Carvalho, que teve o abdômen dilacerado. O então tenente-coronel Sylvio Ferreira da Silva, hoje general reformado, sofreu amputação traumática dos dedos da mão esquerda e teve lesões graves na coxa esquerda, além de queimaduras de primeiro e segundo graus. Ao todo, houve 15 vítimas, incluindo os acima citados: o inspetor de polícia Haroldo Collares da Cunha Barreto, Antônio Pedro Morais da Cunha, os funcionários públicos Fernando Ferreira Raposo e Ivancir de Castro; os estudantes José Oliveira Silvestre e Amaro Duarte Dias; a professora Anita Ferreira de Carvalho; a comerciária Idalina Maia; os guardas José Severino Barreto e Sebastião Thomaz de Aquino, o “Paraíba”, que teve uma perna amputada; Eunice Gomes de Barros e seu filho Roberto Gomes de Barros, de apenas seis anos de idade.

O mentor do ato terrorista foi o ex-padre Alípio de Freitas, hoje residente em Lisboa, que era membro da comissão militar e dirigente nacional da AP e já atuava nas Ligas Camponesas de Francisco Julião. O executor do crime foi Raimundo Gonçalves Figueiredo, militante da AP. Pela bela obra cívico-cristã, Alípio de Freitas foi beneficiado com indenização de R$ 1,09 milhão, piñata recebida da famigerada Comissão dos Mortos e Desaparecidos Políticos, e Raimundo G. Figueiredo é nome de rua em Belo Horizonte (sua família também foi indenizada).

Em 1968, para evitar outros “rachas”, a AP elaborou o documento “Seis Pontos de Luta Interna”, procurando consenso entre as Correntes 1 e 2. De inspiração maoísta, “o 1º ponto caracterizava o pensamento de Mao como a 3ª etapa da revolução marxista; o 2º ponto descrevia a sociedade brasileira como semicolonial e semifeudal; o 3º definia o caráter da revolução como nacional e democrática; o 4º fazia a opção pela guerra popular como forma de luta; o 5º referia-se aos partidos comunistas, considerando que o PCB se havia ‘contaminado pelo revisionismo’ e que o PC do B era um novo partido e não o continuador do PC fundado em 1922; finalmente o 6º ponto propunha a integração dos militantes à produção (isto é, que deixassem suas profissões e passassem a trabalhar e viver como operários e camponeses), com o objetivo de provocar a transformação ideológica dos que tinham origem pequeno-burguesa” (AUGUSTO, 2001: 263) (1).

Após sua I Reunião Ampliada da Direção Nacional, a AP elegeu a China como modelo de revolução, ao mesmo tempo em que se afastou do PC de Cuba, retirando-se da OLAS (2) e propondo que a UNE se afastasse da OCLAE (3), por considerá-la de “imobilismo e burocratismo”.

Em 1969, um militante da AP participou do sequestro do embaixador Americano Charles Burke Elbrick, em apoio ao MR-8. Em 1971, à noite, uma militante da AP atraiu Antônio Lourenço (“Fernando”), também da AP, para uma emboscada; “Fernando” recebeu vários tiros de rifle 44 e de revólver e foi trucidado a porretadas até a morte; o “justiçamento” ocorreu em Pindaré-Mirim (MA) e foi planejado pelo Comitê Seccional de Santa Inês, subordinado ao CR-8 (Coordenador das atividades da organização no Maranhão e no Piauí).

Em abril de 1971, após a II Reunião Ampliada da Direção Nacional, a AP assumia a denominação de Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil (APML do B). Posteriormente, foi aprovada a tese de unificação da AP com o PC do B. Maria José Jaime, membro do PT/DF (dirigente do INESC), foi um dos “militantes” que receberam treinamento na China, em 1969, quando pertencia à AP.

José Serra, presidente da UNE quando se iniciou a Contrarrevolução de 31/3/1964, foi ministro da Saúde no governo FHC e governador e prefeito de São Paulo. Paulo Renato foi ministro da Educação no governo FHC. Cristóvam Buarque foi governador do Distrito Federal, ministro da Educação no governo Lula e, hoje, é senador da República. Cláudio Fonteles, atualmente membro leigo da Ordem de São Francisco, foi procurador-geral da República de 2003 a 2005, durante o governo Lula da Silva. Fonteles, o beato de pau oco, é também membro da famigerada Comissão Nacional da Verdade, o Pravda Tupiniquim, que recebeu da presidente Dilma Rousseff a missão de reescrever a História recente do Brasil à cara da esquerda, ou seja, à cara da mentira e da calúnia, cujo objetivo maior é enaltecer os honoráveis terroristas de esquerda e satanizar membros das Forças Armadas durante dois longos anos (2012-2014).

Notas:

(1)
 AUGUSTO, Agnaldo Del Nero. A Grande Mentira. Bibliex, Rio, 2001.

(2) OLAS - Organización Latinoamericana de Solidaridadno dia 16/1/1966, 1 dia após o término da Conferência Tricontinental (4), em Havana, Cuba, as 27 delegações latino-americanas reuniram-se para a criação da OLAS, proposta por Salvador Allende. O terrorista brasileiro Carlos Marighela foi convidado oficial para a Conferência da OLAS em 1967. Ola, em espanhol, significa “onda”, seriam, pois, ondas, vagalhões de focos guerrilheiros espalhados por toda a América Latina, como disse o próprio Fidel Castro: “Faremos um Vietnã em cada país da América Latina”. Após a Conferência, começam a surgir movimentos guerrilheiros em vários países da América Latina, principalmente no Chile, Peru, Colômbia, Bolívia, Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela. A OLAS, substituída pela JCR, tem sua continuidade no Foro de São Paulo (FSP) e no Fórum Social Mundial (FSM).

(3) OCLAE - Organização Continental Latino-Americana de Estudantes: fundada em 1966, em Havana, Cuba, esse onagro era o centro de irradiação comunista no continente. Através da luta armada, tinha por objetivo implantar o Comunismo internacional, organizando escolas de guerrilhas em Cuba, para preparar futuros guerrilheiros. Em 1967, organizou-se em Cuba a Conferência OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade), com a presença de Carlos Marighela, do Brasil, e Salvador Allende, Senador do Chile. Após esses eventos, surgiram no Brasil a ALN, a FALN, a FELA, o MRT, a AP, a VPR, o COLINA, a VAR-Palmares (fusão da VPR + COLINA); a REDE (Resistência Democrática) apareceu em 1969. Em 1971, o presidente do Chile, Salvador Allende, afirmou: “Cheguei a este cargo para realizar a transformação econômica e social do Chile, para abrir o caminho para o socialismo. Nosso objetivo é o socialismo marxista, científico, total”.

(4) Conferência Tricontinental - Criada durante a OSPAAAL (5), que se realizou em Havana, Cuba, de 3 a 15/1/1966 – juntamente com o XXIII Congresso do PCUS. (Em 1965, em Gana, ficou decidido que a OSPAA realizaria seu próximo encontro em Cuba, no ano seguinte, para integrar também a América Latina – daí OSPAAAL). “Consiste no princípio de que a coexistência pacífica não se pode estender às chamadas ‘guerras de libertação nacional’, isto é, às guerras ‘entre oprimidos e opressores, entre os povos coloniais explorados e seus exploradores colonialistas e imperialistas’ ” (Meira Penna, in Política Externa, pg. 133). À Tricontinental compareceram representantes de 82 países, dos quais 27 latino-americanos. A delegação brasileira foi composta por Aluísio Palhano e Excelso Rideau Barcelos (indicados por Brizola), Ivan Ribeiro e José Bastos (do PCB), Vinícius Caldeira Brandt (da AP) e Félix Ataíde da Silva, ex-assessor de Miguel Arraes, na época residindo em Cuba. A tônica do encontro foi a defesa da luta armada. No encerramento, Fidel Castro afirmou que a “luta revolucionária deve estender-se a todos os países latino-americanos”. A Tricontinental foi a estratégia que desencadeou a Guerra do Vietnã e guerras civis como em Angola e Moçambique, e os grupos terroristas que surgiram na América Latina a partir de 1967/68, especialmente no Brasil, Argentina e Chile. No campo cultural, a Declaração da Tricontinental recomendava a “publicação de obras clássicas e modernas, a fim de romper o monopólio cultural da chamada civilização ocidental cristã, cuja derrocada deve ser o objetivo de todas as organizações envolvidas nessa verdadeira guerra”. Nesse encontro, o senador Salvador Allende (futuro Presidente do Chile) faria uma proposta aprovada por unanimidade pelas 27 delegações: a criação da OLAS. Assim, no dia 16/1/1966, um dia após o término da Tricontinental, as 27 delegações latino-americanas reuniram-se para a criação da OLAS, que passou a ser dirigida pelo Comitê de Organização, constituído de representantes de Cuba, Brasil, Colômbia, Peru, Uruguai, Venezuela, Guatemala, Guiana e México. A Secretaria-geral foi entregue à cubana Haydee Santamaria, e o representante brasileiro era Aluísio Palhano.

(5) OSPAAAL - Organização de Solidariedade aos Povos da Ásia, África e América Latina: Conferência Tricontinental de Havana, que propunha realizar programas de cooperação de guerrilhas revolucionárias para a África, Ásia e América Latina. “A luta revolucionária armada constitui a linha fundamental da revolução na América Latina. Para a maioria dos países do continente o problema de organizar, iniciar, desenvolver e culminar a luta armada constitui hoje a tarefa imediata e fundamental do movimento revolucionário”(Resolução da I Conferência da OSPAAAL, Havana, 28 Jul a 5/8/1967). Iniciada a luta revolucionária por Che Guevara na Bolívia, A OCLAE, a OLAS e OSPAAAL foram os germes dos movimentos guerrilheiros instalados na América Central (especialmente na Nicarágua, El Salvador e Guatemala), na Colômbia (que até hoje sofre com o terror das FARC e do ELN), na Bolívia (onde morreu Che Guevara), no Peru (onde o Presidente Fujimori praticamente extinguiu o Sendero Luminoso e o MRTA), no Chile (onde Pinochet evitou que a política marxista de Salvador Allende levasse o país ao comunismo), no Brasil (onde surgiram dezenas de movimentos, como a ALN, o MR-8, a VPR, o COLINA), na Argentina (com os Montoneros) e no Uruguai (com os Tupamaros).


PS: Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse Wikipédia do Terrorismo no Brasil

A revista Placar e a desfaçatez anticristã



A repercussão da execrável capa da edição de outubro da Revista Placar – que, para sair em defesa do jogador santista Neymar, o compara a Jesus Cristo –, já gerou bastantes frutos. Corre a Internet, desde a semana passada, um abaixo-assinado em repúdio à capa escolhida pela editora Abril e pela revista Placar que já conta com quase dez mil assinaturas.

Prevendo que esse gesto de imenso mau gosto fosse gerar reações, o diretor da revista, Maurício Barros,deu declarações na semana passada que visavam a tirar qualquer traço culpa ou deliberação do ato da revista: “Acho que pode haver a comparação porque Jesus Cristo foi o crucificado mais famoso, mas a nossa analogia é com a execução, como a crucificação como elemento histórico de execução pública".

Duas coisas curiosas que devemos levar em consideração nessa história são:
1) A cruz não é, nem de longe, o único “elemento histórico de execução pública” passível de ser utilizado como analogia visual. Há dois outros que, por exemplo, poderiam ser muito bem utilizados pela revista: a guilhotina, método de execução pública preferido pelos revolucionários jacobinos durante a Revolução Francesa; e o enforcamento, certamente o método de execução pública mais utilizado na história humana, desde a Antiguidade até os dias de hoje. Ambos passariam exatamente a suposta mensagem que a revista quis passar, qual seja, a de condenação pública. No entanto, essa não é a intenção da revista, o que se demonstra abaixo.

2) Se o objetivo não era comparar Neymar a Jesus Cristo, por que então a revista realizou uma montagem com base numa famosíssima pintura de Cristo crucificado? A obra que serviu de base para a montagem é o quadro “Cristo Crucificado” (1632), do grande retratista barroco Diego Velázquez. Veja abaixo:
neymarcruz 
Repare bem a comparação entre as duas imagens. Os detalhes são exatamente os mesmos: a forma do tecido que cobre o quadril de Jesus Cristo, sangue de seus pés, a posição dos dedos das mãos, até mesmo o lado aberto de Cristo, trespassado pela lança de um soldado romano. Diante dessa evidência claríssima, qualquer justificativa improvisada de dizer que não se queria comparar Neymar a Cristo só pode ser tomada como uma grande e deslavada mentira. O objetivo foi, sim, o de utilizar um símbolo religioso querido a milhões de brasileiros, sinal de Redenção e Salvação para todos aqueles que abraçam a fé cristã, e, assim, promover a revista através da mais baixa e rasteira polêmica.

Temos que continuar a expor esse desrespeito à cultura brasileira e à fé cristã assinando e divulgando a quem conhecemos o abaixo-assinado em repúdio a essa ofensa. Fazer isso não é apenas nosso direito de cidadãos, mas, para aqueles que são cristãos (como eu), é um dever imperioso: como nos apresentaremos diante de Deus e diremos que, até mesmo nas mínimas coisas, nos eximimos defender as verdades de fé legadas por Nosso Senhor?

Mas não basta apenas assinar o abaixo-assinado: precisamos esclarecer as pessoas que conhecemos sobre essa baixeza vil e promover um grande boicote à revista Placar por essa ofensa despropositada a milhões de brasileiros.

Felipe Melo edita o blog da Juventude Conservadora da UnB.