segunda-feira, 3 de setembro de 2012

MENSALÃO: O caso BMG e a pergunta: por que Lula não é réu do processo que corre em primeira instância?



O ministro Joaquim Barbosa conclui hoje o seu voto sobre o envolvimento de diretores do Banco Rural com o mensalão. Deve pedir a condenação de todos eles. Em seguida, Ricardo Lewandowski, o revisor, dá início à leitura de seu cartapácio. Muito bem! Há um grande ausente nesse julgamento — ou dois: o BMG e o senhor Luiz Inácio Lula da Silva.
Sim, diretores do banco estão sendo processados, mas na primeira instância. Como se nota, o caso avançou mais depressa no STF — e “mais depressa”, destaque-se, não quer dizer “rapidamente”. À época, o Ministério Público decidiu esperar para analisar mais detidamente a situação do BMG. A mim, confesso, soa incompreensível. Se sobram evidências — e sobram — contra o Banco Rural, elas são verdadeiramente escandalosos no caso do BMG.
Abaixo, reproduzo um excelente texto publicado pelo site Consultor Jurídico sobre o envolvimento do BMG com o mensalão e a atuação pessoal de um certo Luiz Inácio Lula da Silva. Se hoje há um debate torto sobre a suposta falta de “ato de ofício” para condenar alguns patriotas, no caso do BMG, não falta nada: Lula praticou ato de ofício para beneficiar o banco. Leiam o texto. E se deve fazer a pergunta óbvia: por que o ex-presidente não é um dos réus? Lembro que, hoje, ele não tem mais prerrogativa de foro e pode ser processado na primeira instância.
O caso é impressionante. Vocês verão que nada menos do que TCU, Polícia Federal e Banco Central foram unânimes em apontar irregularidades.
Ah, sim: o BMG deu um emprego a Maria Ângela Saragoça, ex-mulher de José Dirceu. Ela também conseguiu um empréstimo de R$ 43 mil do Banco Rural e, quando vendeu um apartamento, encontrou um comprador muito especial: Rogério Tolentino, sócio de Marcos Valério. O emprego no BMG era de meio período (já que ela era funcionária pública em São Paulo). O presidente do BMG confessou que contratou Maria Ângela a pedido de… Marcos Valério!  
*
Quatro diretores do BMG foram denunciados pela Procuradoria da República por gestão fraudulenta e falsidade ideológica. Na ação, Ricardo Guimarães, João Batista de Abreu, Márcio Alaôr de Araújo e Flávio Guimarães, os diretores do BMG,são acusados pelo Ministério Público Federal de liberar mais de R$ 43 milhões “mediante empréstimos simulados” ao PT e às empresas de Marcos Valério. As informações são da revista Época, que publicou reportagem sobre o assunto. O processo corre em segredo de Justiça na Justiça Federal de Minas Gerais.
O banco não entrou na denúncia do mensalão, feita pelo então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, porque o Ministério Público considerou que deveria investigar melhor as relações do banco com o governo petista. “O BMG foi flagrantemente beneficiado por ações do núcleo político-partidário, que lhe garantiram lucros bilionários na operacionalização de empréstimos consignados de servidores públicos, pensionistas e aposentados do INSS, a partir do ano de 2003”, diz Souza.
Na denúncia, o Ministério Público concluiu que os quatro dirigentes do BMG cometeram crime de gestão fraudulenta, na forma de “pretensos empréstimos, irregularmente autorizados pelos diretores da instituição financeira, a empresas com situação econômico-financeira sabidamente deficitária, incompatível com o montante emprestado e com frágeis garantias”, nas palavras do procurador Patrick Salgado Martins.
O MP afirma que o BMG emprestou dinheiro de modo displicente, sem esperar que o PT ou Marcos Valério pagassem a dívida. Salgado Martins se convenceu disso porque o BMG perdoou altos valores na rolagem das dívidas e pela falta de registro contábil dos empréstimos nas empresas de Valério. É incomum que bancos concedam mais prazo ou mais dinheiro sem receber uma parte do pagamento. O comportamento do BMG fugia ao padrão dos conservadores bancos brasileiros. O banco só começou a cobrar o PT em junho de 2005, quando já havia estourado o escândalo do mensalão.
De acordo com os autos do processo do mensalão, Marcos Valério conquistara a confiança do tesoureiro petista Delúbio Soares, principal encarregado de arrecadar dinheiro para o PT. Depois da eleição de Lula a presidente, afirma o processo, Delúbio dera a Valério aval para fechar negócios em nome do PT, com a garantia de que o governo petista honraria os acordos. Ainda em janeiro de 2003, antes que o governo Lula completasse um mês, Valério já iniciava as tratativas com o BMG e o Rural.
O contato de Valério e Delúbio no BMG era, segundo o inquérito, Ricardo Guimarães, presidente do banco. De acordo com os autos, primeiro Delúbio foi à sede do BMG, em Belo Horizonte, pedir dinheiro a Guimarães. Depois, Valério reforçou o pedido — e se ofereceu como avalista. Logo depois das primeiras reuniões, o processo registra que o BMG começou a liberar dinheiro para o PT e Valério. Em 17 de fevereiro de 2003, o BMG acertou um empréstimo de R$ 2,4 milhões para o PT.
A ação também aponta que cinco dias depois de uma reunião entre José Dirceu, Guimarães e Marcos Valério, o BMG liberou um segundo empréstimo, desta vez para a SMP&B, uma das agências de Valério, no valor de R$ 12 milhões.
Ainda em 2003, o BMG empregou a ex-mulher de Dirceu, Maria Ângela Saragoça, na área de recursos humanos do banco. Ângela já tinha emprego. Dava expediente até as 5 da tarde no serviço público em São Paulo. Ela afirmou mais tarde que trabalhava para o BMG à noite e nos fins de semana. “Minha obrigação era atender, atender não, trabalhar lá meio período bancário. Três horas por dia”, disse.
Facilidades com o INSSEm 2004, cinco dias após o presidente Lula assinar o Decreto 5.180, que abriu a todos os bancos o mercado de crédito consignado a aposentados e pensionistas do INSS, o BMG pediu oficialmente para entrar nesse mercado. Oito dias depois, recebeu autorização do INSS. Outros dez bancos fizeram pedido igual, na mesma época. Todos levaram pelo menos 40 dias para receber a mesma autorização.
Com condições favoráveis, o BMG operou com pouca concorrência num mercado em que a demanda era abundante. Sua carteira de crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS engordou e, três meses depois, o BMG a vendeu à Caixa Econômica Federal por R$ 1 bilhão. O BMG, que já operava com crédito consignado desde 1998, tornou-se um gigante nesse mercado. Fechou o ano de 2004 com lucro de R$ 275 milhões — um crescimento de 205% em relação ao lucro de R$ 90 milhões no ano anterior. No ano seguinte, o lucro foi de R$ 382 milhões.
Àquela altura, o BMG se tornara o 31º banco do país. (Em 2002, antes do governo Lula, o BMG não estava entre as 50 maiores instituições financeiras brasileiras.) No ano passado, o BMG lucrou R$ 583 milhões, comprou outro banco e se tornou o 17º do país em ativos totais. No mês passado, enquanto o Rural se preparava para o julgamento do mensalão no Supremo, o BMG se tornava sócio do Itaú Unibanco, o maior banco da América Latina, cedendo a ele 70% de suas operações no mercado consignado.
Em 2005, após o chamado escândalo do mensalão, o Tribunal de Contas da União examinou a entrada do BMG no mercado de empréstimos consignados do INSS. A Polícia Federal investigou as operações de lavagem de dinheiro do mensalão envolvendo o BMG. O Banco Central analisou a lisura dos empréstimos liberados pelo BMG ao PT e a Marcos Valério. A CPI dos Correios e a Procuradoria-Geral da República centraram-se no nexo entre a concessão desses empréstimos e as vantagens obtidas pelo BMG no crédito consignado do INSS.
Multas e condenações
O TCU, concluiu que “não se encontram razões para a prioridade [à concessão de crédito] dada ao pedido do BMG”. O voto do ministro Augusto Sherman afirmou: “As irregularidades encontradas nos procedimentos adotados pelo ex-presidente do INSS e o tratamento desigual (…) denotam explícito e indevido favorecimento (…) A situação é gravíssima, porque houve a participação direta do então presidente do INSS no atendimento privilegiado e fora dos procedimentos usuais e legais”. Por causa desse caso, o então presidente do INSS, Carlos Bezerra, foi multado em R$ 15 mil.
A PF e o Banco Central investigaram os empréstimos do BMG ao PT. “Restou comprovado que os empréstimos concedidos ao PT e às empresas de Valério foram aprovados pela diretoria sem observância de normas do Banco Central nem tampouco das normas internas do banco”, diz um laudo da PF.
Os peritos apontam três problemas nos empréstimos: o BMG não fez verificações suficientes do PT e das empresas de Valério; as garantias dadas em troca eram frágeis; os relatórios das operações demonstravam que tanto o PT quanto as empresas de Valério não tinham dinheiro suficiente para pagar. O BC concordou e, em novembro de 2007, puniu o BMG e seus principais dirigentes por infrações na condução do banco.
O BMG recorreu da decisão do BC ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, ou Conselhinho, órgão de fiscalização do Ministério da Fazenda. No dia 6 de dezembro do ano passado, o recurso do BMG foi julgado. O relator do caso foi o advogado Francisco Satiro, representante da Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (Ancord). Satiro livrou os dirigentes do BMG da inabilitação. Em seu voto, disse que as operações condenadas pelo Banco Central não ofereceram “efetivo risco ao Sistema Financeiro Nacional”. Com a reforma da decisão do BC, restou-lhes pagar uma multa de R$ 100 mil.
O BMG afirma que todos os empréstimos concedidos ao PT e às empresas relacionadas a Marcos Valério foram precedidos de criteriosa análise de crédito do banco a partir de farta documentação, levando em consideração o conjunto de vários fatores, entre eles situação financeira do tomador, capacidade de pagamento, perspectivas futuras de crescimento, total de endividamento, levantamentos efetuados através do Serasa e Equifax, apontando baixo risco de crédito qualidade e suficiência das garantias apresentadas.
“Todos os depósitos oriundos dos empréstimos foram feitos nas contas dos favorecidos em outras instituições financeiras onde mantinham conta, não cabendo ao BMG o acompanhamento da destinação do próprio”, disse o banco, em nota.
Quanto à acusação de favorecimento no convênio com o INSS, o BMG diz ter seguido os trâmites burocráticos da autarquia, sem qualquer interferência de terceiros. O banco foi a primeira instituição não pagadora de benefício a requerer o credenciamento junto ao órgão, apresentando de plano toda a documentação exigida, pois sempre esteve preparado para se conveniar, diz o banco.
Por Reinaldo Azevedo

BRASIL. POBRE PALAVRA? Doc. nº 196 – 2012


www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

VOCÊ AMA O BRASIL, LOGO VAI REPASSAR PARA OS AMIGOS.
A história se repete. Lembramos que na crise da saída de Jânio (saiu
porque quis) a palavra BRASIL era pouco lembrada. A luta era pelas benesses
do PODER. No Palácio do Piratini discutia-se não o futuro do País, mas quem
ficaria com o Instituto do Açúcar e do Álcool ou a presidência do BB etc.
Brasil não existia para os políticos da época. Citamos Porto Alegre por
razão simples: lá estava instalado o Quartel General de defesa da posse do
Vice-Presidente. 
Estamos em crise MORAL como estávamos naquela época. Vivemos o destino do
MENSALÃO e ninguém se lembra do FUTURO DO BRASIL. Roubaram e muito. Nestes
casos o dinheiro era do povo, pois se roubaram a Nação. O dinheiro é de
todos nós e não da quadrilha chamada pelos dois PROCURADORES GERAL DA
REPÚBLICA. Se fosse só um teríamos dúvidas, mas foram dois que 
classificaram o GRUPO como QUADRILHA.
Todos falam. Alguns defendem (os advogados dentro de suas profissões como,
também, poderiam não defender, dependendo do vil metal) outros atacam, mas
defesa e acusação não falam em devolver o dinheiro do País. Quem se
encontra em jogo não é o senhor A ou B. A gravidade do problema é o destino
da Nação Brasileira.
Todos estão conscientes de que cabe a cada ministro votar a favor ou
contra. Eles precisam pensar que o seu voto pode ser decisivo para o
destino da Nação. Vamos levantar duas hipóteses:
1 – Vitoriosa a tese de que o Mensalão foi um ato criminoso praticado por
uma quadrilha. O resultado terá reflexo positivo no espírito da população
brasileira e muitos dirão que “HÁ JUIZ EM BRASÍLIA”, parodiando a resposta
do moleiro ao todo poderoso imperador Federico II da Prússia. O mais
importante ainda seria o crescimento da confiança no STF tão desgastado,
atualmente. A vitória desta hipótese seria a derrocada do Partido Político
que se encontra no Poder. A ESPERANÇA APARECE. O COMEÇO FAZ O POVO
BRASILEIRO RI E TODOS AGUARDAM O MESMO CAMINHAR.
2 - Vitoriosa a tese de que o Mensalão foi apenas um crime Eleitoral
não praticado por uma quadrilha e sim pelos Partidos Políticos. Uma multa e
todos absolvidos. Seria a total descrença no STF que veria fortalecer
outras ações criminosas. ESTA TESE PODE SER CONSIDERADA AFASTADA, POIS
AINDA NÃO TERMINOU O JULGAMENTO. Seria a impunidade no campo político. 
Seria a glória para o Partido Político que se encontra no Poder.
A situação é grave e todo o nosso futuro dependerá da decisão do SUPREMO
TRIBUNAL FEDERAL. ONZE BRASILEIROS ESTÃO JULGANDO NÃO ROUBOS PRATICADOS POR
MAUS BRASILEIROS E SIM O DESTINO DO PAÍS.
A SITUAÇÃO É TÃO CLARA QUE ATÉ OS CEGOS ESTÃO DESTINGUINDO AS CORES, O QUE
É QUASE IMPOSSÍVEL, MAS A LUZ DA VERDADE É BRILHANTE. 
BRASIL! POBRE PALAVRA? NÃO, O MAIS LINDO PAÍS DO MUNDO! VIVA O STF!
Cartório do 1º Registro de Títulos e Documentos, em Fortaleza. Somos 1.807
civis – 49 da Marinha - 478 do Exército – 51 da Aeronáutica; TOTAL 2.385
RP batistapinheiro30@yahoo.com.br. WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES 3
SETEMBRODE 2012

REPAASE! HÁ ESPERANÇA! MANDE PARA O STF! 

Mulher conta detalhes sobre festa em que o príncipe Harry ficou nu


por E+
Reprodução / TMZ
Reprodução / TMZ
Uma das mulheres que esteve presente na polêmica festa em que o Príncipe Harry foi fotografado sem roupas, realizada no dia 17 de agosto em Las Vegas (EUA), deu uma entrevista dando detalhes sobre a história neste sábado (1º). De acordo com informações do The Mirror, Carrie Reichert ficou cerca de 15 a 20 minutos a sós com o neto da Rainha Elizabeth II dentro do quarto.
“Nós nos beijamos. Ele estava nu no momento e muito ‘soltinho’. Harry estava muito bêbado. Ele não era romântico, foi tudo diversão”, revelou. De acordo com a moça, outras nove garotas estavam na suíte. “Ele foi um cavalheiro, mas estava tão perdido, afetado pelo álcool. Fiquei lá por 15 ou 20 minutos”.
A jovem, natural do Reino Unido, ainda contou que viu príncipe pela primeira vez no andar superior do hotel, enquanto estava à beira da piscina mais cedo naquela noite. Atualmente morando em San Diego, na Califórnia, Carrie estava visitando Las Vegas com algumas amigas e afirmou que desde sempre soube exatamente quem ele era.
"Nasci na Inglaterra e estou bastante familiarizada com a família real. Eu era a única que sabia quem ele era. Todos estavam tipo ‘quem é esse?’, e eu estava como ‘oh meu Deus, ele é o príncipe Harry!’”, finalizou.
Leia mais:

Quero voar no passado


Quero Voar no Passado


Texto de Adilar André Cossa.

Edição do Vídeo Fotógrafo Paulo Resende (Comissário aposentado Varig Paulo Resende)

Música: Nas Asas da Panair. Elis Regina

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=vIotzIBudvc


(leia o texto ouvindo Elis Regina)
 
 
*
*Por Adilar André Cossa
 
*
Quero ouvir o ronco do DC3, o zunido do AVRO, o assovio do YS11
O delicioso barulho das hélices do ELECTRA, o gemido desesperado dos motores do CARAVELLE e BOEING 707 durante a decolagem,
O silencio do BOEING 727 em vôo de cruzeiro, e o escândalo dos reversores do 737 brega.

Quero voar nos charmosos CONSTELATION da Real Aerovias, nos elegantes DC8 da Panair, nos aviões azuis da Cruzeiro do Sul, nos multicoloridos da Transbrasil, nos pontuais da Vasp e na Varig, a estrela brasileira nos céus do mundo.

Quero pousar nos aeroportos de Santos Dumont e Congonhas com chuva e sem anti-skid, quero decolar do Galeão lotado de passageiros e combustível, quero furar o nevoeiro do Salgado Filho, passar lambendo as águas do rio amazonas e pousar naquela pista no meio da s elva, quero sentir o calor dos aeroportos do nordeste e o frio de
Anchorage

Quero voar baixo no DC3 para observar as paisagens, quero apreciar as belezas do Rio e a selva de pedra São Paulo nas asas do ELECTRA e do Boko Moko, quero ver as cidades se tornarem pequenos pontos a bordo do BOEING 707 e DC10, quero ver as nuvens passando pelas janelas do CARAVELLE e BOEING 727, quero ver a poeira durante o pouso do Boeing 737 nos aeroportos do interior.

Quero ver o comandante e o co-piloto pilotando e não apenas apertando botões , o engenheiro de vôo calculando, as solicitas e simpaticas comissárias, os eficientes funcionários de terra, quero visitar a cabine de comando, observar tripulantes acalmando passageiros nervosos.

Quero comida quente, aperitivos, cerveja e vinho quero mimos para lembrar do prazer de voar, quero um banquete no jantar, ser acordado com um delicioso café da manhã e bombons para presentear.

Quero chegar em New York e Miami com os primeiros raios de sol, em Paris e Londres no meio da tarde, em Tókio trocando o dia pela noite, quero voltar para apreciar a beleza do meu pais, quero ver os meus amigos no aeroporto.

Quero chegar no aeroporto vestido com elegância, ser atendido com cortesia, ver os vôos lotados e o despachante puxar de baixo da balcão aqueles cartões de embarque que não deixarão ninguém no chão.

Quero ter apenas tempo de tomar um cafezinho antes do embarque, também quero poltronas confortáveis e espaçosas, vôos pontuais, e guarda chuva se necessário.

Quero caminhar na pista, observar os mecânicos cuidando de aeronave, a comida sendo embarcada, o cheiro de querosene durante o abastecimento, o barulho da usinas, e no topo da escada abanar para os amigos.

Quero agradecer a Santos Dumont pela magnífica invenção, e lhe dizer que no seu pais a aviação é voltada para o bem. Também quero lembrar de todas as pessoas que ajudam e ajudaram transformar a magia de voar em realidade.
 
*
 
*Ex-engenheiro de bordo da Varig - Em 23 outubro de 2007
 
 
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Fonte : Lutando pelos ideais da liberdade - A voz do guerreiro

domingo, 2 de setembro de 2012

Escândalo da quebra da Varilog deve ser investigado pelo CNJ e ação já causa arrepios na Justiça paulista



Tirando o sono – Pelo fato de o Brasil ter se transformado em uma incansável usina de escândalos de corrupção e outros quetais, os brasileiros se tornaram vítimas da própria memória em relação a casos que jamais deveriam ser esquecidos. Entre os tantos, um dos imbróglios que continua sem explicações convincentes é o da misteriosa quebra daVariglog, que após a falência da velha e boa Varig passou para as mãos do fundo de investimentos Matlin Paterson, além de uma trinca de complicados sócios brasileiros.
Com capítulos estranhos de todos os naipes, a epopeia da misteriosa quebra da Variglog pode levar o Conselho Nacional de Justiça a investigar o assunto. Ainda nebuloso, um saque no valor de R$ 4,4 milhões foi feito no caixa da empresa, tendo como beneficiário o escritório Thiollier Advogados, como largamente noticiado à época pela imprensa. Acontece que até agora permanecem as dúvidas a respeito do destino dado ao dinheiro.
Por conta desse mistério, a Corregedoria do CNJ deve receber nas próximas horas, segundo informações obtidas pelo ucho.info, uma denúncia sobre o assunto que já deixa alguns magistrados sobressaltados. Nas rodas paulistanas dos negócios, o que se fala é que muita água suja pode passar por debaixo dessa ponte se de fato o CNJ decidir investigar o caso como se deve.
Discorrer sobre a Varig, que um dia foi a maior e melhor companhia aérea brasileira, requer cuidado, pois o assunto envolve interesses de todos os lados, alguns deles escusos. Um desses mistérios refere-se à venda da própria Varig. Com a interveniência do finado José Alencar Gomes da Silva, então vice-presidente da República, e um estranho pedido do petista Lula, o empresário Constantino de Oliveira, o nada diplomático Nenê, comprou a Varig por R$ 300 milhões para fazer concorrência à Gol, companhia de sua propriedade.
Uma eventual investigação do caso pelo CNJ deve agitar o mundo dos grandes negócios paulistanos e causar arrepios nos corredores do Tribunal de Justiça do mais importante estado brasileiro.
  
Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=59344

Código Penal: sacerdotes católicos unem-se a líderes evangélicos na defesa dos valores cristãos



Aborto, liberação da maconha, gayzismo, e, na prática, a legalização da pedofilia, com a proposta sobre o consentimento para práticas sexuais a partir dos 12 anos. O novo Código Penal, tal como o governo do PT deseja aprovar, nada mais é do que a lista de perversões defendidas pela Nova Esquerda, anticristã por definição, transformada em lei.

No dia 30 de agosto de 2012, Padre Paulo Ricardo esteve no Senado Federal, juntamente com o Padre Berardo Graz, o Padre Luis Carlos Lodi, o Sr. Paulo Fernando, Prof. Felipe Nery e Profª Janaína, a fim de discutir as propostas de mudança para o novo Código Penal.
Além de participar da sessão pública e falar ao Senador Pedro Taques (PDT-MT), Padre Paulo Ricardo e os demais reuniram-se também com o Senador Gim Argello, líder do PTB e o Senador Renan Calheiros, líder do PMDB, entre outros senadores.

AIDS: Para promover a devassidão é preciso um Estado anticristão



Pentecostais e católicos na mira da ONU.


Site do Ministério da Saúde afirma que “Para combater a AIDS é preciso garantir o Estado laico”. Sabendo que o jeito do governo brasileiro combater a AIDS é inchar especialmente grupos gays com gordas verbas de nossos impostos, o resultado final não poderia ser outro: ativistas gays com dinheiro e orgias de sobra, e a AIDS com epidemias de sobra, principalmente entre homossexuais.
Isso não é combater a AIDS. Isso é promover.
Combater, no dicionário, significa “lutar contra” e “fazer guerra”. A promiscuidade e a devassidão sexual, que são as principais causas da epidemia evitável, não estão sendo combatidas. Aliás, o governo brasileiro não tem plano nenhum de fazer guerra aos comportamentos promíscuos e devassos.

Dois minutos de ódio



Jovens imbecilizados pelos dogmas comunistas que imperam nas universidades brasileiras agrediram a Dom Bertrand de Orleans e Bragança e a seu assessor, José Carlos Sepúlveda da Fonseca, em evento realizado na Unesp, em Franca, na última terça-feira (28), gritando slogans stalinistas.

"Para que o mal triunfe, é só preciso que os homens bons não façam nada".
Edmund Burke (1729-1797) 
Tive o prazer de conhecer Dom Bertrand de Orleans e Bragança em uma de minhas viagens a São Paulo. Fui bem recebido por um senhor de semblante austero, porém, de trato muito amistoso e gentil, e passamos horas conversando sobre vários assuntos: história, política, religião católica e os problemas do Brasil. O homem com quem dialoguei nutria um profundo senso de dever e patriotismo que raramente encontramos no país. Era um aristocrata por excelência, um homem que encarnava as virtudes como um dever. E também conhecedor de uma extraordinária cultura histórica. No desenrolar de nossos diálogos, fiz uma pergunta: o que é herdar o legado do príncipe? E ele me respondeu, basicamente, como um serviço, uma responsabilidade, um débito em prestar contas a Deus, ao país e aos altos valores que defendia. Sentia-se com a consciência tranquila por conta desses encargos.

Em favor da liberdade de expressão do prof. Carlos Ramalhete



Assine a petição pública em favor da liberdade de expressão do prof. Carlos Ramalhete, colunista do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba.

Alguns de nós, abaixo assinados, acham que o Prof. Carlos Ramalhete tem razão. Outros não. Mas todos estamos de acordo num ponto: é absolutamente necessário que a Gazeta do Povo continue lhe garantindo o espaço onde ele possa externar livremente suas opiniões com a nobreza e o vigor da sinceridade que o caracteriza.

Os que querem calar a sua voz não são inimigos de toda liberdade. Só são inimigos da liberdade alheia. Da deles próprios eles gostam tanto que querem estendê-la indefinidamente, passando como um rolo compressor sobre a de que quem deles discorde. Sua intolerância à divergência é psicótica, seus métodos de intimidação inconfundivelmente fascistas. Ceder à pressão deles, na ilusão de aplacar-lhes a fúria, é suicídio: sirva-lhes hoje a cabeça do prof. Ramalhete, amanhã eles exigirão a sua. Louvamos enfaticamente a coragem da Gazeta do Povo ao manter entre seus colunistas um homem de convicções honestas e francas, e solicitamos que não mude sua política, que continue honrando, como tem feito até agora, a tradição da liberdade de imprensa
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FARC: os novos "donos" da Colômbia



traidorDesde a semana passada a Venezuela e a Colômbia estão ardendo em chamas, a primeira literalmente, mas como só agora posso atualizar o Notalatina deixo a Venezuela para outro dia, uma vez que o que vem ocorrendo na Colômbia é de uma gravidade assombrosa que precisa ser denunciado urgentemente. O que vou comentar aqui já foi publicado na mídia nacional, entretanto, como tudo o que se publica no Brasil sobre as FARC é para louvá-las e incensá-las, esta edição apresentará vários vídeos e links para documentos que comprovarão minha denúncia e que são frontalmente opostas às publicadas no Brasil.
Quem acompanha o Notalatina, lê meus artigos ou os que traduzo de colombianos, conhece as denúncias que venho fazendo da traição de Santos desde o dia seguinte à sua posse. Em junho desse ano fiz uma denúncia acerca da lei “Marco para a Paz”, do senador Roy Barreras, e que foi finalmente aprovada no mesmo dia (15 de maio) em que Dr Fernando Londoño sofria um atentado perpetrado pelas FARC em pleno centro de Bogotá. Essa lei, apenas para lembrar, oferece o perdão e esquecimento aos crimes de lesa-humanidade cometidos pelos bandos delinqüenciais colombianos, sobretudo as FARC, enquanto a cada dia que passa mais e mais militares que defendem e defenderam o país desses terroristas estão sendo julgados e encarcerados, com testemunhas e testemunhos FALSOS, condenados a longuíssimas penas como pessoas que representam “um perigo para a sociedade”.

A longa noite da estrela vermelha



maostalinMao falava em dizimar metade do povo chinês. Ele dizia que isso tinha acontecido várias vezes na história da China – e em todos os seus projetos para progredir metade da China poderia muito bem ter de morrer.

Foi o mesmo com Stalin. Quando ele disse a Churchill “nós destruímos os kulaks, 10 milhões deles morreram”, ele estava mostrando quem era. Ele estava muito feliz por essas pessoas terem sido exterminadas.

Nota do tradutor:

Daniel Johnson, que conduziu esta conversa, é filho do famoso historiador Paul Johnson e editor e fundador da revista mensal inglesa Standpoint. Jung Chang e Jon Halliday são autores de “Mao: a história desconhecida”, uma biografia de Mao Tse-Tung. Simon Sebag Montefiore é autor de “O Jovem Stalin”, sobre a juventude do ditador soviético, e “Stalin – A Corte do Czar Vermelho”, sobre Stalin, seus aliados e seus amigos e parentes próximos durante os anos de poder.

A escravidão consentida



A atual e futura escravidão têm este caráter: serão buscadas por desejo dos próprios escravos.

O jornal Le Figaro traz uma matéria que dá alguns detalhes da briga existente entre a Apple e a Google: Apple lance une application de plan face à Google Maps. Nela, o jornal francês apresenta a guerra que há, entre essas duas empresas de tecnologia, na busca de adquirir mais força no desenvolvimento de aplicativos que possuem a capacidade de colher dados de seus usuários.
Em princípio, essa parece uma clássica batalha comercial. Com os dados em mãos, as empresas poderiam vender mais facilmente, e por um preço melhor, espaços de propaganda em sites e nos próprios aplicativos. Por exemplo, seria possível o envio de um comercial sobre determinada empresa no momento exato em que o usuário estivesse passando pelas redondezas de sua localização. No entanto, o que parece apenas uma questão de concorrência está se tornando um encarniçada luta por controle absoluto. Tanto a Google como a Apple estão se especializando em colhimento dos dados de seus clientes, de tal maneira que lhes é possível traçar um perfil quase completo de gostos, hábitos e até ideias dessas pessoas. Imagine o poder que essas empresas estão adquirindo com todas essas informações em mãos.
É importante ressaltar, ainda, que ambas as empresas são grandes defensoras de uma agenda global que inclui a promoção do homossexualismo, do aborto, redução populacional, das políticas ecológicas, da ideia do aquecimento global e tudo aquilo que faz parte do planejamento de dominação mundial que nasce dentro das Nações Unidas e outros grupos mais discretos, porém não menos poderosos.
Se torna fácil, então, para essas empresas, segundo suas próprias políticas, empreender qualquer tipo de perseguição, restrição e dificuldades contra aqueles que fazem parte dos grupos não agradáveis aos seus planejamentos.
Julio Severo, incansável batalhador que denuncia há tempos o perigo da agenda homossexual que vem sendo imposta contra a sociedade já sofreu esse tipo de boicote, tendo ficado algum tempo com seu site fora do ar por causa de denúncias infundadas contra seu trabalho. Hoje mesmo, vemos tanto seu site, como o próprio Mídia sem Máscara tendo seu acesso dificultado para aqueles que utilizam o navegador Chrome, da Google. Seria isso já um princípio de demonstração do poder da empresa? Não sei, mas me faz questionar por que, logo dois sites que divulgam ideias contrárias às políticas globais estão sendo afetados por esse problema.
Eu mesmo sou um utilizador dos aparelhos da Apple. Porém, tenho consciência de como me torno vulnerável por isso. É possível, para essa empresa, sem grandes dificuldades, por meio de meus aparelhos, determinar minha localização, o que, convenhamos, não me parece o melhor exemplo de privacidade.
O que estamos vendo, portanto, é uma disputa entre duas grandes empresas de tecnologia que, aparentemente, estão empreendendo todos os seus esforços para se aproximarem da figura do Big Brother. O problema é que, diferente do imaginado por Orwell, essa tirania não está sendo exercida por meio de um poder imposto por algum governo soberano. Ela está ocorrendo dentro de uma liberdade plena de escolha. Isso quer dizer que apenas estamos trocando nossas consciências por um pouco de luxo e conforto.
A atual e futura escravidão têm este caráter: serão buscadas por desejo dos próprios escravos.

Quem conhece os nossos passos?

Mas não são apenas a Apple e a Google que buscam incessantemente a posição de grandes invasores da privacidade alheia. Não poderia ficar de fora dessa briga a toda poderosa Microsoft. Esta, que já foi a maior empresa de tecnologia do mundo e hoje disputa para manter sua fatia (ainda gorda) do mercado, está investindo milhões de dólares em um sistema de monitoração pública, na cidade de Nova York (veja matéria do jornal Le Figaro).
Por esse sistema, o poder público terá acesso, em tempo real, aos dados relativos à movimentação de pessoas pela cidade. Também terá acesso aos dados mantidos gravados no sistema. Placas de carro, número de telefones celular, e até identificação biométrica seria possível. Tudo em nome de quê? Da segurança, evidentemente.
Com esse tipo de acesso e controle de dados, o governo terá em suas mãos informações que possibilitariam encontrar qualquer pessoa, em qualquer momento, na área coberta pelo monitoramento. Apesar disso, as autoridades afirmam que a privacidade não será violada, já que as câmeras de monitoramento apenas captariam imagens dos espaços públicos.
O interessante é que a cidade de Nova York, que outrora teve problemas sérios com violência, vive tempos de tranquilidade, com números baixíssimos de criminalidade. Isso, simplesmente, por causa de uma política de segurança duríssima, que não permite que criminosos, de qualquer tipo, tenham liberdade para agir em sua jurisdição.
Portanto, a que segurança os responsáveis pela criação desse sistema estão se referindo? Apenas pode ser a "sensação de segurança", tão almejada pelos cidadãos. Ainda que os números de ações criminosas sejam baixos, ainda que as chances de uma pessoa ser vítima de um bandido sejam praticamente nulas, sempre é possível invocar a necessidade de segurança. Isso quer dizer que, nessa matéria, toda proposta que prometa fortalecer a sensação de ausência de perigo, é bem aceita.
E assim, o Estado vai aumentando a extensão de seus tentáculos e, passo-a-passo, entra um pouco mais na vida privada de seus próprios cidadãos. Ontem, todo lugar onde alguém estivesse, ainda que público, deveria a privacidade ser respeitada. Hoje, essa privacidade apenas existe, relativamente, dentro de casa. Amanhã, quem sabe o que restará como refúgio?
A ideia que se propaga é que não há privacidade em lugares públicos. Como se privacidade fosse apenas relativa aos atos mais íntimos. Os que assim pensam, esquecem que há a necessidade de mantermos em sigilo também os nossos caminhos, nossas rotinas, nossas preferências, nossos gostos, nossos desejos. Ora, se o governo tem acesso a tudo o que eu faço durante o dia, ainda que não possa ler meus pensamentos, pode, facilmente, deduzir todas aquelas coisas que fazem parte da minha intimidade. Se isso não o torna Deus, pelo menos o faz muito próximo de Satanás.
Até aqui, aceitávamos que apenas Deus teria o poder de tudo ver e tínhamos a plena consciência de que somente Dele não haveria nada que pudéssemos resguardar. Hoje, essa convicção começa a ser destruída, quando vemos que o Estado passa a também ter o poder, que até aqui tínhamos como sobrenatural, de saber tudo o que fazemos. Isso é a destruíção de um imaginário construído em milhares de anos.
O poder estatal tem se mostrado tão veemente que começa a apresentar obras que antes eram tidas como exclusividades divinas. Isso me lembra o texto bíblico que se refere à besta que "seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar..." (Apocalipse 13.14). Esta mesma besta é aquela que imporá uma marca sobre os homens "para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome" (Apocalipse 13.17). Quem, além do Estado, parece demonstrar tamanho poder?
Com a implantação de um sistema como esse, em relação ao qual não devemos nos iludir como algo que estará restrito apenas à cidade americana, já que a própria Microsoft afirma que seu plano é vendê-lo por todo o mundo, cabe-nos perguntar: de quem esperamos o socorro quando nos sentimos em perigo? A quem confiamos nossas vidas para que nos proteja? A quem devotamos grande parte de nosso tempo e recursos? A quem damos conta do que fazemos, compramos, vendemos e temos? Quem esperamos que nos eduque? E, também, quem sabemos que conhece todos os nossos passos? Obviamente, o deus-Estado!

Fábio Blanco, advogado e teólogo, edita o blog Discursos de Cadeira.

Cerca de 10 mil pessoas correm risco de ter contraído vírus mortal nos EUA


Doença já provocou a morte de 2 dos seis contaminados confirmados; vírus se espalhou no Parque Nacional de Yosemite

02 de setembro de 2012 | 11h 23




Efe
LOS ANGELES - Cerca de dez mil pessoas que se alojaram recentemente em cabanas do Parque Nacional de Yosemite correm risco de ter contraído um vírus mortal, informaram nesta sexta-feira, 31, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.
Abrigos no parque de Yosemite - AP
AP
Abrigos no parque de Yosemite
"As pessoas que se hospedaram nas Signature Tent Cabins (no acampamento Curry Village) entre os dias 10 de junho e 24 de agosto poderiam estar em risco de desenvolver o hantavírus nas próximas seis semanas", explicou o CDC em comunicado.
Nas últimas horas foram detectados pelo menos mais dois casos da doença que até agora provocou a morte de duas pessoas, elevando assim o número confirmado de infectados para seis, segundo as autoridades.
Outros supostos casos estão sendo atualmente investigados.
O CDC pediu a qualquer pessoa nessa situação para fazer exames médicos em caso de experimentar algum sintoma associado à síndrome pulmonar por hantavírus (HPS, na sigla em inglês), uma infecção pouco frequente, mas que pode chegar a ser fatal, sendo disseminada por ratos.
Os sintomas são fadiga, febre, dores musculares - especialmente em coxas, quadris e costas -, dor de cabeça, calafrios, enjoos, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e dificuldades para respirar.
Os roedores expulsam o vírus através da urina, dos excrementos e da saliva. Segundo a portal Medline Plus, pequenas gotas com o vírus podem flutuar no ar e os humanos podem contrair a doença se respiram esse ar infectado ou entram em contato com os roedores ou seus excrementos.
O portal acrescenta que as pessoas não contagiam a doença.
Estima-se que a maioria das vítimas contraiu o vírus enquanto permaneceu em uma das 91 cabanas de Curry Village, que posteriormente foram fechadas ao público. No entanto, uma das vítimas pode tê-lo contraído em outra área do Parque.
Embora não exista cura contra o hantavírus, o tratamento após uma pronta detecção pode salvar vidas.
"Quanto antes se detectar e antes se receber o tratamento, maiores são as possibilidades de sobrevivência", disse a médica Vicki Kramer, do Departamento de Saúde Pública americano.
Em 2011, metade dos casos detectados de hantavírus nos EUA acabou em óbito. Desde 1993, quando o vírus foi identificado, a média de mortes em casos detectados é de 36%, segundo o CDC.
 

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    sábado, 1 de setembro de 2012

    "BRASIL CARINHOSO": O DESABAFO DE UMA BRASILEIRA




    Bom dia, dona Dilma!
    Eu também assisti ao seu pronunciamento risonho e maternal na véspera do Dia das Mães. Como cidadã da classe média, mãe, avó e bisavó, pagadora de impostos escorchantes descontados na fonte no meu contracheque de professora aposentada da rede pública mineira e em cada Nota Fiscal Avulsa de Produtora Rural, fiquei preocupada com o anúncio do BRASIL CARINHOSO.
    Brincando de mamãe Noel, dona Dilma? Em ano de eleição municipalista? Faça-me o favor, senhora presidentA!  É preciso que o Brasil crie um mecanismo bastante severo de controle dos impulsos eleitoreiros dos seus executivos (presidente da república, governador e prefeito) para que as matracas de fazer voto sejam banidas da História do Brasil.
    Setenta reais per capita para as famílias miseráveis que têm filhos entre 0 a 06 anos foi um gesto bastante generoso que vai estimular o convívio familiar destas pessoas, porque elas irão, com certeza, reunir sob o mesmo teto o maior número de dependentes para “engordar” sua renda. Por outro lado mulheres e homens miseráveis irão correndo para a cama produzir filhos de cinco em cinco anos. Este é, sem dúvida, um plano qüinqüenal engenhoso de estímulo à vagabundagem, claramente expresso nas diversas bolsas-esmola do governo do PT.
    É muito fácil dar bom dia com chapéu alheio. É muito fácil fazer gracinha, jogar para a platéia. É fácil e é um sintoma evidente de que se trabalha (que se governa, no seu caso) irresponsavelmente.
    Não falo pelos outros, dona Dilma. Falo por mim. Não votei na senhora. Sou bastante madura,  bastante politizada, marxista, sobrevivente da ditadura militar e radicalmente nacionalista. Eu jamais votei nem votarei num petista, simplesmente porque a cartilha doutrinária do PT é raivosa e burra. E o governo é paternalista, provedor, pragmático no mau sentido, e delirante. Vocês são adeptos do “quanto pior, melhor”. São discricionários, praticantes do “bullying” mais indecente da História do Brasil.
     Em 1988 a Assembléia Nacional Constituinte, numa queda-de-braço espetacular, legou ao Brasil uma Carta Magna bastante democrática e moderna. No seu Art. 5º está escrito que todos são iguais perante a lei*.  Aí, quando o PT foi ao paraíso, ele completou esta disposição, enfiando goela abaixo das camadas sociais pagadoras de imposto seu modus governandi a partir do qual todos são iguais perante a leimenos os que são diferentes: os beneficiários das cotas e das bolsas-esmola. A partir de vocês. Sr. Luís Inácio e dona Dilma, negro é negro, pobre é pobre e miserável é miserável. E a Constituição que vá para a pqp. Vocês selecionaram estes brasileiros e brasileiras, colocaram-nos no tronco, como eu faço com o meu gado, e os marcaram com ferro quente, para não deixar dúvida de que são mal-nascidos. Não fizeram propriamente uma exclusão, mas fizeram, com certeza, publicamente, uma apartação étnica e social. E o PROUNI se transformou num balcão de empréstimo pró escolas superiores particulares de qualidade bem duvidosa, convalidadas pelo Ministério de Educação. Faculdades capengas, que estavam na UTI financeira e deveriam ter sido fechadas a bem da moralidade, da ética e da saúde intelectual, empresarial, cultural e política do País. A Câmara Federal endoidou?  O Senado endoidou? O STJ endoidou? O ex-presidente e a atual presidentA endoidaram? Na década de 60 e 70 a gente lutou por uma escola de qualidade, laica, gratuita e democrática. A senhora disse que estava lá, nesta trincheira, se esqueceu disto, dona Dilma?  Oi, por favor, alguém pare o trem que eu quero descer!
    Uma escola pública decente, realista, sintonizada com um País empreendedor, com uma grade curricular objetiva, com professores bem remunerados, bem preparados, orgulhosos da carreira, felizes, é disto que o Brasil precisa. Para ontem.  De ensino técnico, profissionalizante. Para ontem. Nossa grade curricular é tão superficial e supérflua, que o aluno chega ao final do ensino médio incapaz de conjugar um verbo, incapaz de localizar a oração principal de um período composto por coordenação. Não sabe tabuada. Não sabe regra de três. Não sabe calcular juros.  Não sabe o nome dos Estados nem de suas capitais. Em casa não sabe consertar o ferro de passar roupa. Não é capaz de fritar um ovo. O estudante e a estudantA  brasileiros só servem para prestar vestibular, para mais nada. E tomar bomba, o que é mais triste. Nossos meninos e jovens lêem (quando lêem), mas não compreendem o que leram.  Estamos na rabeira do mundo, dona Dilma. Acorde! Digo isto com conhecimento de causa porque domino o assunto. Fui a vida toda professora regente da escola pública mineira, por opção política e ideológica, apesar da humilhação a que Minas submete seus professores. A educação de Minas é uma vergonha, a senhora é mineira (é?), sabe disto tanto quanto eu. Meu contracheque confirma o que estou informando.
    Seu presente para as mães miseráveis seria muito mais aplaudido se anunciasse apenas duas decisões: um programa nacional de planejamento familiar a partir do seu exemplo, como mãe de uma única filha, e uma escola de um turno só, de doze horas. Não sabe como fazer isto? Eu ajudo. Releia Josué de Castro, A GEOGRAFIA DA FOME. Releia Anísio Teixeira. Releia tudo de Darcy Ribeiro. Revisite os governos gaúcho e fluminense de seu meio-conterrâneo e companheiro de PDT, Leonel Brizola. Convide o senador Cristovam Buarque para um café-amigo, mesmo que a Casa Civil torça o nariz. Ele tem o mapa da mina.
    A senhora se lembra dos CIEPs? É disto que o Brasil precisa. De escola em tempo integral, igual para as crianças e adolescentes de todas as camadas, miseráveis ou milionárias. Escola com quatro refeições diárias, escova de dente e banho. E aulas objetivas, evidentemente.  Com biblioteca, auditório e natação. Com um jardim bem cuidado, sombreado, prazeroso. Com uma baita horta, para aprendizado dos alunos e abastecimento da cantina. Escola adequada para os de zero a seis, para estudantes de ensino fundamental e para os de ensino médio, em instalações individuais para um máximo de quinhentos alunos por prédio. Escola no bairro, virando a esquina de casa. De zero a dezessete anos. Dê um pulinho na Finlândia, dona Dilma. No aerolula  dá pra chegar num piscar de olhos. Vá até lá ver como se gerencia a educação pública com responsabilidade e resultado. Enquanto os finlandeses amam a escola, os brasileiros a depredam. Lá eles permanecem. Aqui a evasão é exorbitante. Educação custa caro? Depende do ponto de vista de quem analisa. Só que educação não é despesa. É investimento. E tem que ser feita por qualquer gestor minimamente sério e minimamente inteligente. Povo educado ganha mais, consome mais, come mais corretamente, adoece menos e recolhe mais imposto para as burras dos  governos. Vale à pena investir mais em educação do que em caridade, pelo menos assim penso eu, materialista convicta.
    Antes que eu me esqueça e para ser bem clara: planejamento familiar não tem nada a ver com controle de natalidade. Aliás, é a única medida capaz de evitar a legalização do controle de natalidade, que é uma medida indesejável, apesar de alguns países precisarem recorrer a ela. Uberlândia, inspirada na lei de Cascavel, Paraná, aprovou, em novembro de 1992, a lei do planejamento familiar. Nossa cidade foi a segunda do Brasil a tomar esta iniciativa, antecipando-se ao SUS. Eu, vereadora à época, fui a autora da mesma e declaro isto sem nenhuma vaidade, apenas para a senhora saber com quem está falando.
    Senhora PresidentA, mesmo não tendo votado na senhora, torço pelo sucesso do seu governo como mulher e como cidadã. Mas a maior torcida é para que não lhe falte discernimento, saúde nem coragem para empunhar o chicote e bater forte, se for preciso. A primeira chibatada é o seu veto a este Código Florestal, que ainda está muito ruim, precisado de muito amadurecimento e aprendizado. O planeta terra é muito mais importante do que o lucro do agronegócio e a histeria da reforma agrária fajuta que vocês estão promovendo.  Sou  fazendeira e ao mesmo tempo educadora ambiental. Exatamente por isto não perco a sensatez.  Deixe o Congresso pensar um pouco mais, afinal, pensar não dói e eles estão em Brasília, bem instalados e bem remunerados, para isto mesmo. E acautele-se durante o processo eleitoral que se aproxima. Pega mal quando um político usa a máquina para beneficiar seu partido e sua base aliada. Outros usaram? E daí? A senhora não é “os outros”. A senhora á a senhora, eleita pelo povo brasileiro para ser a presidentA do Brasil, e não a presidentA de um partidinho de aluguel, qualquer.        
    Se conselho fosse bom a gente não dava, vendia. Sei disto, é claro. Assim mesmo vou aconselhá-la a pedir desculpas às outras mães excluídas do seu presente: as mães da classe média baixa, da classe média média, da classe média alta, e da classe dominante, sabe por quê? Porque somos nós, com marido ou sem marido, que, junto com os homens produtivos, geradores de empregos, pagadores de impostos, sustentamos a carruagem milionária e a corte perdulária do seu governo tendencioso, refém do PT e da base aliada oportunista e voraz.
    A senhora, confinada no seu palácio, conhece ao vivo os beneficiários da Bolsa-família?Os muitos que eu conheço se recusam a aceitar qualquer trabalho de carteira assinada, por medo de perder o benefício. Estou firmemente convencida de que este novo programa, BRASIL CARINHOSO, além de não solucionar o problema de ninguém, ainda tem o condão de produzir uma casta inoperante, parasita social, sem qualificação profissional, que não levará nosso País a lugar nenhum. E, o que é mais grave, com o excesso de propaganda institucional feita incessantemente pelo governo petista na última década, o Brasil está na mira dos desempregados do mundo inteiro, a maioria qualificada, que entrarão por todas as portas e ocuparão todos os empregos disponíveis, se contentando até mesmo com a informalidade. E aí os brasileiros e brasileiras vão ficar chupando prego, entregues ao deus-dará, na ociosidade que os levará à delinqüência e às drogas.
    Quem cala, consente. Eu não me calo. Aos setenta e quatro anos, o que eu mais queria era poder envelhecer despreocupada, apesar da pancadaria de 1964. Isto não está sendo possível. Apesar de ter lutado a vida toda para criar meus cinco filhos, de ter educado milhares de alunos na rede pública, o País que eu vou legar aos meus descendentes ainda está na estaca zero, com uma legislação que deu a todos a obrigação de votar e o direito de votar e ser  votado, mas gostou da sacanagem de manter a maioria silenciosa no ostracismo social, desprecisada  e desinteressada de enfrentar o desafio de lutar por um lugar ao sol, de ganhar o pão com o suor do seu rosto. Sem dignidade, mas com um título de eleitor na mão, pronto para depositar um voto na urna, a favor do político paizão/mãezona que lhe dá alguma coisa. Dar o peixe, ao invés de ensinar a pescar, esta foi a escolha de vocês.
    A senhora não pediu minha opinião, mas vai mandar a fatura para eu pagar. Vai. Tomou esta decisão sem me consultar. Num país com taxa de crescimento industrial abaixo de zero, eu, agropecuarista, burro-de-carga  brasileiro, me dou o direito de pensar em voz alta e o dever de me colocar publicamente contra este cafuné na cabeça dos miseráveis. Vocês não chegaram ao poder agora. Já faz nove anos, pense bem! Torraram uma grana preta com o FOME ZERO, o bolsa-escola, o bolsa-família, o vale-gás, as ONGs fajutas e outras esmolas que tais. Esta sangria nos cofres públicos não salvou ninguém? Não refrescou niente?  Gostaria que a senhora me mandasse o mapeamento do Brasil miserável e uma cópia dos estudos feitos para avaliar o quantitativo de miseráveis apurado pelo Palácio do Planalto antes do anúncio do BRASIL CARINHOSO. Quero fazer uma continha de multiplicar e outra de dividir, só para saber qual a parte que me toca nesta chamada de capital.  Democracia é isto, minha cara. Transparência. Não ofende. Não dói.
    Ah, antes que eu me esqueça, a palavra certa é PRESIDENTE.  Não sou impertinente nem desrespeitosa, sou apenas professora de latim, francês e português. Por favor, corrija esta informação.
    Se eu mandar esta correspondência pelo correio, talvez ela pare na Casa Civil ou nas mãos de algum assessor censor e a senhora nunca saberá que desagradou alguém em algum lugar. Então vai pela internet. Com pessoas públicas a gente fala publicamente para que alguém, ciente, discorde ou concorde. O contraditório é muito saudável.
    Não gostei e desaprovo o BRASIL CARINHOSO. Até o nome me incomoda. R$2,00 (dois reais) por dia para cada familiar de quem tem em casa uma criança de zero a seis anos, é uma esmolinha bem insignificante, bem insultuosa, não é não, dona Dilma? Carinho de presidentA da república do Brasil neste momento, no meu conceito, é uma campanha institucional a favor da vasectomia e da laqueadura em quem já produziu dois filhos. É mais creche institucional e laica. Mais escola pública e laica em tempo integral com quatro refeições diárias. É professor dentro da sala de aula, do laboratório, competente e bem remunerado. É ensino profissionalizante e gente capacitada para o mercado de trabalho.
    Eu podia vociferar contra os descalabros do poder público, fazer da corrupção escandalosa o meu assunto para esta catilinária. Mas não. Prefiro me ocupar de algo mais grave, muitíssimo mais grave, que é um desvio de conduta de líderes políticos desonestos, chamado populismo, utilizado para destruir a dignidade da massa ignara.Aliciar as classes sociais menos favorecidas é indecente e profundamente desonesto.Eles são ingênuos, pobres de espírito, analfabetos, excluídos? Os miseráveis são.  Mas votam, como qualquer cidadão produtivo, pagador de impostos. Esta é a jogada. Suja.
    A televisão mostra ininterruptamente imagens de desespero social. Neste momento em todos os países, pobres, emergentes ou ricos, a população luta, grita, protesta, mata, morre, reivindicando oportunidade de trabalho. Enquanto isto, aqui no País das Maravilhas, a presidente risonha e ricamente produzida anuncia um programa de estímulo à vagabundagem. Estamos na contramão da História, dona Dilma!
    Pode ter certeza de que a senhora conseguiu agredir a inteligência da minoria de brasileiros e brasileiras que mourejam dia após dia para sustentar a máquina extraviada do governo petista.
    Último lembrete: a pobreza é uma conseqüência da esmola. Corta a esmola que a pobreza acaba, como dois mais dois são quatro.
    Não me leve a mal por este protesto público. Tenho obrigação de protestar, sabe por quê?  Porque, de cada delírio seu, quem paga a conta sou eu.
    Atenciosamente,
    Martha de Freitas Azevedo Pannunzio
    Fazenda Água Limpa, Uberlândia, em 16-05-2012   
    marthapannunzio@hotmail.com        CPF nº 394172806-78
    *CONSTITUIÇÃO FEDERAL
    TÍTULO II
    Dos Direitos e Garantias Fundamentais
    CAPÍTULO I
    DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS
    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
    I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;