sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A opinião dos "bronqueiros do CH" sobre Celso Amorim

05/08/2011 | 11:12

Agora vai

Celso Amorim, quando ministro das Relações Exteriores distribuiu aos " cumpanheiros" passaportes diplomaticos. Agora como ministro da Defesa, teremos "cumpanheiros" indicados uns, para generais, outros para brigadeiros e outros para almirantes. Os amigos bronqueiros dirão que os indicados não são militares, mas o novo ministro dira que isso, e apenas um detalhe. Pobre Brasil.


Manoel Messias de LIma
Rio de Janeiro - RJ


05/08/2011 | 11:05

Arrogância

Para se definir de uma vez por todas a arrogância e falta de sabedoria de Celso Amorim, basta lembrar que ele, quando ministro das relações exteriores, com tendências e credos sabidamente de esquerda (dize-me com quem andas) pretendia que o Brasil fosse agraciado com uma cadeira de membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.


Jose Sette Camara
Rio de Janeiro - RJ



05/08/2011 | 10:31

Apequenar mais?

"Apequenando a Defesa"? Mais ainda impossível; a não ser que as FFAA sejam um traste que o Governo convive com nojo. O que parece mais evidente.


João Oliveira
Natal - RN



05/08/2011 | 10:23

Amorim na Defesa

O que será que ele vai conseguir para a família "Silva". Um jatinho, um porta aviões ou quem sabe um tanque! Isto não é sério! Mas com certeza vão ganhar muito.


Edison Becker Filho
Brasília - DF



05/08/2011 | 10:16

De Mao a Piao

Na China, quando saiu Mao, entrou Piao. A piada foi que a China foi de Mao a Piao. Aqui, onde já tínhamos ido de Lulla a Dilmulla, agora fomos de Jobim a Amorim. Que Deus nos ajude!


Laudelino Marcos Silva
Blumenau - SC



05/08/2011 | 10:09

Outro espião

Dilma. De nada adianta uma faxina, nos ministérios, porque você continua apegada ao Lulla. Agora, você abriu as pernas e colocou no governo outro espião do Lulla. Volto a dizer: ou você se afasta do Lulla ou vai sair do Governo a pauladas.


Ricardo Carvalho
Recife - PE



05/08/2011 | 10:03

Celso Amorim é arapuca, Dilma

Dona Dilma, Dona Dilma... o que faz a Sra pensar que o embaixador que não deu certo no Ministério de Relações Exteriores dará certo no Ministério da Defesa? Tome a rédea do seu governo. Não deu ainda para perceber que estão armando uma arapuca para a Sra? Não sou eleitor do PT e consequentemente, não sou seu eleitor. Comece a se impor ou seu Governo vai virar um verdadeiro "Samba do Crioulo Doido"


Mucio Antonio Botelho Gadelha
Rio de Janeiro - RJ



05/08/2011 | 09:51

Qual é pior, Jobim ou Amorim?

Creio que Dilma vacilou. Errou, não foi feliz, trocando Jobim por Amorim. Rima triste e trágica. Claro, para os interesses do país. Dificil saber qual é o pior, se Jobim ou Amorim, o esquerdoso do Itamaraty que realizou política externa desastrosa e melancólica. Tem as digitais de Lula na troca. Ah, se tem! A meu ver é um deboche, colocar Amorim em função que deveria ser de militar. Não acredito que o Brasil não disponha nas Forças Armadas de profissional gabaritado para ocupar o Ministério da Defesa. É uma completa desmoralização. Generais, Brigadeiros e Almirantes fazendo continência para um reles Amorim.


Vicente Limongi Netto
Brasília - DF



05/08/2011 | 09:38

Saudades de Jobim

Você ainda vai sentir saudades de Jobim.


Carlos Esteves
Rio Branco - AC



05/08/2011 | 09:26

Dilma, não seja marionete

O Celso Amorim é inacreditável! Não sei quem é o pior alias agora estou convicto de quê o assessor direto da presidenta é o próprio Luiz Inácio: Com a cara de barba dele não sei como não emplacou o Zé, o Genoino que de ingênuo não tem nada. O esquema ainda falta muito para se formar são sós as primeiras peças, aí vem bronca pesada! O Top-Top está sem poleiro.


Antonio Borges
Estrutural - DF



05/08/2011 | 09:13

Não perca a modéstia, presidenta

Presidenta... Celso Amorim na Defesa? Pelo bem do País, repense suas decisões, acredite nas suas convicções, não siga os ex-qualquer coisa, não se esqueça da majestade de seu cargo, e não perca a modéstia.


Josiane Nunes
Curitiba - PR



05/08/2011 | 09:03

A tropa se inquieta por causa do 'ungido'

Não poderia haver pior escolha para a Defesa do que esse homúnculo sem caráter e que detesta milico. Se Dilma Rousseff não fosse tão dependente do Bagulhão de Caetés teria escolhido com mais cuidado o substituto do 'general da banda' entendendo que essa pasta não é como a pocilga dos Transportes onde todos podem meter a colher sem medo de se dar mal. Segundo respostas dadas aos enviados do Estadão, a alta cúpula das FFAA já se inquieta e demostra mal estar por causa dessa mancada infeliz de quem não sabe administrar uma República. As tomadas de decisões de Amorim sempre foram na contramão dos acontecimentos e contrariaram as FFAA até não poder mais. Não pode haver um só militar que tenha por esse elemento algum respeito ou simpatia. Enguli-lo só com o nariz tampado.


Lourinaldo Teles Bezerra
Osasco - SP



05/08/2011 | 08:53

Pagou, levou...

Do alto de seu famoso egocentrismo Nélson Jobim apostava na arrogância intimidatória. O desafio à Presidenta Dilma de que, quem saberia dizer se alguém chamado para um cargo no MJ era adequado ou não, era ele próprio, foi um evidente blefe. Deu azar, pois o tiro saiu pela culatra, ricocheteando no tóxax da Dama de Aço, e decepando sua própria cabeça. A Mulher Maravilha não suportaria evidentemente, deixar em cheque a sua Autoridade constitucional, mesmo com um protegido do seu padrasto político. Alguém ainda tem dúvida de que a Era Lula está no ocaso?


Robson Sinomar
Guará I - DF



05/08/2011 | 08:50

Isso é escolher tecnicamente?

Alguém vai sustentar que a escolha do Celso Amorim para o Ministério da Defesa foi algo técnico? Esse ministério está mais perdido que unha em vinagrete.


Renato Santos
Brasilia - DF



05/08/2011 | 08:41

Amorim: pior a emenda que o soneto

Que é isso, companheira Wanda? Não tinha alguém menos pior do que o Diplomata Celso Amorim para substituir o Doutor Jobim? Não chegam os resultados das ações que ele participou no Ministério das Relações Exteriores ao defender o ditador liraniano?


Ronaldo Costa Magalhães
Brasília - DF



05/08/2011 | 08:29

De recruta Dentinho a General Dureza

A sargenta Tainha promoveu celso micuim, o recruta Dentnho, a general Dureza! Vixe mão do capeta! Dureza vai ser aguentar as idiotices desse general das trapalhadas em geral.Deem a dispensa a esse merdinha!Virem as coistas e façam continência aos cachorros de rua que será mais respeitoso.Salve Duque de Caxias. O resto morreu!


Irineu Deliberali
Tubarão - SC



05/08/2011 | 08:22

Tudo dantes no quartel de Abranches

CH, a convir, acabou-se é trocando o seis pelo meia-dúzia. Saiu o avantajado e morde assopra capitão Jojoba com seu abnegado "cumpanhero" e aspone Genoino, o das cuecas de dólares, e entrou o Anão de Jardim Amorim trazendo sem dúvida à tiracolo o seu fiel "cumpanhero" e aspone em assuntos difusos e aleatóricos internacionais, oTop Top. Para mais enriquecer o elenco desta ópera bufa em apresentação, só falta continuarem nos respectivos cargos os intrépidos, sempre alerta e amestrados atuais comandantes militares. Aguardemos.


Eduardo Augusto Santiago
Curitiba - PR



05/08/2011 | 08:06

Chance perdida

Como militar da reserva, é triste ver uma chance perdida. Após 4 anos de de bons serviços do Ministro Jobim, mas entendendo que foi chegada a hora de sua substituição, nossa Comandante-em-Chefe faz a escolha errada, indigna de uma líder, irresponsável por ter saído do Lulla, imatura por politizar os militares com amigo de Irã e Cuba. Presidenta.... jogaste a chance fora. Podes ter colocado lenha nas pretensões do Jobim.


Jose Adeilton
São Paulo - SP



05/08/2011 | 00:52

Apequenando a Defesa

Tem razão o Senador Demóstenes Torres: Celso Amorim vai apequenar o Ministério da Defesa. Palmas para o gaúcho Jobim, e lamentos para a Comandante Suprema .... Perdeu a primeira chance importante, ao seguir os conselhos de quem já devia ter se calado. E eu que pensei que a escolha de Patriota tinha sido um sinal inequívoco de independência.


Creilson Torres
Rio de Janeiro - RJ



05/08/2011 | 00:36

Amorim nãoo!!!!!!!!!!!!!!!!

Quando achamos que já aconteceu tudo de ruim que poderia acontecer vem este governo do PT e tira uma carta da manga para fazer mais coisa ruim. Celso Amorim ministro da defesa, não posso acreditar. O cara já não sabia de nada nas relações exteriores, agora, certamente vai comprar os caças rafales da França coisa que nenhum país do mundo comprou, nem mesmo o Nelson Jobim teve coragem. Aposto que será um de seus primeiros atos como titular da defesa.


Jose Sette Camara
Rio de Janeiro - RJ



05/08/2011 | 00:26

Quem é quem?

Asuume mais um ministro ou será um sinistro do governo anterior que tem toda a cara de estar no comando. Não dá para acreditar em tanta bandalheira, claro montada toda no governo do apedeuta e que agora faz palestras para doutores, mestres com valores médios de R$ 300.0 mil reais. É a bancarrota, é o fim. Acorda Dilma você pegou a batata quente e sabia de tudo. Faça uma assepsia pois quem ganhará com isso será você, pois existe um movimento surdo de vergonha junto a população decorrente de tanta esculhambação.


Petronio Crescencio
Timbauba - PE



05/08/2011 | 00:18

Jobim. Saudades do outro...

...o que se foi, o bom. Este, que agora se vai, está fora do tom.


Curt Nees
Jaraguá do Sul - SC




05/08/2011 | 00:06

Decisão de Comandante Suprema

Minha ex-Comandante Suprema Vossa Excelência perdeu a chance que teve, ao colocar o diplomata partidário Celso Amorim no MD... Espero que o arrependimento e solução seja breve. Decida pela sua consciência, e pare de ir atrás dos que já tiveram seu tempo...


Juarez Branco
Santa Cruz - RS


05/08/2011 | 09:03

A tropa se inquieta por causa do 'ungido'

Não poderia haver pior escolha para a Defesa do que esse homúnculo sem caráter e que detesta milico. Se Dilma Rousseff não fosse tão dependente do Bagulhão de Caetés teria escolhido com mais cuidado o substituto do 'general da banda' entendendo que essa pasta não é como a pocilga dos Transportes onde todos podem meter a colher sem medo de se dar mal. Segundo respostas dadas aos enviados do Estadão, a alta cúpula das FFAA já se inquieta e demonstra mal estar por causa dessa mancada infeliz de quem não sabe administrar uma República. As tomadas de decisões de Amorim sempre foram na contramão dos acontecimentos e contrariaram as FFAA até não poder mais. Não pode haver um só militar que tenha por esse elemento algum respeito ou simpatia. Enguli-lo só com o nariz tampado.


A falta de caráter de Jobim

04/08/2011 | 15:11


Primeiro, declarou à imprensa que não havia votado em Dilma, agora diz em entrevista à revista Piauí que a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, é "fraquinha", e que Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, não conhece Brasília... Esse cara não tem um pingo de ética. Se não lhe interessa continuar em seu cargo, por que diabos não pede para ir ao WC e desaparece de fininho? Sua vida inteira foi cometer deslizes. Procedeu como um estelionatário quando introduziu alterações, por decisão pessoal, no texto constitucional de 1988 do qual era relator. Quando assumiu a Defesa cometeu outro crime quando vestiu ilegalmente uma farda de general de exército quando jamais serviu a essa mesma Força sequer como soldado raso. Esse cara deveria ser demitido em praça pública com banda marcial em marcha batida!


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A história se repetindo

"A imprensa judia choraminga de horror e medo. Numerosas organizações Judias proclamaram sua lealdade ao governo.(...) A imprensa já está trabalhando em completa harmonia (com o governo) (...) Temos uma esplêndida imprensa!"
Paul Joseph Goebbels
Ministro da Propaganda e Esclarecimento do Povo - Março/Abril de 1933

Este texto pode ser doloroso para muitos que viveram aqueles tempos terríveis, mas, como já venho fazendo em outros artigos, tem a intenção de alertar os leitores para perigos atuais e muito próximos.

Muito se fala num suposto Islã pacífico, principalmente agora que uma "primavera" democrática estaria invadindo os países no entorno imediato de Israel. Há uma cortina de fumaça bastante tênue - para quem sabe enxergar - para esconder a verdadeira natureza desta "primavera" que pode se transformar num inverno - ou inferno! - para o Ocidente e para o povo judeu: os inimigos das ditaduras árabes são radicalmente hostis ao Ocidente e a Israel e favoráveis aos Islã e mantêm estreitos contatos com grupos terroristas como Hamas, Hezbollah e Al Qaeda.

Os riscos crescem na medida em que do lado ocidental e mesmo dentro de Israel, predomina a idéia de que é possível o apaziguamento mediante concessões, o land for peace e outras propostas que prometem 'paz agora'. As tentativas de apaziguamento de Hitler por Chamberlain e Daladier são bem conhecidas. Mas urge evitar o que é relatado sobre a imprensa liberal alemã no livro de Modris Eksteins The Limits of Reason: the German Democratic Press and the Colapse of Weimar Democracy, (Oxford Univ. Press, 1975).

Os editoriais agressivos contra os partidos revolucionários comunistas e nazistas que eram a marca da imprensa democrática nas grandes metrópoles enfraqueceram a ponto de se tornarem dóceis e subservientes. Em 5 de março, logo após o incêndio do Reichstag, p. ex., o Frankfurter Zeitung declarou 'que estava preparado para aprovar a eliminação dos direitos civis contanto que apenas o Partido Comunista fosse afetado'. Em 21 o Vossiche Zeitung declarou que ' a revolução Nacional-Socialista tinha ocorrido sem romper com o estado legal'. Os jornalistas liberais e democratas passaram a receber ameaças de morte e os assinantes foram aterrorizados e começaram os cancelamentos de assinaturas. Ao medo da violência física acrescentava-se o medo do desemprego. Muito antes de o governo aplicar grande pressão a maioria dos jornais se alinhou por medo e sucumbiram por vontade própria, principalmente quanto à demissão dos inúmeros editorialistas e jornalistas judeus. Como não podia deixar de ser, as tentativas de apaziguamento aplainaram o terreno para destruição de toda imprensa livre na Alemanha, o que ocorreu em outubro do mesmo ano através da Schriftleitergesetz, a lei que formalizou o total controle nazista sobre toda a imprensa. Como desde 13 de março existia o Ministério da Propaganda e do Esclarecimento do Povo (Propaganda und Volksaufklärung) Goebbels tornou-se o editor-chefe de facto de todos os jornais até sua extinção.

O exemplo da imprensa fez eco à atitude da maioria do povo alemão. A rendição pacífica frente à Gleichschaltung, a total nazificação da Alemanha, o alinhamento absoluto da população ao pensamento nazista, processo facilitado pela crescente votação no NSDAP em eleições absolutamente livres, somada ao tradicional anti-semitismo dominante.

Hoje vivemos uma situação semelhante: a atitude de apaziguamento frente ao islamofascimo em todo o Ocidente e, surpreendentemente, dentro do próprio Estado de Israel. Apenas as manifestações mais coléricas, como as de Ahmadinejad, são claramente vistas como hostis. Mas delirantemente se faz de tudo para criar um Islã pacífico com o qual dialogar. A imprensa e o povo brasileiro, como soe acontecer, ignora totalmente a ameaça que já está em nossas portas: o Hezbollah plenamente instalado em doze países de nosso continente com comando na Venezuela de Chávez, aliado de Lula e Dilma, e na Tríplice Fronteira. Até o Sub-Comitê para o Antiterrorismo e Inteligência do Comitê para a Segurança Interna da Câmara de Representantes americana realizou no último dia 7/07 uma audiência com renomados especialistas para examinar a ameaça à segurança dos EUA.

Aqui? Nada! Quando acordarem será tarde demais!



Publicado no Jornal Visão Judaica
, de Curitiba, com o título As lições da política de apaziguamento da imprensa liberal alemã na República de Weimar.

A ameaça que vem do Congresso

Caros amigos de todo o Brasil,

Na semana que vem, o Congresso poderá votar um projeto de lei que restringiria radicalmente a liberdade da internet no Brasil, criminalizando atividades on-line cotidianas tais como compartilhar músicas e restringir práticas essenciais para blogs. Temos apenas seis dias para barrar a votação.

A pressão da opinião pública derrotou um ataque contra a liberdade da internet em 2009 e nós podemos fazer isso de novo! O projeto de lei tramita neste momento em três comissões da Câmara dos Deputados e esses políticos estão observando atentamente a reação da opinião pública nos dias que antecedem à grande votação. Agora é nossa chance de lançar um protesto nacional e forçá-los a proteger as liberdades da internet.

O Brasil tem mais de 75 milhões de internautas e se nos unirmos nossas vozes poderão ser ensurdecedoras. Envie uma mensagem agora mesmo às lideranças das comissões de Constituição e Justiça, Ciência e Tecnologia e Segurança Pública e depois divulgue a campanha entre seus amigos e familiares em todo o Brasil:

http://www.avaaz.org/po/save_brazils_internet/97.php?cl_tta_sign=c6c1af43839b651d71f094f37bf9a7a2

O projeto de lei do deputado Azeredo sobre a internet supostamente teria o objetivo de nos proteger contra fraudadores e hackers. Porém, como alguém que faz uma cirurgia com uma motosserra, as normas excessivamente cautelosas impostas pelo projeto de lei trariam altíssimos custos sem de fato cumprir seu objetivo. Em vez de capturar os verdadeiros criminosos, elas penalizariam todos nós. Por esse motivo, até mesmo o importante site anti-pedofilia, o SaferNet é contra o PL Azeredo.

Se esse projeto de lei for aprovado, nossa privacidade e liberdade de expressão, criação e acesso on-line ficarão gravemente limitadas. Pior que isso, os provedores de internet que mantêm informações detalhadas sobre nosso histórico de navegação na internet passarão a ser “policiais virtuais” monitorando os usuários a todo momento.

O projeto de lei tem circulado em Brasília por mais de uma década, e a pressão da opinião pública já o derrotou antes. Em 2009, uma consulta pública sobre o “Marco Civil da Internet” barrou o andamento do projeto. Mas alguns meses atrás, o deputado Azeredo tentou apressar a aprovação no Congresso, usando os ataques de crackers aos sites do governo como desculpa. Um novo Congresso e uma maior conscientização sobre as amplas implicações do projeto de lei significam que nossas vozes poderão fazer a diferença. Envie agora mesmo uma mensagem às lideranças na Câmara:

http://www.avaaz.org/po/save_brazils_internet/97.php?cl_tta_sign=c6c1af43839b651d71f094f37bf9a7a2

Infelizmente, o PL Azeredo não é a única lei desse tipo. Em todo o mundo, na Índia, Turquia, Estados Unidos e outros países, a liberdade da internet está sob ataque promovido por iniciativas similares. Mas os membros da Avaaz nesses países estão se mobilizando. Vamos fazer a nossa parte neste movimento popular global em defesa da web barrando o PL Azeredo.

Com esperança,

Emma, David, Ricken, Maria Paz e a equipe da Avaaz

FONTES:

Petição do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, instituição parceira da Avaaz:
http://www.idec.org.br/campanhas/pl_azeredo

Liberdade de internautas no Brasil pode estar com os dias contados (Portal Imprensa):
http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/43707/liberdade+de+internautas+no+brasil+pode+estar+com+os+dias+contados/

Entenda o que é o marco civil da internet (UOL):
http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/06/09/entenda-o-que-e-o-marco-civil-da-internet.jhtm

'AI-5 digital' volta a circular no Congresso (Rede Brasil Atual):
http://www.redebrasilatual.com.br/temas/tecnologia/2011/06/ai-5-digital-volta-a-circular-pelo-congresso



Brasil: sexta maior reserva internacional em dólares

04/08/2011 | 00:12

Brasil: reservas superam EUA e Canadá somadas

Relatório do FMI divulgado nessa quarta feira, 3/8, dá conta de que o Brasil tem hoje a sexta maior reserva internacional do mundo com 335.8 bilhões de dólares. Esse número supera as reservas de EUA e Canadá somadas: 206,9 bi. Nossas reservas atualizadas já chegam a 347 bilhões nessa semana que finda. A China tem a bagatela de 3 trilhões de dólares e o Japão 1.137.8 trilhão de dólares, apesar dos prejuízos que o terremoto causou deixando muito mal a produção industrial nesse período pós tragédia. O relatório do FMI não diz quem são todos os 5 países que superam o Brasil, citando apenas China, Japão, Eurosystem e Rússia deixando o mistério de quem seria o 5º país. Apesar dessa fortuna que temos, ainda somos um dos piores países em termos de qualidade de vida e educação graças aos nosso políticos.

A República cleptocrática do Brasil petralha

04/08/2011 | 12:15

Governo quer criar novo imposto

Do Estadão hoje: "Governo estuda criar tributo para compensar desoneração da folha". Como podemos ver, esse governinho fajuto só tem competência para criar novos tributos, mas para cortar a corrupção endêmica que existe em seus intestinos é completamente ineficiente. A criação de novo imposto só tem lógica se for para compensar os roubos existentes nos 40 ministérios fundados por Luladrão e mantidos por Dilma incompetente Rousseff, porque outros motivos não existem. O povo massacrado por tantas cobranças não deve ficar calado, sob pena de se tornar em definitivo escravo dessa cleptocracia em que vivemos. É chegada a hora de darmos um grito de revolta contra essa corja de bandidos miseráveis. Chega de tanta roubalheira! Vão para o inferno!


04/08/2011 | 11:46

A inutilidade do STF

"Supremo diz que Judiciário não pode interferir na tabela do Imposto de Renda terça-feira, 2 de agosto de 2011." JusBrasil. Quando uma corte suprema se declara impedida para julgar uma questão jurídica a ela competente se declara falida na condição de última instância julgadora. Os 9 ministros que votaram nesse sentido se auto proclamaram inúteis para a função que ocupam no STF. Não há como se convencer a população de que o Fisco é imune às Leis vigentes no País. Se há a comprovação de abuso na cobrança de impostos por parte da Receita Federal a única entidade jurídica competente para julgar a questão é o Supremo Tribunal Federal. Se este se considera incompetente para resolver a pendência, a quem deve o paciente apelar se não há mais nenhuma instância acima do STF?


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O núcleo, o Exército e o dever de dizer NÃO!

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net/
Por Antônio Ribas Paiva

Em 1889 o Brasil tinha cerca de 14 milhões de habitantes, absolutamente alheios, como hoje, ao Sistema de Governo. Tratavam da própria vida, no ritmo dos trópicos, espalhados por 8,5 milhões de km².

O Império do Brasil era a segunda potência econômica e militar do mundo. O Maranhão, à época, grande produtor de algodão, era a 5ª potência econômica do mundo.

As Forças Armadas Imperiais tinham cultura de combate, adquirida na Guerra do Paraguai. A Marinha Imperial, 2ª do mundo, dominava o Atlântico, a projeção de poder do Brasil Imperial alcançava a África e o extremo oriente; cenário preocupante para a maior potência militar: o Império Britânico.

De repente, em 15 de novembro de 1889, aparentemente atendendo aos anseios de algumas centenas de republicanos e, supostamente em retaliação ao Visconde de Ouro Preto, Ministro do Império, Deodoro da Fonseca, com uma “barretada”, lançou o Império do Brasil no 3º Mundo.

A decadência permanente do período posterior à proclamação da República, levanta suspeitas e impõe uma análise histórica sob ângulos diferentes dos abordados habitualmente.

O Brasil, após 15 de novembro, “despencou” do 2º lugar como potência militar e econômica do mundo, para um modesto 46º lugar em 1964, quando houve uma “repescagem” econômica com os governos militares e o país, em 1973, ascendeu ao 8º lugar, como potência econômica.

A decadência continuou e, atualmente, o Brasil, apesar de ser a 7ª potência econômica mundial é, apenas, a 60ª potência militar e sua educação ocupa a 88ª posição.

Essa decadência foi atípica, porque o Brasil é uma potência natural, com território, população e recursos naturais. Não fossem os colaboracionistas, teria se desenvolvido como os irmãos dos Estados Unidos da América fizeram. E não se fale em povo, porque o povo nunca fez nem soube de nada; nem cá e nem lá.

Voltando a 1889, não é verossímil, que algumas centenas de republicanos, tenham empolgado o Exército Brasileiro a proclamar a República e, no aproveitamento do êxito, massacrado os oponentes da Marinha Imperial.

Para concluir basta perguntar: A quem aproveitou o fim do Império do Brasil?

Certamente ao Império Britânico, que como afirmou Eric Hobsbawm (historiador britânico), em a Era dos Impérios, tinha a América do Sul como parte informal de suas possessões.

A conclusão é dolorosa, mas deve ser feita. Foi apenas um Núcleo de Oficiais do Exército Brasileiro que, talvez inadvertidamente, garantiu o êxito do Império Britânico. Isso até se explica, porque Benjamin Constant, líder do movimento, não era guerreiro, era um professor de matemática, que tudo fez para não ir para a Guerra do Paraguai.

Estranhamente, o Exército Brasileiro, proclamou a República, mas não a implantou, limitando-se a algumas intervenções superficiais na Política, sem contudo, aprimorar as Instituições e garantir a Democracia.

A “classe política”, desde 1889, vem assenhoreando-se do Brasil, como coisa deles, e o Exército não vem cumprindo o seu exclusivo dever de dizer não.

Será que o Núcleo de Oficiais, que proclamou a República, ainda controla politicamente o Exército Brasileiro, suscitando um falso corporativismo, que procura manter os brasileiros fardados alheios à coisa política?

Esse alheiamento vulnerabilizou o Brasil, que sofre ataques de Guerra de 5ª Geração, sem qualquer reação. Nossas ferrovias foram destroçadas, de Norte a Sul, de Leste a Oeste; o Lloyd Brasileiro foi extinto; a guerrilha campesina atacou o agronegócio, financiada com dinheiro público e internacional; minérios estratégicos são exportados fraudulentamente, por preços vis; nossa indústria bélica, que garantiu o poder de fogo do Iraque e da Líbia, foi fechada; nossas hidrovias permanecem inexploradas; a logística tem “gargalos”, que entravam o desenvolvimento; tudo sem que o Exército dissesse não, apesar do evidente solapamento da Soberania.

Tudo leva a crer, que o Núcleo de oficiais, que lançou o Império do Brasil no 3º Mundo, perenizou-se e atua de forma intertemporal, sufocando, talvez inadvertidamente, nossas potencialidades. Seu papel não é complicado, basta impedir o Exército de dizer não. Assim foi na criação da Reserva Raposa Serra do Sol, também de interesse do Império Britânico, muito se falou, até com certa veemência, mas o Exército Brasileiro não disse NÃO (em 1904 a Guiana Inglesa nos tomou 19.000 km², na mesma região),

Essa omissão, do DEVER DE DIZER NÃO, possibilitou que os poltrões e traidores de gravata “cumprissem sua missão”. Para o Império Britânico a continuação do golpe já praticado em 1904 está em andamento! É preciso cumprir o DEVER DE DIZER NÃO!

Revisitando a história, observa-se que o primeiro ato da 1ª Guerra Mundial foi a Proclamação da República no Brasil.

A Princesa Izabel casou-se, em aliança monárquica, com o Príncipe Gastão de Orléans, Conde d’Eu, dinasta francês das Casas Bourbon Orléans e Saxe-Coburg-Gotha, forjando a aliança do Império do Brasil, com o Império Português, com o Império Francês e com o Império Austro-Húngaro e Alemão. O Austro-Húngaro corresponderia atualmente à Áustria, Hungria, República Checa, Eslováquia, Eslovénia, Croácia, Bósnia e Herzegovina e as regiões da Voivodina na Sérvia, Bocas de Kotor no Montenegro, Trentino-Alto Ádige e Trieste na Itália, Transilvânia e parte do Banato na Roménia, Galícia na Polónia e Ruténia (região Subcarpática) na Ucrânia).

Sem a proclamação da República no Brasil a 1ª Guerra Mundial não teria ocorrido.

A Marinha Imperial Brasileira dominava o Oceano Atlântico e as alianças monárquicas do Império do Brasil impediriam a formação da Tríplice Entente - a aliança militar realizada entre a Inglaterra, a França e o Império Russo após a assinatura da Entente Anglo-Russa em 1907. A Aliança Franco-Russa de 1871, juntamente com a Entente Anglo-Russa de 1907 e a Entente Cordiale de 1903, formaram a Tríplice Entente, entre a França, o Império Britânico e a Rússia.

Bem sucedido no Brasil, sem disparar um único tiro, graças ao Núcleo de oficiais existente no Exército Brasileiro, o Império Britânico deu andamento ao seu planejamento.

Em 28 anos, de 1889 a 1917, o Império Britânico destroçou 7 (sete) impérios: o do Brasil, o de Portugal, o Otomano, o Francês, o Russo, o Austro-Húngaro e o Alemão. O Império Otomano existiu entre 1299 e 1922 e, no seu auge, compreendia a Anatólia, o Médio Oriente, parte do norte de África e do sudeste europeu. O Império Russo existiu de 1721 (Czar Pedro I) até a Revolução Russa, de 1917 (Czar Nicolau II). Em seu ápice, em 1866, se estendia da Europa do Leste, percorria toda a Ásia e chegava à América do Norte. O Império Alemão governado pela Casa von Hohenzollern. Existiu desde a sua consolidação como Estado-nação em 1871 até 1918, após a derrota na 1ª Guerra Mundial.

Na história da humanidade não existe registro de tal “sucesso” em apenas 28 anos. Nem os Romanos conseguiram tal proeza.

Esse brilhantismo político-estratégico, que nos vitimou e, vitima, deve ser objeto de estudos adequadamente dirigidos, que ajudarão a sobrestar os 121 anos de decadência do Brasil.

Acima de tudo, o Exército Brasileiro precisa encapsular esse Núcleo de falso corporativismo, que vem impedindo o cumprimento do dever de dizer não.

Encapsulado o núcleo, o Brasil se autodeterminará automaticamente e a missão desta geração de brasileiros estará cumprida, sem qualquer ruptura, sem violência, basta, apenas, o Exército Brasileiro passar a cumprir o seu intransferível dever de dizer não.

Antônio José Ribas Paiva, Advogado, é Presidente do grupo de estudos União Nacionalista Democrática – UND. Texto enviado, em carta protocolada, no dia 4 de abril de 2011 a todos os Generais de Exército, membros do Alto Comando do EB.

PGJM desmente investigação contra o Cmt do Exército

Recebi há poucos instantes informação de que a PGJM, em nota oficial distribuida nessa segunda feira, 1º de outubro, negou que o Cmt do Exército esteja sob investigação pelo MPM uma vez que não é da alçada daquele órgão proceder investigação de comandantes militares. Segundo a Constituição, somente o Supremo Tribunal Federal é que tem essa competência. Segundo a nota da PGJM, estão sob análise técnica 96 dispensas de licitação realizada pelo Departamento de Engenharia e Construção (DEC) do Exército em convênio com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), entre os anos de 2005 e 2009. Se tudo não passa de notícia falsa do jornal paulista que se processe criminalmente aquele veículo de informação por ter levantado suspeição contra 8 altos oficiais do Exército, inclusive seu comandante.

O Juramento quebrado e enxovalhado

03/08/2011 | 12:11


"...e dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria, cuja honra, integridade e instituições defenderei com o sacrifício da própria vida!" (http://youtu.be/W3NPb3iL2FA). Esse final do juramento feito a cada conclusão do curso de formação de oficiais da AMAN, com a tropa formada no pátio da Academia Militar das Agulhas Negras, foi enxovalhado pelos militares do alto escalão que figuram como patetas e covardes diante de um inimigo que desonra, desintegra e destrói as instituições nacionais, entre as quais o próprio Exército do qual faz parte a AMAN e não se vê uma única manifestação por parte desses mofinos, a não ser a do Maj Frederico Ramos Pereira, cujo libelo foi divulgado na internet quando deveria ter sido através da imprensa nacional para que todo o povo brasileiro pudesse tomar conhecimento e não apenas os internautas.


O Editor

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A tradição revolucionária – Parte 3


Que poder, no mundo, jamais se organizou para enfrentar uma coisa dessas? Por favor, não caiam no ridículo de mencionar a CIA, organização incomparavelmente menor, cuja inermidade ante essa máquina infernal já se comprovou centenas de vezes.

A monstruosa superioridade do movimento revolucionário ante seus adversários de todos os matizes não se limita, é claro, ao campo da desinformação estratégica. Nada se compara à sua capacidade de mobilização de massas em qualquer país do mundo, quando não em todos eles, e em tempo quase instantâneo. Dois exemplos clássicos:

(1) A guerrilha de Chiapas, que, derrotada mil vezes no terreno militar, acabava obtendo tudo o que queria no campo político, graças aos protestos que se seguiam imediatamente, em dezenas de países, a cada vitória do governo mexicano.

(2) As manifestações populares que se seguiram em prazo recorde ao atentado mortífero de dezembro de 2003 na Espanha, voltadas, não contra os terroristas, mas contra... o governo espanhol.

Nesses episódios, como em centenas de outros, salta aos olhos a articulação do movimento revolucionário, unificando terrorismo, desinformação e protestos de massa.

A invulnerabilidade política da guerrilha de Chiapas serviu de modelo para o estudo The Advent of Netwar , de John Arquilla e David F. Ronfeldt, publicado pela Rand Corporation, que pode ser descarregado do sitehttp://www.rand.org/publications/MR/MR789/, que pioneiramente descreveu a nova estrutura "em redes", infinitamente mais eficaz, que havia substituído a velha hierarquia monolítica dos partidos revolucionários.

A mobilização instantânea dessa rede colocava o governo mexicano numa luta inglória contra um inimigo evanescente, "onipresente e invisível", que nenhuma força armada poderia jamais controlar. (V. o meu artigo "Em plena guerra assimétrica", DC, 24 de julho de 2006, http://www.olavodecarvalho.org/semana/060724dc.html).

O caso espanhol ilustra ainda mais claramente a força da hegemonia cultural como preparação do terreno para grandes operações que articulam desinformação e protestos de massa. Ante a brutalidade dos atentados, um governo conservador intoxicado e enfraquecido por temores "politicamente corretos", plantados na mente da classe dominante com décadas de antecedência, sentiu-se inibido de ferir suscetibilidades islâmicas e preferiu, num primeiro momento, atribuir o crime ao ETA, a guerrilha basca. Em menos de vinte e quatro horas a massa organizadíssima, claramente preparada de antemão, estava nas ruas protestando contra a ineficiência do governo em localizar os verdadeiros culpados. Foi o fim do gabinete conservador (v. meu artigo "Exemplo didático", Jornal da Tarde, 25 de março de 2004,http://www.olavodecarvalho.org/semana/040325jt.htm).

Por favor, pensem um pouco e respondam: existe no mundo alguma articulação direitista, conservadora ou reacionária habilitada a brincar assim de gato e rato com os governos revolucionários como estes fazem com todos os demais governos?

Vejam só o caso da Rússia: com o seu contingente duplicado, a KGB conta, hoje em dia, com milhares de pseudópodos espalhados pelo mundo, operando legalmente sob o disfarce de bancos, indústrias, firmas de consultoria, o diabo; tem ademais a seu serviço a máfia russa, que desde o começo dos anos 90 possui o domínio sobre todas as grandes redes criminosas do mundo, da Sibéria à Venezuela e à Colômbia (v. Claire Sterling, Thieves' World: The Threat of the New Global Network of Organized Crime, New York, Simon & Schuster, 1994, bem como Helène Blanc e Renata Lesnik, L'Empire de Toutes les Mafias, Paris, Presses de la Cité, 1998), mais o terrorismo islâmico que é criatura sua (v. Ion Mihai Pacepa, The Arafat I Knew em http://www.weizmann.ac.il/home/comartin/israel/pacepa-wsj.html) e todos os movimentos revolucionários militantes do mundo, agora unidos a ela por laços cada vez mais complexos e difíceis de rastrear. Que poder, no mundo, jamais se organizou para enfrentar uma coisa dessas? Por favor, não caiam no ridículo de mencionar a CIA, organização incomparavelmente menor, cuja inermidade ante essa máquina infernal já se comprovou centenas de vezes.

Para piorar ainda mais as coisas, resta o fato de que a elite econômica ocidental, que uma opinião pública boboca pode ainda imaginar empenhada em defender a democracia e a liberdade, há muitas décadas já se deixou seduzir pela proposta de "governo mundial", que traz as marcas inconfundíveis do ideal revolucionário: um projeto de sociedade hipotética a ser realizado mediante a concentração do poder.

Concentração aliás muito mais densa que aquela prevista em qualquer dos projetos revolucionários anteriores, já que baseada no total controle da psicologia das massas por uma elite de "engenheiros comportamentais" iluminados (v. Pascal Bernardin, Machiavel Pédagogue - Ou le Ministère de la Réforme Psychologique, Éd. Notre-Dame des Grâces, 1995).

A convergência desse projeto com a utopia socialista é tão acentuada que, nos países ocidentais, a KGB não precisa gastar um tostão para promover a demolição "politicamente correta" da moral e das instituições: o serviço é feito inteiramente sob os auspícios da elite globalista bilionária, em cuja vanguarda se destacam George Soros e a família Rockefeller.

O segredo da hegemonia revolucionária é simples: continuidade e intensidade do debate interno. Em qualquer conflito, cruento ou incruento, o contendor que dura mais é, por definição, o vencedor. O clássico simbolismo chinês já representava o poder ativo, soberano, por uma linha contínua, a passividade por uma linha quebrada. A fragilidade das resistências que se opõem ao avanço revolucionário advém do fato de que mesmo as entidades mais antigas, mais aptas, portanto, a sustentar objetivos de longo prazo, como a Igreja Católica, a Casa Real Britânica, a comunidade judaica, a Maçonaria ou mesmo o governo americano, têm suas finalidades próprias, distintas e limitadas, só ocasionalmente e pontualmente entrando em disputa direta com o movimento revolucionário na luta pelo poder mundial que é, para ele, o objetivo constante e o foco unificador de todos os seus esforços. A visão que essas entidades têm do processo revolucionário é acidental e quebradiça. É nos intervalos dessa linha descontínua que o movimento revolucionário se insinua, utilizando para seus próprios fins as energias daqueles que teriam tudo para ser seus mais eficientes e temíveis adversários.

A degradação da ESG e suas consequências

Meus caros.

Eu nunca pensei um dia ler tal manifestação de repúdio a uma instituição tão respeitada quanto a Escola Superior de Guerra.
Somente um ato desprestigiador como o convite feito ao repugnante e medíocre Luiz Inácio Lula da Silva poderia causar tamanha repulsa.
Quero, em primeiro lugar, me congratular com o Sr. Ronaldo Schlichting por sua coragem em devolver o certificado que tanto valor lhe conferia e que lhe era caro com toda certeza.

---------------------------------------------



A primeira reação a um disparate inqualificável



Curitiba, 31 de julho de 2011

Excelentíssimo General de Exército Túlio Cherem

Comandante da Escola Superior de Guerra

Lamento muito ter que devolver a esta tradicional e antes prestigiosa instituição militar o "Certificado de Conferencista" a mim concedido em 03 de abril de 2007, pela minha insignificante contribuição ao tema "Amazônia Brasileira: Ameaças e Defesa da Soberania" ministrado dentro do Ciclo de Extensão - Amazônia Brasileira no Século XXI abordando especificamente "A Questão de Alcântara", uma afronta ao Brasil e humilhação para nossasFFAA.

Nesta oportunidade fui informado que todo o participante das atividades da ESG, fosse ele ouvinte, aluno, conferencista ou professor teria que no mínimo possuir o 3º grau completo, isto é, um diploma universitário e como esta regra e a disciplina agora foram quebradas com o convite para um apedeuta sem o curso primário completo e que tranformou o Estado Brasileiro no maior lupanar de todos os tempos - (Comandante do Exército vira alvo de investigação-31/07/2011) - abordar no dia 29 de julho de 2011, uma quinta-feira negra, o tema "Brasil o Pais do Futuro", também me dou ao direito de fazê-lo devolvendo tal certificado.

Sei que meu ato é estéril e patético, porem, muito mais patético foi transformar a Escola Superior de Guerra em um anti-circo onde desta feita a platéia foi colocada no picadeiro.

CMC - Saudações Garanças

Ronaldo Schlichting


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Tem coelho nesses quepes

A questão dos oito generais implicados em fraudes nas obras executadas pelo Exército está pouco explícita. Se casos denunciados há tanto tempo apenas aparecem agora há de se supor que foram encobertos para aparecerem no "tempo certo", ou seja, na ocasião propícia para desmoralizar, não apenas os implicados, mas toda a Força Terrestre da qual esses Oficiais Generais fazem parte.

Que a punição - caso fique comprovada sua culpa - deve ser exemplar ninguém contesta, principalmente por conta dos altos cargos que os acusados ocupam na hierarquia do Exército. Caso sejam culpados, devem perder os cargos, cassadas suas patentes de oficias e devidamente encarcerados sem nenhuma compaixão. Se fossem praças já estaríam afastados e incursos em inquéritos policiais militares (IPI). Por serem do alto escalão do EB, ainda se encontram usufruíndo dos seus cargos, mesmo sem moral nenhum para isso.

Em outros tempos, esse cidadãos já estaríam sob prisão de Estado Maior e apeado de seus postos. Acontece que os atuais oficias generais não foram forjados sob a égide da antiga Escola; os militares honrados da antiga cepa estão todos mortos ou na reserva; o que resta na ativa são a escória que desonra a memória de Caxias, Castelo Branco, Mascarenhas de Morais, Zenóbio da Costa, Cordeiro de Farias, Garastazu Médici, Rodrigo Otávio Jordão Ramos, Murici, e tantos Generais que dignificaram a Força Terrestre e a Nação com seus comportamentos dignos de medalhas do mais alto galardão.

Como tudo nos mais altos patamares do Poder, as três FFAA estão na mira do desmanche promovido por seus inimigos mortais, que no passado foram derrotados fragorosamente pelos militares das FFAA. Agora, sua vingança está sendo executada aos poucos para que a sociedade não fique com nenhuma dúvida sobre a falta de honra daqueles que os subjugaram, mataram-nos, torturam-nos, e colocaram-nos em seus devidos lugares: o lixo da história.

Veremos ainda por muito tempo, militares serem imolados por pertencerem à FFAA do Brasil. Não estou dizendo, com isso, que Enzo Peri e seus sete outros colegas de farda sejam inocentes nesse episódio degradante em que estão envolvidos, mas que a coisa está cheirando mal não resta a menor dúvida.

Se os casos de "fraude" nas obras do Exército foram cometidas entre os anos de 2004 e 2006, por qual razão somente agora foram denunciados? Outra coisa, se sabiam da participação desses oito generais por que eles não foram afastados dos seus cargos enquanto a investigação prosseguia? Existem muitos pontos obscuros nessa história e devem ser devidamente esclarecidos para que não sobrem dúvidas quanto a uma possível conspiração por parte dos esquerdopatas revanchistas que se apossaram do Governo Federal, tendo à frente de toda a trama: Lula e Dilma Rousseff, com a assessoria de Paulo Vannuchi et caterva.

As investigações estão a cargo de pessoas colocadas em seus cargos por essas "otoridades" acima citadas e, como acontece no STF, são suspeitas em suas atitudes e ações investigativas. O STM deve tomar as rédeas das investigações sob pena de se comprometer com as possíveis maracutaias aí previstas.

Tem coelho nesses quepes verde-olivas! Quem viver verá que tenho razão.

O Editor