quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A QUADRILHA CHAMADA BRASIL

  • NÃO SOMOS UM PAÍS! SOMOS UMA QUADRILHA!‏


NÃO SOMOS UM PAÍS! SOMOS UMA QUADRILHA!
O GRUPO GUARARAPES JUNTOU O ARTIGO DO BRILHANTE DOUTOR IVES GANDRA DA SILVA
MARTINS com o do jornalista Reinaldo Azevedo. São duas peças que
engrandecem o cidadão brasileiro que tem caráter, inteligência e que não se
curva ao Poder da Quadrilha que governa o País.
O GRUPO GUARARAPES, na sua posição de luta, de 19 anos, na defesa da
democracia e da dignidade da coisa pública tem vergonha do que acontece
neste pobre País. Em qualquer lugar do mundo alguma coisa aconteceria,
quando o povo tomasse conhecimento dos dois artigos escritos abaixo. Uma
revolução, uma expulsão do chefe do Poder Executivo, a colocação do Partido
criminoso fora da lei etc. etc.
Aqui no Brasil nada abala. Quais as causas principais? Uma sociedade podre
e corrompida pelo dinheiro. Um judiciário apegado aos meandros da lei e não
na defesa da sociedade. Juizes que estão presos aos favores do executivo.
Quando um dia explodir e cadáveres forem expostos nas calçadas e a desordem
campear, todos são culpados. Em nome da LIBERDADE, inocentes serão
sacrificados e os ditadores tomarão conta do govern. É o que estamos vendo
aproximar-se do nosso País.
Acusações serão feitas às Forças Armadas e os chefes serão chamados de
eunucos e outros nomes. A tropa, queiram ou não, sairá dos quartéis como
saiu, na Revolução Francesa, russa e outras e se juntará a malta que
estupra, rouba e mata.
MEU DEUS! ONDE ESTÃO OS CASTELLOS! OS JUAREZES! UM LACERDA! UM GETÚLIO!
QUANDO TEMOS TAIDORES NÃO HÁ SALVAÇÃO!
GRUPO GUARARAPES DOC. Nº 223 -2010
O RETROCESSO DEMOCRÁTICO - Por IVES GANDRA DA SILVA MARTINS
O retrocesso democrático
Ives Gandra da Silva Martins

29.5.2010
- A proposta da criação do Conselho Federal de Jornalismo levanta, pela
primeira vez, em âmbito nacional, a discussão sobre a existência, no
governo Lula, de um projeto para reduzir o Estado Democrático de Direito,
no Brasil, a sua mínima expressão.

Tenho para mim que existe um risco concreto de estar sendo envidada uma
tentativa de impor um controle sobre a sociedade, se possível com a
implementação de um ''direito autoritário'', desrespeitando até mesmo
cláusulas pétreas da Constituição.

De início, quero deixar claro não considerar que o governo federal esteja
agindo de má-fé, ao pretenderem seus integrantes impor uma república de
cunho socialista, visto que nunca esconderam suas preferências, quando na
oposição, pelos caminhos de Fidel Castro, de Chávez e da ditadura
socialista chinesa. Prova inequívoca é o tratamento absolutamente
preferencial que dão ao ditador cubano.

O que estão pretendendo impor é apenas o que sempre pregaram - embora não
tenham sido eleitos para implementar programa com esse perfil. Tenho-os,
entretanto, por gente de bem, que acredita num projeto equivocado de
governo e de Estado - ou seja, num modelo a ser desenvolvido sob seu
rigoroso controle, se possível sem oposição, que deve ser conquistada ou
eliminada.

Como primeiro passo, sinalizaram que adotaram a economia de mercado, com o
objetivo de não assustar investidores nacionais e internacionais, e
desarmaram resistências, escolhendo uma competente equipe econômica, que
desempenha papel distante dos moldes petistas, mas relevante para manter a
economia em marcha e assegurar investimentos externos. É a melhor parte do
governo.

A partir daí, todos os seus atos foram e são de controle crescente da
sociedade. Passo a enumerar os sinais que justificam os meus receios:

1) MST - Trata-se de um movimento que pisoteia o direito, desobedecendo
ordens judiciais, invadindo propriedades produtivas - muitas vezes,
destruindo-as - e prédios públicos. Embora seu principal líder dê-se o
direito de chamar o ministro Pallocci de ''panaca'', recebe passagens
grátis do governo para pregar a desordem e a subversão. O ministro da
Reforma Agrária, que o incentiva, diz, todavia, que o fantástico número de
invasões - o maior que já se verificou, na história do país - é normal.
Esse senhor, que saiu do MST, apóia abertamente as constantes violações da
lei e da Constituição. A idéia básica é transferir toda a terra produtiva
para as massas do MST.

2) Judiciário - A reforma objetiva calar um poder incômodo, que, muitas
vezes, no exercício da sua função, impõe limites ao Executivo. Por isto o
governo defende o controle externo desse poder, quando não admite a
imposição de controle semelhante para outras carreiras do Estado, como, por
exemplo, a Receita Federal e a Polícia Federal.

3) Jornalismo - O Conselho Federal do Jornalismo não objetiva outra coisa
que calar os jornalistas, visto que hoje já há mecanismos legais (ações
penais e por danos morais) para responsabilizar os que comentem abusos no
exercício da profissão.

4) Controle da produção artística - Como na Rússia e na Alemanha nazista,
pretende o governo controlar a produção artística, cinematográfica e
audiovisual.

5) Agências reguladoras - Pretende-se suprimir a autonomia que a legislação
lhes outorgou, para atuarem com base em critérios técnicos, e submetê-las
mais ao controle do chefe do Executivo e menos dos ministérios, como se
pode constatar dos anteprojetos que a imprensa já trouxe à baila.

6) Energia elétrica - O projeto é nitidamente re-estatizante.

7) Reforma Trabalhista - Pretende-se retirar o poder normativo da Justiça
do Trabalho, reduzindo a força de um poder neutro.

8) Sistema ''S'' - Estuda-se, nos bastidores, retirar dos segmentos
empresariais as contribuições para o Sistema ''S'', que permitem que Senai,
Sesc etc. funcionem admiravelmente na preparação de mão-de-obra qualificada
e recuperação de jovens sem estudo, com o que se retirará parte da força da
livre iniciativa, representada pelas CNA, CNC, CNI e outras, de reagir a
regimes autoritários. A classe empresarial ficará enfraquecida, se isto
ocorrer.

9) Universidade - O fracasso da universidade federal está levando ao
projeto denominado ''Universidade para todos''. Por ele, revoga-se,
mediante lei ordinária, a imunidade tributária outorgada pela Constituição,
retirando-se das escolas privadas - que fazem o que o governo deveria
fazer, com os nossos tributos, e não faz - 20% de suas vagas. Como essas
escolas já têm quase 30% de inadimplência, o projeto é forma de
inviabilizá-las ou transferi-las para o governo.

10) Sigilo bancário - Embora haja cláusula imodificável, na Constituição,
assegurando que o sigilo bancário só pode ser quebrado mediante autorização
judicial, há projeto para permitir à Polícia Federal a sua quebra. Se ato
desse teor for editado, terá, o governo, até as próximas eleições, acesso
aos dados financeiros da vida de todos os cidadãos brasileiros, o que lhe
permitirá um poder de fogo e de pressão jamais visto, nem mesmo durante o
período de exceção militar.

Poderia enumerar outros pontos.

Não ponho em dúvida, volto a dizer, a honestidade dos integrantes do
governo, até porque conheço quase todos, sou amigo de alguns, e estou
convencido de que acreditam que essa é a melhor solução para o Brasil. Como
eu não acredito que seja - pois entendo que nada substitui a democracia e
que qualquer autoritarismo é um largo passo para a ditadura - e como não
foi esse o programa de governo que os levou ao poder, escrevo este artigo
na esperança de levar pelo menos os meus poucos leitores a meditarem em se
é este o modelo político que desejam para o nosso país.

(*) - Ives Gandra da Silva Martins - Jurista, renomado professor de
Direito.


Os porões do PT — Sindicalista conta tudo: grupo fez trabalho sujo para
Lula e conseguiu culpar Serra
Mais um sindicalista decidiu revelar os porões do PT. A VEJA desta semana
traz uma reportagem de Policarpo Junior e Otávio Cabral sobre a atuação de
um grupo de sindicalistas que produzia dossiês para a campanha do PT em
2002. Um de seus expoentes era Wagner Cinchetto, que concedeu uma
entrevista estarrecedora à revista. O mais espantoso é que Cinchetto não se
diz santo, não. Ele confessa, por exemplo: “Eu e o Medeiros (Luiz Antônio
de Medeiros, ex-dirigente da Força Sindical) trabalhávamos para o Collor e
participamos da produção daquele depoimento fajuto da ex-namorada do Lula.”
Isso foi em 1989.
Em 2002, ele já estava trabalhando para o PT. O mais surpreendente de sua
confissão: o objetivo era atingir todos os inimigos de Lula naquela ano e
jogar a culpa nas costas do tucano José Serra. E assim se fez. E assim
noticiou a imprensa! A ação mais vistosa, revela o sindicalista, foi o caso
Lunus, a operação da Polícia Federal que recolheu na sede da empresa do
marido de Roseana Sarney a bolada de R$ 1,34 milhão em dinheiro vivo. José
Sarney sempre acusou Serra de estar metido na operação, e isso foi
determinante na sua aliança com… Lula — que era, na prática, o chefão do
grupo que havia destruído a chance de a filha se candidatar à Presidência.
Outro alvo dos petistas foi Ciro Gomes — na verdade, seu então candidato a
vice, Paulo Pereira da Silva, que também tinha a certeza de que estava
sendo alvo de… Serra!
Segundo Cinchetto, Lula sempre soube de tudo. No comando da operação, ele
informa, estavam Ricardo Berzoini e Luiz Marinho, hoje presidente do
Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Leiam a entrevista:
Qual era o objetivo do grupo?
A idéia era atacar primeiro. Eu lembro do momento em que o Ciro Gomes
começou a avançar nas pesquisas. Despontava como um dos favoritos.
Decidimos, então, fazer um trabalho em cima dele, centrado em seu ponto
mais fraco, que era o candidato a vice da sua chapa, o Paulinho da Força.
Eu trabalhava para a CUT e já tinha feito um imenso dossiê sobre o
deputado. Já tinha levantado documentos que mostravam desvios de dinheiro
público, convênios ilegais assinados entre a Força Sindical e o governo e
indícios de que ele tinha um patrimônio incompatível com sua renda. O
dossiê era trabalho de profissional.
Os dossiês que vocês produziam serviam para quê?
Fotografamos até uma fazenda que o Paulinho comprou no interior de São
Paulo, os documentos de cartório, a história verdadeira da transação. Foi
preparada uma armadilha para “vender” o dossiê ao Paulinho e registrar o
momento da compra, mas ele não caiu. Simultaneamente, ligávamos para o Ciro
para ameaçá-lo, tentar desestabilizá-lo emocionalmente. O pessoal dizia que
ele perderia o controle. Por fim, fizemos as denúncias chegarem à imprensa.
A candidatura Ciro foi sendo minada aos poucos. O mais curioso é que ele
achava que isso era coisa dos tucanos, do pessoal do Serra.
Isso também fazia parte do plano?
Como os documentos que a gente tinha vinham de processos internos do
governo, a relação era mais ou menos óbvia. Também se dizia que o Ciro
tirava votos do Serra. Portanto, a conclusão era lógica: o material vinha
do governo, os tucanos seriam os mais interessados em detonar o Ciro, logo…
No caso da invasão da Lunus, que fulminou a candidatura da Roseana,
aconteceu a mesma coisa.
Vocês se envolveram no caso Lunus?
A Roseana saiu do páreo depois de urna operação sobre a qual até hoje
existe muito mistério. Mas de uma coisa eu posso te dar certeza: o nosso
grupo sabia da operação, sabia dos prováveis resultados, torcia por eles e
interveio diretamente para que aparecessem no caso apenas as impressões
digitais dos tucanos. Havia alguém do nosso grupo dentro da operação. Não
sei quem era a pessoa, mas posso assegurar: soubemos que a candidatura da
Roseana seria destruída com uns três dias de antecedência. Houve muita
festa quando isso aconteceu.
Nunca se falou antes da participação do PT nesse caso…
O grupo sabia que o golpe final iria acontecer, e houve uma grande
comemoração quando aconteceu. Aquela situação da Roseana caiu como uma
luva. Ao mesmo tempo em que o PT se livrava de uma adversária de peso, agia
para rachar a base aliada dos adversários… Até hoje todo mundo acha que os
tucanos planejaram tudo. Mas o PT estava nessa.
Quem traçava essas estratégias?
O grupo era formado por pessoas que têm uma longa militância política.
Todas com experiência nesse submundo sindical, principalmente dos bancários
e metalúrgicos. Não havia um chefe propriamente dito. Quem dava a palavra
final às vezes eram o Berzoini e o Luiz Marinho (atual prefeito de São
Bernardo do Campo). Basicamente, nos reuníamos e discutíamos estratégias
com a premissa de que era preciso sempre atacar antes.
O então candidato Lula sabia alguma coisa sobre a atividade de vocês?
Lula sabia de tudo e deu autorização para o trabalho. Talvez desconhecesse
os detalhes, mas sabia do funcionamento do grupo. O Bargas funcionava como
elo entre nós e o candidato. Eu ajudei a minar a campanha do Lula em 1989,
com aquela história da Lurian. Eu e o Medeiros (Luiz Antônio de Medeiros,
ex-dirigente da Força Sindical) trabalhávamos para o Collor e participamos
da produção daquele depoimento fajuto da ex-namorada do Lula. O grupo se
preparou para evitar que ações como aquelas pudessem se repetir - e fomos
bem-sucedidos.
De onde vinham os recursos para financiar os dossiês?
Posso te responder, sem sombra de dúvida, que vinham do movimento sindical,
principalmente da CUT. Se precisava de carro, tinha carro. Se precisava de
viagem, tinha viagem. Se precisava deslocar… Não faltavam recursos para as
operações. Quando eu precisava de dinheiro, entrava em contato com o Carlos
Alberto Grana (ex-tesoureiro da CUT), o Bargas ou o Marinho.
Quem mais foi alvo do seu grupo?
O plano era gerar uma polarização entre o Serra e o Lula. Por isso se
trabalhou intensamente para inviabilizar a candidatura do Garotinho, que
também podia atrapalhar. Não sei se o documento do SNI que ligava o vice de
Garotinho à ditadura saiu do nosso grupo, mas posso afirmar que a
estratégia de potencializar a notícia foi executada. O Garotinho deixou de
ser um estorvo. E teve o dossiê contra o próprio Serra. Um funcionário do
Banco do Brasil nos entregou documentos de um empréstimo supostamente
irregular que beneficiaria uma pessoa ligada ao tucano. Tudo isso foi
divulgado com muito estardalhaço, sem que ninguém desconfiasse que o PT
estava por trás.
Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

HUGO CHAVEZ COMANDA AS PESQUISAS NO BRASIL

Desde a campanha presidencial brasileira de 2006 conhecíamos o "trabalho" da pesquisadora SENSUS e nos parecia inverossímil que no Brasil se estivesse repetindo impunemente o mesmo roteiro manipulador venezuelano.

Recentemente, na Bolívia e no Brasil, apareceram duas sondagens que dão conta de um componente importante do socialismo do século XXI: a manipulação da opinião pública através de pesquisas fraudulentas. Contribuição original venezuelana que se converteu em um artigo de exportação com o selo "FEITO NO SOCIALISMO", o slogan publicitário do governo.

domingo, 15 de agosto de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

Conspiração na Republiqueta da Escolhida

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão

A Velhinha de Taubaté, fiel credora da politicagem, proclamou: "as pesquisas são iguais ao Lula. Nunca mentem. Ou melhor, sempre dizem a verdade”. Acreditando-se na máxima da crédula idosinha do Luiz Fernando Veríssimo, o trono de $talinácio já pode ser desinfetado para Dilma sentar. À vencedora, às batatas podres!

Dilma é digna de pena. Deus lhe proporcionou o milagre da cura de um linfoma. Mas o Diabo lhe presenteou com o PMDB na vice-Presidência. Para tornar o futuro dela ainda mais infernal, os diabólicos homens de negócio petralha estarão em volta dela, iguais a hienas aguardando a hora de dar uma mordida na rica carniça.

A histórica brizolista Dilma é vacinada contra os predadores que a cercam? Eis a grande questão. A burocrata que foi assessora de tudo talvez sobreviva. Afinal, sua vivência dos tempos de terrorismo na luta armada pode ajudá-la a enfrentar tantos inimigos próximos travestidos de oportunistas aliados. Para entender Dilma, vale dar uma lida na reportagem de capa da revista Época desta semana (número 639): O passado de Dilma. Leia um trecho de: Dilma na luta armada

E Dilma, se eleita, ainda terá de encarar, a todo instante, o fantasma de Lula? O barbudo espectro do $talinácio, certamente, irá assombrá-la incessantemente. Ele conseguirá largar o osso do poder? É muito difícil. O cara vai encher o saco da Dilminha. Dará palpites em tudo, todo instante. O detalhe é que o chefão Lula, um mero fantoche, manda em nada. É pau mandado. Igual a Zé Dirceu, Marco Aurélio Garcia e Antônio Palocci. Todos obedecem a esquemas de fora.

Além de obedecer aos patrões externos, Dilma terá um inimigo próximo: Michel Temer, fazendo seu governo paralelo no outro Palácio. Dilma também terá de enfrentar outro inimigo, muito íntimo: seu mau humor. Dilma não tem temperança para governar. Com a caneta em punho, será difícil segurá-la.

No Forte Apache, os militares terão uma chefona-em-comando perfeita para acabar com o que resta das Forças Armadas e substitui-las por alguma Guarda ou Exército de Libertação Nacional. A relação de Dilma com as Legiões promete ser tensa. Mas, para surpresa geral, pode ser calma. Quantas vezes, na história, inimigos ficaram mais amigos dos amigos que os aliados políticos mais próximos? Surpresas acontecem. Paguemos caro para ver.

O cenário é de um filme de terror político. Sem direito a risadinha nervosa do Palhaço do Planalto. Em 2011, desenha-se uma crise internacional. Lula respira aliviado porque só teve de surfar na marolinha, na crise de 2008. Para Dilma, a onda pode ter a feição de um tsunami, com tudo para afetar o desempenho de seu provável futuro governo. Azar dela, e de nós. E do Lula, também. Quanto tempo Dilma leverá para trai-lo e romper com ele? Mas será que a Dilma vai ganhar mesmo?

Para antevermos o que será um eventual governo Dilma, vale a pena lembrar, com ironia fina, o que foram os oito anos de Lula. Para isso, nada melhor que recorrer ao humor. Os vídeos abaixo tiveram circulação restrita, embora estejam no YouTube. Uma produção da Aeon Audiovisual deixa a petralhada irada. Trata-se da criativa animação “A Republiqueta”, dirigida por Priscila Velho, com roteiro de Eduardo Oliveira e vozes de Jerônimo Cândido (da Tribrothers Band). Assista completo em: http://blip.tv/file/3259450 e Baixe grátis em: http://blog.aeonav.com/

E para deixar a petralhada mais PT da vida, a Aeon Audiovisual deu início à produção de um novo episódio da Republiqueta. O título do episódio é "Dilma, a Escolhida". O lançamento está previsto para outubro. Pela sinopse, já dá para sentir o drama: “Nem mesmo o onisciente Lula imaginou os problemas que iria enfrentar para transformar sua criatura eleitoral em uma candidata forte para as eleições presidenciais, especialmente quando alguns de seus principais assessores conspiram contra ela”.

Dilma que se prepare. A conspiração contra ela já começou. E não vem das Legiões e nem das animações cinematográficas. O PT que a pariu pode embalá-la, em parceria com o PMDB e outros demônios menos votados. Quem sobreviver verá... Enquanto isso, veja abaixo a primeira versão da Republiqueta. É de chorar de rir.





Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

sábado, 14 de agosto de 2010

O JOGO AINDA VAI SER JOGADO

13/08/2010

às 22:20

O resultado do Datafolha e por que o jogo ainda não está jogado

O Jornal Nacional divulgou a mais recente pesquisa Datafolha. Os petistas devem estar em êxtase, e os tucanos, preocupados. Uma coisa e outra são compreensíveis, claro, mas é bom ir um pouco devagar — e eu não ignoro que o pedido é inútil. Direi por quê. Primeiro aos números. Há um mês, Dilma tinha 36% das intenções de voto; agora, aparece com 41% — cresceu 5 pontos. O tucano José Serra tinha 37% e caiu 4: agora está com 33%. A diferença, portanto, é de 8 pontos. Segundo o Datafolha, tudo descontado, Dilma estaria a 3 pontos de vencer no primeiro turno. Então os tucanos podem desistir da disputa? Bem, acho que não. E direi por quê apelando à história e a um fato presente que precisa ser considerado. E pouco me importa se serei ou não o único a fazê-lo: já acertei sozinho antes e já errei em grupo — e o contrário também aconteceu, é óbvio.

Os petralhas, supondo que o resultado me desagrade, talvez me imaginem saindo a gritar: “Fogo, fogo na floresta!” Huuummm… Há um vídeo abaixo com a minha participação num programa de TV: demonstra, como naquele filme, a minha “alta ansiedade”, hehe. Besteira! Política é jogo de vida (própria) ou morte (dos adversários) so na cachola dos autoritários e dos cretinos. Não me quero nem uma coisa nem outra. Adiante. Não ignoro que Datafolha e Ibope — as duas únicas pesquisas que aceito comentar — mostrem Dilma em ascensão e Serra ou estagnado ou em ligeira queda. Vamos ver.

Lembrando uma pesquisa de 2006
Relembro a última pesquisa Datafolha antes de começar o horário eleitoral gratuito de 2006, correspondente a esta de hoje, portanto. No dia 7 de agosto, Lula aparecia com 47% das intenções de voto. Três semanas antes, tinha 43%. O então candidato tucano, Geraldo Alckmin, havia caído de 28% para 24%. Heloísa Helena, do PSOL, havia oscilado de 10% para 12%. A diferença de 23 pontos garantia a vitória de Lula no primeiro turno, com 55% dos votos válidos.

A campanha na TV começou, os debates aconteceram etc. Bem, o resultado das urnas em outubro, no primeiro turno, foi este:
- Lula: 48,61% - bem perto mesmo da pesquisa de agosto;
- Alckmin: 41,64% - quase 19 pontos acima de agosto. Alguém poderia dizer: “Ah, mas ele estava em ascensão; Serra, em queda”. Não! Alckmin havia caído 4 pontos em três semanas;
- Heloisa Helena ficou com 6,85%m, quase a metade da pontuação de agosto.

O petralha que quer sapatear em vez de pensar, como de hábito, diria: “Olhem, Reinaldo pega uma eleição que Alckmin perdeu para dar esperanças a Serra”. Bobagem! Estou apenas demonstrando que é cedo, apesar dos números, para dar a fatura por liquidada. E não pensem que a coisa melhorou para o PSDB na primeira pesquisa depois do início do horário eleitoral: até piorou! Duas semanas depois, Lula tinha crescido dois pontos (de 47% para 49%), e Alckmin, um só: 25%. O petista tinha chegado a 56% dos votos válidos.

O campo e o Jornal Nacional
Se o Jornal Nacional, com seus milhões de telespectadores, tem alguma influência na escolha do eleitor — afinal, há sempre os indecisos e os poucos convictos —, uma consideração precisa ser feita em nome da prudência. E, com isso, não estou pondo nada nem ninguém sob suspeição. Mas fato é fato.

O Datafolha informou ao TSE que os seus questionários foram aplicados entre os dias 9 e 12 — de segunda-feira até ontem. Considerando-se as entrevistas do Jornal Nacional, temos:
dia 9, segunda-feira - grupo que respondeu não havia assistido à entrevista de ninguém.
dia 10, terça-feira - grupo que respondeu só havia assistido à entrevista de Dilma no dia anterior;
dia 11, quarta-feira - grupo que respondeu só havia assistido às entrevistas de Dilma na segunda e de Marina, na terça;
dia 12 - quinta-feira - grupo que respondeu assistiu a todas as entrevistas, inclusive à de Serra, que ocorreu na quarta.

Assim, um dos quatro grupos que responderam à pesquisa não havia visto a entrevista de ninguém; três deles viram a entrevista de Dilma; dois viram a de Marina, e apenas um viu a de Serra. Convenham: o campo do Datafolha, dado o calendário de entrevistas do Jornal Nacional, não poderia ser pior para o tucano e melhor para a petista.

“E quem garante, Reinaldo, que os entrevistados foram divididos em lotes iguais?” Não sei como foi feita a distribuição. Que muitos dos entrevistados respondem sem ter como comparar a performance dos três entrevistados, isso me parece óbvio. E o risco de distorção existe. TRATA-SE DE UMA EVIDÊNCIA QUE NÃO DÁ PARA NEGAR. Ou, se dá, gostaria de saber como.

Vacina
A questão é tão patente que os próprios petistas aplicaram uma espécie de vacina. Nas colunas de notas, plantaram aquela que seria a “desculpa” tucana para a dianteira de Dilma: justamente isso que aponto acima. Pois é… O fato de os petistas terem antecipado o óbvio não quer dizer que o óbvio deixe de ser… óbvio!

Tudo desculpa?
Isso tudo é desculpa? Desculpa para quê? Inexoravelmente, haverá um resultado; seja qual for, não será possível escondê-lo. Querem-me aderindo à turma que proclama que tudo está decidido? Tirem o cavalo da chuva. Não o farei. Há tantos dizendo isso que mais um se faz desnecessário. E não é que resista só para teimar. É que não acredito nisso. mesmo! Meu texto tem o objetivo de deixar claro, sim, que o jogo ainda não está jogado, embora, no momento, Dilma tenha mais motivos para gostar dele do que Serra.

Querem uma dica? Ignorem os rojões dos triunfalistas e as lamúrias dos apocalípticos. Isso é coisa de gente que acredita que a história tem epílogo. Não tem. Está sempre no meio do caminho.

Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 12 de agosto de 2010


HUMBERTO
ANTERIORES

A TERRORISTA PROCESSOU OS BRASILEIROS

Coturno Noturno publicouQuanto Dilma quer na "bolsa guerrilha"?

A candidata Dilma Rousseff(PT) está movendo um processocontra o Estado brasileiro. Ela está requerendo indenização pelos tempos em que militou na guerrilha armada, tentando implantar o comunismo no Brasil. Enquanto esteve na guerrilha, o grupo terrorista do qual participava ativamente assassinou soldados, praticou atentados à bomba, roubou cofres, sequestrou. Desde 2002, Dilma está processando o Estado. O processo já teve 23 movimentações. Agora chegou ao gabinete do Presidente Lula. É importante saber quanto a Dilma quer ganhar. Especialmente neste momento em que o TCU está disposto a revisar os verdadeiros absurdos cometidos na distribuição da bolsa guerrilha. Lula ganha perto de 5 mil mensais por ter passado 30 dias na prisão, assediando o menino do MEP e pedindo pizza para o jantar. Não perdeu o emprego porque já não trabalhava, já era pelego do sindicato. Quanto será que a Dilma está querendo faturar em cima dos impostos que nós pagamos? Quanto será que ela está pedindo? É uma boa pauta para os jornalistas ou para o que ainda resta deles. Quem pergunta? Os cofres públicos agradecem. Apenas para lembrar: Serra nunca pegou em armas contra os seus irmãos brasileiros, esteve exilado durante vários anos e nunca pediu um centavo. Apenas para lembrar. Clique na imagem para ampliar e le

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A SAÚDE DOS BRASILEIROS: DE MAL A PIOR


Início do conteúdo

Saúde tem pior nota em novo índice da ONU para o Brasil

IVH avalia valores humanos nas áreas de trabalho, saúde e educação

10 de agosto de 2010 | 17h 03

O novo índice de valores humanos divulgado nesta terça-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) revela um desempenho mais baixo do Brasil em termos de saúde do que em trabalho e educação, os três setores avaliados.

Veja também:

Ministério da Saúde faz considerações sobre IVH

O Índice de Valores Humanos (IVH) é composto pelos subíndices de trabalho, saúde e educação e, segundo seus idealizadores, é uma tentativa de levar em conta a importância dos valores humanos para os processos de desenvolvimento.

Em uma escala de zero a 1, sendo 1 o melhor resultado, o Brasil tem um IVH de 0,59. Quando o tema é trabalho, o resultado foi de 0,79. Na educação, o índice ficou em 0,54, e na saúde, em 0,45.

Em vez de se concentrar em dados como expectativa de vida ao nascer e taxa de alfabetização, por exemplo, como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que classifica todos os países membros das Nações Unidas, o novo indicador foi elaborado a partir das experiências da população brasileira em termos mais subjetivos, como tempo de espera para atendimento médico ou situações de prazer e sofrimento no trabalho.

"A ideia era construir um indicador que partisse do relato das pessoas", diz o coordenador do Relatório de Desenvolvimento Humano do Brasil 2009/2010, Flávio Comim.

Segundo Comim, que é economista-chefe do Pnud, o IVH só é realizado no Brasil e é um projeto-piloto, com o propósito de lançar uma metodologia que inclua uma maneira mais humana de medir o desenvolvimento.

"Vamos ver como vai ser recebido para determinar sua periodicidade", diz o economista.

Saúde

Para chegar ao resultado, 2.002 pessoas foram entrevistadas em 24 Estados.

O IVH do Brasil em saúde foi de 0,45. A avaliação considerou o tempo de espera para atendimento médico ou hospitalar, a facilidade ou não de compreensão da linguagem usada pelos profissionais de saúde e o interesse da equipe médica percebido pelo paciente.

Na comparação por regiões, o Sul e o Sudeste apresentaram o maior IVH, ambas com 0,62, acima da média do Brasil, de 0,59. A região Norte foi a que apresentou o menor índice, com 0,50.

Segundo os autores do relatório, o baixo valor da região Norte pode ser atribuído principalmente à dimensão da saúde, com índice de 0,31, bem abaixo da média nacional de 0,45 nesse quesito.

De acordo com o documento, 67% dos moradores da região Norte consideram demorada a espera para receber atendimento médico e apenas 38% dizem que a linguagem utilizada pelos profissionais da saúde é de fácil ou razoável compreensão.

Trabalho e educação

O IVH relacionado ao trabalho foi calculado a partir da avaliação de 17 experiências relacionadas ao prazer no trabalho, como realização profissional e liberdade de expressão, e outras 15 ligadas ao sofrimento, como fatores de esgotamento emocional e falta de reconhecimento.

O índice do Brasil nesse caso foi de 0,79. A avaliação levou em conta o número de vezes que o trabalhador experimentou essas experiências nos seis meses anteriores ao questionário ou no último emprego.

No caso da educação, a média brasileira foi de 0,54. Esse subíndice levou em conta os valores das famílias, dos alunos e dos professores.

Para isso, o Pnud avaliou quais os conhecimentos considerados pelas famílias mais importantes na formação e como são as relações de alunos e professores no sistema educacional.

Na maior parte do país, 36,2% dos entrevistados responderam que a educação deve dar prioridade a conhecimentos para formar um bom cidadão.

A exceção foi a região Norte, onde 40,4% consideram que o mais importante são conhecimentos para conseguir um bom emprego.

Relatório

O IVH faz parte do Caderno 3 do Relatório de Desenvolvimento Humano do Brasil 2009/2010.

O caderno inclui ainda exemplos e boas práticas de políticas de valor, com recomendações para contribuir para os dois objetivos principais definidos pela população brasileira na Campanha Brasil Ponto a Ponto, realizada no ano passado: redução da violência e melhoria da qualidade da educação.

Os idealizadores do IVH também chegaram à conclusão de que a percepção dos valores humanos no Brasil depende do nível de renda individual - e, em geral, quanto maior a renda, melhor a avaliação dos valores.

Os resultados também indicam que, quanto maior o nível de escolaridade, melhor o IVH. Essa tendência, porém, se inverte em relação ao índice específico de educação, em que pessoas com maior nível de escolaridade registraram IVH mais baixo.

Quando avaliadas as diferenças de gênero, o IVH de trabalho é maior para homens (0,82) do que para mulheres (0,76).

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O SEU GOSTO É PELA CORRUPÇÃO DESENFREADA

Lula sanciona lei que limita ação do TCUPDFImprimir
11 de agosto de 2010
Por Edna Simão / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo (*)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2011 que cria brechas para o governo gastar com mais facilidade e, ao mesmo tempo, fugir da fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU).

Lula vetou mais de 20 pontos da LDO mas garantiu a flexibilidade na contratação de obras e serviços por empresas públicas e para realização da Copa do Mundo de 2014. Isso será possível porque na LDO de 2011, aprovada às pressas pelo plenário do Congresso Nacional no mês passado, existe um artifício que possibilita que Petrobrás e Eletrobrás fiquem fora da aplicação de tabelas oficiais de preços, que são utilizadas pelo TCU para investigar irregularidades. Além disso, em vez de ser utilizado o preço de cada item, as obras poderão ser fiscalizadas pelo valor global do empreendimento.

Manobra. A derrota do TCU começou com uma manobra comandada ainda no Congresso pela base aliada do Planalto. Na ocasião da votação da LDO, o TCU defendeu alteração de um artigo que estabelecia que somente obras e serviços contratados com base nas regras da Lei de Licitações fossem sujeitos ao cumprimento de tabelas oficiais - Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) e Sistema de Custos de Obras Rodoviárias (Sicro).

O TCU era contra o artigo porque excluía a Petrobrás e a Eletrobrás do regime de licitação e seria regulado apenas pelo decreto 2.745/98, ou seja, limitaria a fiscalização das contratações feitas pelas estatais. As estatais passariam a estar sujeitas a tabela específica, o que dificultaria a constatação de supervalorização de preços.

Mas o vice-líder do governo no Congresso Nacional, deputado Gilmar Machado (PT-MG), reverteu a situação. Em um acordo em cima da hora, ele inseriu artigo estabelecendo que não teriam de cumprir as tabelas oficiais itens de montagem industrial ou que não sejam considerados de construção civil. Com isso, a Petrobrás poderá construir plataformas e refinarias sem cumprir os preços da Sicro e Sinapi. Já a Eletrobras poderá o mesmo na construção de usinas.

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terça-feira, 10 de agosto de 2010

QUEREMOS VER A BIOGRAFIA DA CANDIDATA DE LULA

Onde está a biografia de Dilma Rousseff?

Alguém já viu alguma pessoa se candidatar a alguma coisa sem que ninguém tenha visto sua biografia?
Todos os que se apresentam para assumir qualquer cargo na administração pública tem sua biografia publicada nos meios de comunicação. É praxe que se faça assim.

Com Dilma Rousseff é o contrário. Não se vê nada sobre o seu "passado". O que poderia estar provocando essa lacuna? O que ela tem a esconder da população brasileira que, em sua maioria, nunca ouviu falar em Dilma Rousseff, a não ser os que tem mais de 50 anos de vida e que tenham por hábito ler jornais. Apenas essas pessoas poderão saber algo sobre a misteriosa candidata de Lula.

A verdade é que não se pretende divulgar que ela fez parte dos piores grupos armados de terrorismo de que se tem notícia em solo brasileiro: COLINA, Var-palmares, MR-8.

Esses grupos terroristas cometeram os piores atentados já noticiados na crônica policial do Brasil em qualquer época. Foram praticados atentados de todos os tipos imagináveis. De seqüestros a assassinatos de inocentes e até por engano, como foi o caso do Major alemão ( TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1 – OS 19 ...) que foi trucidado sem causa explicável, apenas por incompetência e sede de sangue daqueles miseráveis colegas de Dilma Rousseff.

O atentado ao Consulado americano, no Conjunto Nacional na Av. Paulista, provocou a amputação da perna de um jovem estudante que saia de uma livraria no mesmo edifício e que hoje recebe uma ninharia (apenas um salário mínimo) por sua "aposentadoria forçada" enquanto os terroristas (Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente de Lula esteve nesse atentado) que o impediram de seguir sua vida normalmente receberam fortunas como indenização por terem sido perseguidos pela "ditadura" além de um salário perpétuo de mais de R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais).

Do atentado executado por Carlos Lamarca - ex-capitão do Exército que se passou para o lado dos terroristas e cometeu as maiores atrocidades em nome da "defesa da democracia" que é como eles camuflam suas carnificinas dos tempos do Regime Militar - resultou a morte do jovem soldado Mário Kosel Filho que teve seu corpo estraçalhado pela explosão de um carro bomba que foi jogado contra a portaria do Q.G. do II Exército , no Ibirapuera, capital pauista.. Leiam mais aqui: KOSEL,MORTO POR ATENTADO TERRORISTA PELO GRUPO LAMARCA,VEJAM AS ...

Dona Dilma recebeu algumas centenas de milhares de reais e é beneficiada por uma gorda quantia mensal até a sua morte, por ter feito parte de quadrilhas de assassinos e seqüestradores.

É essa "biografia" sanguinolenta que ela esconde do povo tolo e desinformado brasileiro que a aplaude sem saber que está aplaudindo uma bandida da pior qualidade.

Da imprensa comprada e ameaçada do Brasil não se poderá esperar nada quanto à divulgação de sua vida pregressa. Com absoluta certeza nada será mostrado para não empanar o "brilho" falso de sua candidatura para o mal do Brasil.
Apenas na internet se viu e ainda se vê as menções à sua vida de crimes no passado.
Leia mais aqui terra.

Temos que fazer circular tudo o quanto tivermos em nosso poder sobre essa terrorista para ver se conscientizaremos um grande número de pessoas a esse respeito e evitaremos assim que essa celerada assuma a Presidência do Brasil.

Todos nós temos responsabilidade sobre isso. Se ficarmos estáticos aguardando o desfecho trágico seremos cúmplices passivos desse crime que se quer praticar contra a democracia e a liberdade dos brasileiros.

Você já se perguntou o que deixaremos para os nossos filhos e netos após a concretização dos planos macabros de Lula e Dilma Rousseff, assessorados que são por todos os tipos de criminosos que os cercam?

Já se perguntaram por que a Venezuela se tornou o pior país da América Latina, depois de Cuba e Haiti, para se viver? A resposta está em todos os noticiários: Hugo Chavez e seu socialismo bolivariano transformou um país pacato e de boa qualidade de vida num pardieiro insuportável.
Já viram que Hugo Chavez apoia Dilma Rousseff e ele declarou isso para todos os brasileiros que assistiram os jornais televisivos da época.

Todos nós temos de fazer a nossa parte.

O Editor.