segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A Ditadura do Controle Social

QUINTA-FEIRA, 4 DE AGOSTO DE 2011


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antonio Ribas Paiva

Todo governante, com honrosas exceções, tem por objetivos não ser fiscalizado e exercer o controle absoluto das pessoas. Nesse mister, contam com a tácita colaboração da classe política e da cúpula dos servidores públicos, dos Três Poderes; todos comanditários das benesses do poder do Estado.

Deformando a Democracia, impõem o CONTROLE SOCIAL, através de portarias, medidas administrativas e legislação ordinária, contrárias à Constituição Federal.

No regime democrático as relações públicas e particulares são regidas pela Constituição Federal e pela legislação ordinária, obedecido o princípio da hierarquia das leis. Como restará demonstrado, não é o que ocorre no Brasil!

O contrato social, pelo qual os cidadãos submetem-se ao Poder do Estado, para obter garantias de segurança, saúde e educação, é estabelecido pela Constituição Federal, que contém cláusulas pétreas (Hamurabi), como as garantias dos direitos individuais e a submissão aos princípios da legalidade, moralidade, razoabilidade, proporcionalidade, eficiência, impessoabilidade, literalidade e publicidade, que devem nortear os órgãos públicos. (art 37 Constituição Federal)

“CONTROLE SOCIAL” é ditadura. Não importa, que os governantes tenham sido eleitos pelo povo; quando tangem as pessoas,inconstitucionalmente, como se gado fossem, devem ser coibidos, porque a eleição, simples método de escolha, lhes outorga apenas poderes constitucionais.

Através de artifícios, os governantes controlam o psicossocial, revelando-se tiranetes, que usurpam o poder do cargo em próprio proveito, ao arrepio do contrato social. São inesgotáveis os métodos utilizados pelos déspotas, para tiranizar as pessoas, através do singular “CONTROLE SOCIAL”.

Para controlar as pessoas, e manter o poder e as conseqüentes vantagens, os governantes e sua corte, ao arrepio da Constituição Federal, implementam o “CONTROLE SOCIAL”, através de medidas indutoras de comportamento, medidas confiscatórias, medidas de dispersão de energia social e coercitivas.

Na idade média, a igreja e a nobreza exerciam o “Controle Social” pelo terror da “Santa Inquisição”, que além de aterrorizar o povo, tinha objetivos econômicos, porque as vítimas tinham o patrimônio confiscado, pelos governantes e pela igreja.

Atualmente, os déspotas, travestidos de governantes, só mudam a forma de apresentação, o terror é o mesmo, com equivalentes conseqüências econômicas. Aterrorizam as pessoas, submetendo-as a todo tipo de violência, e se apossam de seu patrimônio, através de multas, confisco tributário, pedágios, contratos terceirizados e superfaturados e, etc.

O encoleiramento das pessoas se concretiza, direta ou indiretamente, através do EXCESSIVO REGRAMENTO, que transforma todo cidadão em fora da lei,sujeito ao arbítrio dos prebostes do poder.

Dentre os inúmeros artifícios, para o exercício do “Controle Social”, destacam-se:

1. REGIME TRIBUTÁRIO CONFISCATÓRIO; De 1988 a 2010 subiram o índice de tributação de cerca de 22% para 35%; o equivalente a 6 meses da renda média das pessoas; afora multas e juros, sobre eventuais moras;

2. CÓDIGO DE TRÂNSITO DRACONIANO; primariamente objetiva capitalizar Estados e Municípios, com a onipresença da fiscalização e as multas conseqüentes, para que possam pagar a dívida com a União; suspeitos contratos terceirizados com empresas de radar, que transformam as vias públicas em caça-níqueis; privatização de estradas públicas e etc;

3. TRÂNSITO PROPOSITALMENTE CAÓTICO, com limites de velocidade subavaliados, farta proibição de estacionamento e rodízio de veículos, objetivando a arrecadação com multas escorchantes; corredores de ônibus, motocicletas e bicicletas, que estiolam as vias e provocam congestionamentos;

4. CERCEAMENTO DO DIREITO DE IR E VIR, com pedágios abundantes e caros, trânsito caótico e combustíveis caríssimos, rodízios de veículos e, até a planejada implantação de pedágio urbano;

5. DEGRADAÇÃO DOS SISTEMAS DE SAÚDE E EDUCAÇÃO; porque a desinformação e a preocupação com a saúde, com a segurança e com o sustento mantêm o “rebanho” sem pensar e, sem capacidade de reação à opressão;

6. VIOLÊNCIA E TERRORISMO, por proposital inexistência de políticas de combate ao crime. Enquanto a fiscalização do trânsito é onipresente, o combate ao crime é pontual, limitando-se a ações táticas;

7. DESARMAMENTO DOS CIDADÃOS para submetê-los ao crime, em evidente Terrorismo de Estado, objetivando emascular os cidadãos, privando-os dos instrumentos para o exercício da legitima defesa;

8. POLICIAMENTO E FISCALIZAÇÃO voltados, preferencialmente, contra os cidadãos; complacência com o crime organizado; onipresença na fiscalização do trânsito;

9. USO DE TECNOLOGIA DE IMAGEM, SOM E DA INFORMÁTICA para controlar, espionar e fiscalizar as pessoas; desprezando o direito constitucional à privacidade;

10. ENTRAVES BUROCRÁTICOS, objetivando a venda de facilidades, que engordam os caixas de campanha e enriquecem a classe política;

11. PATRULHAMENTO IDEOLÓGICO: aparelhamento partidário do Estado; burocracia e rigor seletivos;

12. INVASÃO DE PRIVACIDADE: chips em automóveis, passaportes e identidades; radares e câmeras filmadoras, em profusão, nas vias e estradas; Cadastro Federal com um só número, controle absoluto das pessoas;

13. PROIBIÇÕES E RESTRIÇÕES AO USO DE ÁLCOOL E DE FUMO, até em parques, como ocorre em N. Yorque; Além disso, oficiosamente, promovem, insistentemente, a liberação das drogas, enquanto a ANVISA cerceia o acesso aos medicamentos;

14. ENDIVIDAMENTO DA SOCIEDADE, com juros exorbitantes, serviços públicos e impostos caríssimos, sem a necessária contrapartida do Estado, em segurança, saúde e educação;

15. MAJORAÇÃO CONSTANTE DOS CUSTOS DOS SERVIÇOS PÚBLICOS, que configura confisco tributário;

16. RIGOR SELETIVO na ação fiscalizadora e punitiva do Estado;

17. CRIAÇÃO DE GUETOS SOCIAIS, SEXUAIS, RACIAIS, INTELECTUAIS E PROFISSIONAIS;

18. EXPLORAÇÃO DAS DIFERENÇAS REGIONAIS, sociais, econômicas e a estimulação do racismo, e da discriminação, com leis, aparentemente protecionistas, para minorias raciais, sociais e sexuais;

19. RELATIVIZAÇÃO DA PROPRIEDADE PRIVADA, estimulando a luta de classes; com apoio tácito dos Poderes da República; Terrorismo de Estado com desapropriações ilegais, apoio às invasões de propriedades e garantias de imunidade e doações de dinheiro público ao MST e suas cooperativas de fachada; apoio a supostos movimentos sociais e, etc;

20. IDEOLOGIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA; aparelhamento do Estado, que não promove o bem estar das pessoas;

21. RELATIVIZAÇÃO DO PODER DO ESTADO, com zonas liberadas para o tráfico e guerrilha, rural e urbana, configurando TERRORISMO DE ESTADO;

22. TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, inclusive de fiscalização, e punição, criando “baronatos” e sociedades de fachada, para a classe política;

23. SUPERFATURAMENTO DE OBRAS PÚBLICAS, desvios de recursos públicos; concorrências fraudulentas e etc;

24. DÍVIDAS, INTERNA E EXTERNA, DESNECESSÁRIAS, beneficiando segmentos da economia em detrimento de outros; além de agravar o confisco Tributário, para pagar os juros da dívida pública;

25. APARELHAMENTO ECONÔMICO DA MÍDIA, com falsas e desnecessárias campanhas institucionais, para justificar medidas de interesse dos governantes e exercer o “Controle Social”;

26. SISTEMA POLÍTICO ELEITORAL VICIADO, com métodos de escolha indireta; o eleitor escolhe entre os que já foram escolhidos, pelos chefes partidários, enquanto a mídia procura convencer as pessoas, que o simples fato de votar garantiria a democracia;

27. LAVAGEM CEREBRAL, POR TODOS OS MEIOS, impondo à sociedade o falso indigenismo, o quilombolismo, a suposta reforma agrária, o falso ambientalismo, a liberação de drogas, a luta de classes, o internacionalismo, o suposto pacifismo, a fragilização das Forças Armadas, tornando-as ineficientes e inadequadas para o fim a que se destinam, (art 142 C Federal). A Ditadura da Classe Política, ardilosamente, escora-se nas nossas Forças Armadas, para exercer a Tirania do CONTROLE SOCIAL, apresentando, mendaciosamente, aos comandantes militares as medidas como imprescindíveis para a manutenção da“ordem pública”. É a “doença do oficialismo” que, de antemão, avalia como boas e corretas todas as iniciativas do governo, sem mensurar os seus objetivos e conseqüências.

Os instrumentos de fiscalização do exercício do Poder, pelos cidadãos, são poucos e ineficientes, porque dependem da máquina do Estado, aparelhada pelos governantes e sua corte. O que favorece o “CONTROLE SOCIAL”.

As eleições são métodos de escolha viciados, que inviabilizam a liberdade de escolha do eleitor, que escolhe entre os já escolhidos, pelos chefes partidários, apenas para coonestar o poder vigente.

Tudo milita em favor dos governantes e sua corte, composta pela alta administração pública, nos Três Poderes, e pela Classe Política. De sorte que, o Brasil tem apenas duas classes sociais; os membros do Poder do Estado e o resto, que somos todos nós, civis, militares, ricos, pobres e a classe média, que devem apenas se submeter, obedecer e pagar, sem a necessária contrapartida em segurança, saúde e educação e, muito menos, em garantias democráticas.

A opressão e a defraudação do povo, através do “CONTROLE SOCIAL”, evidenciam que o Brasil não é uma Democracia! A Nação Brasileira está sob a Ditadura do Governo do Crime Organizado!

A conscientização, do ditatorial regime político brasileiro, é o primeiro e imprescindível passo para a Liberdade e o rompimento dos grilhões, quase invisíveis, que tolhem a vida das pessoas e comprometem o futuro da nação.

A suposta democracia é mais danosa do que a tirania deslavada, porque se prolonga, indefinidamente, e encontra conivência e apoio internacionalmente, provavelmente, porque várias Nações do chamado “Primeiro Mundo” são concorrentes do Brasil e querem neutralizar as nossas potencialidades, influenciando os membros do poder, sempre ávidos de vantagens e afagos internacionais.

O debate sobre o problema e as providências contra a tirania, mantida, intertemporalmente, pelos métodos de “Controle Social” dos governos, não passam pelos meios oficiais, beneficiados pelo “statu quo”, mas devem ser travados e perseguidos pelos segmentos esclarecidos da sociedade.

Urge que se aprimorem as instituições, restabelecendo-se o Contrato Social Democrático, rompido pelos governantes e suas cortes, levando-se em consideração, que democracia é segurança do direito.

Como demonstrado acima, o Brasil não é uma democracia, seu regime político é uma sutil Ditadura da Classe Política e da alta administração pública, que garroteiam as pessoas, com a tirania do CONTROLE SOCIAL.

O Instituto TAVISTOCK de Londres, especializou-se em controles do psicossocial, a partir de 1921. Desde então, tem fornecido a mesma “Receita” de “CONTROLE SOCIAL” para os governos de todo o mundo. Os radicais religiosos do Irã, por exemplo, também impuseram o rodízio de veículos em Teerã. As prefeituras de N. York, São Paulo e o Governo Argentino, como uma orquestra “TAVISTOCKIANA”, impuseram proibições de fumo, até em praças e condomínios particulares, fatos que evidenciam sua origem comum.

A ditadura do “CONTROLE SOCIAL” é um movimento mundial, de claro interesse transnacional, para submeter as populações e neutralizar o sentimento de nacionalidade, tudo por uma suposta “Nova Ordem Mundial”.

O passaporte brasileiro mudou de cor e ostenta na capa, apenas, a palavra Mercosul e contém um “CHIP”, para controlar o “gado” humano de um país que não existe: O Mercosul!

Os déspotas de plantão não só tiranizam a sociedade, mas colocam em risco a Soberania Nacional, por evidente submissão aos interesses transnacionais. Haja vista, o falso ambientalismo, o falso indigenismo, o quilombolismo, o falso pacifismo, o internacionalismo que invadem a mídia, “lavando” cérebros e corações.

As Forças Vivas da Nação devem opor-se à Ditadura do “CONTROLE SOCIAL”, ou breve, o Brasil será apenas uma referência histórica e geográfica.

Antônio José Ribas Paiva, Advogado, é Presidente do grupo de estudos União Nacionalista Democrática.

Perguntas proibidas


Sem fazer essas perguntas, ninguém pode compreender nada do que está acontecendo neste País, muito menos o que está para acontecer. Mas cada uma delas é um tabu.

Max Weber, quando o acusavam de exagerar em seus diagnósticos, respondia: "Exagerar é a minha profissão!" A boutade referia-se, naturalmente, à técnica dos "tipos ideais", com que o autor de A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, ao descrever uma conduta, um sentimento, uma atitude, ampliava certos traços típicos para maior nitidez do objeto puro, isolado de diferenças e semelhanças acidentais.

Mas referia-se também, mais profundamente, à missão do cientista social em geral, que tem de olhar as coisas numa escala que não é a da atualidade patente, visível nos debates públicos e na mídia popular, mas deve cavar em busca das sementes, não raro modestas e discretíssimas, onde o futuro está se gerando longe dos olhos da multidão.

Se há uma coisa que nenhum estudioso da sociedade e da História tem o direito de ignorar, é que o poder dos fatores determinantes do curso das coisas é, no mais das vezes, inversamente proporcional à sua visibilidade presente. Daí o descompasso entre os respectivos "sensos de realidade" dos observadores do dia a dia, meros constatadores do fato consumado, e o do estudioso que mergulha em águas profundas para saber o que há de vir à superfície amanhã ou depois. Com o agravante de que o fato consumado só faz sentido para quem o viu crescer desde as raízes. Para os demais, tudo é surpresa desnorteante ou mera coincidência.

Mas, quando digo "cientista social", uso o termo como um tipo ideal weberiano. Refere-se ao que os cientistas sociais deveriam fazer para merecer o título, não ao que os profissionais universitários que o ostentam estão fazendo realmente no Brasil de hoje. Estes, coitados, não conseguem acompanhar nem o fato consumado, tão presos estão aos seus esquemas mentais rotineiros, à pressão dos seus pares e ao temor de desagradar à mídia.

Não ousam sequer fazer perguntas, como por exemplo: Quantos assentados do MST foram recrutados entre militantes urbanos, falsificando completamente o panorama dos "conflitos rurais"? Qual é o peso estatístico real de duzentos assassinatos de homossexuais num país que tem 50 mil homicídios por ano, mesmo sem averiguar quantos daqueles foram assassinados por seus parceiros? Quantas pesquisas sociológicas com resultado previamente estabelecido pelas fundações estrangeiras que as financiaram foram realizadas nas universidades brasileiras nos últimos anos, e quantas foram em seguida usadas como material de propaganda por ONGs e "movimentos sociais", se não como argumento cabal para justificar leis e decretos? Quanto dos benefícios distribuídos pelo governo federal aos pobres foi pago com puro dinheiro de empréstimos, endividando as gerações vindouras para ganhar os votos da presente? Quantos crimes de morte são praticados com armas legais registradas, e quanto com armas clandestinas cuja circulação o tal "desarmamento civil" não poderá diminuir em nada? Quantas leis e decisões federais vieram prontas de organismos internacionais e tiveram seu caminho aplanado por campanhas bilionárias financiadas do exterior? Quantas delas vieram de decisões tomadas no Foro de São Paulo com anos de antecedência, em assembleias promíscuas onde terroristas, narcotraficantes e sequestradores debatem em pé de igualdade com políticos eleitos? Se for liberado o comércio de drogas, quem terá mais chances objetivas de dominar esse mercado?

Sem fazer essas perguntas, ninguém pode compreender nada do que está acontecendo neste País, muito menos o que está para acontecer. Mas cada uma delas é um tabu. O simples pensamento de vir a formulá-las um dia já basta para fazer um profissional universitário tremer desde os alicerces, prevendo os olhares de ódio que fulminarão sua pessoa e sua carreira – ao menos ele assim o imagina – tão logo comece a falar.

Sim, o brasileiro de hoje em dia – e os cientistas sociais não são exceções – é aquele sujeito valente que teme olhares e caretas como se fossem balas de canhão, que enfia o rabo entre as pernas à simples ideia de que falem mal dele, que troca a honra e a liberdade por um olhar de simpatia paternal de quem o despreza.

É por isso que os processos históricos profundos, que estão mudando a face do Brasil com uma rapidez avassaladora, passam ainda despercebidos até àqueles mesmos que, arrastados na voragem de leis, decretos e portarias, perdem prestígio e poder a cada dia que passa e, iludidos por vantagens financeiras imediatas que o governo atira à sua mesa como migalhas, não ousam nem confessar uns aos outros que estão sendo jogados à lata de lixo da História.

Não vi até agora um único analista político, na mídia ou nas universidades, declarar em voz alta aquilo que, nos altos escalões do petismo e do Foro de São Paulo, todo mundo sabe: a fase da revolução cultural terminou, já estamos em plena revolução social. Explicarei isso melhor no próximo artigo.

domingo, 7 de agosto de 2011

A diferença entre genuínos capitalistas e progressistas


Compare a moralidade de ter de servir o seu semelhante para poder ganhar uma fatia daquilo que ele produz com a (i)moralidade de receber dinheiro redistribuído pelo governo (seja via assistencialismo, funcionalismo público, ou grandes empresários que trabalham que recebem subsídios do governo).

A visão que os progressistas têm do governo é facilmente entendida e faz todo o sentido quando você finalmente entende como eles pensam, quais são os equívocos de suas ideias e quais são as pressuposições implícitas que elas têm a respeito da origem da renda.

A visão dos progressistas ajuda a explicar as políticas que eles apóiam, tais como a redistribuição de renda, e a linguagem que eles utilizam, como suas inflamadas exortações para que os ricos "deem algo de volta" para a sociedade.

Em termos gerais, os progressistas entendem a economia de uma das duas maneiras a seguir:

1) Eles supõem que a verdadeira fonte de renda das pessoas é uma gigantesca pilha de dinheiro que, em teoria, deveria ser distribuída igualmente entre todas as pessoas da sociedade. O motivo de algumas pessoas terem mais dinheiro que outras é simplesmente porque elas chegaram a essa pilha primeiro e gananciosamente pegaram uma fatia injustamente grande para elas. Sendo esse o caso, a justiça requer que os ricos deem algo de volta; e se eles não fizerem isso voluntariamente, o governo deve confiscar seus ganhos ilicitamente adquiridos e restituí-los aos seus donos de direito.

2) A outra visão progressista, concorrente a essa, pressupõe que toda a renda é distribuída, como em uma política de distribuição de renda. É como se houvesse um distribuidor de dinheiro. O motivo de algumas pessoas terem mais dinheiro do que outras é porque o distribuidor de dinheiro é racista, machista, conservador ou um representante dos "grandes interesses do capital". Nesse caso, a única coisa certa a ser feita com aqueles para quem o distribuidor de dinheiro injustamente deu muito dinheiro é obrigá-los a devolver a fatia ilícita de seus ganhos. Se eles se recusarem a fazer isso voluntariamente, então é função do governo desencadear a fúria da Receita Federal sobre estes insensíveis, confiscando seus ganhos ilícitos para restituí-los aos seus donos de direito. Em suma, deve haver uma redistribuição do dinheiro na sociedade — ou aquilo popularmente conhecido como 'redistribuição de renda'.

Já os sensatos e racionais reconhecem que, em uma sociedade livre, a renda não é nem confiscada nem redistribuída; em sua grande maioria, ela é obtida por meio do trabalho. A renda é ganha quando um indivíduo satisfaz seus semelhantes. Quanto maior a capacidade e aptidão de satisfazer seus semelhantes, maior a fatia de riqueza que este indivíduo pode adquirir deles. Essa fatia de riqueza é representada pela quantidade de dinheiro que ele recebe de seus semelhantes.

Digamos que eu me ofereça para lavar o seu carro. Por ter feito isso de maneira competente, você me paga $20. Ato contínuo, eu vou a uma mercearia e peço "Dê-me 1kg de carne e seis latas de cerveja que meus semelhantes produziram". Com efeito, o vendedor vai me perguntar, "Williams, você está pedindo aos seus semelhantes para que eles lhe sirvam. Você por acaso os serviu também?" E eu respondo, "Sim." E o vendedor emendará "Então prove!"

Nesse momento vou mostrar os $20 que obtive por ter servido meu semelhante. Podemos pensar nesses $20 como "certificados de performance". Eles representam a prova de que eu prestei serviços ao meu semelhante. O raciocínio em absolutamente nada mudaria caso eu fosse, por exemplo, um ortopedista com uma enorme clientela, ganhando $500.000 por ano por ter prestado serviços aos meus semelhantes. Ademais, tendo eu já lavado o carro do meu semelhante ou já curado sua fíbula fraturada, o que mais eu devo a ele ou a qualquer outra pessoa? Qual a justificativa de eu ser obrigado a distribuir meus ganhos para terceiros? Agora, se alguém quiser ser caridoso, isso é outro assunto, totalmente distinto.

Compare a moralidade de ter de servir o seu semelhante para poder ganhar uma fatia daquilo que ele produz com a (i)moralidade de receber dinheiro redistribuído pelo governo (seja via assistencialismo, funcionalismo público, ou grandes empresários que trabalham que recebem subsídios do governo). O que ocorre é que o governo simplesmente diz a esse povo: "Você não precisa servir o seu semelhante para adquirir uma fatia de tudo o que ele produz. Nós vamos confiscar parte do que ele produz e dar tudo para você. Apenas vote em mim".

Afinal, quem deveria devolver parte do que ganhou? Pense em Bill Gates, que fundou a Microsoft, ou em Steve Jobs, que fundou a Apple Computer, ou em Sam Walton, que fundou a Wal-Mart. Qual desses bilionários adquiriu sua riqueza nos obrigando a comprar seus produtos? Qual deles confiscou a propriedade de terceiros?

Cada um desses três — e milhares de outros — é um indivíduo que enriqueceu prestando serviços aos seus semelhantes, criando produtos que tornaram a vida melhor e mais fácil. O que mais eles devem? Para quem eles devem? Eles já deram e "redistribuíram" a sua fatia.

Compare-os agora aos homens do governo. Compare os bens e serviços que cada um produziu e compare a maneira como eles enriqueceram. É justo?

Logo, se há alguém que realmente tem a obrigação de devolver algo para a sociedade, estes são os ladrões e receptadores do roubo legalizado — a saber, as pessoas que utilizam o governo, inclusive vários magnatas que recebem subsídios corporativos, para viver à custa de seus semelhantes.

Quando um país vilipendia os produtivos e transforma em mascotes os improdutivos, seu futuro está condenado.

Walter Williams, professor honorário de economia da George Mason University, é autor de sete livros. Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.

Publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.

Tradução: Leandro Roque

sábado, 6 de agosto de 2011

Uribe descreve Lula como hipócrita e covarde


Álvaro Uribe também assegurou que “Lula combatia (o presidente da Venezuela, Hugo) Chávez ausente e tremia frente a Chávez presente”.

O ex-presidente colombiano Álvaro Uribe Vélez (2002-2010) respondeu através de sua conta Twitter (@alvarouribevel) ao ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), depois que este revelou em Bogotá, em um encontro com o presidente Juan Manuel Santos que, quando foram governantes, “Não havia confiança entre Uribe e eu”.

“Lula nos maltrata e no governo fingia ser o melhor amigo”, escreveu Uribe através de sua conta no Twitter, e acusou Lula de ser “mal perdedor”, porque a Colômbia ganhou do Brasil a presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Em outra mensagem, Uribe disse: “Lula incapaz de declarar a narcofarc de terroristas”, em alusão à insistência do governo de Uribe de que os países vizinhos declarassem como grupo terroristas às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC, comunista). Uribe acrescentou que “Lula foi incapaz de extraditar o padre Camilo, terrorista refugiado no Brasil”, que segundo as autoridades colombianas era o representante das FARC nesse país.

Além disso, Uribe assegurou em outra mensagem que “Lula combatia (o presidente da Venezuela, Hugo) Chávez ausente e tremia frente a Chávez presente”. Finalmente, o ex-presidente colombiano afirmou que“hoje Lula confessa que me teve desconfiança, porém o investimento do Brasil teve toda a confiança”.

O que Lula disse?

O ex-mandatário do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, de visita a Bogotá, afirmou que acredita que os presidentes Juan Manuel Santos e Dilma Rousseff podem fazer muito mais “do que fizemos eu e Uribe. Não confiávamos inteiramente entre os dois (sic)”, anotou.

O ex-presidente propôs ao governo colombiano criar um fundo de garantia para investir no desenvolvimento estratégico do Sul, de maneira que se avance em novas hidrelétricas, portos e vias. “há que aproveitar o gasto para a riqueza do continente. Projetos estratégicos para daqui a 10 anos. Isto é o melhor que está acontecendo entre Brasil e Colômbia”, acrescentou Lula.

O ex-presidente do Brasil pediu para dar importância ao crédito. “Presidente Santos, você não deve ter medo de emprestar dinheiro aos pobres. Os pobres pagam”, disse Lula ao fazer um chamado à “bancarização”. Ele destacou a gestão do presidente colombiano, Juan Manuel Santos e disse que o país “está vivendo um momento de tranqüilidade extraordinária com alguns vizinhos polêmicos”.

Lula assegurou que Santos está marcando na UnaSul uma política muito importante. Segundo Lula, a lição que o mandatário colombiano deu é de que não dedicou seu tempo em brigar com os demais vizinhos, senão em fazer a paz com eles.

O ex-mandatário brasileiro ressaltou a presença de empresas do Brasil como a Petrobras, Odebrecht, Grupo Sinergy, entre outras. “Este é um sinal muito promissor das relações bi-nacionais”, disse Lula.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O dedo de Lula, O Bagulhão de Caetés

05/08/2011 | 11:47


Enquanto O Bagulhão de Caetés ditar as ordens à Dilma Rousseff, nada dará certo no governo da preposta desse biltre imoral. Ele ordena e ela cumpre sem pestanejar demonstrando sua subserviência a um pilantra sem compromisso com a Nação. Suas "sugestões" e ordens são sempre as piores para o governo de Dilma Rousseff que demonstra, a cada dia que passa, ser incompetente para desempenhar suas funções e incapaz de dizer não ao energúmeno seu tutor e patrão. Enquanto existir a porca mão de Lula nos negócios da República será impossível algo mudar para melhor no Brasil. A "escolha" do ministro da Defesa nunca foi pior do que essa de agora. Esse pigmeu não o é apenas na estatura física, mas na moral e ideológica por ser um apologista do que de pior existe.

A unanimidade desmente Nelson Rodrigues

05/08/2011 | 12:53


A esmagadora unanimidade nessa coluna sobre a escolha destrambelhada de Dilma para a pasta da Defesa, contraria a máxima de Nelson Rodrigues pelo menos dessa vez. Não é "burrice" ser coerente com os fatos que retrataram Amorim quando de suas peripécias no MRE. Suas atitudes foram sempre inconsequentes e incoerentes. No episódio de Honduras se mostrou uma falácia como ministro das relações Exteriores. Em relação ao Irã e seu ditadorzinho estrábico não poderia ter sido pior. No affair com Cuba e seus dois açougueiros, foi tão complacente quanto irresponsável no episódio do protesto seguido de morte. Com relação aos EUA se mostrou raivoso e extremamente burro em negociações entre os dois Países. Com relação aos militares brasileiros... sem comentários.

A Rota e sua eficácia no combate ao crime

05/08/2011 | 11:24


Nessa madrugada gelada, 5º, a Rota enfrentou 15 bandidos armados de AR-15 e metralhadoras que foram assaltar um super mercado em Parada de Taipas. Uma denúncia anônima fez a PM chegar antes dos "garotos" e esses, como de costume, à ordem de se renderem mandaram chumbo na polícia que revidou. Nesse momento, chegou a Rota e tudo mudou de figura com a tropa de elite da PMSP assumindo o comando da operação que resultou em 6 patifes mortos e um policial ferido na mão. O objetivo da quadrilha era assaltar os caixas eletrônicos que existem no local, mas sua missão deu errado e pagaram caro por sua ousadia. A Rota é um osso muito duro de roer e não é qualquer cadela desdentada que enfrenta esses homens sem levar a lembrança do enfrentamento; 6 a 0 para a PMSP. Bravos!




A opinião dos "bronqueiros do CH" sobre Celso Amorim

05/08/2011 | 11:12

Agora vai

Celso Amorim, quando ministro das Relações Exteriores distribuiu aos " cumpanheiros" passaportes diplomaticos. Agora como ministro da Defesa, teremos "cumpanheiros" indicados uns, para generais, outros para brigadeiros e outros para almirantes. Os amigos bronqueiros dirão que os indicados não são militares, mas o novo ministro dira que isso, e apenas um detalhe. Pobre Brasil.


Manoel Messias de LIma
Rio de Janeiro - RJ


05/08/2011 | 11:05

Arrogância

Para se definir de uma vez por todas a arrogância e falta de sabedoria de Celso Amorim, basta lembrar que ele, quando ministro das relações exteriores, com tendências e credos sabidamente de esquerda (dize-me com quem andas) pretendia que o Brasil fosse agraciado com uma cadeira de membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.


Jose Sette Camara
Rio de Janeiro - RJ



05/08/2011 | 10:31

Apequenar mais?

"Apequenando a Defesa"? Mais ainda impossível; a não ser que as FFAA sejam um traste que o Governo convive com nojo. O que parece mais evidente.


João Oliveira
Natal - RN



05/08/2011 | 10:23

Amorim na Defesa

O que será que ele vai conseguir para a família "Silva". Um jatinho, um porta aviões ou quem sabe um tanque! Isto não é sério! Mas com certeza vão ganhar muito.


Edison Becker Filho
Brasília - DF



05/08/2011 | 10:16

De Mao a Piao

Na China, quando saiu Mao, entrou Piao. A piada foi que a China foi de Mao a Piao. Aqui, onde já tínhamos ido de Lulla a Dilmulla, agora fomos de Jobim a Amorim. Que Deus nos ajude!


Laudelino Marcos Silva
Blumenau - SC



05/08/2011 | 10:09

Outro espião

Dilma. De nada adianta uma faxina, nos ministérios, porque você continua apegada ao Lulla. Agora, você abriu as pernas e colocou no governo outro espião do Lulla. Volto a dizer: ou você se afasta do Lulla ou vai sair do Governo a pauladas.


Ricardo Carvalho
Recife - PE



05/08/2011 | 10:03

Celso Amorim é arapuca, Dilma

Dona Dilma, Dona Dilma... o que faz a Sra pensar que o embaixador que não deu certo no Ministério de Relações Exteriores dará certo no Ministério da Defesa? Tome a rédea do seu governo. Não deu ainda para perceber que estão armando uma arapuca para a Sra? Não sou eleitor do PT e consequentemente, não sou seu eleitor. Comece a se impor ou seu Governo vai virar um verdadeiro "Samba do Crioulo Doido"


Mucio Antonio Botelho Gadelha
Rio de Janeiro - RJ



05/08/2011 | 09:51

Qual é pior, Jobim ou Amorim?

Creio que Dilma vacilou. Errou, não foi feliz, trocando Jobim por Amorim. Rima triste e trágica. Claro, para os interesses do país. Dificil saber qual é o pior, se Jobim ou Amorim, o esquerdoso do Itamaraty que realizou política externa desastrosa e melancólica. Tem as digitais de Lula na troca. Ah, se tem! A meu ver é um deboche, colocar Amorim em função que deveria ser de militar. Não acredito que o Brasil não disponha nas Forças Armadas de profissional gabaritado para ocupar o Ministério da Defesa. É uma completa desmoralização. Generais, Brigadeiros e Almirantes fazendo continência para um reles Amorim.


Vicente Limongi Netto
Brasília - DF



05/08/2011 | 09:38

Saudades de Jobim

Você ainda vai sentir saudades de Jobim.


Carlos Esteves
Rio Branco - AC



05/08/2011 | 09:26

Dilma, não seja marionete

O Celso Amorim é inacreditável! Não sei quem é o pior alias agora estou convicto de quê o assessor direto da presidenta é o próprio Luiz Inácio: Com a cara de barba dele não sei como não emplacou o Zé, o Genoino que de ingênuo não tem nada. O esquema ainda falta muito para se formar são sós as primeiras peças, aí vem bronca pesada! O Top-Top está sem poleiro.


Antonio Borges
Estrutural - DF



05/08/2011 | 09:13

Não perca a modéstia, presidenta

Presidenta... Celso Amorim na Defesa? Pelo bem do País, repense suas decisões, acredite nas suas convicções, não siga os ex-qualquer coisa, não se esqueça da majestade de seu cargo, e não perca a modéstia.


Josiane Nunes
Curitiba - PR



05/08/2011 | 09:03

A tropa se inquieta por causa do 'ungido'

Não poderia haver pior escolha para a Defesa do que esse homúnculo sem caráter e que detesta milico. Se Dilma Rousseff não fosse tão dependente do Bagulhão de Caetés teria escolhido com mais cuidado o substituto do 'general da banda' entendendo que essa pasta não é como a pocilga dos Transportes onde todos podem meter a colher sem medo de se dar mal. Segundo respostas dadas aos enviados do Estadão, a alta cúpula das FFAA já se inquieta e demostra mal estar por causa dessa mancada infeliz de quem não sabe administrar uma República. As tomadas de decisões de Amorim sempre foram na contramão dos acontecimentos e contrariaram as FFAA até não poder mais. Não pode haver um só militar que tenha por esse elemento algum respeito ou simpatia. Enguli-lo só com o nariz tampado.


Lourinaldo Teles Bezerra
Osasco - SP



05/08/2011 | 08:53

Pagou, levou...

Do alto de seu famoso egocentrismo Nélson Jobim apostava na arrogância intimidatória. O desafio à Presidenta Dilma de que, quem saberia dizer se alguém chamado para um cargo no MJ era adequado ou não, era ele próprio, foi um evidente blefe. Deu azar, pois o tiro saiu pela culatra, ricocheteando no tóxax da Dama de Aço, e decepando sua própria cabeça. A Mulher Maravilha não suportaria evidentemente, deixar em cheque a sua Autoridade constitucional, mesmo com um protegido do seu padrasto político. Alguém ainda tem dúvida de que a Era Lula está no ocaso?


Robson Sinomar
Guará I - DF



05/08/2011 | 08:50

Isso é escolher tecnicamente?

Alguém vai sustentar que a escolha do Celso Amorim para o Ministério da Defesa foi algo técnico? Esse ministério está mais perdido que unha em vinagrete.


Renato Santos
Brasilia - DF



05/08/2011 | 08:41

Amorim: pior a emenda que o soneto

Que é isso, companheira Wanda? Não tinha alguém menos pior do que o Diplomata Celso Amorim para substituir o Doutor Jobim? Não chegam os resultados das ações que ele participou no Ministério das Relações Exteriores ao defender o ditador liraniano?


Ronaldo Costa Magalhães
Brasília - DF



05/08/2011 | 08:29

De recruta Dentinho a General Dureza

A sargenta Tainha promoveu celso micuim, o recruta Dentnho, a general Dureza! Vixe mão do capeta! Dureza vai ser aguentar as idiotices desse general das trapalhadas em geral.Deem a dispensa a esse merdinha!Virem as coistas e façam continência aos cachorros de rua que será mais respeitoso.Salve Duque de Caxias. O resto morreu!


Irineu Deliberali
Tubarão - SC



05/08/2011 | 08:22

Tudo dantes no quartel de Abranches

CH, a convir, acabou-se é trocando o seis pelo meia-dúzia. Saiu o avantajado e morde assopra capitão Jojoba com seu abnegado "cumpanhero" e aspone Genoino, o das cuecas de dólares, e entrou o Anão de Jardim Amorim trazendo sem dúvida à tiracolo o seu fiel "cumpanhero" e aspone em assuntos difusos e aleatóricos internacionais, oTop Top. Para mais enriquecer o elenco desta ópera bufa em apresentação, só falta continuarem nos respectivos cargos os intrépidos, sempre alerta e amestrados atuais comandantes militares. Aguardemos.


Eduardo Augusto Santiago
Curitiba - PR



05/08/2011 | 08:06

Chance perdida

Como militar da reserva, é triste ver uma chance perdida. Após 4 anos de de bons serviços do Ministro Jobim, mas entendendo que foi chegada a hora de sua substituição, nossa Comandante-em-Chefe faz a escolha errada, indigna de uma líder, irresponsável por ter saído do Lulla, imatura por politizar os militares com amigo de Irã e Cuba. Presidenta.... jogaste a chance fora. Podes ter colocado lenha nas pretensões do Jobim.


Jose Adeilton
São Paulo - SP



05/08/2011 | 00:52

Apequenando a Defesa

Tem razão o Senador Demóstenes Torres: Celso Amorim vai apequenar o Ministério da Defesa. Palmas para o gaúcho Jobim, e lamentos para a Comandante Suprema .... Perdeu a primeira chance importante, ao seguir os conselhos de quem já devia ter se calado. E eu que pensei que a escolha de Patriota tinha sido um sinal inequívoco de independência.


Creilson Torres
Rio de Janeiro - RJ



05/08/2011 | 00:36

Amorim nãoo!!!!!!!!!!!!!!!!

Quando achamos que já aconteceu tudo de ruim que poderia acontecer vem este governo do PT e tira uma carta da manga para fazer mais coisa ruim. Celso Amorim ministro da defesa, não posso acreditar. O cara já não sabia de nada nas relações exteriores, agora, certamente vai comprar os caças rafales da França coisa que nenhum país do mundo comprou, nem mesmo o Nelson Jobim teve coragem. Aposto que será um de seus primeiros atos como titular da defesa.


Jose Sette Camara
Rio de Janeiro - RJ



05/08/2011 | 00:26

Quem é quem?

Asuume mais um ministro ou será um sinistro do governo anterior que tem toda a cara de estar no comando. Não dá para acreditar em tanta bandalheira, claro montada toda no governo do apedeuta e que agora faz palestras para doutores, mestres com valores médios de R$ 300.0 mil reais. É a bancarrota, é o fim. Acorda Dilma você pegou a batata quente e sabia de tudo. Faça uma assepsia pois quem ganhará com isso será você, pois existe um movimento surdo de vergonha junto a população decorrente de tanta esculhambação.


Petronio Crescencio
Timbauba - PE



05/08/2011 | 00:18

Jobim. Saudades do outro...

...o que se foi, o bom. Este, que agora se vai, está fora do tom.


Curt Nees
Jaraguá do Sul - SC




05/08/2011 | 00:06

Decisão de Comandante Suprema

Minha ex-Comandante Suprema Vossa Excelência perdeu a chance que teve, ao colocar o diplomata partidário Celso Amorim no MD... Espero que o arrependimento e solução seja breve. Decida pela sua consciência, e pare de ir atrás dos que já tiveram seu tempo...


Juarez Branco
Santa Cruz - RS