sábado, 12 de maio de 2018

ANALISANDO O PNDH III – A DITADURA ESQUERDOPATA DO PT





 
Paulo Vanuchi e Lula

 Lourinaldo T Bezerra 



Muitos odeiam a tirania apenas para que possam estabelecer a sua.

Platão

A mentira e a perfídia andam juntas e de mãos dadas.

Quando eu, aos meus quarenta e poucos anos, ouvi pela primeira vez a frase “AGENDA DA NOVA ORDEM MUNDIAL”, residia em Recife. Naquela época eu me reunia sempre com um punhado de amigos de várias tendências político/ideológicas e debatíamos sobre tudo. Havia os esquerdistas, os liberais, os conservadores, os direitistas, os moderados e por aí vai. Eu sempre fui conservador centro-direita e assim me posicionava.

Pois bem, numa dessas reuniões discutíamos sobre as atitudes do então presidente Fernando Henrique Cardoso e suas tomadas de decisões. Uma muito criticada, já que tínhamos militares em nosso meio, foram as "Indenizações aos Perseguidos Político pela Ditadura”. Isso nos indignava muito, mas não ao nosso amigo Aníbal, um engenheiro químico esquerdista da gema natural de Alagoas e funcionário público estadual em Pernambuco. As nossas discussões estendiam-se pela madrugada, geralmente, de um domingo a fora sem hora para acabar. Foi num desses instantes que alguém nos apresentou a “Nova Ordem Mundial”. Sua descrição me assustou muito, assim como aos demais ali presentes que ainda não tinham ouvido falar no assunto.

Essa tal de “Agenda da Nova Ordem Mundial” ou apenas, “Nova Ordem Mundial”- NOM, tem como objetivo a extinção de grande parte da raça humana em benefício de poucas pessoas aquinhoadas com fortunas imensas no mundo todo. Seriam os donos do mundo, literalmente!

Essas pessoas, banqueiros, empresários e líderes de todas as tendências, tem como objetivo final a redução da humanidade para que eles possam dominar a todos e reinarem absolutos. E como eles pretendem “diminuir” o número de seres humanos na Terra? Ora, eliminando fisicamente, matando literalmente o maior número de pessoas possível por vários meios e métodos.
Adolf Hitler


Sabemos como Hitler, em sua loucura demoníaca, exterminou seis milhões de judeus nas câmaras de gás na Polônia, Áustria e na Alemanha e através de sumários fuzilamentos, como o acontecido na cidade Tcheka de Lídice, onde o maluco genocida exterminou mais de 5 mil pessoas e arrasou a cidade em represália ao assassinato de Reinhard Heydrich. Heydrich, seu amigo pessoal e governador da Bohêmia e Morávia foi morto por um comando quando se dirigia ao seu escritório no Castelo de Praga.
Reinhard Heydrich


Os novos exterminadores da humanidade mudaram os seus meios e táticas. Agora, eles tem uma abrangência muito maior porque dispõem da Organização das Nações Unidas - ONU, para disseminar sua prática assassina. Fizeram pactos e apresentaram seus programas diabólicos em forma disfarçada de programas de direitos humanos e conseguiram a assinatura de dezenas de países membros, entre os quais o Brasil de FHC e Lula.

Para esses criminosos planos, os novos exterminadores lançaram no mundo inteiro seus programas adaptáveis em cada país membro signatário.

No Brasil esses programas foram chamados de Programa Nacional de Direitos Humanos. Com esse título nobre, os anjos do mal camuflaram suas intenções malignas distribuídas ao longo de um calhamaço de normas e orientações. A elaboração desse plano diabólico ficou a cargo do sinistro Secretário Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanuchi, nomeado por Lula para desempenhar o papel que Heydrich tinha na Alemanha Nazista, mas com a “ternura” pregada por Chê Guevara.

O primeiro Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH I), foi implantado pelo então presidente, Fernando Henrique Cardoso, em 1996. No final de seu governo, em 2002, ele assinou o PNDH II.
Fernando Henrique Cardoso e Lula


Depois de terminado o governo do PSDB, assumiu o PT na pessoa de Luiz Inácio Lula da Silva, um semianalfabeto que se diz preguiçoso e que detesta ler . Depois de seis anos, por intermédio de um ex terrorista de nome Paulo Vanuchi, nomeado Secretário Especial de Direitos Humanos, com status de ministro, foi elaborado o escabroso PNDH III. Um emaranhado de normas e determinações que subverteria todos os direitos e costumes do povo brasileiro estabelecidos na Constituição Federal de 1988. Em benefício dos propósitos diabólicos da “Nova Ordem Mundial”. Lula, então presidente da República Federativa do Brasil, assinou essa abominável coleção de atos conspiratórios sem ler uma linha.
Paulo Vanuchi exibe um exemplar de o PNDH III


Esse perverso PNDH III, além de ser clara e acintosamente inconstitucional é, também, uma agressão sem precedentes às religiões, aos valores pátrios e familiares brasileiros. Tudo o que se pensou de maléfico está contido no bojo desse plano. Não irei aqui enumerar ou comentar todos os assuntos constantes dessa conspiração contra o Brasil e seu povo, pois tomaria tanto tempo que ninguém veria sequer a metade. Comentarei apenas os tópicos que acho mais importantes e com mais impacto nas 224 páginas desse plano maléfico de 521 ítens.

Para a elaboração desse folheto de normas e determinações para a implantação do mal, foram consultadas – segundo eles - 14 mil pessoas num universo de 195 milhões de brasileiros à época desse evento. Claro que ninguém de bom senso acreditará que 14 mil pessoas foram consultadas a respeito da implantação desse plano. Levaria muito tempo para que tais consultas fossem feitas. E mesmo que fosse verdade, 14 mil pessoas representaria apenas e tão somente 0,0072% da população brasileira em 21 de dezembro de 2009, data da assinatura dessa aberração. Segundo os conspiradores do PT, foram feitas 50 conferências nacionais (que ninguém jamais soube a respeito) e137 encontros (também sem notícias sobre).Tudo na calada da noite como toda conspiração.

Segundo o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou, ele não leu o texto do PNDH III, constante do Decreto 7.037/2009. Por pura preguiça, um presidente da república assinou um texto de 224 páginas sem saber o que estava assinando. E assinou um conjunto de normas que regulamentava desde o assassinato de crianças em gestação, o abominável aborto, como inúmeros outros descalabros agressivos à Constituição Federal, que descreverei a seguir.

O PNDH III foi dividido em 6 partes chamadas de Eixos Orientadores, com 521 ações programáticas.

No Eixo Orientador 2, Diretriz 5: Foi estabelecida a taxação das grandes fortunas a serem analisadas por um grupo de pessoas escolhidas para esse fim. A Receita Federal não participaria dessa ação. Ora, uma pessoa que passou 30 anos de sua vida trabalhando arduamente, conseguiu um patrimônio razoável e agora, depois de pagar impostos durante esses 30 anos, ainda terá que ser taxado por esse famigerado Decreto. Os “juízes” seriam petistas que nunca receberam um voto de ninguém. Nunca foram autorizados por nenhuma lei baseada na Constituição Federal.

Seria um desaforo e uma extorsão sem cabimento.

Eixo Orientador 3, Diretriz 8: Essa diretriz proíbe a redução da menoridade penal concedendo para sempre o direito aos menores de 18 anos a cometerem os crimes que bem entenderem sem serem penalizados como deveriam. Essa discrepância seria eternizada e ninguém poderia ser contrária a tal determinação, nem mesmo o Congresso Nacional, que é o fórum legal para legislar, ou mesmo a Justiça. Seria uma espécie de cláusula pétrea ditatorial. Ninguém mais falaria no assunto. Ora, isso é um assunto de grande relevância para que a população inteira debata e decida sobre a redução ou não da menoridade penal. É inadmissível que um punhado de gatos pingados sem nomes e sem mandato parlamentar decidam por 195 milhões de pessoas.

Eixo Orientador 3, Diretriz 9: essa diretriz autoriza e libera o assassinato de crianças em gestação, o famigerado ABORTO, para todas as mulheres que quisessem matar seus filhos em gestação no seu ventre. Seria um verdadeiro genocídio por despedaçamento de seus corpinhos sem qualquer defesa.

Qualquer adolescente que engravidasse, por ser relapsa, e não quisesse a criança, bastaria mandar matá-la com o auxílio do estado e nada lhe aconteceria. Seria uma verdadeira carnificina assistida pelo SUS, com a garantia plena do estado opressor comunista.

Eixo Orientador 3, Diretriz 7: Essa diretriz reconhece a “profissão” de meretriz e dá à “profissional” todos os direitos de um trabalhador comum. Seria considerada PROFISSIONAL DO SEXO, e teria seus direitos trabalhistas assegurados assim como a assistência social e de saúde, além dos direitos previdenciários. Seria legalizado o lenocínio em todo o Brasil.

Imaginem a quantidade de mocinhas que acorreriam à prostituição, sendo legalizada essa prática e reconhecida como uma profissão como outra qualquer. Seria a degeneração total da sociedade. Um incentivo imoral à prostituição. Uma desgraça para as famílias brasileiras.

Essa diretriz recomendava ainda, que essa nova profissão fosse difundida nas escolas e até incentivada de forma programática a desconstruir os estereótipos existentes. Nesse contexto, até a pedofilia seria contemplada, pois a prostituição infantil seria incentivada para que famílias pobres pudessem auferir melhores ganhos.

Vejam que perversidade tem em seu conteúdo essa norma. Além de liberar a prática da prostituição como profissão, seria ainda difundida nas escolas para que crianças pudessem ser orientadas nesse sentido e seguir essa nova “carreira profissional”. Isso seria um crime hediondo contra a Nação brasileira.

Eixo Orientador 3, Diretriz 9: agora teríamos aqui instituído o famoso programa sonhado pelo seguimento LGBT, onde ninguém teria o direito de estabelecer o sexo de uma criança a não ser ela própria e de acordo com a ótica LGBT. Aqui seria estabelecido que a heteroafetividade (o amor entre um homem e uma mulher) deveria ser desconstruída, anulada. Ou seja, a relação entre um homem e uma mulher deixaria de ser considerada normal e passaria a ser anormal, sendo normal o relacionamento de gays e lésbicas entre si.

As pessoas heterossexuais seriam consideradas anormais. Se não fosse trágico e ofensivo seria hilário. Mas, o que vemos aqui é a total subversão dos valores naturais estabelecidos por tratados científicos e pela própria natureza.

Ainda dentro dessa diretriz, seria anulado a figura sagrada da família como ela é na atualidade. Ou seja, uma família para ser reconhecida teria que ser constituída de “casais” do mesmo sexo. O casamento tradicional e natural entre duas pessoas de sexos diferentes – homem e mulher - não mais seria reconhecido como determina o § 3º do Art. 226 da Constituição Federal de 1988.

Essa diretriz do PNDH III anula criminosamente parte da Constituição, para proteger a vontade dos seguidores do reduto LGBT. O gaysismo seria o imperador do pedaço.

Continua com sua orientação homoafetiva a diretriz Nº 3, determinando a permissão para que “casais” de gays e lésbicas possam adotar livremente crianças filhas de casais heterossexuais como sendo suas. Naturalmente, essas crianças seriam orientadas a se tornarem homossexuais no futuro como seus “pais” adotivos.

Essas crianças poderiam naturalmente sofrer abusos sexuais como sendo uma prática perfeitamente normal dentro dessa nova concepção gaysista imoral e inconstitucional. Nada poderia impedir que a pedofilia desbragada fosse implantada aleatoriamente dentro da nossa sociedade. Até “casamentos” entre seres humanos e animais foi proposto por membros do PT, como Luciana Genro e Manuela Davila do PCdo B.



Eixo Orientador 4, Diretriz 11 : Propor alteração do texto constitucional de modo a considerar as Polícias Militares não mais como forças auxiliares do Exército. Mantendo-as apenas como forças reserva.

Com essa medida desestabilizadora em relação ao Exército Brasileiro, as forças do atraso e da ditadura comunista preparariam o caminho para o enfraquecimento das Forças Armadas, deixando-as vulneráveis em sua retaguarda. Isso atingiria o Exército frontalmente.

O grande empecilho intransponível e histórico contra a implantação do comunismo em território nacional sempre foram as FFAA. Graças à lealdade das nossas forças militares para com a Nação, nunca sofremos com o comunismo em nossa Pátria.

As primeiras escaramuças verificaram-se em 1922 com o Tenentismo.
Monumento aos Combatentes da Intentona Comunista de 1935 - RJ


Depois tivemos a sangrenta Intentona Comunista de 1935, quando agentes da KGB, polícia política soviética, a mando de Joseph Stalin, vieram ao Brasil, ao lado de um militar brasileiro traidor chamado Luiz Carlos Prestes, para levantar as tropas em seu benefício. A barreira erguida contra essa ofensiva soviética contra o Brasil, foi de tal sorte eficaz que em menos de 5 dias estava totalmente sufocada a rebelião dos vermelhos, deixando um saldo de mais de 1000 mortos entre o Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
Quartel do Derby - Q.G. da Polícia Militar de Pernambuco

 

Os embates mais sangrentos ocorreram em Recife, onde perderam suas vidas 720 brasileiros, mortos pela insana atitude de comunistas apátridas e sanguinários financiados por um país estrangeiro.

Nessas batalhas ocorridas em Pernambuco, a Polícia Militar foi de muita valia, auxiliando prontamente o Exército na aniquilação dos núcleos de resistência comunistas naquele Estado.

Quando em 1968 eu servi ao Exército em Recife, fiz minhas Instruções Básicas Militares – IBM, na Companhia do QG R/RM. Nessa unidade militar aconteceu um dos conflitos mais odiosos entre os legalistas e os revoltosos comunistas liderados por um sargento do Exército de nome Gregório Bezerra, um fanático comunista traidor. Esse miserável atirou pelas costas em seu cunhado, um capitão, e num outro oficial matando-o.

Ainda permanecem intactas as marcas de balas na parede do então edifício sede da Cia. Do Q.G. da 7ª Região Militar. Hoje, essa edificação faz parte do Hospital Geral do Exército em Recife.



Por essa e outras ações de pronto auxílio às forças federais, as PMs de todo o Brasil são consideradas estrategicamente como imprescindíveis no auxílio à Força Terrestre.

Tomando como base essa razão lógica, as forças do mal queriam que as PMs fossem desmobilizadas como forças auxiliares do Exército, para o enfraquecimento deste na segurança interna.

Eixo Orientador 4, Diretriz 17 - Propunha projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos.

Nessa diretriz fica estabelecido que a propriedade privada seria abolida. Ninguém teria direito à sua casa, terreno ou qualquer tipo de propriedade rural. Tudo seria propriedade do estado ou dos invasores protegidos deste.

No caso de um conflito de terra ou imóvel urbano, quem decidirá quem ficaria com o imóvel será uma comissão constituída de pessoas indicadas pela “sociedade civil” (entenda-se pessoas escolhidas pelo PT) para “resolver” o conflito entre as partes, invasores e proprietários. Ora, seria dado o direito supremo de decisão a grupos formados por pessoas escolhidas a dedo para beneficiar os invasores.

Isso criaria uma baderna institucionalizada, pois bastaria que os invasores tivessem a simpatia de algum órgão do estado para que o esbulho fosse praticado contra um legítimo proprietário.

O cidadão não mais poderia recorrer à Justiça para reaver seu imóvel. Isso acarretaria a anulação sumária do Poder Judiciário, diante de um punhado de comunistas autoritários e donos da verdade.

Continuando no mesmo Eixo e Diretriz, os autores determinam que ações sejam implementadas permanentemente para que o desarmamento seja rigorosamente estabelecido e que ninguém mais tenha em seu poder armas de qualquer natureza.

Com essa ação desarmamentista, o estado esquerdopata dominaria totalmente a população brasileira deixando-a à mercê de seus atos ditatóriais e tirânicos.

Os exemplos históricos sobre o desarme de uma nação são muitos e conhecidos no mundo inteiro. Com início na revolução russa de 1917 (revolução comunista), o desarmamento foi instituído pelas forças dominantes que transformaram o país em um gueto de escravos desramados e impotentes para qualquer reação.

Depois, aconteceu na Alemanha hitlerista, onde as forças nazistas desarmaram toda a população alemã permitindo assim que as hediondas ações dos fanáticos de Hitler implantassem o terror sem resistência. As hordas de Hitler massacraram judeus e cristãos sem a menor resistência já que ninguém possuía armas de fogo.

Na década de 1950, a Hungria procedeu o desarme de sua gente para que o comunismo fosse implantado comodamente sem resistência. Em 1956 houve um levante anticomunista naquele país, tendo sido derrotado mediante a esmagadora força militar da União Soviética, causando milhares de mortes em combate e por execuções sumárias dos insurretos.

Os exemplos se multiplicaram na Ásia, América Latina, Caribe, etc. onde regimes ditatoriais comunistas foram implantados por meio do desarmamento do povo. Como aconteceu recentemente na Venezuela de Hugo Chávez e Nicolás Maduro. Esses dois tiranos sanguinários aniquilaram milhares de nacionais por qualquer ato de rebeldia ou oposição a seu regime de terror comunista.

No primeiro governo do PT, em 2003, o então recém eleito presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva promulgou a Lei 10826 de 22 de dezembro de 2003, regulamentada por um decreto presidencial conhecido como Estatuto do Desarmamento.

Com esse ato ditatorial disfarçado de lei, o presidente bolivariano Lula da Silva, dava início ao que estabelecia as decisões do Foro de São Paulo, ou seja, a primeira ação para a implantação de um regime ditatorial comunista no Brasil.

Posteriormente, em 2005, foi feito um plebiscito sobre o desarmamento e este foi recusado por mais de 60% dos brasileiros.

Apesar do resultado negativo ao Estatuto do Desarmamento, através do plebiscito, seu cancelamento nunca foi executado. Ficando desatendida a vontade popular que continua desrespeitada até hoje.

Depois desse maldito Estatuto do Desarmamento implantado por Lula no Brasil, o aumento da criminalidade foi vertiginosa. Devido ao fato de o povo não ter como se defender contra a sanha assassina dos marginais, centenas de milhares de seres humanos foram mortos.

Hoje, acontecem 65 mil assassinatos por ano no Brasil.

Se não fosse destituída do cargo máximo da Nação, a presidente Dilma Vana Rousseff, a implantação dessa famigerada tirania teria sido implantada no Brasil.



Vamos agora ao mais sinistro de todos os projetos urdidos por essa corja de marginais vermelhos miseráveis.

Eixo Orientador 5, Diretrizes de 18 a 22: Educação em Direitos Humanos.

Dá total proteção a quem seguir, ensinar e propagar esse plano engendrado para destruir a nossa democracia.

Estabelece penas para quem tentar impedir ou não seguir as orientações culturais aqui contidas.


Nenhum outro ensinamento deverá ser admitido a não ser o contido no PNDH III e suas orientações.

Seria a nova revolução cultural chinesa repetida aqui no nosso território pelos petistas a serviço da ONU.

Ainda dentro da mesma diretriz, os símbolos religiosos e a prática de todo e qualquer culto religioso seria banido do nosso meio social.

Nenhuma religião seria tolerada à exemplo do que aconteceu na União Soviética e seus satélites assim como na China comunista.

Como estamos vendo todos os dias na TV e em jornais, o nosso povo está sendo massacrado no meio das ruas de todo o Brasil por uma onda de violência sem fim. Não se nota qualquer medida de contenção à violência, porque isso faz parte dessa agenda maldita.

Outro assunto que não faz parte do PNDH III, mas que foi implantado secretamente pelo PT no Brasil, foi o ingresso de drogas pesadas produzidas na Colômbia, Bolívia, Equador, Paraguai e Venezuela.

Uma aliança estabelecida entre o PT e as FARC, permitiu que o trânsito, o tráfico e comércio de cocaína, crack e outros alucinógenos fosse implantado no Brasil.

Essa foi a herança diabólica que o Partido dos Trabalhadores – PT, na pessoa sinistra de Luiz Inácio da Silva, vulgarmente conhecido como Lula, nos deixou.

Se essa quadrilha de traficantes e assassinos não tivesse sido arrancada do poder, estaríamos hoje sob a tirania de Lula e seus bandidos. Mas, felizmente Lula botou em seu lugar uma imbecil capaz de cometer crimes administrativos e por isso foi desalojada do poder.

Apesar da saída dos petistas do poder central, ainda paira sobre nossas cabeças a ameaça da volta dessa praga através do PSDB, MDB e PSB, além dos apêndices PSOL, PSTU, PCO e PC do B.

Fiquemos atentos para essa ameaça e a rejeitemos quando se apresentar camufladamente como é o costume dos comunistas.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

LULA, O "CARA" MOVIDO A ETANOL

Gleisi Hoffmann tapa o nariz por causa do mau cheiro de pinga exalado por Lula, seu líder.




Lourinaldo T. Bezerra

Todas as pessoas minimamente informadas sabem que não se pode abruptamente cortar de um viciado o produto causador do seu vício. Isso provocará uma crise de abstinência tal, que poderá causar-lhe a morte se medidas efetivas não forem tomadas a tempo. Isso acontece em todas as modalidades de vícios. O mais comum ocorre em relação aos viciados em cocaína e seus derivados. Mas, não é menos fatídico se o caso for alcoolismo. O efeito é tão ou mais danoso do que o causado por cocaína, dependendo das condições físicas e da idade do paciente.

Pois bem, vimos, através de todos os canais de televisão, um espetáculo bufo e ao mesmo tempo deprimente quando da prisão de Lula, na sede do Sindicato dos Metalúrgico de São Bernardo do Campo. O condenado, já altamente embriagado, mantinha em seu poder uma garrafa pet de 500 ml cheia de bebida alcoólica da qual fazia uso como se estivesse bebendo água. A Sen. Gleisi Hoffmann cheirou o pescoço do cidadão em tela e disse textualmente para quem quisesse ouvir: “—Está cheirando à cachaça.”

Alguém de sua retaguarda tentou retirar a garrafa de “água” de seu poder e ele prontamente a segurou energicamente impedindo a ação saneadora dessa pessoa. Durante toda a sua estada nas dependências do Sindicato dos Metalúrgicos, Lula continuou a sorver proeminentes goles de cachaça sem se importar com o que estava acontecendo à sua volta.

Depois de todo aquele imbróglio, por fim, levaram-no para Curitiba onde o pior aconteceria sem conhecimento do povo brasileiro.

Ao chegar à sede da Polícia Federal, no bairro de Santa Cândida, em Curitiba, o prisioneiro foi conduzido até o local de sua reclusão. Ao passar diante das fileiras de funcionários postados à direita e à esquerda do desfilante, o cheiro de álcool exalado pelo preso era de tal forma forte, que ninguém suportou. "O mau cheiro de pinga era terrível", revelou um delegado amigo da pessoa cujo relato deu origem a essa crônica..

Mas, a situação tornou-se muito mais preocupante depois de passadas as primeiras seis horas críticas sem uma só dose de álcool. Quando esse prazo esgotou-se, o alcoólatra Luiz Inácio da Silva, vulgo Lula, começou a dar um imenso trabalho aos agentes de plantão na PF. De início, ele teve um completo descontrole intestinal vindo a defecar nas calças por seis vezes seguidas e ao longo do dia, sujando seis pijamas e obrigando a compra de mais pijamas para o “enfermo”.

O médico que o atendeu nessas crises iniciais sugeriu que lhe dessem pequenas doses de pinga para que ele suportasse a abstinência imposta pelo regulamento da prisão. Isso foi negado peremptoriamente pelos policias, que não concordaram com a regalia. O regulamento não permite álcool nas dependências da sede da PF.

Os advogados do prisioneiro foram comunicados sobre a situação calamitosa de seu cliente. Foi, então, exigido pelo advogado Cristiano Zanin, que somente os médicos que o assistiram no Hospital Sírio Libanês, pudessem dar-lhe os cuidados médicos em Curitiba. Mesmo assim foi montada na sede da PF, uma mini UTI para o caso de sua saúde piorar.

O receio da Polícia Federal é que o bêbado venha a morrer em suas dependências e que isso cause uma comoção geral. Seria um desastre se essa desgraça viesse a acontecer. Acusariam os policiais de o maltratarem causando-lhe a morte.

Essa é a situação do cara que um dia foi presidente da república e cujo vício foi denunciado por um certo jornalista americano. A denúncia causou a ira do bêbado presidencial que resolveu expulsar o indiscreto jornalista, como se lhe fosse dado esse direito.

Que triste fim terá esse que poderia ter sido o maior líder do mundo ocidental, se não fosse um elemento vil desprovido de caráter e moral, um verme imundo.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

A PODRIDÃO POR TRÁS DA TRAGÉDIA

Dória e Geraldo Alckmin 


Lourinaldo T Bezerra

A tragédia do dia 1/05/2018 só não foi maior porque uma pessoa que se sacrificou em prol dos seus semelhantes agiu com rapidez, avisando a todos os que ali estavam do perigo de desabamento e de um incêndio em curso. Por segundos, o Ricardo “tatuagem” não salvou-se a si próprio, morrendo após salvar dezenas de pessoas como ele que moravam no prédio desabado.

A tristeza que se abateu sobre São Paulo, uma cidade sem comparação dentro do Brasil, é imensa e comove ainda mais quando se sabe sobre os meandros da coisa havida.

Relatos verídicos dão conta da exploração cruel de pobres seres humanos que habitavam precariamente o Edifício Wilton Paes de Almeida, de 24 andares no centro de São Paulo, ontem. Moradores do local disseram à reportagem ali atuando, que pagavam até R$ 400,00 para residirem precariamente no edifício.

A pergunta que fica é: que tipo de gente é essa que se aproveita da desgraça de outras pessoas para explora-las covardemente? Como se permite essa exploração miserável na maior e mais rica cidade do País? Que tipos de governantes são esses que não se importam com a desgraça de seus semelhantes e fazem vista grossa para tamanha canalhice? Eu respondo: esse é o tipo característico do esquerdista brasileiro.

Há seis anos, o edifício desabado foi ocupado por uma das facções que tem como ofício invadir propriedades públicas e privadas em São Paulo, capital. Há meia dúzia de anos, os prefeitos da capital paulista e o governador do mais rico estado da federação fizeram vista grossa para essa exploração. Como Guilherme Boulos, o líder da principal facção de invasões de prédios de São Paulo, o MTST, outros canalhas lideram seus escravos para obterem lucros de sua desgraça. Por que isso ocorre? Porque os governantes pertencentes à esquerda obscena dão total apoio à essas quadrilhas de esquerdopatas escravagistas. 
Ednalva Franco e sua luxuosa Captiva


Uma dessas “lideranças” criminosas é Ednalva Franco, que comanda o Movimento Moradia Para Todos - MMPT. Essa extremista da esquerda sai todos os dias à procura de novos prédios para invadir e assim alastrar seus domínios. Dona de um carrão de luxo, uma Captiva, um dos carros mais caros da Chevrolet, ela não se importa com a miséria de seus liderados. Essa megera esquerdista diz aos seus escravos que sua “luta” é contra a burguesia capitalista opressora. E assim vai conquistando cada vez mais os humildes para torna-los seus servos.

Como Ednalva, existem muitos exploradores da miséria alheia em nome do marxismo ignaro aqui em São Paulo, com destaque especial para Guilherme Boulos, um burguezão descarado que vive da miséria alheia. Esse bandido faz pouco caso dos governos municipal e estadual e tira sarro da Justiça. Não respeita ninguém, mas é muito respeitado por quem administra a capital paulista e o riquíssimo Estado, onde nasceu.

Quantas desgraças acontecerão aqui na capital mais poderosa do Brasil, para que essa gangrena seja extirpada?

Abaixo os dois grandes aliados: Lula e Boulos.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

A MENINA DAS FLORES








Lourinaldo Teles Bezerra



O dia 12 de março de 2010, uma sexta-feira ensolarada e muito quente, abriu suas portas para uma jovem mocinha de Petrolina, Pernambuco.
Em cada mão um cestinho de flores, a menina de tranças e chinelinhos nos pés esperava o ônibus que a levaria à Praça Dom Malan, no centro da Cidade. Com dezesseis anos, quase completando dezessete, ela era uma menina muito bonita e risonha. Vai vender suas violetas, margaridas, botões de rosa e crisântemos aos possíveis clientes da praça da matriz.
Lenço na cabecinha jovem e formosa, Alice encantava a todos quantos a vissem com seu jeitinho meigo e educado de falar com as pessoas.
Praça Dom Malan e Catedral de Petrolina
Altar mor da catedral de Petrolina
Catedral de Petrolina vista por trás.




Passava das 16:00 h. Estava quase na hora de regressar à sua casa no bairro de Dom Avelar, zona norte da Cidade.
Ela estava absorta vendendo suas flores, quando apareceu-lhe repentinamente aquele rapagão forte e elegante saindo de seu vistoso carro. Ela ficou paradinha, sem voz, apreciando aquele homem que, possivelmente, fosse o mais belo que havia visto em sua breve vida. A senhora que escolhia as flores a tocou no ombro e acordou-a de seu sonho repentino. Ela se desculpou e a senhora riu desculpando-a. Disse-lhe, a gentil senhora, que já lhe acontecera o mesmo muitas vezes quando tinha a sua idade. Rindo gentilmente, pagou pelas flores e se afastou.

Ele não a viu de imediato, foi ter com seus amigos que o esperavam há já uns 30 minutos. Ele estava atrasado. Era normal ele se reunir com sua turma de amigos num bar muito agradável perto da Praça Dom Malan, onde fica a linda catedral católica de Petrolina. Alegre, sorridente e muito brincalhão, Alexandre estava feliz naquela tarde. Havia passado no vestibular de direito na Faculdade de Direito do Parque 13 de Maio, em Recife. Estava ali exatamente para comemorar aquele feito.

Alice, entretida com seus clientes, não o viu entrar no bar e o ficou procurando sem saber onde o seu príncipe estava. Só lhe restavam dois pequenos maços de violetas para encerrar as vendas daquele dia. Pela manhã ela havia vendido tudo em poucas horas. Deu uma voltinha na praça sempre oferecendo suas lindas e frescas flores a quem quisesse comprar.

De repente, saíram do bar em alvoroço os rapazes que faziam companhia a Alexandre, o vestibulando de direito. Carregavam-no nos braços com um corte feio no pescoço, fruto de um golpe recebido de um desafeto. O sangue escorria como água de uma fonte enquanto seus amigos o socorriam em seu próprio carro. Alice, petrificada, não sabia o que fazer para ajudar, mas era inútil, ela nada poderia fazer a não ser rezar por ele. Ficou tão aflita que não conseguia dar um passo à frente. Precisou tomar um copo com água oferecido por um amigo seu que tem uma barraquinha de cachorros quentes no local. Saiu apressada e foi à catedral orar pela saúde daquele rapaz tão lindo que ela mal vira e que saiu carregado nos braços de seus amigos todo ensanguentado.

Em casa, sem vontade de jantar, ela rezava o tempo todo deixando seus pais preocupados sem entenderem o que estava havendo com ela. O rádio da sala estava ligado na emissora local transmitindo o jornal das 20:00h, que deu o acontecido com o jovem Alexandre.

A desavença que causou o ferimento em Alexandre, foi por motivo de uma discussão tola envolvendo um abalroamento entre os carros da vítima e do agressor. Na hora da batida dos dois automóveis foi feito um acordo entre as partes e tudo se resolveu aparentemente. Esse fato ocorrera há alguns meses, tendo o rapaz ido tomar satisfações com Alexandre, no momento em que este comemorava alegremente com seus amigos. O tal jovem, já tomado pelo efeito do álcool de algumas cervejas, investiu de dedo em riste para o jovem estudante, que não gostando do gesto deu um safanão na mão do desafeto. Este, ato contínuo, quebrou uma garrafa e com o gargalo na mão desferiu um golpe no pescoço de Alexandre, quase o matando. Chamada, a polícia prendeu o agressor, que foi impedido de evadir-se por outras pessoas que a tudo assistiram no recinto.

Alice correu e ficou ao pé do radinho ouvindo tudo sobre seu príncipe. Soube onde ele estava internado em estado preocupante, mas sem gravidade. Não perdeu tempo, trocou de roupa e correu para o Hospital Geral e Urgência, na esperança de vê-lo. Mas, já passava das 22:00 h e visitas já não eram permitidas, ainda mais para uma estranha à família do rapaz.
Hospital Geral e Urgência de Petrolina


Alexandre era membro de uma das mais tradicionais famílias de Petrolina, alto sertão de Pernambuco. Seu pai era um forte e rico comerciante de cereais na cidade sertaneja. Dono de muitos bens, o Sr. Juliano Alcântara de Albuquerque, providenciou que seu filho fosse transferido para a capital pernambucana, assim que o jovem melhorou e teve permissão dos médicos para a remoção. Seu pai havia contratado os serviços de uma excelente clínica particular em Recife.

Alice ficou sabendo da transferência do seu príncipe por intermédio de uma enfermeira, sua prima, que trabalha no hospital. Ficou pesarosa com a distância que ele estaria dela, mas conformou-se já que era para seu bem.

Pela manhã do terceiro dia, como sempre fazia, a menina vendedora de flores saiu de casa logo cedo, umas 7:00 h. Por volta das 11:30 h já tinha vendido todas as flores que levara. Sua impaciência por saber da saúde de Alexandre, levou-a até o hospital, onde trabalhava sua prima. Procurou-a, mas sem sucesso, ela estava de folga, havia tirado plantão no dia anterior. Incontida, ela foi até sua casa nos arredores da cidade. Depois de conversar demoradamente com Cecília, sua prima, foi-se embora para casa mais tranquila. Ele não corria perigo de vida, estava se recuperando muito bem.

Passaram-se duas semanas sem que ela tivesse qualquer notícia do rapaz. Até que, no meio da tarde de uma terça-feira, em frente ao cartório de notas da cidade, ela viu o rapaz que carregou Alexandre nos braços. Foi até ele e perguntou como estava a saúde dele. O rapaz ficou espantado, pois não a conhecia e perguntou-lhe qual seu interesse por ele. Ela, educadamente, disse-lhe que estava na hora em que tudo acontecera e ficara muito preocupada com ele. Diante das explicações daquela mocinha tão delicada, o rapaz deu-lhe todas as informações de que ela precisava para acalmar-se. Ele estava bem, recuperando-se na fazenda de seus pais, cerca de 120 quilômetros ao norte dali.

De volta à sua casa, Alice procurou se acalmar e logo foi se deitar, havia jantado muito pouco. Não tinha fome, aliás, emagrecera uns três quilos desde que seu príncipe havia sofrido o atentado. Precisava repousar.

Dois dias após, ela estava um pouco febril e não pôde ir à praça vender suas lindas flores. Seu pai resolveu levá-la até o pronto socorro para que um médico a examinasse. Em lá chegando, ela arregalou seus dois olhinhos cor de mel e quase desmaia. Alexandre acabara de entrar no consultório para uma consulta rotineira e revisão médica. Por incrível que pudesse parecer, a menina ficou boa da febre de imediato. Seu pai não entendeu coisa alguma. Ela ficara boa de um momento para outro... Que milagre teria acontecido? Só depois ele entenderia. O amor faz milagres. Bastou ela vê-lo para que tudo voltasse ao normal.

Alexandre estava bem, o corte no pescoço não atingira vasos importantes como a jugular ou a carótida, foi pouco profundo e ele logo ficou curado. Mas, perdera muito sangue e precisou de uma transfusão de emergência.

Ela estava muito esperançosa de o conhecer, falar com ele. Mas, naquele ambiente e diante das circunstâncias era meio impróprio, teria que ser noutro lugar. Na praça, talvez, pensou ela. Mesmo assim ela o esperou sair do consultório do médico plantonista. Sentou-se bem próximo à porta do consultório 1 e ali esperou. Depois de uns 15 a 20 minutos, o rapaz saiu e ela se iluminou, ficou muito nervosa a ponto de deixar cair seu celular aos pés dele. Tentou pegá-lo antes que chegasse ao solo, mas foi inútil e embaraçoso demais. Ela terminou por se chocar contra as pernas do rapaz, que teve um susto, e a segurou pelo braço evitando sua queda ao chão. Inesperadamente os dois se encontraram num momento nunca esperado ou planejado por ela. Mas, o fato é que houve um contato entre ambos que os motivou a trocarem algumas palavras, senão românticas, mas que ajudaram muito. Ele perguntou-lhe se estava tudo bem com ela, ao que a menina toda embaraçada gaguejou e disse que sim, estava tudo bem. Ele, encantado com a beleza de Alice, perguntou seu nome. De pé, seu pai, meio desconsertado, aguardava o fim do diálogo breve dos dois. Os dois jovens trocaram informações e se despediram, não sem antes adicionarem-se ao celular de cada um. Aquilo, para Alice, foi como ganhar um prêmio na loteria.

Mal chegaram em casa e o celular da menina tocou. A voz do outro lado da ligação foi logo reconhecida por Alice, era seu príncipe. Ele queria saber se ela estava bem. Ficaram falando através do celular por uns 30 minutos, mais ou menos, o suficiente para que Alice ficasse tão eufórica que não quis jantar. Isso deixou os pais dela boquiabertos. Não entendiam o que estava acontecendo com sua filha querida. Apesar de apreensivos não perguntaram nada acerca.

Alice continuou com sua rotina de vendedora de flores. Um dia na semana ela tirava para cuidar de seu jardim, fonte de sua renda. Adubava, revolvia a terra, cortava os galhinhos mortos das plantas, limpava o solo e aspergia fungicida para matar pulgões e outras pragas. Ela sabia como cuidar de suas flores. Fizera um curso de floricultura por correspondência e aplicara seus conhecimentos no quintal de sua casa.

Estava no final do dia quando um automóvel muito bonito parou em frente à sua casa. Alexandre desceu do carro e atravessando o jardim fronteiriço à residência de Alice, tocou a campainha. Dona Estela, mãe da menina o atendeu gentilmente. Ele disse que viera visitar Alice, que havia conhecido no hospital há cerca de uma semana. A senhora pediu-lhe que entrasse que ia chamar sua filha. A mocinha ficou sem saber o que fazer. Estava toda suja de terra e desarrumada... Pediu à sua mãe para fazer sala à sua visita enquanto daria um trato de emergência em si própria. Depois de uns vinte minutos ela apareceu de roupa trocada na sala onde Alexandre e seus pais conversavam alegremente. Assim que ela apareceu toda formosa, os pais dela pediram licença e se retiraram deixando os dois a conversar.

Ele disse-lhe que ficara preocupado com ela, que gostou muito de seu jeitinho meigo, etc. Alice não sabia o que dizer diante de tanta felicidade. Conversaram durante umas duas horas e depois o rapaz se despediu e foi embora.

Quando Alexandre chegou ao seu lar, depois da visita que fizera à casa dos Pacheco Bezerra, relatou a seus pais o que estava ocorrendo em sua vida. Contou-lhes que uma mocinha simples, mas muito educada e de bom nível cultural, o havia comovido com sua preocupação em relação ao ocorrido no bar. Contou-lhes que o José Carlos Madeira, seu colega de turma no colégio, havia lhe comunicado que uma mocinha muito bonita e pequena, ainda muito jovem, que vendia flores na praça da matriz, havia perguntado por ele, dois dias após seu acidente. Alexandre ficou muito curioso para saber quem era a mocinha e foi investigar a respeito. Depois de perguntar na redondeza onde ela atuava, concluiu que valeria a pena conhecê-la e foi o que fizera, depois do encontro fortuito no hospital. Seus pais confiavam muito no único filho que tinham e não se opuseram.

Desde aquele instante em que Alexandre a visitou em sua casa, a vida da pequena vendedora de flores mudou. Ela ia à praça com suas flores, mas seus trajes eram muito mais caprichados. Alexandre estava sempre à sua espera. Aguardava pacientemente enquanto sua princesinha vendia suas flores, para só depois juntar-se à ela. Ficavam um bom tempo na sorveteria saboreando delícias ali produzidas e depois ele a levava à sua casa. Estavam namorando, por fim. A vida dos dois mudou completamente, Alexandre estava ausente nas reuniões de seus amigos e isso fez com que alguns reclamassem dele. Mas, o jovem sabia o que queria da vida e não dava importância.

As duas famílias se conheceram num almoço oferecido pelos pais de Alexandre, na bela mansão onde residiam nos arredores de Petrolina. Foi um dia magnífico onde todos festejaram e ficaram felizes. Dali em diante era só administrar a vida dos dois e tudo sairia como queriam.
Fachada leste da Faculdade de Direito de Recife ( A primeira faculdade de direito do Brasil, junto com a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo)*

Vista aérea da Faculdade de Direito de Recife

Vista oeste da Faculdade de Direito de Recife


Passados cinco anos depois do primeiro encontro da dupla de enamorados, a formatura de Alexandre se aproximava. Concomitantemente com a formatura do jovem futuro advogado, o noivado dos dois pombinhos acontecia também. Eles marcaram seu casório para alguns meses após a colação de grau e o exame da Ordem dos Advogados do Brasil- OAB.

Tudo se realizou como eles dois queriam e planejaram.

E o amor triunfou mais uma vez.

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* No dia 11 de agosto de 1827, por ordem do Imperador do Brasil, Dom Pedro I, foram criadas as primeiras Faculdades de Direito do Brasil, uma em São Paulo e outra em Olinda, Pernambuco. A de Olinda funcionou naquela cidade por 26 anos e foi tranferida para a cidade do Recife.

(http://www.cartaforense.com.br/conteudo/artigos/a-origem-das-faculdades-de-direito-no-brasil/4485)

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

PÁTRIA AMADA, BRASIL!









Em torno de uma mesa enfeitada e totalmente cheia de comidas e bebidas da melhor qualidade, celebramos a ceia de Natal todos os anos.
Nos alegramos, confraternizamo-nos com nossos familiares e amigos fazendo com que a nossa noite de Natal seja a mais bela e deliciosa possível.
É assim que fazem as famílias cristãs no mundo todo celebrando o nascimento do Christo.
Crianças cantam em coros, adultos também o fazem e tudo é alegria e comemoração, mas fica um vazio quando nos lembramos dos que não tem o que celebrar e até o que comer nesse dia tão significativo para tantos milhões de pessoas.
Também existem aquelas pessoas que sofrem de doenças incuráveis que poderiam estar sendo tratadas para que seu Natal fosse suportável, mas infelizmente isso não acontece.
E não aocntece porque os senhores do governo federal, estaduais e municipais roubaram os recursos que deveriam ser empregados para a compra dos medicamentos para essas pessoas.
Outros brasileiros sofrem ainda mais do que esses. São os que estão necessitando de cirurgias urgentes e estão esperando até dez (10) anos para que sejam autorizadas essas cirurgias.
Mas, até a sogra dos políticos brasileiros tem direito a um artendimento médico hospitalar de qualidade no Hospital Sírio Libanês de São Paulo a qualquer hora e com transporte por aviões da FAB.
Um trabalhador no Brasil recebe de aposentadoria apenas um salário mínimo de R$ 937,00; um marginal preso em penitenciárias de todo o País, recebe de auxílio por prisão R$ 1.300,00. Essa é a prática social dos esquerdopatas brasileiros que cantam em prosa e versos que no Brasil existe democracia.
Enquanto esse quadro dantesco acontece, Lula e seus bandidos celebrarão com caviar e champagne da melhor safra com os recursos roubados dos miseráveis que choram em vez de celebrar.
Meu Natal não tem graça há muito tempo, desde que vi um bandido de 9 dedos chegar ao poder e começar a abrir as portas de todos os cofres da Nação, para que os seus asseclas pudessem roubar tudo o que quisessem e assim foi feito.
Não há um só setor da administração pública brasileira nos três níveis da administração pública no Brasil e nos três Poderes, onde não existam quadrilhas organizadas para saquear tudo.
Temos ministros de estado sendo investigados, parlamentares às centenas sendo investigados, descobertos os seus crimes, mas não são presos.
Milhares de bandidos nos três Poderes saqueando a Nação sem que ninguém faça nada.
E, para completar o quadro dantesco aqui pintado, temos um ministro chave de cadeia do Supremo Tribunal Federal, que se arvorou na autoridade máxima da República dos ratos, para soltar todos os meliantes que tanto mal fizeram e ainda fazem ao Brasil.
Enquanto temos juízes como Sergio Moro e Marcelo Bretas trabalhando sério, canalhas no nível superior da Justiça mandam soltar os meliantes presos por esses dois juízes, desmoralizando os atos de justiça praticados por esses dois baluartes.
E assim o Brasil vai se desmanchando em desordens e crimes pesados sem que ninguém tome nenhuma providência.
Infelizmente, para mim não haverá Natal esse ano.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

O MONSTRO ESTREBUCHA ANTES DE MORRER




 
Sindicalistas no Estádio do Pacaembu, na era Vargas

"O vício inerente ao capitalismo é a distribuição desigual das riquezas; o do socialismo é a distribuição por igual das misérias."

Sir Winston Churchill"


Lourinaldo Telles Bezerra



Nascido no Brasil no fim do século XIX, com a chegada dos imigrantes italianos, foi no Estado Novo, na década de 30, que o sindicalismo tornou-se presente na vida dos brasileiros. A partir daí foi crescendo e se tornando um monstro devorador de salários e verbas públicas, como poderemos ver a seguir. Ao mesmo tempo em que crescia nacionalmente, os sindicatos foram-se transformando em potenciais centrais políticas a serviço da ideologia marxista e de partidos pertencentes a essa tendência.

O site “Politze” nos fornece as informações abaixo sobre o surgimento do sindicalismo no mundo e no Brasil.

NOTA IMPORTANTE: As opiniões abaixo expostas pelo site POLITZE, não são necessariamente as minhas próprias. Utilizei o texto desse site apenas como informativo.

A ORIGEM DO SINDICALISMO

www.politize.com.br/



O surgimento do sindicalismo está ligado ao contexto da industrialização e consolidação do capitalismo na Europa a partir do século XVIII, quando ocorreu a Revolução Industrial. A época foi marcada pelas péssimas condições de vida e trabalho às quais estava submetida boa parte da população europeia.

As relações sociais nessa época atingiram uma enorme polarização, com a sociedade dividida em duas grandes classes: a burguesia e o proletariado. É nesse momento que fica evidente o antagonismo de interesses entre elas.

Com o tempo, trabalhadores passaram a se organizar como meio de confrontar empregadores e questionar a situação da época. Os primeiros indícios de união entre trabalhadores aparecem com a quebra de máquinas fabris como forma de resistência, movimento conhecido como ludismo. A motivação era a visão dos trabalhadores de que estariam sendo substituídos pela maquinaria nas indústrias.

Mais tarde, o Parlamento Inglês aprovou em 1824 uma lei estendendo a livre associação aos operários, algo que antes era permitido somente às classes sociais dominantes. Com isso, começam a ser criadas as trade unions, organizações sindicais equivalentes aos atuais sindicatos.

As trade unions passam então a negociar em nome do conjunto de trabalhadores, unificando a luta na busca por maiores direitos e salários. A ideia era evitar que os empregadores pudessem exercer pressão sobre trabalhadores individualmente.

Outras medidas das trade unions foram a fixação de salário para toda a categoria, inclusive regulamentando-o em função do lucro (assim, o aumento da produtividade industrial resultava também em aumento no salário dos trabalhadores), criação de fundos de ajuda para trabalhadores em momentos de dificuldades, além da reunião das categorias de uma região em uma só federação.





No ano de 1830, os operários ingleses formam a Associação Nacional para a Proteção do Trabalho, que se constitui como uma central de todos os sindicatos.


COMO SURGIRAM OS SINDICATOS NO BRASIL?



A história de formação dos sindicatos no Brasil é influenciada pela migração de trabalhadores vindos da Europa para trabalhar no país. No final do século XIX, a economia brasileira sofre uma grande transformação, marcada pela abolição da escravatura e a Proclamação da República.

Neste momento, a economia brasileira deixa de se concentrar na produção de café e cede espaço para as atividades manufatureiras, surgidas nos centros urbanos e no litoral brasileiro. A abolição da escravidão, substituída pelo trabalho assalariado, atrai um grande número de imigrantes vindos da Europa, que ao chegar se depararam com uma sociedade que oferecia pouquíssimos direitos aos trabalhadores, ainda marcada pelo sistema escravocrata.

Estes novos trabalhadores possuíam experiência de trabalho assalariado e relativos direitos trabalhistas já conquistados em seu antigo país. Assim, rapidamente essas pessoas começaram a formar organizações.

As primeiras formas de organização foram as sociedades de auxílio-mútuo e de socorro, que objetivavam auxiliar materialmente os operários em períodos mais difíceis. Em seguida, são criadas as Uniões Operárias, que com o advento da indústria passam a se organizar de acordo com seus diferentes ramos de atividade. Surgia assim o movimento sindical no Brasil.


O SINDICALISMO NA ERA VARGAS





Por certo tempo, o sindicalismo no Brasil era ditado por iniciativas dos trabalhadores ou de grupos com perfil político-ideológico mais definido, como os partidos políticos. De forma geral, essas iniciativas eram tomadas pelos trabalhadores em sua heterogeneidade, concebido por uma inspiração autônoma. Essa dinâmica muda com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder em 1930, quando o presidente passa a submeter os sindicatos ao controle do Estado.

É com esse intuito que Vargas cria o Ministério do Trabalho em 1930, em conjunto com uma série de normas, como o decreto 19.770 de 1931, que estabelecia:

· o controle financeiro do Ministério do Trabalho sobre os recursos dos sindicatos, inclusive proibindo a utilização destes recursos em períodos de greve;

· a participação do Ministério nas assembleias sindicais;

· que atividades políticas e ideológicas não poderiam existir por parte dos sindicatos;

· veto à filiação de trabalhadores a organizações sindicais internacionais;

· proibição da sindicalização dos funcionários públicos;

· definição do sindicato como órgão de colaboração e cooperação com o Estado;

· participação limitada dos operários estrangeiros nos sindicatos. Este era um ponto bastante problemático, já que boa parte das lideranças sindicais ainda era de origem estrangeira;

· garantia de sindicato único por categoria, a chamada unicidade sindical.

Mas não foi só isso. Em seu governo, Getúlio Vargas foi responsável por uma série de outras medidas relacionadas à vida dos trabalhadores. Vamos lembrar que foi no regime varguista a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e dos institutos de Previdência Social.

Ainda assim, o período do getulismo foi marcado por intensas greves de trabalhadores e pela crescente luta sindical. Nos anos 40, o movimento volta a ganhar forças, mesmo em meio a restritivas leis impostas por Vargas, que continuaram vigentes mesmo após o fim do Estado Novo, em 1945. Mas é durante os anos 1960 que a luta sindical atinge seu ápice, com imensas manifestações grevistas e a realização do III Congresso Sindical Nacional, quando foi criado o Comando Geral dos Trabalhadores (CGT). No campo, as lutas também se intensificaram com a criação das ligas camponesas, onde aos poucos cresciam os sindicatos rurais.

Mas o crescimento do movimento sindical é interrompido com o golpe militar em 1964, quando o movimento dos trabalhadores volta a ser perseguido e a existir sob total controle do Estado. Após isso, o sindicalismo volta a ganhar forças somente no fim dos anos 1970, quando retomam as greves em diversas fábricas no estado de São Paulo.

A motivação das greves foi o movimento pela reposição dos 31%: o governo até então vinha mascarando os índices de inflação, o que gerou grandes perdas salariais. A manobra foi denunciada pelo Banco Mundial em 1977, o que despertou a revolta nos trabalhadores.

A jornada de luta nos anos 1970 inseriu o movimento operário no cenário político, econômico e social brasileiro, levando a criação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores (PT), que passaram a organizar diversas greves gerais nos anos 1980 e desempenharam importante papel em movimentos políticos como as Diretas Já

Lula numa concentração sindical nos anos 70



OS SINDICATOS BRASILEIROS APÓS A REDEMOCRATIZAÇÃO
A Constituição Federal de 1988, criada no período da redemocratização, trouxe mais liberdade ao movimento sindical, retirando regras como a necessidade de autorização do Ministério do Trabalho para funcionamento de um sindicato e possibilitando a sindicalização dos servidores públicos.

Contudo, muitas das heranças do período varguista continuaram a aparecer, como o imposto obrigatório e a unicidade sindical. Essas estruturas continuam em debate até hoje, já que muitos questionam se elas beneficiam os trabalhadores e se haveria necessidade de uma reforma sindical. Hoje, existem mais de 17 mil sindicatos no país, e o ritmo de criação de novos sindicatos é forte. Entre 2005 e 2013, surgiram mais de 2 mil deles, segundo o jornal O Globo. A grande quantidade leva a críticas sobre o sindicalismo brasileiro hoje, pois boa parte dos sindicatos seria, na visão de críticos, não representativa – ou pior, apenas mais uma forma de receber dinheiro público.

Fique ligado porque em breve lançaremos um post que explica como funcionam os sindicatos no Brasil hoje!

Referências

eGov/UFSC: Sindicatos no BrasilSintet/UFU: sindicalismoSintet/UFU: história dos sindicatosAntônio Carlos Dias (Arcos): a história das organizações sindicaisPortal Câmara: história dos sindicatos no Brasil
Publicado em 26 de abril de 2017.” 

Lula engabelando os trouxas


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Pudemos ver que a Constituição, dita Cidadã, de 1988, favoreceu e muito os sindicatos a chegarem até onde chegaram e se tornaram templos do crime e do enriquecimento ilícito dos dirigentes dessas verdadeiras quadrilhas, como sabemos hoje.

Durante o Regime Militar, os sindicatos sofreram um freio em sua ganância desmedida, mas depois de 1985, com o advento da “democracia” esses quadrilheiros se tornaram senhores absolutos do Brasil.

À frente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, Luiz Inácio da Silva, vulgo Lula, começou sua carreira de corrupção e crimes, até se tornar presidente da república. Esse pelego que, à época do Regime Militar foi um colaborador disciplinado do delegado do DOPS, Romeu Tuma, traiu seus companheiros entregando as atividades deles aos serviços de informações do estado. Esses relatos estão no texto do livro do delegado federal e ex-secretário-geral do Ministério da Justiça, no governo Lula, Romeu Tuma Júnior, “Assassinatos de Reputações,”

Os sindicatos no Brasil, na época do PT no governo federal, transformaram-se em verdadeiros monstros devoradores de verbas públicas, distribuídas a roldão por Lula e seus cúmplices. Existem dirigentes sindicais amigos de Lula que vivem como marajás, como é o caso de Jair Meneguelli, e que é descrito assim no Blog do Ney Lopes:


“Jair Meneguelli, ex presidente da CUT e “petistas” têm mordomias e salários milionários no SESI

Jair Meneguelli, o marajá do SESI



· 1 comentário

José Oitavo Borges

Não há explicação moral que possa justificar o que acontece no Sesi (Serviço Social da Indústria), caracterizando as chamadas as distorções do sistema.

Faz sucesso permanente na internet o resumo de uma reportagem publicada pela revista Época sobre a política trabalhista e o padrão salarial do Sesi, que se transformou numa sucursal do PT, para dar invejáveis empregos (não é preciso trabalhar) a amigos e parentes dos detentores do poder, a começar por uma nora do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Detalhe: os salários são mencionados em valores de 2014 e já tiveram dois reajustes.

VOCÊ SABE QUEM É MARLENE ARAÚJO?

Não, né? Marlene Araújo vem a ser “relações institucionais” do Sesi em São Bernardo do Campo. Trabalha (?) pouco, raramente aparece por lá e ganha R$ 13.500,00 mensais.

Foi nomeada com o nome de solteira. Seu nome de casada é Marlene Araújo Lula da Silva.

Casada com Sandro Luís Lula da Silva, filho de Lula.

Márcia Regina Cunha, mulher do deputado cassado João Paulo Cunha (condenado no Mensalão) é ‘gerente de marketing’ do Sesi desde 2003, salário de R$ 22.000,00.

É lotada em Brasília, mas mora em São Paulo.

Rogério Aurélio Pimentel, assessor de Lula no sítio de Atibaia, também tem cargo no Sesi, onde ganha R$ 10.000,00 desde 2011.

O advogado Douglas Martins de Souza é consultor jurídico do Sesi em Brasília, R$ 36.000,00 mensais.

Filiado ao PT desde 2000, foi secretário adjunto da Secretaria de Igualdade Racial no governo Lula.

Osvaldo Bargas, vice de Jair Meneghelli na CUT, recebe salário de R$ 33.000,00.

E a sindicalista Sandra Cabral, amiga de Delúbio Soares, ganha R$ 36.000,00 mensais.

Jair Meneghelli, ex-presidente da CUT, é presidente do Sesi, salário de R$ 60.000,00 mensais, mais vantagens e benefícios, inclusive apartamento de graça.

Desloca-se em Brasília num Ford Fusion preto 2016 e em São Paulo num Toyota Corolla 2016.”

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Esse é apenas um dos milhares de exemplos que encontraremos na história asquerosa dos mais de 19 mil sindicatos existentes no Brasil petista. Na Argentina existem pouco mais de cem (100) sindicatos. Aqui na terra de Macunaíma, existem mais de dezenove mil (19000) sindicatos. Esses monstros vivem a devorar do salário do trabalhador brasileiro, 2%, sob forma de “contribuição sindical”, quando na verdade não passa de uma imposição dos quadrilheiros sindicais. Hoje, desesperados, tentam reverter a decisão do Congresso Nacional, que acabou com essa farra criminosa contra os trabalhadores do Brasil.

Esse é o único motivo dessa “greve geral”, que de geral não teve absolutamente nada! Está sendo um retumbante fracasso nacional!

 A GRANDE MENTIRA








segunda-feira, 17 de abril de 2017

A MINHA CATÁLISE ROMÂNTICA (poema)








(https://youtu.be/wVSPUZR5NxE) "Pequena Serenata Noturna"- W. A. Mozart

Idealizei pra mim um mundo cheio de belas nuances, de variados conceitos, de complexas combinações e caminhos de encantamentos mil.
Tramei situações de contos de fada, com alguns toques de fantasia implícitos... mas, faltava algo...
A tua vinda trouxe alegria à minha composição lúdica, luz ao meus poemas e nexo aos meus propósitos romànticos.
A tua chegada coloriu meus dias, amainou a escuridão de minhas noites e proporcionou-me um sono tranquilizador nas minhas mornas madrugadas.
Com tua vinda meus sonhos tornaram-se mais suaves, mais completos e muito mais reais.
Como uma nova estrela, surgiste no meu firmamento dando uma especial luminescência ao universo que compus para mim.
Ou como uma grande tela pintada com amor e utilizando tinta extraída do meu coração, minha obra final retrata a tua chegada como uma nova tonalidade entre tantos matizes da minha paleta mágica.
Escolhi com parcimônia as tonalidades para finalizar a minha tela, de modo a não ferir a estética.
Espargi as cores harmonizando todo o complexo por mim idealizado.
Fazendo assim, tornei-a mais bela e muito mais artística.
Como a minha tela imaginária, minha vida agora é muito mais deliciosa de viver porque, como um novo matiz, vieste dar mais brilho ao contexto geral...
És, ao mesmo tempo, a tonalidade principal e o meu verniz protetor.
A minha obra está completa com a tua linda e terna chegada na primavera da minha existência!
AVE! GRATIDÃO!


sábado, 15 de abril de 2017

TEUS OLHOS: DOIS TESOUROS (147/17) (poema)






(https://youtu.be/bE4P6TKgQD0) "Always on My Mind" - Elvis
Se eu pudesse ficaria o resto dos meus dias apreciando os teus olhos!
Eles são como duas estrelas de primeira grandeza que iluminam o firmamento da minha vida.
E te diria sempre: tens os olhos mais lindos do mundo!
É um privilégio ser observado por essas duas preciosidades.
Eles são a janela da tua alma terna e linda!
São eles que te dão a grandiosidade que tens.
Teus olhos demonstram a bondade que habita em teu ser e dizem de ti muito mais do que um milhão de palavras.
Os teus olhinhos valem mais do que mil tesouros, pois sem eles jamais me verias e nem farias de mim o teu amor.
Os teus olhos falam com amor o que tua alma sente.
Me transmitem toda a doçura que tens no teu coração que já me pertence.
Teus olhos representam a tua personalidade calma e doce, o teu caráter pétreo e adorado por mim.
São em teus olhos que deposito o amor que nutro por ti, posto que eles são o cofre da tua alma.
Eles são teus dois tesouros!


sábado, 8 de abril de 2017

ODE AO TEU AMOR (139/17) (Poesia)






(https://youtu.be/cwGBd0IZGxY) "Hino ao Amor" - Altemar Dutra



Lourinaldo Telles Bezerra

Em cada beijo um encanto
Em cada canto eu te vejo
E eu me derramo em pranto
Se não recebo o teu beijo

Da mágoa resta a saudade
Da saudade um desencanto
Se tudo fosse verdade
Eu não sofreria tanto

Um amor que me faz chorar
Não é uma coisa boa
É melhor sozinho ficar
Do que viver sofrendo à toa

Pra tudo tem um remédio
Ou nada se remedia
Se um amor virou tédio
Um novo amor se inicia

A mágoa se desfaz
Jogando-a nas águas de um rio
Pois essas não voltam mais
E do sofrimento me alforrio

Bom mesmo é ter um amor
Que me dê felicidade
Pois amar sentindo dor
Não é amor, é maldade

Por isso cultivo o amor
Que tu me deste um dia
E canto em teu louvor
O peito cheio de alegria

O amor que vem de ti
Enaltece e me acalma
Mesmo não estando aqui
Ele perfuma minh'alma

Eu sinto a tua presença
Em cada momento ou lugar
A minha saudade é imensa
Mas nada me faz te olvidar

Se canto em tua homenagem
O faço com todo ardor
Em minha mente a tua imagem
Resplandece de tanto amor

Pra dizer o quanto te amo
Palavras eu não teria
Por isso aos ceus eu clamo
Que me dê sabedoria

As palavras que eu conheço
São muito simples, eu sei
Mesmo assim eu te enalteço
Com os versos que criei

O nosso amor é tão lindo...
É um canteiro de flores
A ele eu louvo e brindo
És o amor dos meus amores!