sábado, 6 de junho de 2015

A MULHER DA MINHA VIDA




Louri 2015

Eu sempre quis alguém
Para me fazer feliz
É meu coração quem diz
E minh'alma também


Busquei por ela toda a minha vida
Um amor verdadeiro
Um amor por inteiro
A minha mulher querida


Algumas mulheres amei
Alguns amores vivi
Em paixões me perdi
Mas nunca a encontrei


Até que num certo dia
Numa página qualquer
Eu vi naquela mulher
O ser que eu tanto queria


Era tudo o que pretendia
Disso eu tinha certeza
Naquela linda princesa
Minha busca encerraria


A procura terminara
Depois de tanto tempo
Num relance, num momento
Minha amada eu encontrara


Eu mal acreditava
Naquele instante sutil
Deus meu pedido ouviu
E contigo me presenteava


A surpresa foi grande pra mim
Custei para acreditar
Terminei por encontrar
Meu precioso querubim



Sua beleza é exótica
De trato fino e delicado
Me deixou apaixonado
De uma maneira apoteótica


Sandra é como se chama
“A protetora da humanidade”
É a própria vaidade
Que encarna essa bela dama

Conseguiu me conquistar
Rápido como um corisco
Ignorei de pronto o risco
E me deixei apaixonar


Quero com ela viver
O meu derradeiro amor
Ao lado dessa linda flor
O nosso amor proteger


És dona da minha vida
És dona do meu destino
O amor mais cristalino
Eu te darei Oh, querida!


Termino essa poesia
Com a alma acalmada
E dessa longa jornada
Por fim recebo alforria
































FBI: Brasil vendeu o jogo para a Alemanha num esquema de corrupção que envolveu milhões




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Informação do FBI que estão sendo levantadas nos EUA é o que o chefe da CBF preso pela Polícia Americana está envolvido no resultado do jogo entre Brasil e Alemanha. A histórica goleada na semifinal da Alemanha sobre a seleção brasileira pode ter envolvido milhões de dólares, onde cada jogador recebeu sua parte. Dentro de 30 dias será divulgado um balanço que poderá acabar com a vida profissional de muitos jogadores brasileiros reconhecidos pelos torcedores, afirmou o FBI. O esquema pode sobrar até para Rede Globo de Televisão.
“Dane-se o torcedor, vamos garantir o nosso. É melhor um na mão que dois voando” Segundo a FIFA uma frase que vai doer no coração dos brasileiros apaixonados por futebol
Vários e-mails atualmente “denunciam” a venda desta Copa nas redes sociais. Os textos apresentam detalhes distintos, mas quase todos partem do mesmo autor: Gunther Schweitzer, o mesmo homem que denunciou a venda da Copa de 1998. Em alguns textos, Schweitzer é apresentado como diretor de jornalismo dos canais ESPN. Em outros, o nome aparece com o mesmo suposto cargo de 16 anos atrás: diretor da Rede Globo.
Além da troca de favores entre Brasil e Fifa, outra “questão” foi levantada nos últimos dias: a de que Neymar não teria efetivamente se lesionado na partida contra a Colômbia. Sites brasileiros e colombianos divulgaram imagens da chegada do atleta ao hospital de Fortaleza. Nelas, o paciente aparece com o rosto coberto e sem as tatuagens que o atacante possui no braço direito. Houve ainda quem adaptasse a história e afirmasse que Neymar simulou a lesão, pois foi o único que não concordou em vender a Copa à Fifa.
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O jornal italiano “Corriere dello Sport” estampou na capa de sua edição desta sexta-feira que a Copa de 2002 teve resultados manipulados por árbitros, em favorecimento à Coreia do Sul. Entretanto, a manchete da publicação faz mais barulho do que sua reportagem.
O jornal afirma apenas que “um dia, talvez” as investigações sobre a Fifa descobrirão “ligações com a Copa do Mundo de 2002″, especialmente ao juiz equatoriano Byron Moreno, que teve arbitragem polêmica do jogo das oitavas de final contra a Itália, no qual mostrou cartões vermelhos e anulou um gol da Azzurra. O jornal lembra que o senador Raffaele Ranucci, chefe da delegação italiana naquele mundial, já havia denunciado possível favorecimento à Coreia do Sul, uma das sedes em 2002.
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Na ocasião, os coreanos chegaram até a semifinal e eliminaram Portugal (fase de grupos), Itália (oitavas de final) e Espanha (quartas) – em jogos com polêmicas de arbitragem. O país sediou o Mundial junto com o Japão e terminou em quarto lugar.
A derrota por 2 a 1 para Coreia do Sul é lamentada até hoje pelos italianos. Na ocasião, o árbitro equatoriano Byron Moreno anulou um gol claro de Tommasi que daria a classificação à Azzurra – o lance aconteceu na prorrogação, numa época que o gol de ouro fazia parte do regulamento.
A Espanha também reclamou bastante. O árbitro egípcio Gamal Al Ghandour, o ugandês Ali Tomusange e o trindadense Michael Ragoonath, seus auxiliares, anularam dois gols legítimos, um de Fernando Morientes e outro de Iván Helguera, que dariam a vitória e a classificação aos espanhois para a semifinal da Copa. A Coreia do Sul, na época treinada pelo holandês Guus Hiddink, acabou beneficiada e conseguiu sua melhor campanha na história dos Mundiais com a classificação nos pênaltis.
Rede Globo está com medo da investigação do FBI
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Um dos focos das investigações da Justiça americana sobre o escândalo de corrupção na Fifa são transações comerciais em que a Rede Globo, da família Marinho, atua diretamente há décadas; parceira incondicional da Fifa desde o mundial 1970, a Globo é detentora da transmissão no Brasil de praticamente todos os eventos investigados pelo FBI: Copa do Mundo, Libertadores, Copa América e até a Copa do Brasil; o elo mais forte entre Globo e Fifa é o brasileiro José Hawilla, da Traffic Group, que assumiu os crimes de extorsão, fraude, lavagem de dinheiro e vai devolver US$ 151 milhões; além disso, J. Hawilla é dono da TV TEM, maior afiliada da Globo no país; apesar das ligações perigosas, a Globo se limitou a dizer, no Jornal Nacional, que “o ambiente de negócio do futebol seja honesto”; também afirmou que “sobre essas empresas de mídia não pesam acusações ou suspeitas”
Segundo a polícia federal (FBI) e a receita federal americanas, as investigações na Fifa tiveram início por causa do processo de escolha das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, mas foi expandida para analisar os acordos da entidade nos últimos 20 anos.
A investigação atua em várias frentes. Sobre a compra dos direitos de transmissão o esquema funcionava basicamente assim: para ter contratos de direitos de transmissão de eventos organizados pela Fifa, como a Copa da Mundo ou Copa Libertadores, empresas de marketing esportivo pagavam propinas milionárias aos dirigentes da Fifa. De posse dos direitos de transmissão, as empresas revendia-os a grupos de comunicação do mundo todo. Só em relação aos direitos de transmissão da Copa América de 2015, 2019 e 2023, a Datisa, formada formada pela Traffic, do brasileiro J. Hawilla, e duas companhias sul-americanas, aceitou pagar US$ 352,5 milhões e mais US$ 110 milhões em propinas para os presidentes das federações sul-americanas. A Rede Globo comprou da Datisa os direitos de transmissão da Copa América no Brasil.
A empresa da família midiática mais rica do planeta não é citada nas investigações do FBI. Mas faz transações com a Fifa sobre transmissão de eventos esportivos desde o mundial de 1970. Em 2012, a Globo anunciou a compra dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar. Os valores dos negócios não são divulgados oficialmente.
Na época do anúncio, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, comemorou a compra da transmissão dos mundiais. “Por mais de 40 anos, a Globo e a Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo, e a Globo se sente orgulhosa de ser parte desta história. Por esta razão, nós estamos orgulhosos de prolongar esta parceria’, afirmou Marinho.
J. Hawilla, parceiro dos Marinho
Entre a Fifa e a Globo aparece um elo de ligação que é peça chave nas investigações de corrupção das autoridades americanas: o empresário José Hawilla, dono da Traffic Group, maior empresa de marketing esportivo da América Latina.
J. Hawilla, como gosta de ser chamado, confessou à Justiça dos EUA ser culpado pelos crimes de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça – ele é o único brasileiro entre os réus confessos declarados culpados pela Justiça dos EUA. Ele se comprometeu a devolver US$ 151 milhões de seu patrimônio – US$ 25 milhões deste total já teriam sido pagos no momento da confissão. O mandatário da Traffic já foi classificado diversas vezes pela imprensa nacional como “dono do futebol brasileiro”.
A ligação entre J. Hawilla e a família Marinho inclui a transmissão de eventos esportivos de peso. A Traffic teve exclusividade na comercialização de direitos internacionais de TV da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em 2014. A empresa de J. Hawilla é a atual responsável pelos direitos de torneios como a Copa Libertadores, cujo direito de transmissão foi comprado pela Rede Globo.
Além relações perigosas no futebol, Rede Globo e J. Hawilla têm parceria comercial também nas Comunicações. Ex-repórter da área de esportes, ele se tornou afiliado da Rede Globo a partir da Traffic. Em 2003, ele fundou a TV TEM, no interior de São Paulo – hoje a maior subsidiaria do grupo, cobrindo 318 municípios e 7,8 milhões de habitantes, alcançando 49% do interior paulista. J. Hawilla também comprou, em 2009, o “Diário de S.Paulo”, mas vendeu o jornal logo em seguida.
Sonegação na Copa de 2002
A Rede Globo criou um “antecedente criminal” em sua relação comercial com a Fifa, intermediada por empresas como a Traffic. A emissora disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e Japão, da qual o Brasil foi campeão.
A engenharia da Globo para disfarçar a operação envolveu dez empresas criadas em diferentes paraísos fiscais. Todas essas empresas pertencem direta ou indiretamente à Globo, segundo os documentos. O esquema funcionava de modo que o dinheiro para a aquisição dos direitos era pago através de empréstimos entre empresas pertencentes à Globo sediadas em outros países. Deste modo, a empresa brasileira TV Globo, não gastava dinheiro diretamente com a operação. Posteriormente, as empresas que detinham os direitos de transmissão eram compradas pela TV Globo.
“Essa intrincada engenharia desenvolvida pelas empresas do sistema Globo teve, por escopo, esconder o real intuito da operação que seria a aquisição pela TV Globo dos direitos de transmitir a Copa do Mundo de 2002, o que seria tributado pelo imposto de renda”, afirma em relatório do processo o auditor fiscal Alberto Sodré Zile.
A artimanha fiscal resultou na sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores da época. Segundo a Receita Federal, somando juros e multa, o valor que a Globo devia ao contribuinte brasileiro em 2006 sobe a R$ 615 milhões.
Em 2013, o blog O Cafezinho divulgou 29 páginas do processo da Receita Federal contra a Rede Globo. O relatório divulgado comprova que as organizações Globo criaram um esquema internacional envolvendo diversas empresas em sedes por todo o mundo para mascarar a compra dos direitos da Copa de 2002. O objetivo principal seria o de sonegar os impostos que deveriam ser pagos à União em pela compra dos direitos (leia mais).
Via Bonner, Globo diz querer “futebol mais honesto”
A única manifestação da Rede Globo até o momento sobre o escândalo na Fifa foi um editorial lido por William Bonner no “Jornal Nacional” nessa quarta-feira, 27, quando a emissora ressaltou que apoia as investigações promovidas pela justiça americana.
“A TV Globo, que compra os direitos de muitas dessas competições, só tem a desejar que as investigações cheguem a bom termo e que o ambiente de negócio do futebol seja honesto. Isso só vai trazer benefícios ao público, que é apaixonado por esse esporte, e às emissoras de televisão do mundo todo, que como a Globo fazem um esforço enorme para satisfazer essa paixão”, acrescentou Bonner.
No “Jornal da Globo” desta quarta (29), também disse que “não pesam acusações ou suspeitas sobre as empresas de mídia de todo o mundo que compraram desses intermediários os direitos de transmissão”, caso da Globo.(APC:news)

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Só de Cargos de Confiança e Comissionados tem o efetivo do EB na ativa.





 
A insustentável máquina do governo

Os 39 ministérios de Dilma custam mais de R$ 400 bilhões por ano e empregam 113 mil apadrinhados. Só os salários consomem R$ 214 bilhões - quase quatro vezes o ajuste fiscal que a presidente quer fazer às custas da sociedade

Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br)

Diante da necessidade imperativa de disciplinar as desordenadas contas públicas, legadas da farra fiscal praticada no mandato anterior, a presidente Dilma Rousseff impôs ao País um aperto de cintos. Anunciou como meta de sua segunda gestão um ajuste fiscal capaz de gerar uma folga de R$ 66 bilhões no Orçamento até o fim do ano. O necessário ajuste seria digno de louvor se as medidas anunciadas até agora pela presidente não tivessem exigido sacrifícios apenas de um lado dessa equação: o dos cidadãos brasileiros. Mais uma vez, a conta da irresponsabilidade fiscal de gestões anteriores sobra para o contribuinte. Ao mesmo tempo em que aumenta impostos, encarece o custo de vida da população, ameaça suspender a desoneração de empresas e retira dos trabalhadores direitos previdenciários e trabalhistas, Dilma Rousseff segue no comando de uma bilionária máquina pública aparelhada, inchada e – o mais importante – ineficiente.
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Na semana passada, pressionada por líderes no Congresso, especialmente do PMDB, a presidente sacou mais uma de suas promessas. “A ordem é gastar menos com Brasília e mais com o Brasil”, disse. A despeito do efeito publicitário indiscutível da frase, a presidente dá sinais de que seguirá na toada já recorrente de dizer uma coisa em público e praticar outra bem diferente no exercício do poder. O governo, na realidade, sempre resistiu em cortar na própria carne. Por isso, permanece desde 2010 com uma colossal estrutura administrativa composta por 39 ministérios, a maioria deles criados para acomodar apadrinhados políticos, cujos custos de manutenção – o chamado custeio – consomem por ano R$ 424 bilhões. Desse total, o gasto com pessoal atinge a inacreditável marca de R$ 214 bilhões, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Esse universo de servidores soma quase 900 mil pessoas distribuídas pela Esplanada, sendo 113.869 ocupantes de funções comissionadas e cargos de confiança, as chamadas nomeações políticas baseadas no critério do “quem indica. A credibilidade do governo está no fundo do poço, e é impossível imaginar a sociedade acreditando no ajuste fiscal sem que sejam tomadas medidas radicais para reduzir o tamanho dessa monumental máquina. Sem cortar na própria carne, o governo do PT não tem autoridade para pedir sacrifícios ou falar em ajuste fiscal”, afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
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Não bastassem os 39 ministérios com seus milhares de cargos de indicação política, o que se vê hoje na Esplanada em Brasília é o claro desperdício do dinheiro público, facilmente ilustrado pelo excesso de regalias e benesses à disposição dos ocupantes do poder. A principal função do ministério da Pesca, por exemplo, é distribuir o seguro-defeso – espécie de seguro-desemprego pago a pescadores. A pouca expressividade da pasta não limita as vantagens e os benefícios de quem garantiu um cargo executivo no órgão provavelmente chancelado por algum partido aliado de Dilma. Segundo apurou ISTOÉ, há carros de luxo com motoristas disponíveis aos sete integrantes da cúpula do ministério para deslocamento em Brasília. O custo estimado com a regalia é de R$ 1,5 milhão por mês. Embora o ministério esteja constantemente ameaçado de extinção, a pasta vem se mantendo com estrutura que chama a atenção. São mil servidores em exercício, sendo 440 indicados políticos.
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O benefício de ter carros e motoristas à disposição não é uma exclusividade do ministério da Pesca. Segundo gestores públicos ouvidos por ISTOÉ que já atuaram em diferentes órgãos do governo petista, pelo menos 28 das 39 pastas permitem a benesse para quem está até cinco níveis da hierarquia abaixo do ministro. Isso sem contar os celulares, os cartões corporativos e uma dezena de assessores cujas funções frequentemente coincidem. No ministério do Turismo, que tem uma estrutura mais enxuta e apenas 268 cargos de confiança, o que causa espécie é a quantidade de garçons e copeiras disponíveis para atender a cúpula da pasta. Segundo um dos servidores, há 16 funcionários para servir água e cafezinho aos executivos do ministério.
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No ministério do Turismo, 16 garçons e copeiras foram
contratados para servir os executivos do órgão
Embora prometa cortar despesas, Dilma e sua equipe econômica não querem ouvir falar em redução de pessoal, que consome muito mais do que os principais programas sociais do governo. O Bolsa Família, por exemplo, receberá R$ 27 bilhões – o correspondente a 12% do que o País gasta com servidores federais. Já a Saúde, considerada área prioritária para os brasileiros em todas as pesquisas realizadas, terá investimentos de R$ 109 bilhões neste ano. Custará, portanto, metade do gasto do governo com o funcionalismo. Atualmente, o ministério da Educação é a pasta com maior número de funcionários da Esplanada e serve para mostrar que o tamanho da máquina está longe de ser sinônimo de eficiência. No órgão, há mais de 44 mil cargos de confiança, além dos 285 mil efetivos. Nos últimos anos do governo Dilma, foram criadas 50 mil novas vagas. Em 2015, se a presidente preservar os recursos previstos para a pasta, serão R$ 101 bilhões destinados a cumprir a promessa utópica de campanha de transformar o Brasil em uma “pátria educadora”. Mas até aqui as demonstrações de gestão dadas pelo MEC são da mais completa ineficiência. Um exemplo é o programa de financiamento estudantil, o FIES. O governo flexibilizou as regras relacionadas aos fiadores dos estudantes e reduziu as taxas de juros. Mas falhou no controle dos preços das mensalidades e forçou a ampliação do programa sem analisar os reflexos financeiros. Um exemplo típico de má gestão em um órgão aparelhado por servidores.
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FARRA DOS CARROS OFICIAIS
Não é rara a utilização dos veículos oficiais pelos ministros
fora do horário do expediente
A Presidência da República figura em segundo lugar no ranking do número de servidores: emprega 6.969 pessoas. Os cargos vêm acompanhados das benesses, o que significam mais e mais gastos com o dinheiro do contribuinte. Em outubro do ano passado, para atender aos seus servidores, a Presidência comprou 130 taças de cristal por R$ 4,5 mil. No apagar das luzes de 2014, além de eletrodomésticos, toalhas de banho e de rosto, o Planalto adquiriu aparelhos de malhação e até roupões de banho. Ao todo, a conta saiu por R$ 262,8 mil. O conjunto de banho completo custou R$ 7,8 mil. Já a aquisição de 20 frigobares, 100 bebedouros e 30 fragmentadoras de papel custou ao órgão R$ 155,7 mil. A Presidência justificou a compra por eventuais atendimentos em cerimônias oficiais. Outros R$ 99,3 mil foram gastos pela Presidência na reposição de aparelhos de ginástica. Na lista, figuram um crossover angular, um banco extensor e outro flexor, um apolete, um crucifixo, duas esteiras eletrônicas e um smith machine (plataforma para a realização de vários exercícios). Segundo o órgão, a aquisição dos equipamentos ocorreu em função da necessidade de manutenção ou melhoria do treinamento de força e do condicionamento físico do pessoal da segurança e para melhoria da qualidade de vida dos servidores.
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UNIDOS PELA REFORMA ADMINISTRATIVA
Os presidentes da Câmara e Senado, Eduardo Cunha e Renan
Calheiros, propõem a redução dos ministérios
A criação desenfreada de ministérios é obra recente da democracia do País e se acentuou na era petista no poder. O ex-presidente Getúlio Vargas (1951-54) contava com apenas 11 pastas de primeiro escalão. Juscelino Kubitschek (1956-61, 13. O governo Fernando Henrique Cardoso terminou seu mandato (1994-2002) com 24 órgãos. Lula (2003-2010), para abrigar a aliança que o elegeu, criou mais 11, chegando a 35 – um recorde até então. Dilma o superou: subiu para 39. O cenário de distribuição de poder em Brasília é uma anomalia especialmente se comparado a outros países, como França, Portugal, Espanha e Suécia, que possuem uma média de 15 ministérios. Para se ter uma ideia do despropósito do aparelhamento, quem hoje discute corte de ministérios como ocorre atualmente no Brasil é o pobre Moçambique, que possui 28 pastas e está sendo pressionado a reduzir a própria estrutura por países que o apóiam financeiramente. “Essa forma de gestão caminha na contramão da história e de tudo aquilo que seria o ideal para a administração pública, não só no Brasil, mas em qualquer País. A criação desses ministérios é uma forma de abrigar a base aliada do governo e acelera ainda mais as distorções dentro da máquina pública”, afirma José Matias-Pereira, professor de administração pública da Universidade de Brasília (UnB).
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A necessidade de enxugamento da máquina administrativa ganhou eco durante a última campanha presidencial. O então candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) propôs a fusão de ministérios, de modo a reduzir drasticamente os gastos e a estrutura governamental. Nos últimos dias, foi a vez de o PMDB encampar a bandeira da reforma administrativa. Como se não ocupasse fatia considerável da Esplanada e não exigisse a nomeação de um sem-número de afilhados políticos como condição ao apoio ao governo – a qualquer governo, diga-se – caciques peemedebistas, caso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, querem limitar a 20 o número de ministérios. Um projeto de sua própria autoria já está em tramitação na Casa. Na semana passada, depois de discursar para empresários, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), engrossou o coro. Afirmou, em tom de ironia, que o momento exigia o lançamento pelo governo do programa Menos Ministérios, numa brincadeira com o programa Mais Médicos. Renan promete apoiar a proposta de Cunha. “Isso vai gerar menos cargos comissionados, menos desperdício e menos aparelhamento. Devemos aproveitar a oportunidade”, disse ele. 
Pressionada pelo Congresso e pelos protestos nas ruas, Dilma pode ser forçada a repensar a estrutura da portentosa burocracia que ajudou a criar. No final da última semana, informações oriundas do Planalto deram conta de que um estudo teria sido encomendado à Casa Civil visando à redução no número de pastas. Resta saber se a presidente ficará mais uma vez na retórica ou atenderá ao clamor público. 
 
 
 
 
 

terça-feira, 12 de maio de 2015

SE A MODA PEGAR NINGUÉM MAIS PERMANECERÁ PRESO NO BRASIL







L. Teles Bezerra

Nesse País acontecem coisas que nos deixam espantados e incrédulos pelo ineditismo dos fatos acontecidos, senão vejamos.

Numa matéria do jornal O Estado de São Paulo, cuja manchete é: "JUIZ USA A LAVA-JATO PARA LIBERTAR 21 PRESOS EM FANCA", Um juiz de Franca, SP, em sua decisão cheia de simbolismo e eivada de má vontade jurídica, pôs na rua 21 presos por formação de quadrilha e falsificação de agrotóxicos, cuja prática dava a eles um lucro estimado em R$ 10 milhões por mês. Presos pela Polícia Civil na "Operação Lavoura Limpa", em dezembro de 2014, os 21 réus receberam permissão para aguardar o julgamento em suas residências, a exemplo dos empresários corruptores das grandes empreiteiros que foram presos na Operação Lava-Jato. Acolhendo pedido de habeas corpus dos defensores desses empreiteiros, o STF concedeu o benefício criando uma espécie de jurisprudência imoral e perniciosa que, se tomada como espelho, como o fez o magistrado de Franca, causará o caos na Justiça brasileira. Em decisão publicada nessa terça-feira, 12 de maio, disse o juiz francano: “... em um país onde os integrantes de uma organização criminosa que roubou bilhões de reais de uma empresa patrimônio nacional [Petrobrás] estão em casa por decisão do Supremo Tribunal Federal [STF], não tenho como justificar a manutenção da prisão do réu neste processo, que proporcionalmente causou um mal menor à sociedade, embora também muito grave”. Talvez não seja inédita, mas a decisão tomada pelo excelentíssimo juiz Wagner Carvalho Lima da 2ª Vara Criminal de Franca, causa no mínimo estranheza por seu caráter duvidoso e polêmico.


O que se espera de um magistrado é que se empenhe ao máximo em praticar a justiça e que não copie o que ele próprio considera uma injustiça. A sua decisão não dependia da praticada pelo STF, mas sim de sua consciência e profissionalismo. É insuportável e inconcebível que um juiz de direito proceda da maneira como esse magistrado procedeu, ou seja, como quem vai à forra numa disputa qualquer. O que a sociedade espera dele é que faça cumprir as Leis ao pé da letra e nunca por capricho ou despeita. Segundo seu entendimento, o mal causado à sociedade pela quadrilha do agrotóxico falsificado é muito menor do que o dano causado pelos empreiteiros. Tlavez seja mesmo verdade. Só, senhor juiz, que mesmo assim o crime é grave, existiu e foi praticado com requintes de maldade extrema gerando um grande risco para o meio ambiente tanto quanto para as famílias que usaram o produto falsificado.

Num país onde um erro pode justificar um outro, não se pode esperar nada de justo por parte de suas autoridades judiciais. Atitudes como essa não beneficia a nossa sociedade, pelo contrário, beneficia o criminoso e prejudica mais ainda a imagem de uma Justiça que já está mal vista pela sociedade, que sua por 147 dias ao ano, para pagar os salários de seus juízes e espera deles maior competência em seus julgamentos. Por causa de decisões esdrúxulas como essa, muitos criminosos voltam a delinquir movidos pelo estímulo dado por seu julgador.






É lamentável, deveras lamentável, mas o mal já foi feito!

segunda-feira, 11 de maio de 2015

MPF QUER CENSURAR DOCUMENTÁRIO SOBRE ÍNDIOS QUE ENTERRAM CRIANÇAS VIVAS






Diário do Poder



VÍDEO CONTA HISTÓRIA DA ÍNDIA HAKANI (HOJE E AO SER DESENTERRADA)
A MÃE ADOTIVA MÁRCIA E HAKANI, EM FOTO RECENTE, E A MENININHA ÍNDIA AO SER RESGATADA. ELA FOI ENTERRADA VIVA. PARA O MPF, "FAZ PARTE DA CULTURA".


O Ministério Público Federal em Brasília pediu que a Justiça censure a exibição do documentário "Hakani – A história de uma sobrevivente", que revela a prática de infanticídio portriboos indígneas, alegando que se trata de "abuso à liberdade de expressão". Procuradores do MPF consideram que o vídeo, produzido por duas organizações religiosas, Jocum Brasil (Jovens com uma Missão) e Atini: Voz pela Vida, "pode incitar o ódio e aumentar o preconceito contra comunidades indígenas".

O documentário conta a história de Hakani, uma menininha da tribo Suruwahá que foi enterrada viva e, depois de salva pelo irmão, acabou adotada por um casal de missionários. O MPF alega que o infanticídio "ainda faz parte da cultura" de algumas etnias, como a Suruwahá. Pela "tradição", são enterradas crianças com deficiências ou com atrasos severos de desenvolvimento.

Na ação civil pública, além de pedir a censura ao documentário, a procuradora da República Ana Carolina Alves Roman que as entidades religiosas sejam proibidas de expor imagens de crianças indígenas e, ainda, que sejam condenadas a pagar R$ 1 milhão de indenização por "danos morais coletivos".

O documentário é acusado de ser “mais um elemento da campanha difamatória em face dos índios brasileiros, bem como uma justificativa para a atuação religiosa e missionária das organizações em aldeias indígenas”. As duas organizações são "acusadas" de tentar erradicar oinfanticídio por meio da evangelização e formação de jovens missionários para atuarem junto aos povos indígenas, em especial na Amazônia.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

QUANDO FICAR CALADO SERIA A SOLUÇÃO










L. Telles Bezerra



Nos idos das décadas de 70 e 80, no ABC paulista, uma figura patética, desonesta, alcoólatra, mas com alto tino de liderança, promovia greves no setor metalúrgico daquela região industrial, como se montam feira em meio às ruas de uma cidade. Quando discursava para a massa trabalhadora, em seus constantes movimentos grevistas, o barbudo semianalfabeto oriundo de Caetés, PE, com seu linguajar manifestamente agressivo, cheio de gírias e palavrões impublicáveis fazia o publico delirar e aplaudi-lo efusivamente. Era a fase de ouro de sua carreira de farsante rumo ao Palácio do Planalto. Ocorre que Luiz Inácio da Silva, vulgo Lula, nunca cumpriu corretamente o que dizia em suas promessas discursivas aos seus pares da metalurgia paulista. Ali, no meio dos trabalhadores, ele se inflamava e prometia mundos e fundos aos seus liderados cegos, mas em reuniões com os dirigentes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), regadas a whisky Royal Label Black, ele dizia coisas muito díspares das que afirmava em seus compromissos assumidos com seus tutelados tolos e crédulos do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campos. Em delírio com as massas trabalhadoras, ele prometia o que nunca cumpria, mas em reunião com os mandatários das indústrias onde, pantagruélico, devorava tudo o que encontrava na mesa farta sorvendo o “12 anos” como quem bebe água num deserto, seus acertos eram sempre em seu próprio benefício. Além desses acertos em reuniões na sede da FIESP, Lula também fazia, costumeiramente, chantagens com as montadoras anunciando falsamente uma greve para receber determinadas somas de dinheiro mediante sua revogação.

Pois bem, nessa terça-feira, uma verdadeira romaria de ministros de Dilma Rousseff tentava, mas sem sucesso, convencer seus deputados a votarem a favor dos interesses da Presidência da República. Os ministros Aloízio Mercadante (Casa Civil), Miguel Rosseto (Sec. Geral) Ricardo Berzoini (Comunicações) e Pepe Vargas (Direitos Humanos), além do surrado Michel Temer (vice-presidente) e o líder do governo na Câmara José Guimarães (PT-CE), não conseguiram convencer ninguém a votar as Medidas Provisórias 664 e 665 (ajustes fiscais), que restringem, respectivamente, privilégios previdenciários e relativos ao seguro-desemprego e abono salarial, além do ajustes fiscais. Enquanto a batalha inútil era travava nos recônditos da Câmara, Lula, em seu discurso de ontem às 20:30h na rede nacional de televisão, dizia exatamente o contrário do que diziam os “guerreiros da presidanta”. Lula, falou, falou e ninguém o ouviu, tanto em discursos passados na sede da CUT, onde cartazes podiam ser vistos com frases contrárias ao ajuste fiscal da presidência, como agora no programa do PT na TV. Repetia sua prática criminosa de ontem quando engabelava seus liderados em troca de grana alta na sede da FIESP, em troca do fim de suas greves vigaristas. Hoje, em suas tentativas inúteis combatidas por um histórico buzinaço/panelaço ouvido nas ruas e apartamentos das grandes capitais brasileiras, o mentiroso patológico de 9 dedos colocou sua cria num xeque-mate sem precedentes na história da política brasileira. Não conseguindo convencer os deputados petistas e os dos partidos que formam a base do governo, os emissários de Dilma Rousseff saíram da Câmara com o gosto ácido da derrota. Era o preço alto que os estelionatários da famigerada estrela vermelha pagavam por suas patifarias. Não fechando questão em torno da votação das duas MPs, o presidente da Casa, o Deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), adiou a votação que ficou agendada para essa quarta-feira, caso não haja mais atropelos.

A história há de registrar em seus anais um capítulo importante da derrocada decisiva e inevitável dessa quadrilha miserável que tomou conta de toda a administração pública, transformando o País numa coisa amorfa, desorganizada, anarquizada e acima de tudo desmoralizada. Perante o mundo inteiro, a extrema corrupção que foi implantada como uma instituição governamental pelos petistas, a imagem do Brasil hoje é a pior possível. Não só escancara as entranhas podres desse partido/quadrilha, como descreve o povo brasileiro semelhante a um amontoado de imbecis que, mesmo sendo explorados criminosamente, ainda elegem políticos desse naipe. Depois das manifestações havidas a partir de 2013, o Brasil não pode mais voltar atrás e permanecer como está, nas mãos sujas de um punhado de criminosos que não medem esforços para desgraçar ainda mais a vida de seus filhos. Se faz urgente desbancar toda essa podridão, mudar determinadas Leis em benefício da sociedade brasileira e ajustar os parafusos de maneira a não mais permitir que a política rasteira até então em prática tenha continuidade. Faremos isso ou continuaremos no rumo traçado pelos bandidos do Foro de São Paulo, que planejaram a nossa escravização com base nos marxistas desígnios traçados por Fidel Castro e Lula em 1990. Como se pode constatar, Lula perdeu uma grande oportunidade de, mais uma vez, ficar calado. Será que ele nunca aprende?

domingo, 3 de maio de 2015

OS BUFÕES RECUARAM










O Patriota





De uma maneira covarde, mofina e bufa, os petralhas falastrões não tiveram coragem para fazer o que pregaram durante mais de um mês: ir pra cima do povo e das forças estaduais de segurança no dia 1º de maio. Está mais do que claro que as manifestações populares de 25 de março e 12 de abril de 2015 intimidaram esses bundões e os fizeram meter seus rabos entre as pernas. Não adianta patetas, ladrões, criminosos desavergonhados falarem grosso, suas vozes não representam o que eles realmente são, um punhado de desmunhecados. Não aconteceu nada! Absolutamente nada! Nem a vaca que tosse teve coragem para fazer o pronunciamento de praxe que sempre fez em todos os dias primeiro do mês de maio de cada ano que permaneceu no governo, nos últimos 4 anos. Ela se acovardou diante da força do povo brasileiro que não a quer mais à frente da República e sim presa e condenada por permitir que a Nação fosse esbulhada. Gravou vídeos em um estúdio fechado e guarnecido por mais de 100 seguranças. Esse vídeo foi visto, até agora, por pouco mais de 51 mil pessoas de um universo de mais de 200 milhões de pessoas. Ela demonstrou que sua valentia só existiu enquanto ela planejava atentados na calada da noite e atacava pessoas inocentes traiçoeiramente no passado, escondida por trás da cortina montada por Cuba, URSS e China comunista, para implantar a ditadura do proletariado em sua Pátria. Hoje, tendo nas mãos o bastão de comando da Nação, essa amarelona fez seu “pronunciamento”, novamente, escondida por trás das redes sociais por ser covarde como todo comunista safado que é.


Somente quem não conhece os comunistas e seus métodos é que acredita que eles tenham força para fazerem o que querem sem o concurso do povo de uma nação. Somente quem nunca leu a história é que pode pensar que essa corja - de ladrões e não de revolucionários - terá sucesso em seus objetivos porcos e antipatriota. Sem a força popular, essa tuberculose não passará de um espirro. Cadê os revolucionários bolivarianos bocudos que disseram que iriam arrebentar, fechar, tomar as ruas e sufocar a “direita”? Enquanto estivermos ativos, atentos e, acima de tudo, UNIDOS contra suas ações deletérias, esses pilantras não terão vez em nenhum lugar do País. O Brasil pertence aos brasileiros que trabalham e não a vagabundos escorados em sindicatos, ONGs e outras entidades criadas para roubar o nosso dinheiro descaradamente como o PT e seus canalhas o fazem. Se arrefecermos a luta, eles se apoderarão de tudo e de todos. Pra cima deles porque eles são covardes e tem medo de um povo rigidamente unido! Se vierem não passarão!! Encontrarão as nossas sentinelas sempre alertas e dispostas a morrer pelo que acreditam: num Brasil soberano e nosso. Nenhum cubano canalha, nenhum venezuelano patife tomará conta do nosso solo sagrado. No Brasil quem manda são os brasileiros verdadeiros e nunca essa sífilis imunda que traja vermelho!! Nós vestimos Verde, Amarelo, Azul e Branco!!
BRASIL CIMA DE TUDO E DE TODOS OS COMUNISTAS CANALHAS E COVARDES!!!

sexta-feira, 1 de maio de 2015

CONFLITOS E DESMANDOS













Elisângela Vieira
Socióloga e professora)

Nosso sistema de governo é o presidencialismo. Escolhemos nossos representantes através do voto. Por isso é muito importante o ato de votar, pois é através dele que exercemos nosso direito mais supremo de cidadão numa democracia. Sou muito a favor das manifestações públicas, pacíficas é claro. Porem é preciso responsabilidade e bom senso na hora de irmos às ruas protestar. Não podemos querer ganhar no grito. O que aconteceu na manifestação do Paraná, foi excersso de ambos os lados. Os manifestantes presentes, jamais deveriam ter tentado romper a barreira de isolamento feita pela polícia. Estes estavam apenas cumprindo ordens. É preciso cautela ao analisarmos os fatos. O fato é que tenho visto uma presença constante de violencia sendo cometida por civis contra professores, médicos enfermeiros e até mesmo policiais. Há uma crise moral crescente em nosso país. Se a polícia do Paraná, tivesse deixado o povo ali presente romperem a barreira de isolamento que separavam os manifestantes da Assembleia Legislativa daquele estado, logo logo iríamos ver o caos se instalando neste país. Uma polícia desmoralizada não pode proteger ninguém. É preciso sintonia entre as instituições e as vias de diálogo da sociedade civil. Nós as escolhemos através do voto. Por mais errados que estejam nossos representantes legais, nós os escolhemos para nos representar. Não podemos vencer na marra. Mas dentro dos limites permitidos no jogo democrático. Lamento por tudo isso.