quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Edinho Lobão, o senador acidental, tenta pegar carona na crise política dos Estados Unidos





Piada de salão – Com a devida licença do lobista-fugitivo Lula, um dos mais conhecidos comunistas de boteco, “nunca antes na história deste país” se viu tamanha degradação na política. Enquanto os parlamentares se esforçam para maquiar algumas medidas com o intuito de dar uma resposta ao clamor das ruas, assuntos sérios e de interesse do Brasil e dos brasileiros são tratados, com o conhecido desdém, por oportunistas que creem que um terno e uma gravata são suficientes para garantir doses de genialidade.
Apesar de paralisado por causa da incompetência do desgoverno da petista Dilma Vana Rousseff, o Brasil tem orçamento anual de mais de R$ 2 trilhões (o de 2013 está fixado em R$ 2,276 trilhões), sendo que o direcionamento dessa inimaginável fortuna é decidido por pessoas que conhecem as necessidades da nação, mas preferem fazer politicagem com o suado dinheiro do contribuinte.
Como se fosse pequeno o escárnio que se esparrama pelo País, a Comissão Mista do Orçamento, no Senado Federal, tem como presidente o senador Edison Lobão Filho (PMDB), o Edinho, playboy conhecido no Maranhão e suplente do pai, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que sequer sabe como trocar uma lâmpada queimada.
Nesta quarta-feira (2), durante debate na Comissão de Constituição e Justiça do Senado sobre o projeto que trata do orçamento impositivo, Edinho teve um lampejo de genialidade (sic) e usou a paralisia da máquina pública norte-americana, fruto da intransigência obtusa dos republicanos, para defender a necessidade de aprovação da matéria.
Na condição de suplente, Edinho Lobão engrossa o assustador grupo de senadores sem voto, o que é preocupante para um país que necessita de políticos experientes e com capacidade para dirimir as muitas demandas que diuturnamente aterrissam no Congresso Nacional. Não se pode querer que o País avance, mesmo que minimamente, enquanto a presidência da Comissão de Orçamento for objeto de negociação política e sujeita a rodízio dentro dos partidos.
Ademais, é no mínimo temerário colocar na presidência da mencionada comissão alguém que foi acusado de envolvimento no escândalo do programa “Minha Casa, Minha Vida”, de uso de “laranjas” para sonegar impostos e que, recentemente, retirou da proposta do novo regimento interno do Senado a sugestão para que os senadores sejam obrigados a se comprometer a agir com ética “na atividade política” e como cidadão. Mesmo assim, com um currículo invejável e que dispensa maiores apresentações, Edinho Lobão custa aos brasileiros a bagatela de R$ 130 mil por mês.
Foi com pessoas desse naipe, como Lobão e Lobinho, que o caudilho José Sarney conseguiu transformar o Maranhão no mais miserável estado brasileiro, onde impera um criminoso apartheid que ostenta o carimbo do clã político da Praia do Calhau e do Convento das Mercês. Por sua história e pela bravura de seu povo, o Maranhão merece dias melhores.

EUA: paralisação do governo reforça a frustração dos norte-americanos




(Reuters)
Crise política – Em Washington e em outras partes dos Estados Unidos poucos eram capazes de crer no que acontecia enquanto passavam os últimos segundos anunciando a chegada da terça-feira (1). Até mesmo o presidente Barack Obama esperava que o Congresso ainda pudesse chegar a um consenso antes da meia-noite e evitar a paralisação quase total dos serviços públicos federais.
Em dias normais, a capital americana é marcada pela agitação. Mais de 700 mil funcionários públicos trabalham na cidade e milhões de turistas visitam anualmente os marcos políticos dos EUA. O governo é o maior empregador do país – mais de 2 milhões de pessoas trabalham para o Estado.
Estima-se que 800 mil tenham que, agora, entrar em licença forçada não remunerada. Somente os postos de trabalho absolutamente necessários para manter o país funcionando continuam a ser ocupados.
Muitos dos funcionários públicos que chegaram a ir trabalhar na terça-feira em Washington tiveram de voltar para casa.
“Ao chegar aqui soube que meu empregador estava fora de atividade temporariamente”, disse um deles. “Agora estou esperando que os trens voltem a funcionar e eu possa ir para casa.” Outros se mostram menos calmos: “Os salários daqueles lá em cima também tem que ser cortados. Se não recebemos nenhum dinheiro, eles também não devem receber.”
Posições-chave do serviço público, como escolas, transportes públicos e forças de segurança não foram afetadas pela paralisação. Por outro lado, dezenas de museus, memoriais e até mesmo os zoológicos públicos foram fechados. Especialistas advertem que, somente na região da capital, o fechamento custará até 200 milhões de dólares diariamente.
Maioria contra a interrupção
É um novo ponto baixo na luta de poder num Congresso que já não gozava de popularidade. Em todo o país, falta compreensão sobre o fato de os representantes eleitos pelo povo não terem sido capazes de se sentarem à mesa e chegarem a um consenso sobre o orçamento do ano fiscal de 2014.
Segundo pesquisa de opinião da CNN, 70% dos americanos reprovam a paralisação do serviço público, mesmo que por alguns dias. Observadores da política em Washington temem que, atualmente, o clima esteja tão envenenado que até mesmo simples propostas legislativas possam ser instrumentalizadas, com o intuito de prejudicar adversários.
Para Travis Culliton, que na trabalha na Força Aérea americana, a paralisação é mais um sinal de que os deputados deixaram de lado as pessoas que os elegeram. “Acredito que somente muito poucos dos nossos representantes escutam o que as pessoas lhe dizem”, declarou o pai de família, de 41 anos.
Como único assalariado na família, ele, como muitos outros, tem problemas em lidar com os abrangentes cortes orçamentais que atingiu muitos órgãos federais já há alguns meses. Segundo Culliton, a paralisação seria como um chute em alguém que já se encontra no chão.
“Minha família vive do meu salário e temos de ser muito econômicos. Os cortes forçados têm nos levado à ruína. Eu havia acabado de começar a pagar contas atrasadas. A hipoteca de nossa casa ameaça ser executada caso eu não receba meu salário completo este ano”, conta.
Sem melhoria à vista
Culliton responsabiliza os republicanos na Câmara dos Representantes pela paralisação do governo federal. Segundo ele, a oposição estaria usando as famílias de camadas médias como reféns para bloquear a reforma sanitária de Obama. A opinião, segundo pesquisas, é compartilhada por um em cada sete americanos.
“Os republicanos tentaram chantagear os Estados Unidos e o Congresso para revogar uma lei que não conseguiram bloquear de forma legal”, diz um advogado, enquanto está a caminho do trabalho em Washington.
De acordo com estimativas do pesquisador Jacob Kirkegaard, do Instituto Peterson de Economia Internacional, a situação deverá se acirrar ainda mais. Ele diz que o movimento conservador Tea Party, encabeçado pelo senador texano Ted Cruz, assumiu praticamente o controle do Partido Republicano.
Segundo o pesquisador, os membros do Tea Party não se mostrarão satisfeitos até que a reforma do setor de saúde, conhecida como “ObamaCare”, seja revogada.
Analistas já estão de olho no próximo confronto em Washington, que ameaça ter efeitos ainda mais amplos: o debate sobre o teto da dívida. Como democratas e republicanos trafegam de uma crise para outra em velocidade máxima, os americanos provavelmente terão se ajustar para mais uma batalha entre os blocos políticos.
No entanto, caso não se chegue a um consenso sobre a elevação do teto da dívida, as consequências são tão graves, que ambos os lados terão de voltar à mesa de negociações. O limite atual da dívida deverá ser atingido já no próximo dia 17 de outubro. A partir daí, os EUA estariam inadimplentes. A pressão sobre os políticos aumenta a cada dia. (DW)

Câmara não vota minirreforma eleitoral e PMDB ameaça com obstrução à MP do “Mais Médicos”






Fora do horizonte – Cinco partidos da chamada esquerda nacional (PT, PCdoB, PDT, PSB e PSOL), com o apoio do PR, mantiveram palavra dada na noite de terça-feira (1) e com a estratégia da obstrução conseguiram impedir, na sessão desta quarta-feira (2) da Câmara dos Deputados, a votação da minirreforma eleitoral (Projeto de Lei 6397/13). Os partidos já tinham conseguido derrubar a votação na noite anterior.
Líder do PMDB, o deputado federal Eduardo Cunha (RJ) decidiu rebater o movimento coordenado pelo petista gaúcho Henrique Fontana e disse que não abre mão de votar o projeto na próxima semana. Cunha ameaçou obstruir a análise da Medida Provisória do programa Mais Médicos (MP 621/13), que a partir da próxima semana trancará a pauta de votações do Plenário da Câmara. O projeto da minirreforma eleitoral poderá voltar à pauta na sessão da próxima terça-feira (8), mas se aprovada não valerá para as eleições de 2014, pois o princípio da anterioridade ou da anualidade tem como prazo final o próximo sábado, 5 de outubro.
“Temos o direito legítimo de tentar terminar a votação desta matéria [a minirreforma]. Se não chegarmos a um acordo para votar a proposta sem obstrução na próxima terça-feira, eu vou propor à bancada a obstrução à MP do Mais Médicos, sim”, destacou o líder do PMDB. Cunha afirmou ainda que fazer parte do governo não significa “ser vassalo” dos projetos do PT.
A minirreforma eleitoral é um projeto casuístico que atende aos interesses das grandes máquinas políticas que já estão no poder, pois libera a doação de campanha por parte de concessionárias de serviços públicos, direito que se estende aos seus acionistas, diretores, controladores e holdings. Considerando que o governo federal pretende promover nos próximos meses leilões que podem alcançar a cifra de R$ 500 bilhões, não é preciso muito esforço do raciocínio para imaginar o que aconteceria com a aprovação da matéria.
Por outro lado, a decisão do PT de se posicionar contra o PL 6397/13 é estranha, pois com os mencionados leilões as doações de campanha podem acabar tendo apenas um endereço. Fato é que o tema ainda será objeto de muita discussão, principalmente entre o PT e o PMDB, que já deflagrou uma rebelião no Congresso Nacional para protestar contra os acordos firmados entre as cúpulas de ambas as legendas. Resumindo, a ponte é baixa e o rio de lama é caudaloso.

Por que a 148ª Divisão Alemã se entregou somente aos brasileiros na Itália?




Cel.Hiram Reis e Silva

“Foi em abril de 1945. Os alemães tinham retraído da Linha Gótica depois da
nossa vitória em Montese, e provavelmente pretendiam nos esperar no vale do
rio Pó, mais ao Norte. Nosso Esquadrão de Reconhecimento, comandado pelo
Pitaluga, os avistou na Vila de Collechio, um pouco antes do rio. A pedido
do General fui ver pessoalmente e lá, por ser o mais antigo, coordenei a
noite um pequeno ataque com o esquadrão e um pelotão de infantaria, sem
intenção maior do que avaliar, pela reação, a força do inimigo. Sem defender
efetivamente o local, os alemães passaram para o outro lado do rio e
explodiram a ponte. Então observamos que se tratava de uma tropa muito maior
do que poderíamos ter imaginado. Eram milhares deles e nós tínhamos atacado
com uma dezena de tanques e pouco mais de cinquenta soldados”.

“Informamos ao comando superior que o inimigo teria lá pelo menos um
regimento. O comando, numa decisão ousada, pegou todos os caminhões da
artilharia, encheu-os de soldados e os mandou em reforço à pequena tropa que
fazia frente a tantos milhares.” – ” Considerei cumprida a minha parte e fui
jantar com o Coronel Brayner, que comandava a tropa que chegara” prosseguiu
Dionísio. “Durante a frugal refeição de campanha, apresentaram-se três
oficiais alemães com uma bandeira branca, dizendo que vieram tratar da
rendição. Fiquei de interprete, mas estava confuso; no início nem sabia bem
se eles queriam se entregar ou se estavam pensando que nós nos
entregaríamos, face ao vulto das tropas deles, que por sinal mantinham um
violento fogo para mostrar seu poderio”.

“Esclarecida a situação, pediram três condições: que conservassem suas
medalhas; que os italianos das tropas deles fossem tratados como
prisioneiros de guerra (normalmente os italianos que acompanhavam os alemães
eram fuzilados pelos comunistas italianos das tropas aliadas) e que não
fossem entregues à guarda dos negros norte-americanos”.

“Esta última exigência merece uma explicação: a primeira vista parece
racismo. Que os alemães são racistas é óbvio, mas porque então eles se
entregaram aos nossos soldados, muitos deles negros? Bem, os negros
americanos naquela época constituíam uma tropa só de soldados negros, mas
comandada por oficiais brancos. Discriminados em sua pátria, descontavam sua
raiva dos brancos nos prisioneiros alemães, aos quais submetiam a torturas e
vinganças brutais. É claro que contra eles os alemães lutariam até a morte.
Não era só uma questão de racismo”.

“Eu perguntei ao interprete do lado alemão (nos entendíamos em uma mistura
de inglês, italiano e alemão), por que queriam se render, com tropa muito
superior aos nossos efetivos e ocupando uma boa posição do outro lado do
rio. Ele me respondeu que a guerra estava perdida, que tinham quatrocentos
feridos sem atendimento, que estavam gastando os últimos cartuchos para
sustentar o fogo naquele momento e que estavam morrendo de fome. Que queriam
aproveitar a oportunidade de se render aos brasileiros porque sabiam que
teriam bom tratamento”.

“Combinada a rendição, cessou o fogo dos dois lados. Na manhã seguinte
vieram as formações marchando garbosamente, cantando a canção ‘velhos
camaradas’, também conhecida no nosso Exército”.

“A cerimônia era tocante” – prosseguiu Dionísio. “Era até mais cordial do
que o final de uma partida de futebol. Podíamos ser inimigos, mas nos
respeitávamos e parecia até haver alguma afeição. Eles vinham marchando e
cada companhia colocava suas armas numa pilha, continuando em forma, e seu
comandante apresentava a tropa ao oficial brasileiro que lhe destinava um
local de estacionamento. Só então os comandantes alemães se desarmavam. A
primeira Unidade combatente a chegar foi o 36 Regimento de Infantaria da 9°
Divisão Panzer Grenadier. Seguiram-se mais de 14 mil homens, na maioria
alemães, da 148° Divisão de Infantaria e da Divisão Bessaglieri Itália que
os acompanhava”.

“Entretanto houve um trágico incidente: Um nosso soldado, num impulso de
momento, não se conteve e arrancou a Cruz de Ferro do peito de um sargento
alemão. O sargento, sem olhar para o soldado, pediu licença a seu comandante
para sair de forma, pegou uma metralhadora em uma pilha de armas a seu lado
e atirou no peito do brasileiro, largou a arma na pilha e entrou novamente
em forma antes que todos se refizessem da surpresa. Por um momento ninguém
sabia o que fazer. Já vários dos nossos empunhavam suas armas quando o
oficial alemão sacou da sua e atirou na cabeça do seu sargento, que esperou
o tiro em forma, olhando firme para frente. Um frio percorreu a espinha de
todos, mas foi a melhor solução”
 - Concluiu Dionísio.

Ao ouvir esta história, eu já tinha mais de dez anos de serviço, mas não
pude deixar de me emocionar. Não foram as tragédias nem as atitudes altivas
o que mais me impressionaram. O que mais me marcou foi o bom coração de
nossa gente, a magnanimidade e a bondade de sentimentos, coisas capazes de
serem reconhecidas até pelo inimigo. Capazes não só de poupar vidas como
também de facilitar a vitória. É claro que isto só foi possível porque os
alemães estavam em situação crítica; noutro caso, ninguém se entregará só
porque o inimigo é bonzinho, mas que a crueldade pode fazer o inimigo
resistir até a morte, isto também é real. Na História Pátria podemos ver
como Caxias, agindo com bondade, só pacificou, e como Moreira César, com sua
crueldade, só incentivou a resistência até a morte em Canudos.

O General Dionísio e o interprete alemão – Major Kludge, se tornaram amigos
e se corresponderam até a morte do primeiro, no início dos anos 90. O
General Mark Clark, comandante do 5° Exército norte-americano, ao qual a FEB
estava incorporada, disse que foi um magnífico final de uma ação magnífica.
Dionísio disse apenas que a história real é ainda mais bonita do que se
fosse somente um grande feito militar."

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O Brasil tem guerrilha







ISTOÉ entra na base da Liga dos Camponeses Pobres, um grupo armado com 20 acampamentos em três Estados, que tem nove vezes mais combatentes que o PCdoB na Guerrilha do Araguaia e cujas ações resultaram na morte de 22 pessoas no ano passado
O barulho de dois tiros de revólver quebrou o silêncio da noite na pacata comunidade rural de Jacilândia, distante 38 quilômetros da cidade de Buritis, Estado de Rondônia. Passava pouco das 22 horas do dia 22 de fevereiro quando três homens encapuzados bloquearam a estrada de terra que liga o lugarejo ao município e friamente executaram à queima-roupa o agricultor Paulo Roberto Garcia. Aos 28 anos, ele tombou com os disparos de revólver calibre 38 na nuca. Dez horas depois do crime, o corpo de Garcia ainda permanecia no local, estirado nos braços de sua mãe, Maria Tereza de Jesus, à espera da polícia. Era o caçula de seus três filhos. Um mês depois do assassinato, o delegado da Polícia Civil de Rondônia que investiga o caso, Iramar Gonçalves, concluiu: "Ele foi assassinado pelos guerrilheiros da LCP."
A sigla a que o delegado se refere, com estranha naturalidade, quer dizer Liga dos Camponeses Pobres, uma organização radical de extrema esquerda que adotou a luta armada como estratégia para chegar ao poder no País através da "violência revolucionária". Paulo Roberto foi a mais recente vítima da LCP, que, sob a omissão das autoridades federais e o silêncio do resto do Brasil, se instalou há oito anos na região e, a cada hora, se mostra mais violenta. Apenas em 2007, as operações do grupo produziram 22 vítimas - 18 camponeses ou fazendeiros e quatro guerrilheiros. Amplamente conhecidos em Rondônia, os integrantes da LCP controlam hoje 500 mil hectares. Estão repartidos em 13 bases que se estendem de Jaru, no centro do Estado, às cercanias da capital Porto Velho, se alongando até a fronteira com a Bolívia, região onde eles acabaram de abrir uma estrada. O propósito dos guerrilheiros seria usá-la como rota de fuga, mas, enquanto não são incomodados nem pela Polícia Federal nem pelo Exército, a trilha clandestina está sendo chamada de transcocaineira - por ela, segundo a polícia local, passam drogas, contrabando e as armas da guerrilha.
ÁREA PROIBIDA
A nenhuma dessas colônias o poder público tem acesso. Sob o manto da "revolução agrária", a LCP empunha as bandeiras do combate à burguesia, ao imperialismo e ao latifúndio, enquanto seus militantes assaltam, torturam, matam e aterrorizam cidades e zonas rurais nessas profundezas do Brasil. Encapuzados, armados com metralhadoras, pistolas, granadas e fuzis AR-15, FAL e AK-47 de uso exclusivo das Forças Armadas, eles já somam quase nove vezes mais combatentes que os 60 militantes do PCdoB que se embrenharam na Floresta Amazônica no início dos anos 70 na lendária Guerrilha do Araguaia. "A Colômbia é aqui", diz o delegado Gonçalves, numa referência às Farc.
   
NO CORAÇÃO DA GUERRILHA Armado de AR-15, policial entra em território dominado pela LCP e uma barreira que proíbe o acesso ao centro de treinamento militar. "Não dá para observá-los, mas estamos sob sua mira", diz à reportagem de ISTOÉ um sargento da PM de Rondônia
A reportagem de ISTOÉ entrou nessa área proibida. No distrito de Jacinópolis, a 450 quilômetros de Porto Velho, bate o coração da guerrilha. Segundo o serviço secreto da Polícia Militar de Rondônia, é ali que está o campo de treinamento. "Nem com 50 homens armados eu tenho coragem de entrar na invasão deles", admite o delegado. Caminhar pelas hostis estradas enlameadas é como pisar em solo minado. A todo momento e com qualquer pessoa que se converse, o medo de uma emboscada é constante. Os militantes adotam as táticas de bloqueio de estradas e seqüestro das pessoas que trafegam pela área sem um salvo-conduto verbal liberado pela LCP. "É a forma de combater as forças inimigas", escreveram eles num dos panfletos que distribuíram na região. "Esses bandoleiros foram muito bem treinados pelos guerrilheiros das Farc", revela o major Enedy Dias de Araújo, ex-comandante da Polícia Militar de Jaru, cidade onde fica a sede da Liga.
Para se chegar à chamada "revolução agrária", dizem os documentos da LCP aos quais ISTOÉ teve acesso, a principal ação do grupo é pôr em prática a chamada "violência revolucionária". E, para os habitantes locais, essa tem sido uma violência fria e vingativa. No caso da sua mais recente vítima, o que a LCP fez foi uma execução sumária, após um julgamento interno suscitado pela desconfiança sobre o real propósito da presença de Paulo Roberto Garcia na região. "Eles acreditam que o rapaz era um agente infiltrado como agricultor e não tiveram dúvida em matálo", disse o delegado. Dos 22 mortos de 2007, quatro eram fazendeiros e 14 eram funcionários das fazendas, que a liga camponesa classifica como paramilitares. Na parte dos guerrilheiros, quatro foram enterrados - assassinados em circunstâncias distintas por jagunços das fazendas da região.
Além de matar, a LCP é acusada pela polícia de incendiar casas, queimar máquinas e equipamentos e devastar a Floresta Amazônica. Os moradores da comunidade onde vivia Garcia não sabem o que é luta de classe, partido revolucionário e muito menos socialismo. Mas eles sabem muito bem que, desde a chegada da LCP naquelas bandas, a morte matada está vencendo a morte morrida.
ALERTA NA SELVA
Só quem consegue transitar livremente no território da guerrilha são os caminhões dos madeireiros clandestinos, que pagam um pedágio de R$ 2 mil por dia à LCP para rodar nas estradas de terras controladas pela milícia. Em troca do pedágio, os guerrilheiros dão segurança armada aos madeireiros para que eles possam roubar árvores em propriedades privadas, áreas de conservação e terras indígenas. São terras que a LCP diz ter "tomado" - e o verbo tomar, no lugar de "invadir" ou "ocupar", como prefere o MST, não é mera semântica, mas uma revelação do caráter belicoso do grupo. "A falha é do Exército brasileiro, que deixa esses terroristas ocuparem nossa área de fronteira", acusa o major Josenildo Jacinto do Nascimento. Comandante do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, Nascimento sente na pele o poder e a arrogância desse bando armado.
No ano passado, eles derrubaram uma base militar da Polícia Ambiental dentro de uma unidade de conservação e seqüestraram seus soldados. "A tática utilizada pela LCP para as emboscadas é certeira", admite um dos militares, mantido preso por sete horas. "Como são estradas de terras, no meio da floresta, eles derrubam árvores, que fecham o caminho. Quando as pessoas descem do carro para retirar a tora, são rendidas", diz E. S., militar da Polícia Ambiental, que recorre ao anonimato para se proteger. "Essa guerra é um câncer que está se espalhando pelo Estado", alerta Nascimento.
Assim como consta nos panfletos da Liga, os guerrilheiros postam homens em bases nos morros com binóculos e rojão para anunciar a "invasão" de sua área por "forças inimigas". Depois de sermos monitorados de perto por grupos de motoqueiros, durante os 38 quilômetros que levamos uma hora e meia para percorrer no território dominado pela LCP, ouvimos uma saraivada de rojões anunciando nossa presença. Estávamos próximos a uma base. O alerta serve também para que os homens armados se infiltrem na mata ocupando as barricadas montadas com grandes árvores nas cercanias dos acampamentos.
      
MORTE NO CAMPO
O agricultor Garcia (à dir.) foi morto com dois tiros na nuca. "Os guerrilheiros achavam que ele era um agente infiltrado na área da guerrilha", disse o delegado Iramar Gonçalves. Os líderes da LCP acusados de assassinato são Russo (à esq.) e Caco, foragido
"O fato é que não dá para observá-los, mas estamos sob sua mira", adverte o militar da Polícia Ambiental que nos acompanha. Na verdade, a PM Ambiental é a única força do Estado cuja presença ainda é tolerada pela guerrilha. A explicação é simples: com apenas oito agentes para cuidar de quase 900 mil hectares naquela região, eles não representam ameaça ao grupo. Antes, serão presas fáceis se assim os militantes o desejarem.
A BASE
Logo que o barulho dos rojões reverbera na imensidão da selva, as mulheres e crianças vestem seus capuzes e assumem a linha de frente. Quando se chega ao topo de um morro, depois de passar por uma barricada construída com o tronco de uma imensa árvore com a inscrição da Liga, avista-se uma bandeira vermelha tremular na franja de um acampamento de casas com cobertura de palha. Pouco tempo depois, outra barricada e chega-se a uma parada obrigatória. Do outro lado da porteira, transcorreu o seguinte diálogo com uma trupe maltrapilha, encapuzada e arredia.
- O que vocês vieram fazer aqui? - disse um nervoso interlocutor mascarado.
- Somos jornalistas e queremos saber o que vocês têm a dizer sobre a reforma agrária e a Liga dos Camponeses Pobres.
- Podem ir embora, não temos nada a dizer. Vocês só atrapalham.
- Quantas famílias estão nesta invasão?
- 300.
- Podemos falar com o líder de vocês?
- Aqui não existe líder, todos somos iguais. 
- Por que vocês ficam mascarados?
- A máscara é nossa identidade.
- Vocês acreditam que podem fazer uma revolução?
- Não temos que dar satisfações à imprensa burguesa.
- De quem vocês recebem apoio?
- Não interessa.
- Podemos entrar no acampamento?
De forma alguma. Vão embora daqui!
Com colete à prova de balas sob a camisa, saímos da porteira do acampamento por uma questão de segurança e voltamos a percorrer de carro, numa estrada precária, mais uma hora e meia até o primeiro ponto de pedágio da LCP. "No ano passado, fomos presos por eles, éramos oito militares e eles tinham mais de 50 homens armados com metralhadoras", conta o sargento da tropa. "Não tem jeito, para resolver o problema com esse bando só com uma ação conjunta do Exército, da Polícia Federal e das forças do Estado."
    
TERROR O fazendeiro Sebastião Conte (à esq.) teve a sede, os tratores e seu plano de manejo incendiados. Os guerrilheiros não pouparam nem mesmo o posto da Polícia Ambiental, que foi destruído. Nos acampamentos, eles colocam crianças na linha de frente e usam capuzes
Ao voltar da área dominada pela LCP, fica claro, nas reservadas conversas com alguns poucos moradores dispostos a contar algo, que o terror disseminado pela guerrilha se mede pelo silêncio dos camponeses. Os revoltosos controlam a vida das pessoas, além de investigar quem é quem na região. Quem não "colabora" com eles - fornecendo dinheiro, gado ou parte da produção - vira alvo de ataques covardes. Histórias de funcionários das fazendas da região que foram colocados nus sobre formigueiros ou que apanharam até abandonar o local estão muito presentes na memória dos moradores. As torturas praticadas pelos bandoleiros contra trabalhadores rurais dificultam até contratação de mão-de-obra na região. "Ninguém quer trabalhar mais na minha fazenda", admite Sebastião Conte, proprietário de 30 mil hectares de terra. Ele teve parte de sua terra "tomada" há dois anos pela LCP, a sede da fazenda foi queimada, assim como seus tratores, alojamentos e área do manejo florestal. O fazendeiro, acusado pela Liga de ser um latifundiário, é prova de que o terror da guerrilha é igual para todos. Segundo ele, nos últimos dois anos, teve que enterrar três de seus funcionários. "Todos eles assassinados barbaramente", diz Conte. "Estou pedindo socorro. Não sei mais a quem recorrer."
Longe de lá, na cidade de Cujubim, os trabalhadores rurais empregados das fazendas não dispensam o porte de armas. "Aqui ou você anda armado ou está morto", diz M.L. O capataz da fazenda e seu filho já perderam a conta de quantas vezes trocaram chumbo com os mascarados que tentam invadir a fazenda. Tratados como paramilitares, os funcionários das fazendas são, depois dos fazendeiros, os alvos prediletos dos ataques da Liga. Nelson Elbrio, gerente da Fazenda Mutum, teve o azar de cair nas mãos da "organização". Ele foi rendido exatamente como os militares da Polícia Ambiental e ficou preso sob a mira de uma arma por seis horas. "Assim que eu fiz a curva na estrada dei de cara com uns 15 homens encapuzados e fortemente armados. Eles me tiraram do carro e a partir daí vivi um inferno", conta Elbrio. "Eles queriam que eu revelasse os segredos da fazenda: quantas pessoas trabalhavam lá, depósito de combustível, se tinha seguranças armados." O sofrimento do funcionário se estendeu até o final da tarde, quando o grupo o arrastou até a sede da fazenda, dando tiros de escopeta próximo a seu ouvido. Em seguida, o obrigaram a assisti-los incendiando a propriedade e os tratores. "Nunca mais dormi bem", diz Elbrio.
Com a morte à espreita, o medo transformou distritos inteiros em zonas despovoadas - verdadeiras vilas fantasmas - e criou uma massa de gente refugiada de sua própria terra, expulsa pela guerrilha. Em Jacilândia, das 25 casas de madeira da única rua do distrito, só oito estão habitadas. Até a igreja fechou suas portas. "O povo foi embora com medo dos guerrilheiros", conta um dos moradores, um ancião que só admite a entrevista sob o anonimato. "Aqui não podemos falar nada. Para ficar de pé tem que se aprender a viver", diz o velho agricultor. O silêncio e o abandono das terras são a mais dura tradução desse novo modo de viver. Maria, a mãe do agricultor assassinado, não esperou a missa de sétimo dia do caçula. Deixou para trás os 100 hectares, onde tinha 100 cabeças de gado e a casa recém-construída. Partiu para um lugar ignorado, sob a proteção de outro filho.
O SILÊNCIO
Naquele pedaço de terra, os poucos que, apesar de tudo, permanecem na área não têm rostos ou nomes. Quando interrogados pela polícia na apuração dos crimes, eles se tornam também cegos e surdos. "Não existe testemunha de nada", reclama o delegado Gonçalves. A razão das infrutíferas apurações policiais é que os insurgentes presos são facilmente liberados pela Justiça. "Como eles usam a tática guerrilheira do uso de máscaras em suas ações, nós ficamos de mãos atadas para puni-los. Nunca se sabe quem de fato matou", queixa-se o delegado. As únicas lideranças da LCP a enfrentar a prisão por causa de assassinatos foram Wenderson Francisco dos Santos (Russo) e Edilberto Resende da Silva (Caco), que se encontra foragido. Os dois foram acusados de participar do assassinato do trabalhador rural Antônio Martins, em 2003. Russo foi absolvido em primeira instância e os promotores recorreram da decisão ao Tribunal de Justiça.
MEDO OU CAUTELA?
"Nem com 50 homens armados eu tenho coragem de entrar nas terras deles", diz o delegado Gonçalves
A ABIN SABE
Essa tensão é o pano de fundo de uma guerra psicológica que os ideólogos da organização avaliam como a ideal para que a área seja abandonada pelos fazendeiros. "A melhor forma de desocupar a área é destruindo o latifúndio", nos disse um dos mascarados, chamado de Luiz por um colega. Na lógica da LCP, os fazendeiros têm que tomar prejuízo sempre, senão eles não abandonam a terra. À frente de 300 famílias da invasão da Fazenda Catanio, uma propriedade de 25 mil hectares, o guerrilheiro Luiz defende o confisco do gado para matar a fome dos invasores e considera que a "tomada" de terra é a forma legal de fazer uma "revolução agrária". "Se esperarmos a Justiça, ficaremos anos plantados aqui", diz ele.
A audácia dos militantes da LCP é tanta que no ano passado mais de 200 deles marcharam encapuzados pelas ruas do município de Buritis, a 450 quilômetros de Porto Velho, até parar na porta da delegacia, onde exigiram a saída do delegado Gonçalves da comarca. Motivo: ele tinha prendido um dos líderes da facção guerrilheira. Não satisfeitos, os bandoleiros bateram às portas do Ministério Público e da Justiça exigindo que os titulares dos órgãos também se afastassem. O fato foi reportado ao Ministério da Justiça, ao presidente Lula e ao governo estadual. Até agora, não houve nenhuma resposta. "Ninguém leva a sério nossas denúncias. Eles pensam que estamos brincando, que a denúncia de guerrilha é um delírio", indigna-se o delegado Gonçalves. "Isso vai acabar numa tragédia de proporções alarmantes, e aí sim vão aparecer os defensores dos direitos humanos", critica ele. É exatamente nessa desconsideração das denúncias de promotores, juízes e militares que a Liga ganha força e cresce impunemente.
Tão trágica quanto o terror que esse grupo armado impõe às comunidades rurais é o fato de os governos estadual e federal saberem da existência desse bando armado - e não fazerem nada. Segundo o Dossiê LCP, um relatório confidencial da polícia de Rondônia, com 120 páginas, encaminhado em dezembro passado à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ao Exército e ao Ministério da Reforma Agrária, o grupo armado, além de cometer todo tipo de barbaridade, é financiado por madeireiros ilegais. Conforme o documento, a LCP controla uma área estimada em 500 mil hectares, onde doutrina mais de quatro mil famílias de camponeses pobres espalhadas por mais de 20 assentamentos da reforma agrária distribuídos pelos Estados de Minas Gerais, Pará e Rondônia. "Eles estão na contramão do que é contemporâneo. Mas, de fato, formaram um 'Estado' paralelo", entende Oswaldo Firmo, juiz de direito da Vara especializada em Conflito Agrário do Estado de Minas Gerais.
FORÇA-TAREFA
Documentos em poder de ISTOÉ comprovam que as autoridades federais têm feito ouvidos de mercador para o problema. No dia 11 de janeiro de 2008, o ouvidor agrário do governo federal, desembargador Gercino José da Silva Filho, acusou o recebimento das denúncias encaminhadas a ele sobre as ilegalidades cometidas por integrantes da Liga dos Camponeses Pobres. Mais uma vez, nada foi feito. "Eles dizem que sabem de tudo, mas cadê a ação?", questiona o major Nascimento, comandante da Polícia Militar Ambiental de Rondônia. "Essa situação aqui só será resolvida em conjunto com outras forças militares", admite o major. Foi o que aconteceu no Estado do Pará, em novembro passado, na chamada Operação Paz no Campo, quando uma ação envolvendo o Exército, as polícias civil e militar e a Polícia Federal desocuparam um acampamento da LCP na Fazenda Fourkilha, no sul do Estado. Com dois helicópteros, 200 homens e 40 viaturas, a força-tarefa cercou o local, prendeu cerca de 150 militantes e recolheu um verdadeiro arsenal de guerra. "Precisamos da mão forte do Estado. Aqui somos tratados como cidadãos marginais", emenda o fazendeiro Sebastião Conte.
RICA

O DESTINO FINAL DO BRASIL SOB O PT






Lourinaldo Teles Bezerra


            O estado de Rondônia e mais duas outras unidades federativas brasileiras tornaram-se campo de treinamento (20) e refúgio de bandidos de todo os tipo possíveis. Vivem por lá,sem qualquer incômodo das autoridades, desde traficantes de drogas das FARC até marginais fugidos da justiça do Brasil inteiro militando nas hostes guerrilheiras das Ligas dos Camponeses Pobres (Comunistas) treinadas pelo narcoterrorismo da Colômbia e devidamente apoiadas pelos partidos que tem como cores o vermelho e o amarelo, coloração típica do comunismo internacional.
         
           A revista 'Isto É' denunciou que existem cerca de 20 campos de treinamento de guerrilha em três Estados brasileiros, onde as armas mais modernas e poderosas se multiplicam sem nenhum impedimento das FFAA ou Polícia Federal e, muito menos, da deficiente Polícia Militar de Rondônia. Já conta com 22 assassinatos a atuação desse grupo guerrilheiro do século XXI patrocinado pelo governo petista que a tudo assiste sem tomar qualquer iniciativa para livrar o País de mais uma desgraça iminente. Segundo levantamento feito pela 'Isto É', que teve acesso livre aos campos dessa guerrilha, o número de guerrilheiros supera em 9 vezes o efetivo da Guerrilha do Araguaia promovida rudimentarmente pelo PC do B, no final da década de 60 e que atuou até  os primeiros anos da década de 70 quando foi completamente dizimada pelas ações efetivas do então e finado Exército Brasileiro, através de homens valentes do quilate dos Coronéis Lício Maciel, Aluísio Madruga, Curió e muitos outros bravos do antigo Exército de Caxias.
         
          A Guerrilha do Araguaia só não se tornou as nossas FARB- Forças Armadas do Brasil, devido ao pouco e deficiente armamento de que dispunha assim como do pouco contingente de tropas em combate, segundo relatos do Cel Lício Maciel em seu livro célebre e elucidativo "Guerrilha do Araguaia - Relatos de Um Combatente".Também por causa do pouco esforço de seus chefes que ficavam em apartamentos confortáveis em São Paulo e no Rio de Janeiro enquanto os idiotas recrutados nas universidades e cursos médios de colégios dos dois Estados se sacrificavam nas matas da Amazônia. Se houvessem os meios logísticos de hoje as nossas FFAA teriam sido fragorosamente derrotadas como o serão hoje se tentarem combater esses focos guerrilheiros que estão se formando a olhos vistos pelas mesmas FFAA de que falo.
             
          Venezuela, Bolívia, Equador e principalmente Cuba, através das FARC colombianas e seguindo os ditames do Foro de São Paulo, estão por trás de tudo em comum acordo com o governo bandido do PT que fecha os olhos remelentos para a desgraça total do Brasil, terra de que eles se servem para encherem os cofres de dinheiro à custa dos imbecis que recolhem impostos. Disse o Gen Ref Valmir Fonseca Azevedo Pereira, em seu artigo "O Silêncio das Forças Armadas" o seguinte:

          "Algumas pessoas, açodadamente, desmerecem as Forças Armadas partindo da premissa de que caberia a elas dar um basta no desgoverno lulo – sindicalista – socialista que nos desmoraliza, despudoradamente." e acrescentou: "Pode ser que um dia, não as Forças Armadas, mas cidadãos armados tomados de indignação se lancem numa batalha de vida ou morte para expulsar os canalhas profissionais." 
           
            Ora, isso me parece uma piada sem o menor sentido! Como diabos o povo indignado brasileiro se lançará de armas nas mãos para enfrentar forças que as próprias FFAA não são capazes de enfrentar dispondo do armamento de que dispõem? Esqueceu-se o nobre General de que nos tomaram nossos 38 desde o governo fedorento de FHC? E depois, para que servem as nossas ex-gloriosas Forças Armadas? apenas para desfilarem em homenagem aos seus destruidores no palanque armado em frente ao "Forte Apache" em Brasília, e nas demais capitais? O que está escrito é que veremos muito em breve o nosso amado Brasil , abandonado covardemente pelos milicos, ser esquartejado entre os vitoriosos exércitos narcoterroristas bolivarianos. Esse será o destino daquela que poderia ter-se tornado uma das maiores potências do planeta se não tivesse tantos patifes na empreitada final do seu desmantelamento completo!

Mulher atingida por carro que caiu de guincho vai para UTI, diz tia de vítima






Vítima foi atropelada pelo próprio veículo na capital baiana.
Transalvador diz que funcionário foi afastado e guincho será periciado.

Do G1 BA
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A mulher de 29 anos atingida pelo próprio carro na noite de terça-feira (1) em Salvador foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Espanhol, de acordo com informações de uma tia. "Ela teve um rompimento no fígado. Vi que a barriga dela estava inchando muito ontem à noite, estou tão nervosa. Isso não pode ficar impune", disse Jaqueline Machado ao G1 na manhã desta quarta-feira (2).
O acidente ocorreu na noite de terça-feira (1), na Rua Marquês de Caravelas, na Barra, enquanto o veículo era recolhido por um guincho a serviço da Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador). O órgão informou nesta manhã que o condutor do guincho foi afastado das atividades.
Segundo a Transalvador, a empresa responsável pelo guincho é terceirizada e o equipamento era considerado novo, com menos de cinco anos de uso. O veículo foi encaminhado para o pátio do órgão de trânsito, onde vai passar por perícia, a fim de identificar se houve falha humana ou técnica.
Narrativa do acidente
Atingida na barriga e nas pernas, a vítima foi encaminhada para o Hospital Espanhol por uma equipe do Samu. A tia da mulher, Jaqueline, acompanhou o atendimento e fez algumas imagens com o celular.
"Ela veio até aqui com a mãe fazer compras em uma loja de departamentos aqui próximo e estacionou o carro. No momento que a SET, não sei se foi SET ou Transalvador, se dirigiu até o veículo e disse que iria rebocar o veículo porque ela tinha estacionado em um local que não pdoeria ser estacionado o veículo. Onde existia uma idosa, que é a minha irmã, uma criança, que é o meu sobrinho, e a mãe  dele, que foi a vítima. Rebocaram o veículo, prenderam o veículo. O veículo simplesmente despencou do reboque e caiu em cima da menina. A menina está com dor na barriga", disse Jaqueline horas depois do acidente.

São Paulo tem pelo menos 40 semáforos com problemas




Dos 40 faróis quebrados, 15 estão apagados e 25 no amarelo intermitente.
Cidade de São paulo tem cinco pontos de alagamento.

Do G1 São Paulo
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Após a madrugada de chuva, a cidade de São Paulo apresentava pelo menos 40 semáforos quebrados às 9h40 desta quarta-feira (2). Destes, 15 estavam apagados e 25 no amarelo intermitente, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergâncias, da Prefeitura, a capital paulista teve chuva forte na madrugada, com maior volume de chuva foi observado entre as 3h e 4h. A manhã desta quarta começou com chuva leve e termômetros em torno de 16ºC.
No decorrer do dia, o tempo continua instável, porém não há expectativa de chuvas fortes, somente chuva leve e garoa. Por conta do solo encharcado, o potencial para alagamentos continua alto. O tempo fechado e chuvoso permite apenas a pequena elevação da temperatura máxima que não deve passar dos 22ºC.
(Acesse o Radar G1 e saiba como está o trânsito em São Paulo agora, com câmeras nas principais vias e indicações de onde o fluxo de carros está lento, intenso ou livre. Tenha o Radar G1 também no seu celular. O aplicativo é gratuito e pode ser baixado na App Store e no Google Play.)
Pontos de alagamento
No mesmo horário, o CGE registrava cinco pontos de alagamentos ativos na cidade. Um estava na Estrada do Campo Limpo, no sentido Centro, na altura da Rua Francisco de Holanda, Zona Sul de São Paulo. O outro na Rua Guararapes, Zona Sul, no sentido bairro, na altura da Praça Soneto. Um terceiro na Avenida Paulo Freire, que liga a Aricanduva com a Fernão Dias.
Outro ponto estava na Rua João Jacinto, no Centro da cidade, na altura da Rua São Caetano. E o quinto se encontrava na Rua Doutor Francisco Salles Gomes Júnior, também no Centro da capital.
Alagamento na Avenida Paulo Freire, que liga a Avenida Aricanduva com a Rodovia Fernão Dias (Foto: Reprodução/ TV Globo)Alagamento na Avenida Paulo Freire, que liga a Avenida Aricanduva com a Rodovia Fernão Dias (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Trânsito
São Paulo registrava 92 km de lentidão às 9h40, concentração considerada acima da média para o horário. O índice se encontra acima da média desde o início de sua medição, às 7h.
Na Avenida Washington Luis, em direção ao Centro, o motorista enfrenta 6,2 km de filas da Rua Manoel dos Reis Araújo até o Viaduto João Julião da Costa Aguiar. Na pista expressa da Marginal Pinheiros, no sentido Interlagos, eram 5,6 km da Rodovia Castello Branco até proximidades da Ponte Eusébio Matoso.
O motorista ainda tinha que reduzir a velocidade na Avenida dos Bandeirantes, no sentido Marginal Pinheiros, do Viaduto Aliomar Baleeiro até o Viaduto Santo Amaro.